AVISO / NOTICE

A PARTIR DO 6 DE SETEMBRO / 17 DE ELUL ESTAREMOS NESTA LIGAÇÃO:

SEPTEMBER 6TH / ELUL 17 WE'LL MOVE TO THIS LINK:



CASA AKIVA

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CASA AKIVA



[A seguinte carta foi enviada por Menachem Begin a Ronald Reagan em Setembro de 1982]:


O que alguns denominam o “West Bank”, Sr. Presidente, é Judea e Samaria, e esta singela verdade histórica nunca cambiará. H´cínicos que desprezam a história. Que sigam com o seu desprezo como gostem, mas eu prefiro seguir do lado da verdade. E a verdade é que milênios atrás houvo um Reino Judeu de Judea e Samaria onde os nossos reis arrodilharam-se ante D’us, onde os nossos Profetas pugeram em marcha a visão da paz eterna, onde desenvolvimos uma civilização avondo próspera e que levamos conosco nos nossos corações e mentes, no nosso prolongado vagar durante 18 séculos, e, movidos por isso, rematamos regressando ao nosso fogar. Mediante uma guerra agressiva, mediante a invasão, o Rei Abdula conquistou parte de Judea e Samaria em 948; e na mais legítima guerra de autodefesa que jamais tenha existido, em 1967, tras sermos atacados pelos Rei Hussein, libertámos, com a ajuda de D’us, aquela parte do nosso fogar nacional.

A geografia e a história têm querido que Judea e Samaria sejam um país montanhoso e que duas terças partes da nossa população vivam na faixa costeira dominada desde o alto dessas montanhas. Desde ali pode-se golpear sobre todas e cada uma das cidades, cada vila, cada povo e, por último, mas não menos importante, sobre o nosso principal aeroporto.

Sr. Presidente, você e eu próprio eligimos expressamente dois anos atrás selar entre os nossos países um compromiso firme de amigos e aliados. Chegado o caso, um amigo nunca debilita as posições doutro amigo, um aliado não põe em apuros ao seu aliado. E essa seria a conseqüência inevitável das “posições” [Begin refere-se ao Plano de Reagan que chamava a Israel a retirar-se das linhas de 1967] que me têm sido transmitidas o 31 de Agosto de 1982, no caso de fazerem-se realidade. Acredito que não o serão.

Por amor a Sion não calarei, e por amor a Jerusalém não descansarei (Isaias, 62).



MENACHEM BEGIN

HONDURAS Y LIVIANDADES

En el planeta donde está ubicada la dictadura genética de los Castro existe una ONG, llamada OEA, que, luego de expulsar a aquélla de su seno, como ha durado lo suficiente le invita a volver a casa. En el planeta donde se alza Honduras, la OEA es la Organización de Estados Americanos, y suspende a aquellos de sus miembros que desconocen la legitimidad de un presidente elegido en elecciones libres, sin que le importe el comportamiento posterior del mismo.

Esta realidad biplanetaria ha generado una cantidad considerable de expertos, capacitados no sólo para determinar las distintas leyes que rigen en cada uno, sino para descubrir nuevos planetas, como el que aloja a la república islamofascista de Chávez, que a su vez es regida por leyes distintas de las de los otros dos planetas y de nuestra Tierra.

Para los expertos biplanetarios, que Estados Unidos y el resto del mundo apliquen sanciones económicas a Honduras es un buen método para que prospere la democracia en este país. Las mismas sanciones aplicadas contra Cuba, según los mismos expertos, sólo retrasarán la llegada de la misma democracia.

Para los expertos biplanetarios, la posible intervención armada del depuesto presidente Zelaya, acompañado de los esbirros de Chávez y los empobrecidos soldados de Daniel Ortega –abusador de su propia hijastra–, generaría una legítima guerra civil en Honduras, en la que apoyarían a Zelaya. En cambio, el desembarco de efectivos cubanos en Bahía de Cochinos en 1961, con leve apoyo de los Estados Unidos, fue una invasión inaceptable, y cualquier intento de exiliados cubanos de regresar a su patria a luchar por la democracia y sus propiedades es igualmente inaceptable.

El tercer planeta, donde no sólo se sitúa Venezuela, sino que la totalidad del mismo parece dirigido por el islamofascista Hugo Chávez, las leyes del magnetismo, la gravedad y la institucionalidad varían radicalmente.

En el planeta donde se halla Honduras, si un militar saca de la cama a un presidente en pijama pero no mata a ciudadano alguno, es considerado un reprobable golpista; en el planeta de Chávez, si uno atenta contra la legítima democracia de Carlos Andrés Pérez –en 1992– y mata docenas de ciudadanos, es un digno candidato a ser elegido democráticamente en las urnas. No se sabe si lo que permite esta distinción es que Chávez atentara contra Carlos Andres Pérez y no contra Zelaya, que fracasara –en contraste con Micheletti– o que su intentona fuera en 1992 en vez de en 2009; pero lo cierto es que, para los especialistas triplanetarios, si Chávez da un golpe es un excelente candidato a dirigir ya no sólo Venezuela, sino todo el planeta, mientras que en Honduras un gesto menos cruento y más ambiguo es considerado indiscutiblemente un golpe de Estado, y sus ejecutores merecen la condena universal.

Mientras que en el planeta de Chávez los presidentes pueden desconocer el resultado de las urnas cuando se eligen intendentes, en Honduras los especialistas triplanetarios exigen que las autoridades acepten como presidentes y candidatos incluso a aquellos que desobedecen la Constitución.

En fin, yo soy de esos cínicos que, si bien creen a pies juntillas en que los norteamericanos alunizaron en 1969, no creen, en cambio, que Cuba, Honduras y Venezuela habiten distintos planetas. Al mismo tiempo, creo que debería haber elecciones libres en Cuba, en Venezuela y en Honduras; con las mismas garantías que hay en Estados Unidos, en Brasil o en Chile.

No se puede luchar por rincones de democracia; debemos luchar al menos por continentes democráticos. Si se exige a Honduras lo que no se exige a Venezuela y a Cuba, si invitamos a Cuba a la OEA por el mismo motivo por el cual se suspende a Honduras, entonces continuaremos la injusticia de tratar con hondura a los constitucionalistas tal vez equivocados y con liviandad a los dictadores convencidos.


MARCELO BIRMAJER

Os meus pais eram filhos de imigrantes askenazis. No fogar da minha infância, e nas casas dos meus amigos de origens semelhantes, notava-se uma sensação de inconsistência que se manifestava nos adornos materiais. Nenhuma das amas de casa sabia a ciência certa o aspecto que devia ter um fogar. Careciam de tradição em quanto a decoração, e as suas escolhas não podiam evitar ser arbitrárias.


Quando os nossos avós abandoaram o shtetl não troxeram nada. A dizer verdade, que poderiam ter traído? Nas suas aldeias não existia um “estilo judeu” de decoração nem de mobiliário. Não existiam adornos e o desenho dos artefactos domésticos vinhas ditado pela pobreza.


Não havia arte nos fogares askenazis. E como eram judeus, não havia adornos religiosos, para além dalguma copa de kaddish ou alguma menorá. Que trouxeram com eles os nossos avós imigrantes? Pode que uma ou duas fotografias, talvez um samovar; em poucas palavras: nada. E os filhos daqueles imigrantes, a geração dos meus pais, criaram-se no Novo Mundo, e também em diversos graus de pobreza. Os aforros adicavam-se à educação dos jóvenes para ajudá-los a “saír adiante”. E já acredito que saíram adiante! Chegaram a sobresair, à maneira judea, nas profisões que, desde os tempos do Antigo Egipto, lhes eram accesíveis de modo intermitente; a medicina, o direito, a mediação, o comércio, a banca, o espectáculo.


A geração dos meus pais adicou-se com todo o seu empenho a lograr primeiro uma educação e depois o éxito, e foram grandes assimiladores. Pelo que eu via, eram na sua maioria reformistas e consideravam-se “judeus de raza” mas não “religiosos”. Mantinham uma série de rituais religiosos, cada vez menos, com uma franca actitude de estar fazendo uma parvada, como se dissessem “Não sei por que estou fazendo isto, e estou dacordo convosco (“vós” era o mundo em geral, quer dizer, o mundo cristão) em que toda esta parvada não tem sentido algum e só serve para acentuar as diferências entre nós, quando nos deveríamos estar concentrando nas semelhanças”.


Que significava, daquela, ser “judeu de raza”? Significava que todos nós compartíamos os maravilhosos, cálidos e reconfortantes códigos, linguagem, brincadeiras e actitudes que servem de consolo aos estrangeiros em terra extranha. Todos nós compartíamos o humor judeu, o orgulho pelos logros dos nossos companheiros, uma sensação de superioridade, às vezes moral e às vezes intelectual, respeito à população em geral. Acaso não tínhamos, como grupo, conciência social, actividade social? Acaso não defendíamos a igualdade de direitos e consideração para todas as razas e nações? Sim, isso fazíamos. Para todas as razas agás para a nossa, que era inferior.


Na película de Mel Brooks “A louca história do mundo”, Cloris Leachman, no papel de Madame Defarge, arenga à multidão com um acento francês maravilhosamente espantoso: “Não temos casa, não temos pão, nem sequeg temos idioma…o único que temos é este guidículo asento”.


De maneira semelhante, a nossa segunda geração carecia de idioma.


Os nossos pais evitavam o yiddish –idioma de pobres e escravos- e o hebreu –o idioma morto dos rituais sem sentido. Sim, bom, falava-se em Israel, e um sempre podia ir lá, mas, como diz a velha brincadeira, “Que classe de trabalho é esse para um bom rapaz judeu?”.


Paa a minha geração, a cultura judea consistia na comida judea e as brincadeiras judeas, e a verdade é que nenhuma de ambas coisas nos servia de muito.


Não acreditávamos, e seguimos sem acreditar, na existência –e muito menos na excelência- dalgo que puider nem remotamente chamar-se “cultura judea”. Os judeus norteamericanos sempre temos estado dispostos, e seguimos estando-o, a permitir que o resto da população nos considere cidadãos de segunda classe, cidadãos de segunda classe que em muitos aspectos são invejados e despreçados, em lugar de oprimidos e despreçados, mas aínda assim…


Os judeus consideramos natural, por exemplo, que nunca tenha havido um candidato judeu a Vicepresidente [Nota: o artigo é de 1995].


É tamanhe a nossa falha de autoestima que, como raza, sentimo-nos satisfeitos e orgulhosos de que o nosso país tenha progressado até o ponto de que Jesse Jackson poida ser um candidato sério à Presidência. E isso a pesar do insultante ánti-semitismo do senhor Jackson.


A sua carreira desperta profundos sentimentos de satisfacção porque se está fazendo justiza social, e sentimentos de alívio porque o terrível razismo no que todos nos criamos está começando a desaparecer. Mas escuitamos os seus comentários ánti-semitas, olhamos como apoia aos políticos ánti-semitas, ouvimos as suas insultantes desqualificações e pensamos: “Está bem, para manter a paz, vamos fingir que não querias dizer isso”. E, curiosamente, neste aspecto da nossa vida social, portamo-nos como idiotas.


Por que, amigos judeus, nunca temos apoiado nem pensado em apoiar, e inclusso somos incapazes de conceber uma candidatura séria de um judeu à Presidência? Por que esta possibilidade semelha-nos irrelevante e um pouco ridícula? Pela mesma razão pela que nos paresce um pouco ridículo pretender que as ruas principais das nossas cidades se chamem Birnbaum ou Schwartz?


Os judeus conhecemos, inclusso tras um lapso de Setenta Anos –o tempo transcorrido desde que os meus avós chegaram a New York procedentes da Empalizada-, conhecemos, digo, a cálida camaraderia do exílio, conhecemos o calor do auto-desprezo. Conhecemos a cálida sensação de superioridade secreta e do éxito pessoal em circunstâncias adversas. Mas não sabemos grande coisa da exigência, nem sequer da sensação de rectitude da exigência de igualdade social absoluta.


Sabemos que o Negro é Formoso. Vimos às jóvenes judeas da minha geração matricular-se em massa em cursos de Estudos Negros nas nossas Universidades, e dissemos: Sim, claro, atrai-nas, e om razão, a força duma causa justa e revolucionária. D’us as abenzoe”; e apoiavamo-las no seu apoio à autoafirmação dos negros, e ao mesmo tempo apoiavamo-las quando remodelavam quirurgicamente os seus rostos para que semelhassem ser “menos judeus”.


Como judeus norteamericanos, resultava-nos impossível sentirque o Judeu é Formoso, que tínhamos possibilidades de plantejar uma demanda justa, sensual, vital, essencial, do mesmo modo que a plantejavam os índios, os esquimais ou os negros norteamericanos. Os judeus nunca temos pensado, e muito menos declarado “Sim, sou formoso, pertenço a uma raza formosa”. Tendemos a dizer, com essa irnonia que tem sido a nossa mais preçada e útil possessão durante uns quantos milênios: “Não vou dizer isso…é demassiado arrogante”; quer dizer, “demassiado judeu”.


Com o nosso apoio aos direitos morais, sociais e emocionais dos oprimidos, os judeus não só nos temos situado detrás de todos os demais grupos raziais, senão inclusso detrás das focas e as baleas. E a ti, amável leitor, se tão gracioso te semelha isto, atreve-te a dizer que estou equivocado.


De que nos enorgulhecemos? Que símbolos e que modelos temos? Sinalamos com orgulho a algum que outro atleta judeu Mas, que se passa com os financieiros e os profissionais judeus? E a gente do espectáculo? Esses não produzem nenhum orgulho razial. Por que não? Porque, simplesmente, estám fazendo o que se agardava de eles. Agarda-se que todos nós nos eforzemos e destaquemos nas profissões tradicionais dum povo sem terra; em ocupações intelectuais.


Mas um futbolista judeu…essa pessoa sim que destacaria como um fenómeno magnífico e benvindo. Essa pessoa seria uma image capaz de fazer que o coração latejasse um pouco ais depresa a causa do orgulho. O mesmo que o éxito dum criptojudeu.


“Sabes que é judeu?” era uma frase recorrente na minha casa e nas casas dos meus contemporâneos. O facto de que um judeu puider scender ao estrelato, sobretudo naindústria do espectáculo, sem ser abertamente judeu, sem representar papeis de judeu, sem incorrer em estereotipos, isso enchía-nos duma alegria secreta. Por que? Porque aquela pessoa lograra fogir. Aquela pessoa figera realidade uma louca fantasia pessoal: “passara” sem esforzo e, portanto, sem culpa, do mundo inferior ao superior. (Por certo, pergunto-me por que nunca se soe comentar que, quando num filme há uma personagem incontrovertivelmente “judea”, sempre se lhe adjudica o papel a um actor não judeu. Por que? Porque um judeu semelharia e agiria “demassiado judeu”).


Porém, as pessoas que, sendo obviamente judeas, pretendiam negá-lo, principalmente mediante a adopção duma religião cristã, provocavam assombro e desprezo nas nossas casas. A ssas pessoas denigrava-se-as pela sua debilidade, e pensávamos (1) Se eu posso aguantar, por que ti não?; e (2) como podes ser tão rematadamente idiota como para cambiar a tua condição de judeu por uma maior aceitação numa comunidade de extranhos, que (3) de todas as maneiras, não vas conseguir?


Em ressumo: que te induz a renunciar à única gente que te quer?


Porque nos queremos muito uns aos outros. Acredito que é muito curioso que não tenhamos observado que tendemos a não nos amar a nós próprios. Temos algum que outro jogador de pelota, temos as nossas histórias sobre Charlie Chaplin e Cary Grant, temos a menorá ou 0o samovar, tivemo-lo até que o meu pai o transformou numa lámpada, temos a nossa comida judea (que vai desaparecendo com a geração das avoas) e temos o nosso humor auto-denigrante (sim, já sei que é gracioso, é o humor mais gracioso do mundo, com ele tenho ganhado o pão toda a minha vida, e é auto-denigrante).


Mas nas nossas casas, no que se refire a repouso e identidade, não temos símbolos. Não sabemos que aspecto debe ter um fogar judeu (nem, posto já a isso, um judeu).


Vemos nas nossas casas alguma que outra “cita” vagamente semita: um refrám em inglês hebraizado, uma mesinha de cafê de mosaico, um recordo duma viagem a Israel ou, nos casos mais avançados, algum motivo judaico. E até aí chega o fogar judeu. O fogar dum forasteiro. Equipamos as nossas vivendas como se fossemos iánquis, apresentamos a Laurence Olivier e Klaus Kinski como judeus prototípicos. Nunca temos conhecido nada melhor.


D’us abenzoe a todos aqueles que, em todas as gerações, têm aceitado com orgulho a sua condição de judeus.

Somos um povo formoso, um bom povo, e uma magnífica e antiga tradição de pensamento e acção vive na nossa literatura e vive no nosso sangue. E lembro a retórica de Marcus Garvey, quando se dirigia ao público negro: «Ergue-te, Raza Poderosa, Raza de Reis, alza-te em pé, podes conseguir o que desejes.»

Nós responderíamos “isso já o sabia”, como temos feito sempre. Conseguir coisas não é o problema, é um problema de orgulho e disfrute.


Cada vez que deixamos passar um comentário ánti-semita pensando em silêncio “Que pessoa tão patética e errada”; cada vez que suspiramos numa festa na que um “amigo” diz: “Se tendes sido perseguidos todos estes milheiros de anos, não poderia ser que tenhads feito algo mal para provocá-lo?”; cada vez que adoptamos, apoiamos e defendemos qualquer causa social agás a nossa, estamos contribuíndo ao ánti-semitismo.


Estou farto dos banquetes de Pesaj aos que convidamos a amigos não judeus para enzarzar-nos em colóquios sociais, e que inevitavlmente degeneram em santurronas discusões sobre o autêntico que é ser judeu, o autêntico que é o Estado de Israel, e quem tem a culpa histórica do sofrimento dos judeus. Tão pobres somos que não podemos nem celebrar as nossas próprias festas sem utilizá-las como oferenda social ao grupo maioritário? Porque, em último termo, o activismo social, o apoio às causas progressistas, a convidação por Pesaj aos amigos não judeus,…sinto-o muito, mas tudo isso, em último termo, por muito “bem” que possa fazer, apesta a “toma isto, mas não me pegues”.


Não sei que aspecto tem um fogar judeu.


Nunca tenho estado em Israel. Como todos nós, desejo-lhes o melhor aos meus irmãos e irmãs israelis.

Estaria muito bem que também todos nós puidéssemos dar por rematado o nosso exílio neste país.



DAVID MAMET


A APOCALIPSE HABITUAL

Existem judeus ignorantes que acreditam que só houvo um Holocausto. Segundo a estimação de diversas fontes, este teria aniquilado aproximativamente à terceira parte da judearia mundial –incluíndo muitos judeus convertidos ao cristanismo, já formalmente ou bem assimilados na cultura cristã. Temos experimentado catastrofes semelhantes, quando menos, em três oportunidades: na invasão babilônica, na Guerra dos Judeus e a revolta de Bar Kochba, e no século que rematou com a expulsão dos judeus de Espanha. Provavelmente, perdimos uma proporção semelhante –se não maior- durante a guerra civil macabea, os progromos do Andaço Negro, as massacres cossacas e, talvez, noutras ocasiões.

Tomemos a bem documentada expulsão de Espanha, por exemplo. Ao igual que ambas destrucções do Templo, o sucesso teve lugar arredor do 9 de Av, embora a data poderia ter sido forçada por algum dos muitos judeus ánti-semitas ao serviço da Corte de Fernando. Como no Holocausto, a expulsão ocorreu teve lugar depois de que um grande número de judeus se converter ao Cristanismo: alguns falsamente, outros não. Como no Holocausto, os judeus de Espanha negaram-se a marchar a Jerusalém, embora os dirigentes mamelucos egípcios estavam dispostos a dar-lhes a benvinda. Os judeus espanhois, inicialmente orgulhosos combatentes que serviram no exército e capazes de resistir contra as massas cristãs, gradualmente sucumbiram resignando-se a viver com medo entre constantes progromos, suportando às duras penas as subseqüentes repressões, de modo semelhante ao que se passou na Alemanha dos anos 30. O rei espanhol considerou momentaneamente retractar-se do Edito de Expulsão a câmbio duma fortuna de 600.000 coroas de oiro, e outro tanto figeram os alemães quando estavam decidindo o destino da judearia húngara. A expulsão, com as mortes resultantes e as conversões, devastaram a mais grande comunidade judea da Terra, que segundo alguns recontos comprendia a maioria dos judeus de todo o mundo.

Contudo, os judeus sobreviveram e reorganizaram-se. Forzamos a Espanha a reconhecer o Estado de Israel recentemente –em 1986- e no Dia da Memória do Holocausto acudimos a Auschwitz. D’us necessita ao seu Povo, mas nunca se cansa de castigá-lo a pesar de serem os seus escolhidos.

A situação em Israel semelha estar num momento decisivo: como sempre antes de cada catastrofe, os judeus estám agrupados, vulneráveis aos ataques dos nossos inimigos -e, de facto, sofrendo permanentemente esses ataques. Embora vivam em Israel, os judeus negam-se a instalar-se na Terra Prometida de Judea, e desatendem a realização da promesa de constituir um Estado Judeu. Os judeus assimilam-se velozmente e sucumbem ante os mass media cristãos e a opinião pública, como sucumbiram ante os monges cristãos em Espanha.

Podemos agardar a chegada final do Messias, mas o que estamos propiciando é a chegada duma nova catastrofe.


OBADIAH SHOHER

HOME GAME

Para comemorar o 4º aniversário da desconexão, o filme “Home Game” está disponível online durante o período do calendário denominado “Os nove dias de Av”, que rematam o próximo joves dia 30 de Julho.

“Home Game” é um filme que conta a história da mocidade de Netzer Hazani –uma vila israeli que foi evacuada na comunidade de Gush Katif, na faixa de Gaza, durante o verão de 2005. Ao mesmo tempo que lutavam por permanecer nos seus fogares, lutavam para ganhar o campionato anual de baloncesto de Gush Katif.





ORGULHOSAMENTE INÚTEIS

Tratando de ganhar-se o favor do resto das nações, os judeus assimilados enorgulhecem-se dos logros com os que têm beneficiado a outros. O qual é absurdo. Os autores clássicos romanos menospreçavam aos judeus por serem os cidadãos mais inúteis do mundo. Para além do tópico de que “Platão não é senão Moisês falando em grego”, o certo é que a aportação dos judeus ao saber no mundo antigo foi praticamente nula.

Na Idade Meia e o Renascimento, só os judeus baptizados exerceram uma influência apreçável sobre o pensamento gentil. Nos nossos dias, as miriadas de científicos e artistas de orige judea não são judeus a efectos práticos: não levam um modo de vida judeu e os seus netos geralmente já não são judeus. A onda de participação judea nas artes e as ciências declina conforme as nações desenvolvidas incrementam a sua influência.

A maioria das nações têm-se amosado intelectualmente fúteis a grande escala. Os lationamericanos, ucranianos e suecos têm aportado bem pouco ao acerbo do saber mundial. Alemanha, o modelo de actividade intelectual, fixo-o apenas durante um século. A Antiga Roma e a Grande Bretanha moderna foram intelectualmente activas durante um par de séculos ou três, e a Antiga Grécia durante pouco tempo mais.

Os judeus disfrutaram da sua religião e de sim próprios mentres os velhos autores se bulravam de eles pelo seu vazio intelectual, como se não tivessem aportado nada ao mundo. E por que o haveríamos de ter feito? Nada devemos ao mundo. A nossa obriga fiduciário é com Dús, mais que com o resto das nações. Seguimos o tipo de vida que ele nos prescreveu. O que, por certo, é o modo de vida mais ético e politicamente adequado, oferecendo ao resto do mundo um exemplo a seguir. Mas estamos igualmente orgulhosos do que os demais percibem como barbárie: exterminar a Amalek, o assassinato massio de judeófobos no Império Persa depois de Purim, a conquista de Canaan, realizar os pestilentes sacrifícios no Templo, e observar meticulosamente o Shabat.

Não temos que nos submeter a prova diante do mundo, senão ante o seu Criador.


OBADIAH SHOHER

MMW, ou Medeski, Martin & Wood é, para o meu modesto entender, a melhor banda de jazz desde há uma década, junto com os escandinavos Esbjörn Svensson Trio (EST) e as diversas propostas do pianista Brad Mehldau.


John Medeski (órgano Hammond e teclados), Billy Martin (bateria) e Chris Wood (baixo), são três músicos fóra de série que em grupo, ou nas suas distintas incursões musicais por separado, têm amosado sobradamente que estám um escalão por riba de qualquer outra banda do panorama jazzístico. Acompanhados nalgumas das suas gravações por partenaires de luxo, já seja o guitarrista das últimas formações do sobrenatural Miles Davis, John Scofield, já o polifacético músico e compositor judeu John Zorn, ou um grupo de gospell da América profunda, os neoiorquinos MMW têm editado uma dúzia e meia de álbumes –e infinidade de directos que circulam pela rede- que os têm aupado a um merecido primeiro posto no pódio deste género.


Para dar início à semana, nesta ocasião quentamos motores com um fragmento da sua actuação no Zappa Club de Tel Aviv em Abril de 2008 e a promo de Uninvisible.


Let's feel groovy!




SHABAT SHALOM



Um palestiniano roubou o teléfono móvil dum judeu –um incidente absolutamente habitual.


Mas nesta ocasião, a vítima foi a irmã de Baruch Marzel. Rachel telefonou ao seu próprio número e perguntou ao rapaz árabe pelo seu pai. Imediatamente, o árabe devolveu o teléfono numa comisaria de polícia.


A polícia não acreditou na confissão do árabe e detonou o teléfono, por se acaso.


Os palestinianos têm muitíssimos direitos e algumas obrigas.


Direitos:

1. Têm o direito de viver na sua terra: Síria e/ou Jordânia, pois é donde procedem.

2. Têm o direito de viver em paz com os seus irmãos em Síria e Jordânia, e de não serem assassinados como tem ocorrido tantas vezes nestes dois países.

3. Têm o direito de receber uma educação de tolerância por parte das suas autoridades árabe-palestinianas.

4. Têm o direito de serem educados a respeitar a alteridade.

5. Têm direito a trabalhar e sair da miséria, trabalhando em lugar de serem carne de canhão do mundo árabe na sua guerra anexionista contra Israel.

6. Têm o direito a serem dirigidos por pessoas que amem a vida e que não os utilizem como escudos humanos.

7. Têm o direito de pensar por sim próprios, e de não serem tratados como borregos.

8. Têm direito a amar a vida e não serem educados no amor à morte, como lhes acontece desde há mais de seis décadas.

9. Têm direito a reivindicar o seu país: Jordânia e Síria.

10. Têm direito a levar aos seus rapazes a escolas que os eduquem nos valores d democracia, o amor à vida, o respeito à alteridade.

11. Têm direito a abandoar o fanatismo que lhes tem regido as suas vidas durante décadas ou séculos.

12. Os rapazes têm o direito de serem amados pelos seus pais mais do que estes ódiam aos seus inimigos.

13. Têm o direito a que se lhes conceda a nacionalidade dos países árabes nos que vivem recluídos desde 1948 em campos de refugiados, nos que vegetam sem direitos por parte dos seus irmãos e concidadãos libaneses, sírios, jordanos, e são empregados como carne de canhão por parte do totalitarismo panarabismo nazional-socialista e do totalitarismo islamista.

14. Os árabes-palestinos que vivem em Gaza e em Judea-Samaria têm o direito de não serem empregados, [com ou sem a sua aquiescência e beneplácito], como escudos humanos do totalitarismo islâmico e del totalitarismo panarabista nacional-socialista.

15. Têm o direito à liberdade religiosa, na que os cristãos sejam respeitados e os muçulmãos que apostatam do Islám podam fazê-lo sem perigo das suas vidas. Têm o direito a discrepar da religião.

16. Têm direito à igualdade de gênero, a que as mulheres sejam consideradas e tratadas como seres humanos iguais aos homens.

17. Os homosexuais têm direito a sê-lo e a que se lhes respeite a sua vida.

18. Os trabalhadores árabe-palestinianos têm o direito a sindicar-se em Gaza e Judea-Samaria ante as autoridades árabe-palestinianas, como o têm ante as autoridades israelis.

19. Têm o direito de assumir uma vida responsável e a não serem indoutrinados em que todo o mal da sua sociedade procede dos outros, dos judeus.

20. As crianças têm direito a reciber uma educação dirigida a melhorar a vida de cada indivíduo e da colectividade, e não como a que recebem agora na que se exalta o nihilismo, enaltecendo-se a morte, ensalzando-se ao islamikaze-shahid- e onde se encumea ao terrorista e se inculca o ódio à alteridade.

21. Têm o direito de não serem empregados como o cavalo de Troia do mundo árabe em Israel.

22. Têm o direito de não serem a coartada de ONG´s antisemitas que sob a apariência de defender os direitos humanos empregam-nos para as suas fins propagandísticas na sua cruzada e yihad judeofóbica.


E as suas obrigas
:

1. Procurar a paz.

2. Amar mais aos seus filhos do que ódiam aos seus inimigos.

3. Reivindicar a sua identidade real e não fictícia; não dizer que são palestinianos quando nunca têm sabido nada sobre o nome de Palestina até que os ocupantes britânicos empregaram esse nome. Reivindicar a sua ascendência árabe síria e/ou jordana e a sua pertença a esses países.

4. Serem autocríticos e pensar com o cerebro. Embora lhes possa resultar difícil por tantos anos de inactividade córtico-cerebral. Pensar livremente não lhes perjudicará.

5. Lembrar que o próprio Corám reconheze a titularidade do povo judeu sobre todo Israel.


DR. SHELANU

HONDURAS, GUERRA CIVIL

A partir da Nicarágua, paraíso da corrupção, onde Daniel Ortega se prepara para alterar também a Constituição de modo a perpetuar-se no cargo, Zelaya acaba de apelar à guerra civil nas Honduras e garante que volta nos próximos dias.


O plano é de Chavez, ou melhor, do comunista (e ex-fascista) espanhol Viciano Pastor. Até agora a tomada de poder tem-se feito por subversão interna da democracia. Chavez, que comandou o golpe militar mais sangrento dos últimos 20 anos na América Latina (mais de 70 mortos), aprendeu com o fracasso e percebeu que havia outras maneiras mais palatáveis de alcançar o poder absoluto, parodiando e aproveitando a fraqueza das instituições democráticas daquela região.


Rafael Correia, que ganhou eleições com dinheiros do narcotráfico comunista (FARC), Evo Morales, que continua a aumentar a produção de coca, Daniel Ortega, Lugo (Paraguai) e os Kirchnener (Argentina), estão todos, à sua maneira, a seguir o guião.


Nas Honduras Zelaya tentou o mesmo, mas não teve habilidade suficiente, pese embora o massivo apoio logístico e financeiro de Chavez.


O plano falhou e é evidente a fúria de Chavez, que leva à tentação de passar à acção física.


Tudo deverá começar com algumas acções de violência, com mortos do lado de Zelaya. Nos últimos dias foram capturados mais de 100 venezuelanos e nicaraguenses, e não é dificil deduzir, não só o que andavam a fazer, mas também que se trata apenas de uma pequena parte dos activistas infiltrados a partir da Nicarágua.

Tem de haver mortos entre os apoiantes de Zelaya e os activistas se encarregarão de que isso aconteça, nem que tenham de ser eles mesmos a executar a acção. Está nos manuais que tem de haver "mártires", para pegar fogo ao rastilho.


O apoio "bolivariano" fluirá em força.


As Honduras estão sózinhas contra o chavismo, agarradas à sua Constituição e à democracia, Não contarão com a Europa, refém da sua própria fraqueza e covardia face aos doidos deste mundo.


E também não contarão com os EUA, onde um inacreditável Presidente, não pára de mostrar a verdadeira face, colocando-se cada vez mais ostensivamente ao lado daqueles que são, no mundo de hoje, os inimigos da democracia e da civilização ocidental. Talvez por isso mesmo, as suas taxas de aprovação são já mais baixas do que as de Bush no mesmo período, do 2º mandato.


Obama alinhou-se com Chavez contra um aliado dos EUA, tal como está a fazer no Médio Oriente, cortejando os países muçulmanos, e bravejando contra Israel, o mais fiável aliado americano.


É verdade que começam a ser nítidas as fissuras com Clinton e com largos sectores do próprio Partido Democrata, mas os EUA têm 3 anos pela frente com este homem perigoso à cabeça. Teme-se que os EUA ajoelhem ainda mais do que no tempo do desastroso consulado de Dhimmy Carter.


Há até um politólogo russo que prevê para breve o desmenbramento dos EUA.


Chavez está confiante na doença ideológica do Presidente americano e, quando no seu próprio país tudo está a dar para o torto, uma aventura internacionalista é o melhor que lhe pode acontecer, ainda mais contra um país pobre e completamente isolado em termos diplomáticos.


A guerra civil é por isso desejada por Zelaya e os seus mentores bolivarianos.


O palco está montado, com a benção de Obama, o apoio activista de iranianos e e chavistas, e a cumplicidade complacente e cega da Comissão Europeia.



Fonte: O Triunfo dos Porcos


A Knesset discutiu um plano para expulsar a todos os imigrantes ilegais antes de 2013. Um objectivo loável –mágoa que não seja certo.


Na realidade, a polícia de imigração deseja expulsar a 20.ooo ilegais este ano, e não segundo se proclama a 280.000. No que vai de ano, apenas um milheiro têm sido deportados.


O número de 280.000 é eloqüente. A Knesset só está tomando em consideração a expulsão daqueles que accederam a Israel como turistas ou com visas de trabalho de cinco anos. Arredor de 200.000 palestinianos que trabalham ilegalmente em Israel nem sequer são considerados objecto de deportação. Contrariamente aos desvalidos filipinos ou tailandeses, aqueles estám protegidos pelo lobby “pacifista”.



ÀS VOLTAS COM A NAQBA

O Ministro de Educação ofereceu uma resposta politicamente correcta às críticas realizadas ao seu plano de suprimir as referências à Naqba nos planos de estudo israelis. Gideon Saar (Likud) sinalou que ensinar a “catástrofe” palestiniana o único que faz é fortalecer aos islamistas radicais e impedir a convivência.


O qual não é nenhuma parvada. Os judeus não queremos lições sobre a Naqba nas nossas escolas porque nos alegramos da “catástrofe” palestiniana. A sua catástrofe dou pê à nossa independência. A perda do seu país dou pê ao nosso Estado. E a sua derrota é a nossa vitória.


O membro da Knesset, Ahmed Tibi (Ta’al), um cidadão árabe-israeli que esteve muito ligado a Arafat, protestou veementemente contra Saar. Tibi está no certo num ponto: rechazar o ensino da Naqba nas escolas não fazerá que desapareça da realidade israeli.


Mais bem, a expulsão dos árabe-israelis seria o único capaz de cambiar essa situação.



CHARLAS-COLOQUIO NA CORUÑA E VIGO
“ISRAEL: O MEDIO ORIENTE”


A Coruña
Intervén:
Raphael Schutz, Embaixador de Israel en España.

Presentan:
Júlio Béjar, socio de AGAI e escritor
Francisco Linares, socio de AGAI e socio do Club Financiero Atlántico.

Día: Mércores 22 de Xullo de 2009
Hora: 20:00 horas
Lugar: Club Financiero Atlántico, Avenida Salvador De Madariaga 76

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Vigo

Intervén:
Raphael Schutz, Embaixador de Israel en España

Presentan:
Manuel Pérez, ex-Alcalde de Vigo e ex-eurodeputado
Pedro Gómez-Valadés, presidente de AGAI

Día: Xoves 23 de Xullo de 2009
Hora: 20:00 horas
Lugar: Hotel Los Escudos, rúa Atlántida 106 en Vigo (Alcabre)
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LEITURA DE VERÃO

…E o asno viu ao anjo do Senhor em pê no meio do caminho (Números, 22).



Em 1989 um dos meus cantantes e compositores predilectos, Nick Cave, editou a sua primeira novela, “And the ass saw the angel” –traducção ao castelhano em Editorial Pre-Textos, 1991. Recomendo-vos a sua leitura.


Recolhendo o relato da história de Balaam e o rei moabita Balak, a obra narra a história de Euchrid Eucrow, um mudo deforme mas dotado duma extranha sensibilidade, que trata de sobreviver sem enlouquecer a uma mãe permanentemente bébeda e violenta, a um pai psicópata e ao acoso dos ukulitas, uns hipócritas e desagradáveis vizinhos do povo próximo. Euchrid está convencido de que D’us lhe encarregará uma misão, um propósito relacionado com a chuva incesante e com a formosa criança Beth.



Viu, pois, o asno o anjo do Senhor, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que desviou-se o asno do caminho, indo pelo campo; então Balaam espancou o asno para fazê-lo tornar ao caminho.


Mas o anjo do Senhor pôs-se numa vereda entre as vinhas, havendo uma parede de um e de outro lado.


Vendo, pois, o asno, o anjo do Senhor, encostou-se contra a parede, e apertou contra a parede o pé de Balaam; por isso tornou a espancá-lo.


Então o anjo do Senhor passou mais adiante, e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita nem para a esquerda.


E, vendo o asno o anjo do Senhor, deitou-se debaixo de Balaam; e a ira de Balaam acendeu-se, e espancou o asno com o bordão.


Então o Senhor abriu a boca do asno, o qual disse a Balaam: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes?


E Balaam disse ao asno: Por que zombaste de mim; quem dera tivesse eu uma espada na mão, porque agora te mataria.


E o asno disse a Balaam: Porventura não sou o teu asno, em que cavalgaste desde o tempo em que me tornei teu até hoje? Acaso tem sido o meu costume fazer assim contigo? E ele respondeu: Não.


Então o Senhor abriu os olhos a Balaam, e ele viu o anjo do Senhor, que estava no caminho e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça, e prostrou-se sobre a sua face.


Então o anjo do Senhor lhe disse: Por que já três vezes espancaste o teu asno? Eis que eu saí para ser teu adversário, porquanto o teu caminho é perverso diante de mim:


Porém o asno me viu, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ele não se desviasse de diante de mim, na verdade que eu agora te haveria matado, e a ele deixaria com vida.


Então Balaam disse ao anjo do Senhor: Pequei, porque não sabia que estavas neste caminho para te opores a mim; e agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei.


E disse o anjo do Senhor a Balaam: Vai-te com estes homens; mas somente a Palavra que eu falar a ti, esta falarás.



(Números 22:23-35)



David Grossman, um dos nossos mais destacados escritores, está furioso. Num recente artigo diz que sinte como os israelis aceitam com indiferência “as nossas superficiais vidas, carentes de toda esperança…”. Acredita que “nos regodeamos em ansiedades, lassitude e numa pretendida superioridade moral”, na “auto-abnegação”, e que procuramos uma via de escape “no doce estupor do nacionalismo, o militarismo e o vitimismo”. Negamos, assegura, “as legítimas necessidades e justas exigências dos palestinianos”. Rechazamos comprender que a realidade “require flexibilidade, audácia e visão”. Nós, afirma Grossman, rechaçamos dar “qualquer passo autêntico que nos leve a um autêntico câmbio de conciência”, e que traia a Paz.

Um poderia agardar que Grossman, escritor sensível e afligido pai, não volcasse a sua frustração pela ausência de paz numa condeia global da maioria do povo israeli. Caberia agardar um exercício de introspecção nas causas de que tenhamos perdido “a capazidade de lograr a paz”, como ele se lamenta, e no que deveríamos fazer para lograr o seu “autêntico cambio de conciência”.

Que câmbio é esse que ele agarda? Ceder às “legítimas necessidades e justas exigências dos palestinianos”, sem importar o perigo que isso suponha para a nossa supervivência, é o que tem em mente? Pois, por favor, explicite-o querido e distinguido escritor. Por favor, ensine-nos como capear os perigos aos que daria pê a sua “visão” –ou acaso acredita que a possibilidade do controlo do West Bank por Hamas é uma simples fantasia?

Caberia agardar, também, que Grossman deixasse de queixar-se sobre se os israelis e palestinianos “não entendem na realidade, em profundidade, o que significa a paz”, e comezasse a tratar de explicar aos pobres iletrados que habitamos esta terra a “opção da paz verdadeira” que ele possue. Existe alguma possibilidade de que a sua visão seja aceitada pela maioria dos palestinianos? Poderia fazer que abandoassem a “visão” militante de Hamas pela que têm votado a maioria de eles?

Isto poderíamo-lo comprovar se Grossman e os seus colegas pacifistas –como Shulamit Aloni, Yossi Beilin, Yossi Sarid, Yuli Tamir, a maioria dos articulistas do Ha’aretz e muitas outras prominentes figuras literárias- formulassem uma proposta, embora for uma versão renovada da Iniciativa de Paz de Genebra, e assim saberíamos que é o que pretendem que entreguemos desta vez e que tipo de “Paz” obteríamos a câmbio.

Seria uma paz fria como a que temos com Egipto, que nunca desperdícia a oportunidade de socavar ao Estado de Israel? De passo, saberíamos queantos dirigentes palestinianos e árabes desejam sumar-se a uma oferta de paz que recolheria a maioria –mas não a TOTALIDADE- das suas “legítimas necessidades e justas exigências” (como o direito de retorno? Um West Bank judenrein?) tal e como Grossman propugna. Seriam alguns mais que o escasso punhado que estiveram dispostos a apoiar a Iniciativa de Paz de Genebra? E, se não, comprometeriam-se quando menos Grossman e a sua troupe a deixar de machacar-nos com a cantinela de que somos contrários à paz porque nos negamos a participar das suas bem intencionadas ilusões?

Grossman queixa-se de que não sejamos capazes de transcender o conflito com o novo espírito do Presidente dos EEUU Barack Obama. Deveria considerar, talvez, a possibilidade de que isto seja devido a que ele e os seus visionários colegas da Esquerda simplesmente se limitam a repetir o mantra de “Paz Agora”, mentres olam fac outro lado ante a cruda realidade. Eles prefirem ignorar o fracasso de todas e cada uma das iniciativas de paz que têm promovido, desde os Acordos de Oslo, pasando pelas “conversas Ami Ayalon-Sari Nusseibeh”, até as suicidas concessões oferecidas por Ehud Barak em Camp David e Taba à Iniciativa de Genebra. Todas essas tentativas jamais foram aceitadas pelos palestinianos e, para além disso, deram sempre pê a maiores derramamentos de sangue.

Grossman e os seus amiguetes deveriam explicar também o por que, como zelosos gardães dos “direitos humanos”, semelham tão obsesionados com a autodeterminação palestiniana mentres permanecem indiferentes ante os direitos humanos básicos dos palestinianos. Por que apoiam o estabelecimento do que provavelmente se convertiria num Estado tipo iraniano dirigido por Hamas, e que conduziria aos seus cidadãos tão só a uma miséria crescente, tanto social como económica?

Como podem fazer um chamamento a fundar um regime que oprimiria às mulheres e às crianças? Como podem apoiar a criação dum Estado cujos dirigentes estám juramentados na destrucção do Estado de Israel? É o direito de autodeterminação política algo tão sublime que paga a pena ignorar tudo isso?

Só o tempo dirá, por suposto, se as nossas “angústias” são reais ou imaginárias, se Grossman se aferra à realidade ou só alimenta as suas fantasias literárias. Os factos aconselham que sejamos cautos. Se um Estado Palestiniano há ser irredentista e belicoso, seria uma grande tragédia tanto para os palestinianos como para nós.


DANIEL DORON

REI SEM COROA

Este vídeo de “King without a crown” do genial músico jasídico Matisyahu, foi elaborado utilizando as animações do popular jogo de videoestratégia e simulação social, THE SIMS 2.

Por aqui gostou-nos muito e penduramo-lo para dar começo à semana.


SHABAT SHALOM

O The Jerusalem Post publicou um listado de donantes a Breaking the Silence, uma organização de extrema esquerda que publica informes sobre a suposta barbárie das IDF com os pobres terroristas palestinianos.

Entre os principais promotores de Breaking the Silence acham-se as Embaixadas do Reino Unido e Holanda, assim como a União Europeia. Financiar organizações políticas locais é uma gravíssima infracção do protocolo diplomático, razão mais que suficiente para expulsar aos membros dos devanditos corpos diplomáticos sob a cláusula de serem pessoas non gratas.


SEPAREMOS LOS TANTOS

Dirigentes del movimiento anti-sionista Neturei Karta se reunieron ayer en Gaza con funcionarios de Hamas, segun informa en su edicion de hoy el diario israelí Makor rishon.


No cabe duda que los disturbios en Jerusalenm fueron provocados como maniobra para desestabilizar el régimen en Israel por parte de Hamas.


La reunion de los rabinos americanos pertenecientes a Neturei Karta con la gente de Ianiyeh, justo ayer cuando los disturbios llegaron a su nivel máximo posible, no hace mas que confirmar esta tésis.


La maniobra de la organizacion traidora judía rindió sus frutos: consiguió unificar las protestas contra la apertura del centro comercial en el Sábado (totalmente legítimas a mi entender) con las de liberar a la madre desnaturalizada de su secta minoritaria.

El público haredí de Jerusalem se ”tragó ese sapo” y unificó las dos luchas, favoreciendo así los planes desestabilizadores del grupo terrorista ”Karta”.


Finalmente la policía ”arrugó”, como era previsible, y mandó esta mañana a la desalmada madre a prision domiciliaria.



BAJURTOV (Patria Judía)


ATANDO CABOS

“Nós passaremos, armados, perante o Senhor, à terra de Canaan, e teremos a possessão de nossa herança aquém do Jordão. Assim deu-lhes Moisés, aos filhos de Gade, e aos filhos de Ruben, e à meia tribo de Manassés, filho de José, o reino de Sion, rei dos amorreus, e o reino de Ogue, rei de Basã; a terra com as suas cidades nos seus termos, e as cidades ao seu redor”. (Números, 32:32-33)


Uma vez mais esta semana negou-se-lhes aos turistas israelis a entrada em Jordânia por levar filactérias (tefilin) nas suas equipagens. Os turistas que semelham ser religiosos, inclusso se não levam nenhum objecto que os identifique como religiosos judeus na sua equipagem, têm proibida a entrada no Reino hachemita. “Fazemo-lo pela própria seguridade dos turistas”, justifica-se o Governo jordano. Noutras palavras, a pesar de que temos asinado um tratado de paz convosco –mediante o qual recebemos uma imensa extensão de território na Aravá, um incalculável fluxo de acuíferos a expensas da desidratada Israel, permiso para voos civis sobre o território de Israel, proveitosos ingressos por turismo, etc- isso não reflexa os autênticos sentimentos da “nação” jordana. No fundo, os jordanos não queremos a paz convosco. Queremos eliminar-vos.

A propósito, em Jordânia segue sendo um delito merecedor de pena capital a venda de terras a um judeu.

Os jordanos semelha que lembram os versos da Torá que incluim ambas beiras do Rio Jordão dentro das fronteiras de Israel. Os judeus prefirem esquecer. O BEITAR, o movimento de Zeev Jabotinsky, suprimiu oficialmente a exigência do seu fundador de incluir ambas beiras do Jordão na sua plataforma política. Mas os judeus crentes não podem suprimir os versos da Torá. Velaí o motivo pelo que os jordanos temem aos judeus temerosos de D’us.

O tema do turismo jordano é paradoxalmente semelhante ao tema do turismo no Monte do Templo. No pórtico do lugar mais sagrado para o judaísmo, faz-se uma extranha diferenciação entre judeus com apariência religiosa e judeus que portam artigos religiosos entre as suas pertenças, e aqueles que não têm aspecto em absoluto de serem judeus. O primeiro grupo sempre é retido, os seus distintivos religiosos são confiscados e os seus portadores escrutados de perto mentres permanecem no Monte do Templo. O grupo dos judeus “normais” accedem ao Monte do Templo sem demoras e sem que ninguém lhes preste atenção.

As autoridades jordanas e as israelis coincidem nalgo fundamental. No fundo do seu subconscente, ambos sabem da existência duma forte ligação entre a Nação de Israel e a totalidade do seu território –com o seu epicentro no Monte do Templo. Acreditam que são precisamente os religiosos judeus os que mantêm vivo esse vínculo, e fazem quanto podem para dissociar ambos elementos. Os judeófobos de fóra de Israel não têm problema com os religiosos judeus, desconectados da sua Terra –vede se não a Ahmadineyad e os Satmers. Os judeófobos israelis não têm problema com os israelis que são alheios à sua própria religião. Mas quando tenhamos uns dirigentes judeus que atem esses cabos –uma nação integral com uma fê íntegra num território integro- os judeófobos de Israel e do mundo inteiro vam ter um bom motivo de preocupação.


MOSHE FEIGLIN

Primero, fueron las Naciones Unidas con su denuncia de la escuelita bombardeada, que nunca existió, y debió ser desmentida por ellos mismos cuando se verificó que era Hamás quien usaba a las escuelas y hospitales como plataforma de lanzamiento de misiles Qassam, por supuesto, nunca se dijo nada de las escuelas israelíes que debieron cerrar o fortificarse por los ataques de cohetes palestinos.

Luego la imbecilidad extrema de algunos profesionales de la izquierda israelí, que en sus ansias por llevar y aplicar el caos de su ideología decadente y retrógrada al país dijeron que los soldados Israelíes eran racistas porque no violaban a las mujeres palestinas. Luego fue la denuncia por la catástrofe humanitaria en Gaza, que no era tal, ya que la ayuda que entraba a Gaza era confiscada por Hamás de las mismas manos de Naciones Unidas para ser luego revendida a la población o reconvertida en armas, como ellos mismos lo declararon en una entrevista donde explicaban como convertían el azúcar en combustible para sus cohetes, luego fue la denuncia en la Academia Premilitar Rabin de unos estudiantes anónimos que habían escuchados “rumores” sobre “supuestos” abusos de unos soldados, aunque ni las circunstancias ni los nombres se conocieron, se abrieron investigaciones, y todo fue descartado por no haberse encontrado ni siquiera palestinos dispuestos a dar un falso testimonio. A esto le siguió el escándalo por la supuesta venta de remeras con inscripciones que se mofaban de la muerte de palestinos, algo que solo había sido una broma de mal gusto no autorizada entre soldados, pero que algunos medios como Haarez, especialista en escándalos, le dieron alcance internacional.

Todo falso, a lo que parlamentarios pro terroristas británicos como George Galloway o Gerry Adams ayudaron con sus frecuentes visitas a líderes de Hamás, mientras en su propio país, el Emirato Unido de Gran Bretaña, crecían los escándalos a diario por los parlamentarios que usaban dinero del erario público para embellecer sus casas, o para material pornográfico, o docenas de familias rumanas abandonaban Belfast después de haber sufrido ataques racistas en la tierra de Adams, el mismo que acusa a Israel de racista.

Y las declaraciones terriblemente conmovedoras, aunque ridículamente armadas, de Jimmy Carter cuando dijo que la destrucción que observó en Gaza lo conmovió hasta las lágrimas, no así el cautiverio de 3 años de Gilad Shalit, un joven de 22 años secuestrado por Hamás y que fue ascendido en ausencia al grado de sargento. Al poco tiempo Amnistía Internacional emitió un informe donde se criticaba el accionar del ejército israelí, pero no se hacía ni una sola mención del continuo ataque con cohetes Qassam a las ciudades del sur de Israel y así es como a los largo de los meses, y mientras tropas aliadas de USA y Europa cometían las peores atrocidades y bombardeos, con cientos y cientos de víctimas inocentes en Afganistán, tratan de poner continuamente cortinas de humo, focalizando la atención mundial en los abusos inexistentes del ejercito israelí, se han llegado a falsear fotos tanto de AFP, CNN como de la BBC a los fines de hacer que las noticias fueran más conmovedoras, y condenatorias del accionar de Israel, estas agencias han censurado a sus editores, fotógrafos y productores por estas falsedades, pero el daño ya estaba hecho y se aprovechan del antisemitismo visceral de algunas sociedades, como la española, que se muestran exasperantemente solidarias con las supuestas penurias palestinas, pero totalmente indiferentes a los padecimientos de los saharauis, que fueron sus compatriotas hasta 1976 y a quienes abandonaron en manos de los marroquíes.

Pero Israel también hay que luchar contra el enemigo interior, engendros como Neturei Karta o algunos parlamentarios, y no solo del laborismo o Kadima sino del propio Likud que no hacen más que socavar la soberanía del país dándole injerencia a potencias extranjeras en asuntos de Israel. Así es como gentuza como Obama, Merkel, Sarkozy, Solana o Zapatero se dedican a opinar sobre cómo solucionar el tema de medio oriente mientras sus ciudades arden con la desocupación, la crisis económica y se preparan para la próxima pandemia que los afectará, la de la gripe A (H1N1), como ya ha afectado a países como Argentina, y les puedo asegurar, no están, ni estarán preparados, si hace unos pocos años algo tan trivial como una ola de calor mató a miles en Francia y otras naciones de la Unión Europea, esperen a ver lo que les hará la Gripe A (H1N1), y ojalá me equivoque.

Pero volviendo a los enemigos internos, también existen varias ONG cuya finalidad parece más bien causar escándalos permanentes destruyendo la imagen de Israel como nación, pero aprovechándose de los subsidios que el estado pueda proporcionarles, como hacen muchos grupos ultra ortodoxos como Naturei Karta- Hoy la ONG es cuestión se llama Rompiendo el Silencio (Breaking the Silence), que dice disponer de docenas de declaraciones ANÓNIMAS de soldados que dicen haber presenciado abusos durante la operación Cast Lead en enero pasado, otra vez las declaraciones anónimas, otras vez las calumnias, otra vez los titulares de los diarios con las mismas frases y viñetas de meses atrás. ¿Hasta cuándo? ¿Cuánto tiempo más seguirán estas organizaciones de parásitos calumniando a Israel? ¿Cuánto tiempo más se le permitirá seguir mintiendo sobre lo mismo? ¿Por qué muchos países pueden aplicar el concepto de “cosa juzgada” y dar por terminado un tema pero en Israel se vuelva cada tanto con los mismos temas, los mismos argumentos y las mismas conclusiones?

Obviamente, los primeros diarios en hacerse eco de estas “nuevas confesiones anónimas” fueron los diarios de España, a los que siguieron los diarios de Irán que no saben que noticia sacar para evitar dar a conocer el paradero de cientos de personas que siguen detenidas después de las manifestaciones de la últimas semanas, pero claro, esto último no es noticia, todo lo que haga Israel, si.

El documento, basado en los testimonios anónimos de 26 soldados que participaron en la operación, habla de ausencia de reglas en el combate, y del empleo de escudos humanos y fósforo blanco en zonas pobladas.

En un duro comunicado, el Ejército acusa a “Rompiendo el silencio” de exponer “un informe basado en testimonios anónimos y generales, sin investigar sus detalles ni su credibilidad y de no haber tenido la mínima decencia de presentárselo previamente a las autoridades militares para que investigasen los incidentes”.

“La decisión de presentar estos testimonios genera interrogantes sobre si de veras quiere una investigación creíble y minuciosa, como es norma en el Ejército de Israel”, señala la nota.

Tzáhal recuerda que ya hizo una investigación interna el pasado abril ante denuncias similares, que concluyó con el rechazo de todas las acusaciones.

Al igual que entonces, apunta el comunicado, “un número considerable de los testimonios difundidos por la organización se basan en rumores y habladurías”.



Fonte: Ianus y Seker se encontraron