
Os rabinos de várias prominentes instituições judeas têm redactado uma psak halacha (ressolução judea de carácter legal) dirigida aos seus seguidores, para que acudam a votar pela ICHUD LEUMI.
OS RABINOS DE CHABAD PEDEM O VOTO PARA ICHUD LEUMI
Segundo informa Israel National News (Arutz Sheva) vários rabinos dirigentes do movimento hasídico Chabad Lubavitch têm feito pública uma proclama com instrucções para votar por ICHUD LEUMI (União Nacional).
A declaração vai assinada pelo Rabbi Gedaliah Axelrod, antigo Presidente da Corte Rabínica e rabbi da comunidade Chabad de Haifa; o Rabbi Shalom Dov Wolpe, dirigente da Task Force for the Land and Nation; e o Rabbi Yigal Pizem, fundador de várias yeshivot e instituições de Chabad no norte de Israel.
Velaqui o conteúdo da carta:
“Como é bem sabido, hoje em dia nenhum partido ergue a bandeira da integridade territorial de Eretz Israel, agás a ICHUD LEUMI. Liderando a lista está Yaacob HaCohen Katz (Ketzaleh), que tem demonstrado de longo a sua absoluta adicação e lealdade à Terra de Israel durante décadas. Os seguintes dois candidatos, o sr. Uri Ariel e o profissor Aryeh Eldad, têm provado no curso de muitos anos também o seu compromiso absoluto com Eretz Israel.
O quarto na candidatura é o dr. Michael Ben Ari, representante de ERETZ ISRAEL SHELANU. O dr. Ben Ari, escolhido pelo Rabbi Shalom Dov Wolpe e o Rabbi Baruch Marzel, expressará na Knesset a firme posição do Rebbe de Lubavitch no que respeita à Grande Terra de Israel e à integridade da Nação e a Torá. Tras apresentar-se ante nós e falar longo e tendido, concluímos que é a pessoa idônea para publicitar a sagrada opinião do Rebbe em todos os assuntos da agenda pública, e que seguirá as decisões dos rabinos em todas as matérias.
Opinamos, portanto, que todos os nossos irmãos, homens e mulheres, de Israel devem votar pela ICHUD LEUMI, cujo símbolo é a letra TET, e tratar de convencer a todos os que os escuitem para que façam o mesmo. A divinidade proibe votar por qualquer dos outros partidos, que no passado foram cúmplizes na entrega do território, na libertação de terroristas, e na agenda de concessões que pugeram em perigo a vida de milhões de judeus na Terra Sagrada.
Tende a seguridade que com o vosso voto estades santificando o Nome de D’us, manifestando que existe uma grande franja de população para a que a Terra de Israel é o mais preçado”.
O movimento Chabad tomara postura pública por última vez nas eleições de 1996, quando publicitaram o famoso eslogam “Bibi é bom para os judeus”, nas eleições a Primeiro Ministro. Desde então, sem embargo, tinham-se mantido à marge do apoio a qualquer partido, embora a título individual alguns membros do Chabad figeram públicas as suas opções.
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O TRUNFO DE BIBI NEM MUITO MENOS ASSEGURADO
0 comentarios Publicado por SIMON BAR KOCHBA en 11:54 p.m.As últimas enquisas indicam que o Likud aventaja a Kadima em não mais de dois assentos, e quiçá em só um de seguir a sangria de votantes face o partido de Lieberman. Dada a tradicional desmobilização dos votantes de direita na Pequena Israel, os resultados finais do Likud poderiam ser ainda piores do que indicam as enquisas.
Os 19 escanos de Israel Beiteinu instalam a este partido na Premier League. Tradicionalmente, os terceiros em discórdia não soem sobrepassar os 12 ou 13 silhões.
Em qualquer dos hipotéticos Governos, Avodah ostentará o Ministério de Defesa, a pesar dos erros estratégicos de Barak em Gaza onde dilapidou a veloz vitória das IDF durante três semanas de combate não determinante.
Inclusso se o Likud obtém mais assentos, Shimon Peres poderia outorgar a vitória a Livni. Em Israel, o Presidente outorga o direito de formar Governo não ao partido ganhador, senão ao que ele estima mais capaz de formar uma coaligação. Livni pode formar Governo com o apoio de Avodah, Lieberman, os ultraesquerdistas e quiçá, inclusso, os árabes.
Em tempos de crise com Iran, Israel está abocada à possibilidade duma nova Golda Meir: indecisa, dogmática, fazilmente influenciável, com câmbios de humor, grandes projectos e objectivos dificilmente alcanzáveis.
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“Neste Estado cumpre respeitar a Lei, mas não só os judeus têm que respeitar a Lei, os árabes também”, dixo hoje o dirigente de ICHUD LEUMI [União Nacional], Yaakov “Ketzaleh” Katz, aos árabes de Wadi Ara, um val densamente povodo por árabes no norte de Israel. “Campar à marge da lei será algo que remate exactamente dentro de cinco dias a partir de hoje, quando nós sejamos eligidos e entremos no Governo”, prometeu. “Quando nós dirijamos o país as coisas cambiarão. Tendes campado às vossas anchas acostumados a Barak e Livni, mas essa partida já tem rematado”.
“As revoltas de Outubro [do 2000] não se repetirão”, acrescentou Ketzaleh, mentres uma pequena multidão de árabes procedentes da vila de Umm El-Fahm começava a congregar-se arredor dos membros da Knesset e os seus simpatiçantes na entrada da cidade.
Um pequeno contingente policial, alguns deles da Unidade Especial Yassam, apartou a alguns dos árabes, mas outros botaram-se acima dos candidatos do ICHUD LEUMI insultando-os com vários epítetos. O membro da Knesset, Uri Ariel foi hostigado por quatro ou cinco árabes, mas não perdeu o aplomo e manteve o sorriso no rosto em todo momento. A petição da polícia, a caravana do ICHUD LEUMI continuou a marcha detendo-se no cruze de Megiddo, onde concederam entrevistas aos reporteiros dos mass média judeus e árabes.
Ketzaleh e Uri Ariel disseram que os árabes de Wadi Ara construiram 3.000 vivendas ilegalmente nos últimos anos ao longo da Auto-estrada 65. Apontaram que era chegado o momento de que Israel começasse a demolição das casas árabes construídas de modo ilegal.
“No Estado de Israel, não pode continuar dando-se uma situação na que se um judeu passa pela estrada de Wadi Ara os lugarenhos berrem “Itbach al-Yahud” [‘matade aos judeus’], dixo Ketzaleh. “Isto sucedeu em Europa durante o Holocausto mas não sucederá no Estado de Israel. Os árabes possuem 21 Estados nos que podem construir as suas casas e berrar “itbach” durante todo o dia”, sinalou. “Os árabes são cobardes e quando vem que os judeus reagem com orgulho, enseguida se tranquilizam”.
O número 4 da lista de ICHUD LEUMI, o Rabino e doutor Michael Ben Ari, dixo aos árabes que o escuitavam que Israel estará ansioso por estabelecer um “corredor humanitário” a Venezuela para os árabes que desejem marchar. “Semelha que os venezolanos e os árabes levam-se muito bem”, dixo em referência às recentes declarações e medidas do homem forte venezolano Hugo Chávez. Quando um árabe o interrompeu e replicou que os árabes queriam boas relações de vizindade com os judeus, Ben Ari lembrou-lhe aos árabes que cantavam “Ya Saddam, ya chabib, udrub udrub Tel Aviv" [“Saddam amado, bombardea Tel Aviv"] quando caiam os mísseis Scud durante a Guerra do Golfo de 1991.
Uri Ariel prometeu que Israel assentaria dúzias de milheiros de judeus em Katzir e Harish ao longo dos próximos anos, e Ketzaleh sublinhou a importância estratégica de Wadi Ara, que serve de ruta de transporte para os tanques das IDF e outras equipas pesadas entre o Israel central e o do norte.
ICHUD LEUMI anunciou que pretende imitar a Paz Agora e estabelecer um organismo que investigue, documente, reclame e publicite as construcções árabes ilegais. Ao contrário que Paz Agora, que só está interessada em perseguir as edificações dos judeus, o novo organismo encarregará-se das construcções árabes. A construcção ilegal no seitor árabe cria uma atmósfera de ausência da legalidade, dixo o portavoz da coaligação.
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Conforme as enquisas vam coincidindo
O jornal Ha’aretz acusou-no de ser um antigo membro do KACH. Lieberman e os seus associados esquivaram as perguntas dos mass média ao respeito, mas a informação é correcta; foi um destacado activista do Rabbi Meir Kahane, o qual é uma grande honra para um judeu. Tras ser ilegalizado o KACH, Lieberman rompeu relações com os escasos representantes do movimento post-kahanista. De facto, tem feito uma aposta decidida por impedir que os seus competidores à direita na carreira a Knesset poidam lograr os seus objectivos, propondo incrementar a barreira eleitoral ao 4 %.
O que resulta inquestionável é que Lieberman aposta pela política de Kahane, se bem é certo que numa versão um tanto descafeinada: os árabe-israelis seriam residentes sem direito a voto, e não cidadãos propriamente ditos. A tal fim, Lieberman outorgaria a cidadania israeli só aos árabes que aceitassem baixo juramento lealdade ao Estado judeu. O problema é que a maioria dos árabes mentiriam.
O director da campanha eleitoral de Lieberman foi posto baixo arresto durante 10 dias, baixo cárregos re-activados surprendentemente tras uma década –quer dizer, exactamente até o momento em que a campanha eleitoral tenha rematado.
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Tras reforçar exitosamente as suas opções eleitorais com o operativo em Gaza, o Governo de Avodah/Kadima afronta as conseqüências imprevistas. O seu rechaço a continuar a operação até destruir a Hamas tem disparado a popularidade do partido de Lieberman, Israel Beitenu, que exige que as IDF permaneçam em Gaza até a liquidação de Hamas.
O establishment de esquerdas tem reagido da maneira habitual contra os seus adversários políticos: a perseguição policial. Durante anos, a polícia acumulara diversas demandas de corrupção contra Lieberman sem tomar medidas ante nenhuma de elas. Lieberman acudiu aos tribunais e conseguiu uma orde tendente a que a polícia o demandar ou bem que rematassem com o acoso. A falha de poucos dias para as eleições, a polícia tem arrestado à sua filha e outras pessoas relacionadas com Israel Beitenu baixo cárregos de corrupção, branqueio de dinheiro e acusações de fraude.
A investigação contra Michal Lieberman começara um ano atrás. Vaia, justo o dia seguinte de que Avigdor Lieberman abandoasse o Governo Olmert.
Os seguidores de Lieberman não são menos corruptos que os de Avodah ou Kadima –também não mais corruptos. Como todo o mundo sabe, os políticos aceitam dinheiro para as eleições oferecendo coisas a câmbio. Algumas das alegações contra Lieberman são ridículas, como por exemplo a acusação de que dez anos atrás utilizara as suas conexões com a máfia russa para estabilizar a caída do rublo mediante o soborno a um banco austríaco. O resto dos cárregos estám relacionados com factos de actualidade semelhante.
Os arrestos não fazerão mais que acrescentar os ressultados eleitorais de Lieberman, na medida em que os votantes deducirão que o establishment está asustado.
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