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PURIM NO BERÇO DE ERETZ ISRAEL




HEBRON 1929


72 fotografias do progromo de Hebron em 1929

Os amigos do blogue PATRIA JUDIA editam este impressionante documento gráfico em:

http://bajurtov.wordpress.com/2008/08/11/se-cumplen-79-anos-del-genocidio-de-judios-de-1929-a-manos-de-arabes-israelies/






The Hebron Massacre of 1929

In August of 1929, Arabs instigated violence in the Jerusalem area that spread to most of Palestine. The violence began in Jerusalem and soon spread to Hebron, Motza, and Safed, all old Jewish communities in Palestine that supposedly lived in harmony with their Arab neighbors, rather than Zionist settlements.

In Hebron, the Jewish community which had been there for hundreds of years, refused the help proffered by the Haganah underground when it seemed that Arab agitation was beginning. They trusted their neighbors.

The principle instigators were Haj Amin El Husseini and Aref el Aref. Aref el Aref, along with Husseini, had been responsible for previous riots. He had now been appointed district officer of the Beersheba district. Aref el Aref paid a visit to Hebron shortly before the riots and preached an inflammatory sermon on Thursday, August 22. Rumors were spread that the Jews had killed Arabs in Jerusalem, that the Jews had burned down the Al-Aqsa mosque (supposedly this was documented with a fake photo) or that the Jews were planning to build a synagogue near the wailing wall.

There are many indications that the Arabs, as well as the British had advance warning of the disturbances, yet the British did nothing to try to head them off. There was one British policeman in Hebron, Raymond Cafferata. He commanded a force of 18 mounted police and 15 on foot. Of these, all but one were Arabs. Eleven were over age and there was but a single Jew among them.

Beginning about 3 PM on Friday, August 23, there was agitation in Hebron. People returning from prayers in Jerusalem were claiming that the Jews were killing Arabs there. Arabs began stoning the Hebron Yeshiva. An orthodox Yeshiva student tried to leave the Yeshiva building and was stabbed to death. Cafferata now managed to quiet things down for the present.

The riots began in earnest, however, on the morning of Saturday, August 24. Arabs killed 64 to 67 Jews in Hebron and wounded many others. Babies were beheaded. Old rabbis were castrated. There were incidents of rape, torture and mutilation. Hands and fingers were torn off bodies, apparently for jewelry.

Cafferata and the Jewish policeman shot at the rioters and killed 8 of them. The Arab policemen fired in the air. Cafferata called for reinforcements, but these arrived only about noon, five hours later. The British had a total of 292 police in Palestine and were busy dealing with disturbances elsewhere presumably. Cafferata, not a friend of the Jews, testified:

"On hearing screams in a room I went up a sort of tunnel passage and saw an Arab in the act of cutting off a child's head with a sword. He had already hit him and was having another cut, but on seeing me he tried to aim the stroke at me, but missed; he was practically on the muzzle of my rifle. I shot him low in the groin. Behind him was a Jewish woman smothered in blood with a man I recognized as a[n Arab] police constable named Issa Sherif from Jaffa in mufti. He was standing over the woman with a dagger in his hand. He saw me and bolted into a room close by and tried to shut me out-shouting in Arabic, "Your Honor, I am a policeman." ... I got into the room and shot him."
(Bernard Wasserstein, The British in Palestine: The Mandatory Government and the Arab-Jewish Conflict 1917-1929, Oxford England, Basil Blackwell, 1991)

About 435 Jews survived by hiding with their Arab neighbors. They were hidden by 28 families who risked their lives to save the Jews.

About noon, British reinforcements arrived. Arab prisoners were forced to bury the dead in mass graves. They starting singing in celebration during the proceedings.

After visiting Hebron, the High Commissioner John Chancellor wrote to his son:

I do not think that history records many worse horrors in the last few hundred years...

I am so tired and disgusted with this country and everything concerned with it that I only want to leave it as soon as I can.

The surviving Jews were evacuated by the British, but some returned and lived in Hebron until the riots of 1936.

Ami Isseroff

Sources:

Morris, B., Righteous Victims, Alfred Knopf, New York 1994 pages 111-120.

Segev, T., One Palestine Complete, Henry Holt, N.Y. 1999, pp 314-327.




(Parabéns aos amigos do blogue PATRIA JUDIA)

http://bajurtov.wordpress.com/

QUEREMOS TANTO A BARUCH MARZEL


Com 47 anos, Baruch Marzel está feito um rapaz. De facto só me leva três; mas pela vitalidade que desprende e as contínuas iniciativas que promove, semelha que tivesse trinta menos.
Marzel tende a ser associado com algaradas contra agitadores ánti-sionistas em Hebron. Se fazedes uma procura em qualquer pesquisador da internet –por suposto, no judeófobo Google- o 99% das entradas serão para debuxar o perfil de um bravucão ultra, ou para descontextualizar alguma das suas razoáveis opiniões.
A Baruch Marzel gosta-lhe viver em Hebron. E por que não haveria de gostar? De facto, Hebron tem sido uma cidade judea durante mais de 3.500 anos antes de Netanyahu, Peres ou Olmert. Em Hebron quedou viver Abraham e em Hebron enterrou à sua dona, Sarah. É a vila dos Patriarcas e as Matriarcas, não en vão aquí jazem os restos de Abraham e Sarah, também os de Isaac e Rebeca, de Jacob e Leah. A um neto de Jacob pugeram-lhe de nome Hebron, e neste lugar –que não sei por que, mas a mim gostaria-me dalguma maneira irmanar com o nosso Herbão- David estabeleceu a primeira capital do seu Reino. E desde Hebron governou durante 33 anos Israel e Judea. Tras a expulsão dos judeus sefardis em 1492, vinheram a instalar-se em grande número neste lugar.
Se alguém é culpável directo de que ultimamente milheiros de judeus visitem este sítio cada ano, não duvidedes que são Baruch Marzel e os seus amigos. Não o Ministério de Turismo ou os impresentáveis de Shalom Ajshav –que fletam autobuses de agitadores para incitar à população árabe ao pogromo.

Mas Baruch Marzel tem um historial bem instructivo de percorrer. Vejamo-lo abreviadamente.
O que durante 25 anos foi considerado mão direita do Rav. Meir Kahane –que o asistiu na sua Bar Mitzva, sendo ainda uma criança- aos 14 anos foi por vez primeira para o caldeiro por fazer um tumultuoso corte de tráfico, junto com Meir Kahane e outros patriotas, numa visita de Henry Kissinger a Israel (durante a sinatura dos acordos de rendição do Sinai a Egipto).
Nos começos dos 70 colabora na criação dos primeiros assentamentos de Gush Emunim em Yesha, participando depois de cheio nas lutas contra as evacuações de colonos no Sinai. Foi um dos promotores da oposição à “desconexão” encerrando-se em búnkers e subindo aos telhados das casas. A sua mítica determinação e coragem conforma um ejemplo reconhecido por milheiros de colonos.
Aos 20 anos, tras completar os estudos na Hesder Yeshiva de Yamit, não foi chamado a servir na 1ª guerra do Líbano (1982) pelos seus antecedentes. E que mais dá? Ele entrou ao país vizinho pela sua conta e risco e fixo-se com um tanque, sendo uns dos primeiros em alcanzar a autovia Beirut-Damasco. Durante a batalla identificou e destruiu sete comandos sírios, e foi ferido por uma granada ánti-tanques, que lhe incrustou 16 troços de metralla por todo o corpo. Tras fazerem-lhe as curas, chimpou-se de novo ao tanque e participou na conquista do Museo Nacional de Beirut.

Em 1984 vai-se viver a Hebron -porque é um bom judeu e dá-lhe a ganha- e funda o bairro de Tel Rumeida; instala-se numa caravana, onde ainda vive junto com a sua mulher, e alguns dos seus nove filhos.

Como activista político, durante dez anos foi portavoz do Kach, e levou infatigavelmente a sua mensagem a través de cidades, vilas, assentamentos e rincões de toda Eretz Israel. Tras o assassinato, em 1990, de Meir Kahane foi eligido cabeça do secretariado do Kach e promovido à Knesset por este partido. Porém, a candidatura foi prohibida pela Corte Suprema, aduzindo que Marzel era continuador da linha nacionalista do seu antecesor (não havia ser!). Tras o affaire que rematou com o assassinato de Baruch Goldstein em 1994, o Kach, como sabemos, foi ilegalizado.
Baruch Marzel tem sido emprissonado mais de cem vezes por defender a causa do povo Judeu. Uma dúzia delas –das cem que vos digo-, foi-no por romper a proibição de visitar o antigo cimetério askenazi de Rebbetzen Menucha Rochel Slonin, situado fóra da zona pela que os judeus têm permitido deambular na cidade judea de Hebrpn. A sua insistência, ao cabo, tem logrado que actualmente os judeus podam visitar livremente o devandito cimetério. Não digades que não é uma história avondo bonita de ser contada.
Merece sinalar-se o seu agir como activista pelos direitos dos judeus presos na URSS, destacando a campanha para a libertação de Nathan Sharansky, Yaakov Levine e outros dissidentes.Foi um dos animadores do Comité “Free Jonathan Pollard”.
Também fundou a primeira Talmud Torah Zilberman desde 1929 na cidade para que os pequenos podam aprender Torah. Tem impulsado a Guest House de Kiryat Arba, a Fundação da Caridade –a mayor organização em Yesha de ajuda a famílias necesitadas- ou Yad L’Achayot (por citar outra mais entre as suas inumeráveis iniciativas), organização que recolhe e cuida a rapazas judeas incapazes, doutra maneira, de libertar-se por si próprias de relações mantidas à força com árabes, tendo contribuído a rescatar mais de 300 mulheres.

Baruch Marzel ainda sacou tempo, há poucos anos, para fundar e impulsar o Hazit (Fronte Nacional Judea). Ele considera que conquistar Eretz Israel é moral, que expulsar ao inimigo de Eretz Israel é moral. Normalidade judaica. Nada há mais moral que a libertação da Terra de Israel pelo Povo de Israel. Ou que dizedes?

Eu só vos digo o que diz Baruch Marzel: “Temos que trocar o sistema completamente em Israel. O sistema está corrupto e tem fracassado na defesa dos direitos dos cidadãos israelis. Queremos revocar esta Corte Suprema que aprovou a expulsão de judeus da sua terra. Se não são ré-empraçados destruirão qualquer vestigio Judeu em Israel”. E tem bem de razão.

É frequente, como já dissemos, vê-lo pôndo a raia aos matões de Breaking the Silence e outros gangsters financiados pelo establishment progre israeli, ante a passividade da polícia. Mas também organizando a operação Chachnoses Orchim (Benvinda aos Convidados) em Hebron. Abraham dou-nos a mitzvah de ser acolhedores com os hóspedes, e Marzel segue o preceito ao pé da letra: recebe-os, fai-lhes de comer uma tarteira de cholent ou umas tortilhas, e encarga-se de arranjar-lhes o despraçamento até o aeroporto, levando-os ele próprio se for preciso.

A heróica e desinteresada actitude de gente como Baruch Marzel e a sua mulher Sarah, Anet Cohen, a familia de Netanel Ozeri e os demais zelotes que em Hebron sustentam o facho da dignidade e o orgulho de ser Judeu, é um exemplo muito elevado para nós. Do seu lado estaremos sempre; para sustentá-los e defendê-los.
Para isso é, entre outras cousas, que fazemos este insignificante blogue desde a Galiza.

SIMON BAR KOCHBA




[A Cova de Machpela é o sítio onde estám enterrados Abraham, Isaac e Jacob. Este lugar foi adquirido por Abraham. A Cova é o segundo empraçamento sagrado dos judeus. Os insensatos governantes de Israel entregaram aos árabes a maior parte da Cova de Machpela, a pesar de que estes massacraram à comunidade judea na própria cidade de Hebron].

Yigal Amir, embora de facto não matou a Rabin, tem-se convertido num herói porque alçou uma pistola contra um destacadíssimo traidor, o criminal do Altalena. Gostaria-me pensar que o Dr. Baruch Goldstein se encaminhara aquele dia ao lugar sagrado dos judeus, profanado pelos árabes, exigindo vingança e evitando o anunciado pogrom. Desgraçadamente, não tenho a certeça. O Dr. Goldstein era um bom judeu e uma pessoa maravilhosa, mas quiçá não era um herói nacional. Foi uma vítima.

O relato oficial é simples: em Purim de 1994, o tolo partidário de Kahane colheu a sua escopeta, entrou na mesquita, e abriu fogo contra os congregados. Não importa que o sítio, em primeiro lugar, não fosse uma mesquita. Não importa que os árabes fossem tiroteados cum arma distinta da que empunhava o Dr. Goldstein. E, certamente, não importa que matasse a 154 árabes com 140 balas.

O absurdo da hipótese oficial fixo-se transparente de imediato: uma pessoa adorável, um abnegado doutor, dispara a uns muçulmãos a sangue frio. O Governo ventila um libelo segundo o qual o Dr. Goldstein, um doutor armado, toleou até o ponto de inclusso desobedecer as ordens dos seus superiores e declarar que só reconhecia a autoridade de RAMBAM* e Kahane, rechaçando também atender aos gentis. Esses embustes foram propagados a pesar de que os superiores de Goldstein os negaram de imediato, e de que fosse um doutor distinguido pela sua excelência médica e ter tratado a infinidade de não judeus.

A multidão árabe linchou ao Dr.Goldstein tras desarmá-lo. O Procurador Geral israeli negou-se a enjuizar aos criminais, a maioria dos quais eram bem conhecidos e alardeavam do assassinato. Em qualquer outro caso, quando um judeu abre fogo contra um terrorista árabe tras desarmá-lo, o judeu é sentenciado a uma prolongada estância em prisão, inclusso se tem actuado sob enajenação mental. Como todo o mundo dize, os árabes não são tratados em pé de igualdade no Estado de Israel. Têm trato preferente.

Imediatamente depois de assassinar ao Dr. Goldstein, a multidão árabe dispujo-se a perpetrar um pogrom a grande escala em Hebron, com nove judeus e uns quantos árabes assassinados nos enfrontamentos posteriores. O pogrom, dirigido por Hamas, foi premeditado, preparado com antelação aos incidentes, como alguns já vinham avisando. O dia anterior, a turba palestina amotinara-se na Cova, e instantes antes do incidente cantavam “Massacremos aos judeus”, tal e como o informe Shamgar admite. Actuando às ordes do Maior Stellman, as IDF surprendentemente pôm em liberdade ao palestinião que incitara o pogrom. Para além da grande tensão e o manifesto ânimo de emprender um pogrom, as IDF e a Polícia de Fronteiras não reclamaram reforços, deixando só um punhado de gardas na Cova. A massacre contra os judeus mascava-se, e o Governo israeli condescendia, como se a massacre fosse a rematar com a problemática presença judea em Hebron, como se passara em 1929.

O relato oficial acusa ao Dr. Baruch Goldstein de abrir fogo contra os árabes. Qualquer pessoa normal –e isto não inclui aos progres da Comissão Shamgar- perguntaria-se como pudo o doutor acertar 154 brancos entre os árabes, incluíndo 29 mortos, com só 140 balas. Afirma-se que entrou na Cova com 4 carregadores de 35 projectis cada um, para um rifle Galil. Disparando entre a densa multidão de palestiniãos, é impossível que alcançasse a 154 de eles. É impossível que tivesse tempo de vaziar um só carregador. É muito dificil matar de um só disparo em tão apuradas circunstâncias. Inclusso admitindo todas essas incongruências, é fisicamente impossível matar 154 árabes com 140 balas.

Os árabes assassinaram ao Dr. Baruch Goldstein quando tratava de ré-carregar o seu fusil –de facto um dos 4 carregadores aparecer ainda sem montar-, reduzindo o número de projectis a 105. É absolutamente inverosímil que cada bala ferira a vários árabes atravessando os seus corpos.

Disparando 4 carregadores em modo de fogo contínuo não teria producido tamanhe número de baixas, e teria-se atascado o fusil. Disparando 105 ou 140 balas em modo sémi-automático teria levado um tempo muito considerável, proporcionando aos gardas que estavam a uns metros de distância suficiente tempo de reagir, e aos árabes de fugir.

Inclusso o melhor francotirador não pode garantir 154 brancos actuando só com um rifle, com presas, e no meio duma densa multidão. E o Dr.Goldstein não era um bom tirador. Nem antes nem depois de ele, em centos de acções terroristas ao longo do mundo, ninguém tem logrado tamanhe récord. Nenhum tirador profissional se lhe aproxima. Só no Estado totalitário israeli, com controlo dos média, pessoas com o cerebro lavado podem acreditar tamanha estupidez. A modo de comparação, os árabes que causaram 19 baixas na yeshiva de Merkaz HaRav, Março de 2008, empregaram umas 600 balas.

Outro cenário é mais crível, apoiando-nos no peso das evidências: o doutor Goldstein apareceu quando os palestiniãos já começaram a revolta que prepararam durante meses. O doutor foi a primeira vítima judea da multidão árabe. Os soldados judeus de garda dispararam ao gentio árabe, logrando as impressionantes 154 baixas. Mas naqueles momentos de “processo de paz”, a camarilha dos Peres-Beilin-Rabin não podiam permitir-se um quadro com árabes massacrando judeus em Hebrão, assim que inventaram a historieta da “massacre” do Dr. Goldstein. Deste modo, os posteriores distúrbios árabes estavam “justificados” em vez de serem apresentados como um novo pogrom árabe. Como benefício extra, Peres-Beilin-Rabin proscrevem o Partido Kach, a única força que podia deter o suicida “processo de paz”. O Governo israeli utilizou o facto de que o Dr. Goldstein pertencesse ao Kach para ilegalizar o Partido (e menos mal que não ilegalizaram a profissão médica, dado que também era doutor).

Nas audiências da Comissão Shamgar, dois soldados israelis de serviço aquela manhá (Kobi e Niv) testificaram que o Dr. Goldstein entrara na Cova portando o seu rifle estándar M-16, não o Galil utilizado para os disparos. Em declarações separadas, afirmaram que viram entrar outra pessoa na Cova com o rifle Galid. A Comissão rechaçou as suas testemunhas.

A procura do misterioso homem do rifle Galil entrando na Cova, saltando-se os postos de garda, só pode conduzir a um lugar: o Shabak, os serviços secretos israelis. Da mesma maneira que inculparam a Yigal Amir e assessinaram a Rabin, enviaram ao seu homem a disparar contra a multidão árabe. O objectivo era tremendo: rematar com a presença judea em Hebrão (aspecto irrenunciável para os zelotes judeus) e com a única oposição política real, o Kach (Netanyahu, essa farça de oposição, transferiu Hebron à jurisdicção árabe).

Permanece sem aclarar como o Dr. Goldstein entrou na Cova, repleta de muçulmãos, sem que ninguém advertisse em ele nada extranho. Não é improvável que fosse assassinado na Cova e o seu corpo posteriormente levado ao Pasilho de Isaac. Muitos palestiniãos declararam que viram ao doutor Goldstein disparando, mas inclusso a Comissão Shamgar fixo constar graves contradicções nas testemunhas árabes. A Comissão conjeturou que o Dr. Goldstein accedeu pela ruta Yosefia; mas as suas pegadas estám ausentes nesse cenário.

Convintemente para a Comissão Shamgar as câmaras de videovigilância do lugar não funcionaram esse dia.

Os governantes israelis tinham um enorme interesse em eliminar ao Dr. Goldstein. Tras a morte do Rav. Meir Kahane, o Dr. Goldstein convertera-se no vínculo entre várias facções isoladas do kahanismo. Tras o seu assassinato, o Rav. Binyamin Kahane convertiu-se em líder do Kach, sendo também assassinado aparentemente por árabes; mas o facto de que o ejecutor “accidentalmente” acertasse com os 62 disparos só no assento dianteiro do seu carro- sem roçar aos seus filhos, sentados nos assentos trasseiros- tem um cheiro inconfundível a francotiradores israelis. Anos mais tarde, as IDF arrestaram ao presunto assassino, mas dado que já arrastava vários crimes no seu historial, não deveu ser muito dificil fazer-lhe aceitar a responsabilidade pelo assassinato do Rav. Benyamin.

Ainda depois, o líder e um activista da Liga de Defesa Judea nos EEUU, Irv Rubin e Earl Kruger, foram assassinados (“suicidaram-se”) em dois incidentes isolados dentro de prisões de alta seguridade. A JDL era o último vestígio do movimento de Kahane. Os aparelhos israelis desfigeram-se do Kach.

À marge de tudo isto, matar árabes na Cova dos Patriarcas não difere demassiado dos antigos acontecimentos que celebramos na festa de Purim.



OBADIAH SHOHER


* Nota de Simon Bar Kochba: RAMBAM é o acrônimo de Maimónides, Rabi Moisés Ben Maimon.


Que Israel volte à judeidade é já impossível: os árabes, os esquerdistas pata negra e os
eslavos constituim a maioria dos votantes. Os aparelhos de seguridade estám infestados de progres nos escalafões intermeios e superiores, de forma que uma insurrecção contra o status quo teria sombrias perspectivas: num país pequeño como Israel, com uma polícia omnipresente e tribunais de justiça totalitários, qualquer conspiração seria descoberta e desmantelada imediatamente.

A única opção para os bons judeus é escapar da jurisdicção israeli. Eles podem acadar uma autonomia muito limitada nos municípios israelis, mas inclusso nesse âmbito a jurisdicção israeli os acosará através de programas escolares esquerdistas e a exigência de permitir que os árabes podam comprar vivendas nos florecentes bairros judeus. Os assentamentos tras a Linha Verde não durarão muito; a maioria serão incorporados dentro dos acordos de Israel com os palestiniãos, como exemplifica o caso de Gush Katif, onde se viu que o Governo carece de capazidade para reubicar a milheiros de colonos judeus.A sua única opção nas negociações com os árabes será ceder-lhes os blocos de assentamentos. Alguns assentamentos não podem ser incorporados nem abandoados, Kfar Tapuach, como exemplo. Acha-se muito longe da Linha Verde, consideravelmente isolada, e portanto não pode ser reclamada pelo Governo israeli. Ao mesmo tempo, os palestiniãos não permitiriam colonos militantes sob a sua jurisdicção. Outra possibilidade é que o Governo israeli deixasse aos habitantes de Kfar Tapuach residir tras a Linha Verde depois da desconexão se eles o desejam, autorizando que sejam os palestiniãos os que os expulsem fóra do assentamento.

O único sítio distinto é Hebron. Os seus judeus não marcharão, a pesar das pressões do Governo israeli. Eles têm conquerido vivendas legalmente, e inclusso a ilegal Israel carece de leis para expulsá-los. Netanyahu tem renunciado já a Hebron, definitivamente a cidade mais judea, a favor dos árabes, portanto é só uma questão de tempo que o exército israeli abandone esse lugar. O problema dos judeus de Hebron é irresolúvel, deverão ser autorizados a permanecer lá sob jurisdicção palestiniana. O melhor será que goçarão de autonomia administrativa. Poderão ré-agrupar mais judeus através dos planos de reunificação familiar, formar bons judeus, seguir sendo o eixo permanente das tensões com os palestiniãos, acumular armas ligeiras, e eventualmente edificar um enclave judeu plenamente autónomo.

A partir desse relativamente seguro núcleo, teoricamente, dar pé a um pequeno Estado de Judea. Os partidos ultraortodoxos de Israel serão muito sensíveis à agenda de Judea. E dado que a proporção de população ultra-ortodoxa continua aumentando entre os judeus, o Estado de Judea em conjunção com os israelis ultra-ortodoxos poderá subvertir o regime esquerdista israeli em algo que seja melhor.


OBADIAH SHOHER

PAZ AGORA – A COSTA DE QUEM?


O movimento Paz Agora (Shalom Ajshav) denuncia a adquisição de uma nova vivenda pelos judeus em Hebron. Uma objecção é que os judeus provavelmente tenham chantajeado ao vendedor árabe por meio dum trato injusto. É dificil de entender como um punhado de judeus pode atemorizar a um árabe respaldado por milheiros dos seus, a polícia israeli, a administração militar e as organizações humanitárias judeas sempre prestas a emprender um pleito na sua defesa. O árabe que levanta um edifício de quatro andares tem evidentemente bons contactos e dinheiro, e não é uma presa fázil. O conto é-vos bem simples: a casa em questão é muito grande, e o dono sendo realista não pudo rematá-la, portanto vendeu-na a câmbio de uma elevada quantidade, em relação ao estado real do mercado em Hebron. Os judeus de Hebron sabem que a administração militar israeli escruta cada uma das suas adquisições, e naturalmente tiveram cuidado de fechar o trato impecavelmente.

A nossa é uma “ocupação militar” muito extranha. Os ocupantes abastecem aos ocupados com um armamento que não tem mais uso prático que atacar aos ocupantes, agora ou em breve. A população árabe possue quantidades massivas de armas ilegais, incluíndo armas automáticas, e construe milheiros de vivendas ilegais mentres os judeus não podem portar armas de autodefesa, estão severamente limitados no abastecimento de munição, e não podem reconstruir as suas vivendas, permitindo-se-lhes só construir novas edificações. Uma situação na que o ocupante está claramente em desventagem respeito do ocupado é historicamente inusual.

Se aos árabes se lhes permite viver e trabalhar em Israel, os judeus deveriam logicamente ter os mesmos direitos nos territórios controlados pelos palestinianos. Exigir que os judeus abandonem Hebron é muito mais que exigir que os árabes abandonem Tel Aviv.

Os judeus não insistem na soberania sobre Hebron, senão na simples autonomia permitida sob a lei musulmana aos dhimmi. Numa recente iniciativa, muitos judeus têm considerado renunciar à cidadania israeli para poder estabelecer-se legalmente tras a Linha Verde uma vez que Israel se retire. Viver a uns passos de onde Abraham entrou em Hebron é mais importante para alguns judeus que a proximidade aos clubes de striptease de Tel Aviv.

A pesar da situação dos assentamentos, os judeus de Hebron não têm nem sequer tocado uma só parcela de solo público, senão meramente adquirido casas compradas aos árabes. Nenhuma só propriedade das saqueadas e arrebatadas pelos árabes em 1929 tem sido devolta; o balanço das demandas está incontestávelmente do lado dos judeus.

Quiçá a presença judea em Hebron obstrui os esforços de paz? É dificil calibrar que iniciativas propiciem a paz. Dada a guerra do Líbano e a treboada de míssis caindo sobre Sderot, as concessões não semelham trair a paz. Hebron oferece uma lição na salvaguarda da paz: os judeus que lá residem deambulam confiadamente e conduzem com as janelas dos carros abertas, mentres os árabes colocam barrotes nas janelas das suas casas. Isso a pesar do facto de que os árabes possuem de longo mais armas que os judeus de Hebron. A exposição principal do museu de Hebron mostra a massacre de 1929: árabes e judeus conviviam pacificamente, até um dia em que os árabes massacraram os judeus, incluíndo as monjas do hospital Hadassah que cuidavam deles sem cobrar nada. Aqueles que pensam que a mentalidade tem trocado em oitenta anos fariam bem em observar a matança fraternal em Iraque.

A casa em disputa controla um enclave estratégico, o que conecta os barracões judeus de Hebron com a única via de escape face Kyriat Arba. É tão só questão de aclarar se serão os judeus ou os árabes os que eventualmente poderão disparar desde as janelas do edifício para despejar a estrada quando se chegue a maiores enfrontamentos. O exército não intervirá, como não o fixo quando Baruch Goldstein se viu obrigado a desactivar o iminente progromo. Eventualmente, a defesa corresponderá-lhes aos judeus de Hebron mesmos, e eles precisam desesperadamente a altura estratégica dessa vivenda.

As protestas em Hebron têm um cheiro velho: a esquerda israeli e a direita árabe encamados contra os religiosos judeus. Os judeus continuaram com a sua rutina em meio dos berros dos manifestantes. Essas pessoas que vivem com orgulho em caravanas perforadas a balaços perto do lugar onde fluem todas as pregárias antes de ascender ao ceu, não são fazilmente intimidáveis. O mais chamativo foram os rostos dos valentes rapazes judeus rodeando o edifício em disputa – os rostos dos estudantes da Torá, dos trabalhadores e guerreiros, rostos sem traça de medo ou ódio. Um prototipo judeu há tempo esquecido e que está renascendo em Hebron.

OBADIAH SHOHER






Baruch Marzel é o mais extraordinário guia que eu tenha conhecido. De facto, não é apenas um guia mas também o líder da organização Fronte Nacional Judeu, e antiga mão direita do Rav Meir Kahane.

Escuitade o relato das bestas árabes assassinando um doutor judeu durante a massacre de judeus em Hebron de 1929. Eles não podiam assaltar a sua bem fortificada casa, mas o doutor movido pela piedade abriu a porta diante dos alaridos duma ramera árabe que estava grávida, momento no qual a multidão árabe invadiu o seu fogar. Vede a foto da sua filha supervivente com a massa cerebral pendurando do seu fraturado crâneo. Não há fotos da mulher do doutor, cujas mãos e pernas foram seccionadas, ou da outra filha, que disparou sobre os violadores árabes momentos antes de que lhe fendessem o pescoço. Vede as fotos dos judeus, rabinos e doutores, brilhando com uma espiritual pureça, assassinados pelos árabes. Olhade o hospital Hadassah, onde se tratava gratuitamente aos árabes, até que violaram e massacraram às infermeiras. Os árabes que se destroçam entre sim hoje no Iraque, duvidariam em massacrar judeus outra vez?

Aprendede como Moshe Dayan enviou tropas judeas para deter a fuga dos árabes e lhes pediu que regressassem e vivessem em Judea e Samária; como Dayan entregou as chaves da Tumba dos Patriarcas a um imão local que não podia acreditar no que veiam os seus olhos. Os árabes agardavam que os judeus quisegem vingar o sangue das vítimas de Hebrão e fugiram. Aos judeus deu-lhes igual.

Escuitade o relato da prresença de novos judeus em Hebron: como o Ministro de Defesa saínte Moshe Arens deu aos judeus 30 horas para construir um assentamento, e como Rabin, no seu primeiro acto como Ministro de Defesa, detivo a construcção. Escuitade a história das mulheres judeas que romperam o bloqueio do ejército israeli em Hebron–um bloqueio contra judeus- e defenderam um edifício durante 13 meses junto com as suas pequenas crianças, isoladas dos seus maridos.

Conhecede gente feliz de viver durante décadas em caravanas aos pés das escaleiras pelas que anteriormente Abraham entrara em Hebron. Conhecede a estes judeus, que vivem na pobreça mais extrema, mas são os seres humanos mais ditosos da Terra.

Vede judeus conduzindo com as janelas do carro abertas e rapazes judeus jogando sem medo nas ruas de Hebron – mentres os árabes fecham as suas janelas com barrotes. Comprendede como 600 judeus resistem orgulhosos contra 120.000 árabes. Não é fázil nem seguro, e poderedes ver buratos de bala dos AK-74 nas paredes das suas casas e no singelo mobiliário.

Se tedes sorte poderedes asistir a uma manifestação da escória de Paz Agora exigindo que os judeus sejam expulsados de Hebron, sé do governo do Rei David. Observaredes como os pacifistas empurram aos árabes às primeiras filas dos manifestantes e os incitam a ameaçar aos judeus. Olhade os soldados esreitando a mão de Baruch Marzel com admiração.

Visitade estes cercanos assentamentos –fogares judeus na mais antiga terra dos judeus, que o Governo proclama ilegais- e reparade nas toneladas de livros. Guerreiros, granjeiros, estudantes.

Não importa se acreditades ou não que Adám e Eva estão soterrados em Hebron. Esta é a nossa terra. Por favor, considerade apoiar aos judeus que lá resistem. Pelo de pronto carecem de dinheiro para adquirir legalmente as suficientes escopetas e pistolas.

OBADIAH SHOHER