O antigo Presidente dos EEUU, Jimmy Carter (que a sua memória seja borrada) ódia-nos porque acredita que nós cruzificamos ao cacauete do seu deus. Ódia a Israel porque a sua simples existência desafia os princípios básicos da sua fê, essa que diz que fomos abandoados pelo Todopoderoso por negar-nos a abrazar a idolatria dum Homem-Deus que teria morto pela humanidade. Carter não pode suportar que Israel exista, e aí que a sua missão na vida seja actuar como vicário dos inimigos de Israel.
Este grande “humanista” quere que todo o mundo tenha um telhado baixo o que se guarecer. Todo o mundo agás os judeus –inclusso no nosso próprio fogar nacional. Omo Presidente, Carter encobriu as suas ántisemitas intenções sob a fachada do “tratado de paz”, que preparou o caminho face Oslo. A este anciano recolector de cacauetes importa-lhe pouco a respectabilidade, e passa os seus misseráveis últimos anos percorrendo o mundo para reunir-se com os inimigos de Israel.
Fatah, Hamas, Hezbolá. Todos eles combatentes pela liberdade, aos olhos deste decrépito necrófago, deste enrugado anciano cujos poros escravistas supuram ódio contra os judeus.
Carter arrastou-se até Gaza para verquer lágrimas de cocodrilo abrazado aos mesmo chacais que levaram a Hamas ao poder, e que troujeram a sua própria destrucção sobre as suas cabezas. Os mesmos animais que bailam nas ruas como macabras marionetas cada vez que um dos seus retrassados mentais se imola no meio duma multidão de judeus. Carter condeou a Israel por tratar aos selvagens como o que são. Se pelo menos tivesse sido assim! Os desalmados sedentos de sangue de Gaza não sofriram o bastante. Um bombardeo sem trégua da IAF que devastasse tudo quanto conhecem é o que mereciam. Terror chovendo dos céus, até que deixassem de existir.
Jimmy Carter é o mais famoso embaixador do terrorismo árabe no mundo, um homem que no seu dia qualificou a Ariel Sharon de “senhor da guerra” e ao Hitler árabe e pedófilo homosexual, Yasser Arafat, de “homem de paz”. Provoca-me náuseas que alguns patéticos perdedores (incluíndo a alguns muito prominentes) se reunissem com este monstro o passado domingo na vila de Neve Daniel. Apostaria que um considerável número dos olim norteamericanos de Neve Daniel votaram por este animal há anos.
Jimmy Carter acudiu a Gaza a reunir-se com os amalekitas de Hamas. Inimigos do povo judeu unidos pelo seu ódio em comum, e todos a tiro das nossas Forças Aéreas. Que oportunidade perdida de glorificar o nome de D’us!
Que teria feito o Rei David?
DANIEL BEN-SHMUEL ISRAEL
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Três anos depois, Jimmy Carter aínda não se tem desculpado pelo inapropriado uso da palavra “apartheid” para descrever o muro de seguridade -que tem evitado de modo efectivo que os suicidas de Hamas assassinem e mutilem iraelis em restaurantes e discotecas. Nega-se a reconhecer que esta medida tem salvado incontáveis vidas humanas.
Isto não deveria constituir uma surpresa. Como no seu livro anterior, “Palestina: paz, não apartheid”, Carter nega-e a encarar de forma objectiva o conflito árabe-israeli no seu novo “Podemos lograr a paz na Terra Sagrada”. Ignora o facto de que uma maioria dos palestinianos segue rechaçando aceitar a existência do Estado de Israel, insistindo em que a paz só chegará se Jerusalém accede às exigências dos palestinianos. Como Israel não quere seguir unilateralmente os passos que propõe Carter, “Podemos lograr a paz na Terra Sagrada” é uma arenga de 180 páginas contra o Estado judeu.
Parte do problema é o facto de que Carter no seu dia foi um homem que gozou de sona como mediador de paz –nomeadamente, era o Presidente quando se asinaram os Acordos de Camp David entre Israel e Egipto em 1978-, mas agora está absolutamente marginado pelos agentes de poder no Meio Leste. Se um é capaz de obviar as permanentes críticas contra a política de defesa israeli, o livrinho lê-se como o tedioso e deprimente diário político dum anciano que nem sequer é capaz de lembrar quando e onde começou o seu declive como pessoeiro público.
O próprio Carter reconhece que muitos políticos de primeira linha israeli já nem o recebem durante as suas “missões de investigação” na zona. De modo semelhante, os agentes da Adminuistração Bush também passavam amplamente de ele. Todos os palestinianos, sem embargo, têm o número do móvil de Carter; e têm-no sublinhado em fosforito para assegurar-se de que se ocupe de regurgitar o seu discurso mediante livros que procuram a provocação pura e dura nos EEUU.
Abraçando cegamente o discurso palestiniano, Carter faz um fraco favor à complexidade e objectividade histórica sobre o conflito israeli-palestiniano. O seu último livro contém muitos mais erros e inexactitudes que páginas.
Carter afirma erroneamente, por exemplo, que Hamas pretende “expulsar a Israel da Terra Santa utilizando a violência, só se é necessário”. Se Carter se tiver detido a lêr a sua carta fundacional, saberia que Hamas contempla a Yihad como um imperativo para destruir Israel e reempraçá-la por uma “Palestina Islâmica”. Para Hamas não existe esse “só se é necessário”. A guerra contra Israel é a sua razão de ser.
Carter também sinala erroneamente que a eleição de Binyamin Netanyahu como Primeiro Ministro em 1996 “supujo o fim do Processo de Paz”. De facto, Netanyahu asinou o Memorandum de Wye Plantationem 1998, perpetuando o Processo de Oslo aé o fim da década.
Erra quando afirma que Israel se aferrava “com punho de ferro a Gaza em
Carter escreve que os palestinianos “regressaram pacificamente aos seus fogares com os bens que possuiam” tras rebassar o muro de separação entre Egipto e Gaza em 2008. De facto, o que os palestinianos troujeram foi uma imensa quantidade de projectis de longo alcanço, mísseis ánti-tanque, mísseis ánti-aéreos e material para a fabricação de foguetes. As forças de seguridade egípcias também interceitaram cinturões para palestinianos suicidas na península do Sinai, que íam ser utilizados contra o turismo israeli e occidental nos resorts das zonas de praia em Egipto.
Carter, que visitou à organização terrorista Hamas –contra o desejo exprsso do Departamento de Estado- afirma que Hamas aceita ao dirigente da facção Fatah, Mahmoud Abbas, como “portavoz de todos os palestinianos”. Dalguma forma inexplicável, Carter esquece a guerra civil existente entre Hamas e Fatah. Inclusso, que Hamas levou a cabo um golpe de Estado brutalmente violento contra afacção de Abbas na faixa de Gaza durante 2007.
Este tipo de “erros”, junto com uma interminável colecção de graves distorsões e mentiras, foi o que levou ao distinguido professor da Universidade Emory, Kenneth Stein, a renunciar ao seu posto no Carter Center tras vários anos de serviços quando se publicou “Palestina: paz, não apartheid”.
Dacordo com uma recensão de Stein, publicada no Middle East Quarterly, “Carter põe a ideologia e a opinião por riba dos factos”. Acto seguido, Stein enumera uma interminável relação de “erros de bulto por comissão ou omissão”.
Em ressumidas contas, Carter volve fazer mais do mesmo.
Inexplicavelmente, Carter assegura que ele “não está envolvido em rifirafes partidistas” –quando de facto foi um dos superdelegados do Partido Demócrata que mais activamente propugnou a candidatura de Barack Obama, e que mais vigorosamente se opujo à toma em consideração de Hillary Clinton como vice-presidenta de Obama. Actualmente é também membro perpétuo e honorário do comitê de AAEE do Partido Demócrata, organismo encarregado de promover que os afiliados do PD no estrangeiro participem nas primárias e votem pelo candidato democrata.
Uma vez que o leitor é capaz de transitar 173 páginas atestadas de erros e porqueria, Carter reserva-nos a sua peza mestra: o Plano de Paz que orgulhosamente nos oferece na portada do livro. Não revela nem o mais leve assomo de pensamento. Limita-se a empastar o que outros (sem éxito algum) têm proposto no passado, tomando aca e acolá parágrafos da proposta saudi de 2002 –um plano muito querido pelos palestinianos, porque apenas supunha concesão alguma da sua banda. O plano saudi exige concessões e retiradas israelis a câmbio da possibilidade de que os países árabes “quiçá” cheguem a aceitar a Israel, embora não um Estado judeu.
As propostas de Carter não conduzirão, sem dúvida alguma, a um “processo de paz na Terra Santa”. O seu livro limita-se a repetir como uma cotorra as piores e mais intransigentes posições dos palestinianos, e não ofecere nada que suponha um terreno de achegamento em comum.
JONATHAN SCHANZER*
Fonte: The Jerusalem Post
* Jonathan Schanzer é director do Jewish Policy Center, e autor da obra “Hamas versus Fatah: a luta por Palestina”.
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