No magnífico blogue Patria Judía vêm de postear este vídeo que pegamos a continuação, onde o crego egípcio Safwat Higazi responde a um informe do MEMRI (Middle East Media Research Institute).


Há uns dias, MEMRI TV publicava um fragmento de video deste primate na canle televissiva de Hamas Al-Aqsa TV onde entre outras lindeças dizia: "Quisser estar com os jóvenes das Brigadas Al-Qassam, passando-lhes um dos seus mísseis (…) despachando a esses filhos de monos e porcos ao fogo do inferno, sobre as asas dos foguetes Qassam. Os judeus merescem ser assassinados. Merescem morrer. Destruam tudo ali”.


Este comunicador, com um estilo mescla do “comentário de Gabilondo” e a Pitonisa Lola, faz este canto à paz –que provocará que escape alguma lágrima de comovida emoção entre as hostes do BNG e da Front National de Jean-Marie Le Pen.


Reflexiona o amigo Bajurtov no seu blogue –e reflexiona bem- que é como para que depois Tzipi Livni ande pedindo a Mubarak que vigie a fronteira no corredor Philadelphi…



E velaí vai a nossa traducção do speech:


“Uma organização israeli-americana que faz o seguimento dos mass media árabes chamada MEMRI –esse é o seu acrônimo-, tem acusado a vários prominentes cregos e jeques muçulmãos das canles de TV árabes, incluíndo ao Dr. Sallah Sultan e a Sheik Safwat Higazi [ele próprio], de incitar ao assassinato de judeus e ao ódio face os EEUU.


Isto supõe uma grande honra para nós. Sim, eu sou ánti-semita. Sim, eu ódio o sionismo. Sim, o Dia do Juízo não chegará até que combatamos contra os judeus. Estas são palavras do nosso Profeta, gostem-lhes ou não.


Sim, somos inimigos desta gente, somos inimigos de todos quantos saqueam a nossa terra e direitos. E somos inimigos do Governo americano, e de qualquer que ajude ao nosso inimigo na morte dos nossos irmãos. Somos inimigos de quemquer que ajude aos nossos inimigos –EEUU e todos os demais. Sim, odiamo-los; sim, somos hostis face eles.


Por Alah, que só os nossos governantes impedem que vos colhamos; por Alah, que se nos deixassem, vos devoraríamos inteiros, e destroçariamos-vos a dentelhadas. Não necessitaríamos armas, lançadeiras de mísseis ou balas. Se os nossos dirigentes nos deixassem agarrariamos-vos pela rua e devoraríamos-vos com os nossos dentes.


Sim, somos os vossos inimigos e seguiremos sendo os vossos inimigos até o dia em que Jesus, o filho de Maria, regresse a combater-vos chamando a unir-se ao Islam, a religião do Profeta Mahoma”.

Este domingo pelas 12.30 horas fronte à Embaixada de Israel, Calle Velázquez 150, Madrid.




MANIFIESTO POR ISRAEL Y CONTRA EL TERRORISMO DE HAMAS

Ciudadanas y ciudadanos de España:

Nos hemos movilizado hoy aquí para expresar nuestro apoyo al pueblo israelí, víctima del terrorismo de Hamas, y para exigir de una vez por todas, la paz en Oriente Medio, para todos. Y también para decirle a la sociedad española y al mundo que nada tenemos, ni los aquí presentes ni los israelíes, contra el pueblo palestino, secuestrado por el terror de una organización criminal que ha sumido a la población de Gaza en una insostenible situación de destrucción, miseria y muerte.



Todos los aquí reunidos lloramos a las víctimas de ambos bandos y responsabilizamos de la tragedia –como en su día lo hicieron el presidente palestino y el ministro de exteriores egipcio- a los terroristas de Hamas, esos que, según sus propias palabras, desean la muerte como nosotros deseamos la vida. Los mismos que en todos sus manifiestos celebran con júbilo el sacrificio de civiles, sean estos israelíes o palestinos.


Así mismo, los aquí reunidos, hombres y mujeres sin distinción de credo, raza, ideología, orientación sexual o nacionalidad, denunciamos el injusto y demagógico tratamiento informativo que nuestros medios de comunicación están dispensando a una operación militar legítima desde el punto de vista del derecho internacional, y dirigida exclusivamente contra la lacra terrorista de Hamas, verdadero impedimento para el diálogo y la paz y único responsable del sufrimiento y la opresión de los dos pueblos.


Esos medios que tildan el derecho de Israel a defenderse de “desproporcionado”, cuando lo único desproporcionado es su parcial e inaceptable ataque a un gobierno democrático que tan sólo cumple con su obligación básica de proteger a su población civil del ataque constante de una organización criminal, cuyo objetivo es la aniquilación de toda la población judía, y, en última instancia, de todo aquel que no acepte y asuma su criminal doctrina.


Quisiéramos agradecer, asimismo, a todas las organizaciones sociales presentes en la convocatoria del pasado domingo, convocadas bajo el deplorable lema Paremos el genocidio palestino, por su preocupación por el conflicto de Oriente Medio. Pero nos gustaría transmitirles que el apoyo unívoco a una de las partes, el pueblo palestino, no ayuda a resolver este contencioso. La paz será posible cuando israelíes y palestinos acuerden conjuntamente una solución. Situar al pueblo palestino como mera víctima no favorece a la consecución de una solución justa y duradera para la región.


Necesitamos de vuestro compromiso, pero no en la exacerbación de las posturas, sino en la construcción de puentes entre ambos pueblos. De lo contrario, estaréis creando una división peligrosa para la convivencia entre judíos y musulmanes en España.


Deploramos la aberrante actitud de estos políticos que, de manera irresponsable, y persiguiendo prebendas que nada tiene que ver con el falso altruismo declarado, desfilan junto a encapuchados que exhiben impunemente armas en sus manifestaciones y hacen llamamientos al odio y la intolerancia.


Exigimos de nuestro Gobierno que garantice la libertad de expresión y la integridad física de quienes discrepamos con los supuestos “poseedores de la verdad absoluta”, y le pedimos que custodie a todos sus ciudadanos por igual y sea firme en la lucha contra el antisemitismo.


Con profundo dolor por lo que sucede en Israel y Gaza, anhelamos que se llegue rápidamente a una solución a través del diálogo.


"Shalom. Salaam”.


Shalom...... Salam......


Shalom – Salam


Madrid, 18 de Janeiro

SHABAT SHALOM


OBADIAH 17:21

Mas no monte Sião haverá livramento, e ele será santo; e os da casa de Jacob possuirão as suas herdades.

E a casa de Jacob será fogo, e a casa de José uma chama, e a casa de Esaú palha; e se acenderão contra eles, e os consumirão; e ninguém mais restará da casa de Esaú, porque o Senhor o falou.

E os do sul possuirão o monte de Esaú, e os das planícies, os filisteus; possuirão também os campos de Efraim, e os campos de Samaria; e Benjamim possuirá a Gileade.

E os cativos deste exército, dos filhos de Israel, possuirão os cananeus, até Zarefate; e os cativos de Jerusalém, que estão em Sefarade, possuirão as cidades do sul.

E subirão salvadores ao monte Sião, para julgarem o monte de Esaú; e o reino será do Senhor.

DESCONECTADOS DA REALIDADE


Amos Oz, ao igual que outros prominentes escritores como David Grossman, A.B. Yehoshua, e Meir Shalev, utilizam o seu especial estátus a fim de adoutrinar às gentes de Israel sobre a conduta apropriada respeito o conflito árabe-israeli.


Durante muitos anos têm estado aliçoando-nos sobre a necessidade da paz, o desejo árabe de paz, a viabilidade dos tratados de paz com os palestinianos, as injustiças da ocupação, e a inutilidade de assegurar uma vitória militar.

Inclusso um somero exame destas questões à luz da terrível realidade em que se têm convertido as nossas vidas, demonstra que estes grandes escritores imaginam a realidade em vez de encará-la como realmente é.


Nos 15 anos transcorridos desde os Acordos de Oslo, os cidadãos de Israel têm sido os coelhinhos de índias destes profetas da paz, e no seu laboratório os coelhinhos que têm ido caíndo –quer dizer, os cidadãos assassinados e feridos- provam a mentira que subjaz na base das suaa ilusóris afirmações sobre a paz.


A capazidade destes escritores para ignorar a realidade manifestou-se no artigo de Yoram Kaniuk, onde proclmava que nenhum Estado poderá derrotar ao islamismo radical. Dixo-o, por suposto, cerrando os olhos à vitória dos EEUU em Irak tras anos de dificultosa guerra, assim como à vitória absoluta de Israel sobre o terrorismo em Judea e Samaria durante a Operação Escudo Defensivo.


Tendemos a pensar que as sentências dos escritores e poetas, como pessoas morais e conscientes, têm mais significância moral e peso que as declarações de um homem de leis. Esta tendência vai em aumento. Estes autores têm sido galardoados, sem dúvida, com o dom da capazidade para escrever e penetrar na profundidade das almas, mas essa capazidade não é aplicável para qualidade inusualmente morais. A este respeito, os pontos de vista dum grande escritor sobre temas que atingem à conciência e aos valores –e, sobretudo, em matérias relativas à seguridade e a diplomacia- não têm porque ser mais acertados que os de qualquer outra pessoa, seja um engenheiro, um fontaneiro ou um sapateiro.


Às vezes um escritor alcança o zénit como eminência humana quando aborda a conduta moral, e outras vezes os escritores e poetas caim a um nível inigualável de injustiça diabólica –como sucede com a gente comum no seu conjunto.


A compleita cegueira destes homens de letras e dos seus colegas ante a decepcionante realidade política e a sua terquedade em não reconhecer o seu erro ante factos incontestáveis, emborralham o seu prestígio moral. Como mestres das letras, são capazes de embarcar-se em qualquer tipo de acrobácia intelectual a fim de poder, quase sempre, ter algo que objectar ante uma guerra na que se vejam implicados os seus compatriotas. São os primeiros em airear o nome da Paz em vao movidos pelo seu desejo de rematar as nossas guerras contra o inimigo, inclusso ao preço de um dano futuro para a sua própria gente.


A guerra contra o movimento Hamas e os seus diversos apoios na Faixa de Gaza é um acto elevadamente moral emprendido pelo Estado de Israel. Hamas é o fluído seminal do movimento expansionista e criminal do Islám e, portanto, o Estado de Israel está no bando dos filhos da luz, que luta por salvar ao mundo dos filhos da escuridade. Os escritores e poetas que exigem o fim da guerra de Gaza estám apoiando lamentavelmente a Hamas, que no fundo suplica por um alto o fogo que evite a sua derrota total.


Só dois dias depois do início do operativo em Gaza, os dois grandes sacerdotes da Orde da Paz, Oz e Yehoshua, sairam pedindo um alto o fogo na imprensa italiana. Esta mesquina forma de actuar, de saír dirigindo-se aos seus governantes num meio de comunicação estrangeiro, criticando a conduta própria na guerra, é exclussiva dos membros do Clube da Paz israeli. Não foi coincidência que estes escritores publicassem o seu chamamento de trégua fóra das fronteiras do seu próprio país.


Desgraçadamente, preservar a sua image ánti-bélica e impoluta aos olhos dos seus amigos europeus é mais importante para eles que a natural solidariedade com os seus compatriotas, que estám livrando a mais justa de todas as guerras.



SHLOMO ENGEL


20 Tevet 5769 / 16 Janeiro 2009

GUERRA


Observemos certas lições sobre a guerra tomadas de um dos mais grandes teóricos militares, o General Carl von Clausewitz (1780-1831).



A mais famosa obra de Clausewitz, Sobre a Guerra, estuda-se ainda hoje em dia nas grandes academias militares. Ali define a guerra como “um acto de violência encaminhado a obrigar ao nosso inimigo a obrar segundo a nossa vontade”. Em tanto o inimigo permaneça armado, agardará o melhor momento para voltar a agir.

O objectivo último da guerra é político. Para alcançar plenamente este objectivo, o inimigo deve ser desarmado. Desarmar ao inimigo “converte-se, portanto, na finalidade imediata das hostilidades. Ocupa o lugar do objectivo final –que fica num segundo plano como algo que não é prioritário para os nossos cálculos.

Clausewitz advirte: “Os filântropos podem provavelmente imaginar que existe um método mais sofisticado de desarmar e vencer sobre o inimigo, sem necessidade de provocar derramamentos de sangue, e que essa deveria ser a tendência da Arte da Guerra. Por muito plausível que isso semelhe, é um grave erro que deve ser extirpado, porque em coisas tão sérias como a guerra, os erros procedentes dos espíritos benévolos são os piores”.

Não é que Clausewitz proponha matanças indiscriminadas. Mas advirte, isso sim, que “quem utiliza a força despiadadamente, sem preocupar-se demassiado pelo sangue derramado, obterá superioridade sobre um adversário menos vigoroso na aplicação deste axioma”. “Desconfiade dos Generais que vencem sem derramar sangue. Se uma matança sanguenta é um sinal terrível, também é um aspecto que faz que a Guerra seja mais respeitada e temida, mas não a base de despontar a nossa espada em aras de ir cedendo ante os sentimentos humanitários, até que chegue alguém com ela bem afiada e nos arranque o braço do corpo”.

Desprende-se daqui que a moderação ou a contenção como princípios da Guerra são absurdos. Os meios para derrotar ao inimigo devem ser proporcionados ao seu poder de resistência, e o seu poder de resistência deve ser completamente destruído.

O estadista deve ter em conta não só as forças do inimigo. Debe consolidar também a confiança e determinação dos seus. Estes devem acreditar no justo da causa do seu país, e comprender a importância da vitória, assim como as conseqüências da derrota. O estadista debe demonstrar sabiduria, decisão e claridade de ideias.

E, sobretudo, o homem de Estado deve possuir uma claríssima conciência dos seus objectivos políticos para a postguerra. Esses objectivos políticos determinarão os propósitos da força militar e a própria quantidade de força ou esforço a empregar.

Este é o ponto cruzial da campanha de Israel em Gaza. Tem o Governo uma clara conciência do objectivo político desta guerra? É simplesmente obrigar a que Hamas deixe de atacar Israel ou é desarmar e destruir ao inimigo?



PAUL EIDELBERG

Tevet 5769 / Janeiro 2009

VIDEO DAS IDF VIOLANDO O HABEAS CORPUS DE UM INOCENTE TERRORISTA DE HAMAS

Contemplade como trata este oficial israeli a um pobre combatente de Hamas.

Nem Habeas Corpus, nem advertências, nem leitura de direitos, nem ACLU…Maldita seja, nem sequer lhe lê os seus direitos! Tão só se abalança sobre o terrorista, o sujeita e o empurra sobre a sua própria granada (em vez de estoirar ele próprio).

Um crime de guerra!

Abaixo, abaixo Israel! Liberdade para Palestina!

Em qualquer caso, vede o vídeo para observar o que se passou. O oficial mereceria uma medalha. Umas quantas “violações de direitos” mais como esta e a guerra terá rematado.

Adiante IDF.



A OUTRA GUERRA DE GAZA


Cuando el etarra De Juana en Irlanda y los socialistas en Madrid salen a la calle, el mismo día y con los mismos eslóganes, en defensa del pueblo palestino, ¿saben en realidad de lo que hablan? ¿A qué palestinos quieren defender, a los terroristas de Hamás instalados en la Franja de Gaza, de la que han hecho su propio estado: Hamastán, o a los seguidores de la Autoridad Palestina que representa Mahmud Abbás, alias Abu Mazen, espectadores tranquilos de la intervención israelí desde su santuario de Cisjordania?


La operación militar contra Hamás en Gaza se suele representar en los medios occidentales –y árabes– como una agresión israelí contra el pueblo palestino. Pero si así fuera, ¿cómo explicar que sólo se desarrolle en la Franja y no también en Cisjordania, base del gobierno de la Autoridad Palestina? ¿Por qué no se produce un asalto contra los dos territorios? Si lo que pretendiera Israel fuera lo que le atribuyen sus enemigos: el genocidio de los palestinos, lo lógico sería que atacara ambos.

El otro día el Jerusalem Post publicaba un texto del periodista árabe Khaled Anu Toameh en el que se denunciaba la muerte, más bien asesinato, de 35 palestinos en la ciudad de Gaza. Si los responsables de la masacre hubieran sido los soldados de las IDF, la noticia habría sido recogida en las primeras páginas de toda la prensa biempensante; pero como los asesinos eran milicianos de Hamás y los muertos de Al Fatah, nadie de nuestro entorno (salvo el GEES) [vídeo em Últimos dias de Bar Kochba] se hizo eco de la misma. Y es que para los progres Israel es siempre el ogro que abatir y los palestinos, algo que hace tiempo dejaron de ser: un pueblo unido. Entre la Gaza de Hamás y la Cisjordania de Fatah hay más diferencias que similitudes, por mucho que les cueste reconocerlo.

Para entender ese proceso, si se quiere novedoso, de dos territorios palestinos bien diferenciados y con muy pocas perspectivas de acercarse el uno al otro en el futuro, nada mejor que este nuevo libro de Jonathan Schanzer, un especialista reconocido en terrorismo islámico y en Hamás. Su anterior título, AL Qaeda's armies (Los ejércitos de Al Qaeda), era una buena descripción de los grupos afiliados a la organización de Bin Laden en el Oriente Medio y un intento de prospectiva de lo que podría ser la nueva generación del terror en la zona. Esta obra, en cambio, está dedicada a la crisis provocada por el ascenso de Hamás, una fuerza palestina islamista no nacionalista, en el propio pueblo palestino.

Posiblemente pocas cosas puedan cambiar más las perspectivas de un acuerdo entre Israel y los palestinos que la transformación de la llamada causa palestina, originalmente un movimiento nacionalista cuyo objetivo esencial era la creación de un estado palestino. Con Hamás, esa causa nacionalista está dominada por y sometida a los designios del islamismo radical.

Hamás no aspira a lo que aspira Fatah, es decir, a un acuerdo con Israel para poner en práctica la solución de los dos estados, Israel y Palestina conviviendo en paz el uno junto al otro. No: Hamás considera que el nacionalismo es algo que va en contra de la ley coránica y sólo reconoce legitimidad de la Umma, la comunidad de los creyentes, esa suerte de califato. Hamás no quiere negociar con Israel; lo que quiere es destruirlo y eliminarlo. Lo que quiere es que en la zona haya un solo estado, palestino, islamizado e islamista.

De ahí que, tras vencer en las elecciones de 2006, sólo pudiera y quisiera desplazar del poder a Fatah, a la que considera traidora a la causa por su disposición a negociar con Israel. Y por eso en cuanto pudo orquestó un sangriento golpe de estado en 2007, que causó más de 4.000 muertos, casi todos simpatizantes de Fatah, en sus primeros días. Desde entonces, como bien queda reflejado en este libro, los asesinatos, el recurso a la tortura y los secuestros están a la orden del día, son una práctica habitual de las milicias de Hamás.

No es de extrañar, pues, que la Autoridad Palestina, ese engendro que tanto seduce a nuestro actual ministro de Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, espere con toda la calma en la Muqata de Ramala a que Israel inflija el mayor daño posible a su enemigo mortal entre los suyos. Ni que las víctimas de la brutalidad y el terror de Hamás en la Franja se estén ahora desquitando y colaboren activamente con los soldados israelíes para localizar y acabar con sus verdugos. Pero de eso tampoco hablan nuestros medios de (in)comunicación.

Este excelente libro da cuenta del devenir del movimiento palestino y de Hamás en los últimos quince años, y posiblemente sea una herramienta intelectual imprescindible para comprender qué está pasando estos días en Gaza. Pero tal vez lo más importante sea las consecuencias que se deben extraer de esta historia del islamismo palestino y de la penetración de Irán en sus filas. La principal, que en el mejor de los casos hay que hablar de dos mundos palestinos bien diferenciados y, por lo tanto, de una solución de, como mínimo, tres estados. Otra: el estado palestino ya existe en Gaza, desde que Israel se retiró voluntaria y unilateralmente, a finales de 2005. Desgraciadamente, en 2006 la gente de la Franja, en lugar de optar por el camino de la recuperación, la paz y la prosperidad, dio su apoyo a quienes sólo saben de cohetes y explosivos.
Su decisión ha tenido dramáticas consecuencias. La principal, para ellos, es ésta: en lugar de estar viviendo en el Hong-Kong del Oriente Medio, tienen que bregar con unos gobernantes que han hecho de su tierra un erial y que sólo les pueden traer más destrucción. Entre tanto, los israelíes, en lugar de encontrar la paz tras su retirada, han tenido que sufrir la constante lluvia de cohetes disparados –que no enviados, como dice Moratinos– contra sus poblaciones. Esto es, contra civiles pacíficos.

Si Fatah, gracias a la intervención armada israelí, pudiera retomar el control de Gaza, se estaría abriendo una nueva puerta a la esperanza. Si Israel detuviese sus operaciones sin haber alcanzado al menos el objetivo mínimo de destruir las capacidades militares y los elementos esenciales de control político de Hamás, las IDF saldrán de la Franja para volver en cuanto Hamás recupere su capacidad de atacar suelo israelí, sean meses o años.
Quienes demandan a voz en grito o por presiones diplomáticas un alto el fuego porque buscan parar a Israel sobre todas las cosas, deberían leer este libro. Con sus gritos y maniobras –cuando no con pedradas contra la embajada de Israel, ante una policía nacional impasible– no están defendiendo al pueblo palestino, sino a su facción más retrógrada, totalitaria, teocrática y violenta; una facción que, para implantar su modelo social, basado en la sharia, no tiene reparo alguno en lanzarse a la guerra civil.

Apoyar a Hamás no significa apoyar la paz; significa sangre, atentados, asesinatos y horror. Por algo es una organización terrorista.


JONATHAN SCHANZER: HAMAS VS. FATAH: THE STRUGGLE FOR PALESTINE. Palgrave Macmillan (Washington y Londres), 2008, 256 páginas.



RAFAEL L. BARJADÍ

19 Tevet 5769 / 15 Janeiro 2009

[Texto publicado em Libertad Digital]

PRO QUE PALESTINIANOS?



Quienes apedrean salvajemente la embajada de Israel gritando a favor de los pobres palestinos deberían preguntarse en serio a quién están intentando defender. Para empezar, Israel no está en guerra con los palestinos. La mejor prueba es que su Autoridad Nacional se encuentra plácidamente en Cisjordania y ve con más que buenos ojos el castigo que se está infligiendo a su mortal enemigo Hamás.
En segundo lugar, ni siquiera Israel está en guerra contra los palestinos de Gaza. Su estrategia es muy clara, desmantelar el aparato militar de Hamás y al mismo tiempo debilitar al máximo su estructura política. El cuidado en las operaciones sobre el terreno queda bien plasmado en el número de bajas, que según las fuentes oscilan entre quinientos y mil a falta de datos fiables. Desgraciado, pero lejos de poder considerarse un «genocidio».
Tercero, en Gaza se está librando simultáneamente otra guerra, civil entre los propios palestinos. Desde que Hamás se hizo violentamente con el poder en 2007 no han cesado en su intento de liquidar a los seguidores de Fatah y de Mahmud Abbas.
Los asesinatos, los secuestros y la tortura han estado a la orden del día. Incluso ahora, bajo la presión militar israelí, siguen disparando contra su posible alternativa acusándoles de ayudar a los soldados israelíes.
El pueblo palestino dejó de existir como una única entidad en el mismo momento en el que los islamistas de Hamás se hicieron fuertes. La división en dos entidades distintas como Gaza y Cisjordania es hoy una realidad. Mientras Fatah aspira a vivir en un Estado palestino al lado de Israel; Hamás se plantea un único Estado islamista sin Israel.
Por tanto ¿a favor de cuál de ambos están nuestros enfervorecidos manifestantes? ¿Están del lado de los moderados de Abbas o están en el de los terroristas de Hamás? ¿Por qué puede ocurrir que a nuestros actores les gusta ser más palestinos que los propios palestinos? ¿Y por qué los árabes que viven entre nosotros tienen que ser más radicales que los palestinos que sólo desean vivir en paz junto a Israel?


RAFAEL L. BARJADÍ

20 Tevet 5769 / 16 Janeiro 2009

[Texto publicado hoje em ABC]


O príncipe Klemens Wenzel von Metternich (1773 – 1859) foi um político e homem de Estado austro-alemão. Trata-se de um dos mais importantes diplomáticos da sua época. Henry Kissinger escreveu a sua dissertação doutoral sobre Metternich.

Como Metternich soubo ver, agardar que os dirigentes duma ditadura (como Hamas ou Fatah/Autoridade Palestiniana) sejam moderados, é como pedir-lhes que destruam os fundamentos da sua existência. O que vem a seguir são alguns dos princípios de Metternich sobre a arte de governar extraídos dos seus escritos.

(1) Qualquer plano concebido em termos moderados fracassará quando as circunstâncias sejam extremas. Em qualquer situação onde cada uma das possíveis linhas de acção suponha dificuldade, a opção mais forte é a melhor.

(2) O compromiso é o mais singelo refúgio para os homens irresolutivos ou carentes de princípios. Embora o dito, o compromiso é adequado quando se trata de interesses parciais ou temporais. Mas a supervivência duma nação nunca é uma questão de compromiso.

(3) As nações com formas democráticas de Governo não são por essa razão os aliados naturais nem os inimigos naturais das ditaduras.

(4) No que respeita à propaganda, a primeira preocupação dum Governo debe ser esta: não só ser claro, senão -e ainda mais importante- fazer que a cada coisa se lhe chame pelo seu nome.

(5) Devemos confiar a execução dos nossos planos só a nós próprios e os nossos cálculos.

(6) Quando cumpre afrontar assuntos importantes, o homem de Estado debe abordá-los vigorosamente. Para que isto seja assim é preciso que as decisões sejam claras não só a olhos do Gabinete, senão também aos olhos da opinião pública.


PAUL EIDELBERG

Tevet 5769 / Janeiro 2009

DETENHAMOS A QUINTA COLUNA


As manifestações em Schnin o passado Shabat não constituiram uma surpresa. Cada vez que a nação judea se levanta para defender-se, a quinta coluna acorda excitada por conseguir a nossa derrota e o trunfo do inimigo.


Os cartazes chamando à destrucção de Israel na manifestação não figeram que o asessor legal do Governo perdesse a sua compostura. Este é o mesmo asessor que, justo uma semana antes, abriu uma investigação contra dez rabinos –entre eles os Rabinos Dov Volpo, Druckman, Elikhayu, Lior e Kroizer- que proclamaram que está proibido contratar a membros da população hostis, a fim de rematar com terroristas conduzindo tractores, transportistas desbocados, etc.

Fazer a vista gorda ante este tipo de solidariedade com o inimigo de Israel, é o que levou a Azmi Bashara [do Partido árabe Balad] a pedir que os mísseis de Hezbolá apontassem face Israel. Azmi Bashara amparou-se na imunidade parlamentar, e aproveitou cada ocasião que teve para deixar bem claro o futuro que deseja para Israel. Ninguém o deteve, até que foi surprendido ajudando flagrantemente ao inimigo em tempo de guerra, qual vulgar terrorista obedecendo as ordes do seu oficial superior.


Bashara é uma parábola. Achmed Tibi, Zachalka e outros “amigos dos judeus” na Knesset estám identificados com o inimigo e animam-no. Também são decisivos nos acordos de rendição com o inimigo. São colaboradores necessários nos programas de expulsão e destrucção deste diabólico Governo. Constituim uma ameaça para a nossa existência, e ignorar este facto tem-nos suposto já demassiados desgostos. Este inimigo interno tem ido fanatizando-se com o passo dos anos; os seus burdos esforços de vituperar aos nossos sagrados soldados judeus desde o estrado da Knesset devem rematar, antes de que tenhamos que pagar um preço muito elevado.


Venho de entregar uma petição* para que os partidos Balad, Raam e Taal sejam ilegalizados. Os seus representantes actuam contra a lei, e animam e promovem o fim da existência de Israel, mentres estamos livrando uma guerra contra os nossos inimigos. Reunem-se com os dirigentes inimigos para brindar-lhes ajuda.


No passado vimos como o Comitê Eleitoral foi estrito com judeus como Rabbi Meir Kahane (HY’D) proibindo-se-lhe concorrer às eleições. Será interessante ver em que fica, finalmente, a minha petição, um primeiro disparo na guerra contra o inimigo interior que serve como quintacolunista.



DR. MICHAEL BEN-ARI


* Este texto foi publicado o 11 Tevet 5769 / 7 Janeiro 2009


Vede também:


Balad desqualificado pela Comissão Eleitoral


Entrevista com Michael Ben-Ari

A GUERRA: PECADO E CASTIGO


Os dirigentes de Yahadut haTorah (Judaísmo Unificado da Torá) e o Mafdal (Partido Nacional Religioso) poderiam ter evitado a desconexão, mas preferiram ter em conta considerações de tipo económico. Agora fogem de Shdod por medo aos mísseis que eles próprios têm propiciado.

“E dizem uns aos outors: Somos em verdade culpáveis respeito o nosso irmão, na medida em que vimos a aflição do seu espírito, quando nos suplicou, e não quigemos ouvir, daí que a sua aflição agora cai sobre nós” (Gênese, 42, 21).

Um nome adequado para esta guerra seria o de “Pecado e castigo”. Aquele pequeno pecado que começou com os malditos Acordos de Oslo e continuou com a expulsão. Rabin falou contra os “medosos da paz” e chamou-nos “agoreiros”. O chamado “Mr. Seguridade” fanfarroneava de que já se passara um ano desde a cessão de Gaza e nenhum missil caira sobre Ashkelon. Quem puidesse abrir os olhos de Rabin para que observasse a destrucção que ele trouxo sobre a nação judea.

Arik Sharon, o bulldozer, tinha milheiros de admiradores que o seguiam cegamente. Ele também prometera paz e seguridade, e anunciara que a expulsão trairia paz ao sul. O resultado é de todos conhecido, três anos depois de que Arik fechasse os olhos. O pecado e o seu castigo são o essencial na actual guerra do sul. O castigo não é ser capazes de dizer “já cho dissemos”, senão aprender a lição, internalizá-la, e agir em conseqüência. Mas isto semelha que tardará muito tempo em ter lugar.

Só seremos capazes de vencer quando os árabes comprendam que não existe alternativa política, senão só a opção militar. Ré-povoar a região inteira e utilizar a opção do exército são as únicas vias para a paz. Qualquer outro plano desmoronará-se como um montão de pó.

As sagradas palavras do Rebbe de Lubavitch, pronunciadas quarenta anos atrás, estám convertendo-se em premonitórias ante os nossos olhos. O Rebbe dixo que qualquer concessão, por pequena que for, seria perigosa para milhões de judeus. Eu tivem a honra de editar as palavras do Rebbe (seguindo as suas instrucções) numa colecção de aforismos, há trinta anos, como parte das actividades que realizava sob a sua direcção. Hoje podemos comprovar que cada pequena coisa que o Rebbe vaticinou tem-se convertido em realidade. Dacordo com o Rebbe a única saída é conquistar Gaza totalmente e reconstruir os assentamentos.

Cada vez que escrevíamos que os mísseis alcançariam Ashdod, muitas celhas arqueavam-se. Ridiculizava-se-nos. Os jaredies de Ashdod estavam tão satisfeitos de sim próprios que, quando acudimos junto eles para tratar de evitar a expulsão, diziam com petulância: “Quem os mandou viver ali? É o seu problema”.

A passada semana, milheiros de eles abandoaram Ashdod, num projecto de recolocação sem compensações. Os mísseis que os têm levado a marchar foram disparados desde os lugares dos que foram expulsos os judeus; os mesmos assentamentos.

O membro da Knesset, Yaakov Litzman de Yahadut haTorah poderia ter detido a expulsão com tão só ter querido. Mas antepuxo as moedas prateadas dos 290 milhões de shekels que o diabólico Sharon colocou na palma das suas mãos. Litzman fora de viagem deliberadamente ao Mar Morto, de maneira que a lei de expulsão/compensação fosse aprovada. E não esqueçamos a vergonha de Zvulon Orlev (líder do Fogar Judeu/PNR), cúmplice necessário da expulsão que evitou a derrota de Sharon.

Cada judeu, onde queira que estiver, debe lutar e fazer tudo o possível para deter as cessões. Não ser cúmplice de nenhum Governo que não proclame solenemente que não entregará territórios. Se não, o processo de cessão continuará, e esta triste realidade extenderá-se ao resto do país.




RABBI SHOLOM DOV VOLPO *

19 Tevet 5679


* O Rabbi Dov Volpo é um firme defensor de que a entrega de partes do território de Israel está terminantemente proibida pela Halajá. Foi o principal promotor, junto com Baruch Marzel, no passado mes de Dezembro da formação política ERETZ ISRAEL SHELANU (integrada na plataforma União Nacional para os comícios da Knesset no próximo mes de Fevereiro).

FÓRA DE CONTEXTO

MediaTenor vem de elaborar este informe sobre a conspiração manipuladora dos grandes mass media no tratamento do conflito de Gaza. O documento abarca o período comprendido entre o 26 de Dezembro de 2008 e o 8 de Janeiro de 2009.





QUE TENHAM UMA BOA GUERRA

Neste vídeo do programa da tv israeli "Eretz Nehederet" (Channel 2 TV) faz-se uma acertada paródia da cobertura mediática da Operação Liderádego Sólido.

No sketch, parodiam um "informativo" da BBC. Poderia ser a CNN, TVE ou a TVG. Para esmendrelhar-se a inventada traducção simultânea que vai fazendo o reporteiro das respostas dos seus entrevistados.

O mais curioso é que, como quase sempre, a realidade supera de longo à ficção, a teor do conteúdo que cotidianamente recebemos por parte destes grandes dinosauros occidentais da comunicação.





[Thanks Yisrael Medad]


O Mufti de Arábia Saudi vem de emitir uma Fatwa que permite que os homens árabes desposem crianças a partir dos 10 anos de idade.


E por que não?


A mais querida das mulheres de Mahoma, Aisha, foi desposada com tão só 9.



[Ver notícia no jornal pro-árabe La Voz de Galicia.]



Como era de agardar em tempos de guerra para Israel, a gente manifesta-se em todo o mundo, concentrando-se e protestando. Os amigos de Israel e do povo judeu marcham em apoio das IDF, mentres outros que carecem dos mais elementares princípios morais e éticos manifestam-se contra os malvados sionistas.

Para além de que estas últimas manifestações sejam no nome da paz, os direitos humanos e a humanidade em geral, uma questão primordial fica sempre sem resposta. Onde estavam todos estes amantes da humanidade quando os mísseis estavam caíndo sobre Israel durante os últimos oito anos?

Osher Twito é uma criança de oito anos de idade que vive em Sderot. Em Fevereiro do ano passado, Osher e o seu irmão maior, Rami, ressultaram gravemente feridos quando um missil Qasam explotou junto eles. Os médicos viram-se na obriga de amputar a perna esquerda de Osher, logrando a duras penas salvar a sua extremidade direita tras várias operações. A criança de oito anos ainda se está recuperando do trauma. Onde estiveram todas as manifestações em solidariedade com Osher?

Os mísseis e projectis de morteiro começaram a precipitar-se o 16 de Abril de 2001. Desde então, têm caído mais de 6.300 sobre Israel. A quota, só durante o passado ano, ascendeu a 3.000. Pode dizer-me alguém onde estiveram estes ardentes defensores contrários à violência?

Israel utiliza as mais sofisticadas tecnologias láser, radares e satélites conhecidos pelo homem, a fim de localizar os seus objectivos e minimizar qualquer dano colateral; e ainda assim são condeados pelos defensores da “justiça”. Os árabes de Gaza, doutra banda, têm estado lançando mísseis contra Israel com a única finalidade de assassinar civis inocentes e, por alguma misteriosa razão desconhecida por nós, os gardáns da seguridade mundial permaneceram sentados durante anos. A razão? Estas manifestações não são a prol dos direitos humanos ou a paz. São movilizações ánti-israelis.

Alguns pobres de espírito e orfos de moral, entre os políticos de Israel, têm-se alinhado uma vez mais com estes activistas de ultraesquerda afirmando que eles são os autênticos defensores dos desamparados. Inclinada a pensar que a defesa do dever e dos direitos é algo constitutivo de suspeita,a esquerda em Israel tem-se alinhado com os inimigos do povo judeu, protestando contra o operativo das IDF.

O que esses judeus têm esquecido, e o que nos comvém que lembrem, é o facto de que a guerra de Gaza não consiste em lograr um alto o fogo com Hamas. Debe consistir em assegurar a liberdade de todos e cada um dos judeus que há no mundo. Os árabes, trate-se dos do Líbano, Síria, Gaza ou Egipto, podem permitir-se o luxo de perder um milheiro de guerras. Imaginade o que se passaria se Israel perder só uma. Que sucederia com as mulheres em Israel, com as crianças, os velhos, se perdéssemos só uma? Nós, o povo judeu, somos o 0’3 % da população mundial e estamos lutando pelas nossas vidas. Às vezes o esquecemos, mas se Israel cai caimos todos nós.

Assim, que digamos bem alto aos manifestantes ánti-israelis que se denominam “amantes da paz”: depois de 2.000 anos de “befeficiar-nos” da vossa protecção e cuidado, o povo judeu está no seu fogar e tem o seu futuro nas suas próprias mãos. Podedes protestar e condear-nos, mas nada do que fagades evitará que sejamos donos do nosso destino na nossa Terra.


JEREMY GIMPEL

18 Tevet 5769 / 14 Janeiro 2009-01-15



* Jeremy Gimpel é fundador de The Land of Israel, uma organização internacional focada no afortalamento da conexão espiritual e emocional do povo com a sua Terra de Israel. Também dirige o programa de rádio “Luz entre as Nações”, na Rádio Nacional de Israel.

PATRIOTISMO TRAICIONEIRO


O patriotismo pode ser um indicador da judeidade em Israel, mas não na Diáspora: os patriotas normalmente não residem no estrangeiro, quando menos não de maneira voluntária. Existem excepções, mas não são suficientes para evitar a assimilação.

A educação israeli e as concessões políticas opõem-se ao patriotismo, na medida em que se adoutrina aos judeus nos “direitos” dos árabes e se contempla como o Governo vai concedendo esses direitos.

Livni é a típica conservadora pusilânime e atea. Nascida no seio duma família de direitas, ela própria foi direitista a maior parte da sua vida, mas acha-se sempre disposta a cambiar de princípios. E por que não? Sem fê na Torá, a sua adscripção à teoria das “duas beiras do Jordão” de Jabotinsky era uma simples preferência mais do que um axioma fundamentado.

Livni cambiouradicalmente de princípios pelo menos duas vezes. Reprimiu os seus sentimentos de direita para incorporar-se ao Mossad, uma instituição profundamente esquerdista. Voltou cambiar drasticamente quando optou para Ministra de Exteriores: tras uma prolongada série de encontros com os palestinianos “amantes da Paz”, geralmente em Jaffa, converteu-se numa pacifista de novo cunho. Do “existem duas beiras no Jordão e ambas nos pertencem” passou ao rechaço de ambas beiras. Do Israel no West Bank e Jordânia passou à faixa de praias de Tel Aviv.

Livni é muito influenciável. Os seus chefes no Mossad, os sócios palestinianos, Sharon, muitos outros, têm sido capazes de convencê-la sobre qualquer coisa. Dixo ante a Comissão Winograd que confiava na promesa de Olmert de que a campanha do Líbano duraria só um par de dias. Prefire acreditar sempre, inclusso quando a crença seja absurda: dixo na conferência de Davos que apoiava a “desconexão” de Sharon em Gaza, destroçando a vida de 9.000 judeus, destruíndo a esperança de milhões de judeus, a fim de contar com uma leve possibilidade de medrar.

Livni é uma patriota, mas o seu patriotismo é demassiado maleável.


OBADIAH SHOHER


18 Tevet 5769 / 14 Janeiro 2009

GALIZA COM ISRAEL


1) Premisa básica: Não existe diferência estratégica entre Hamas e Fatah/Autoridade Palestiniana. O seu objectivo final é idêntico: a extinção de Israel. Mais do 80% dos árabes palestinianos rechaçam a existência de Israel, e a maioria exaltam aos terroristas suicidas. Estes árabes não são merecedores de maior preocupação que a que os EEUU e a Grande Bretanha tiveram face os alemãos ou durante os seus bombardeos com as cidades alemãs na 2ª Guerra Mundial.


2) Um provérbio árabe diz: “A vitória conquista-se não pelo número de mortos, senão pelo número de atemorizados”.


3) George S . Patton, o mais temido, exitoso e erudito General estadounidense da 2ª Guerra Mundial, escreveu: “Quando o inimigo se tambalea com cautela a mercede do vento…uma violenta persecução pode dar fim ao espectáculo. A cautela só conduze a uma nova batalha”.


4) Patton dixo também: “A guerra significa lutar…Lutar significa matar…Localiza ao inimigo, ataca-o, invade o seu território e converte-o num inferno mentres estejas nele”.


5) Audácia! Audácia! Audácia! Era o lema de Federico o Grande, um lema que Patton fixo seu.


6) Matar a um dirigente terrorista, entrar ao assalto numa aldeia árabe atestada de terroristas, matando só a um punhado de terroristas para depois marchar e deixar que o inimigo se rear-me e retome a actividade insurgente não só é indicativo de timidez disfarçada sob o traje de “humanitarismo”; é estúpido.


7) Israel não pode lograr uma vitória militar decisiva agás que a sua vitória seja inequívoca e universalmente chamativa. Só nesse suposto Israel logrará um longo e duradeiro impacto disuassório sobre o inimigo.. Portanto, o Governo de Israel NÃO deve evitar que as IDF levem a cabo ataques devastadores sobre o inimigo pelo temor aos “danos colaterais”. O resultado desse tipo de remilgos será outro e outro e ainda outro ataque árabe contra Israel e o assassinato e mutilação de mais mulheres, crianças e homens judeus.


8) Como resultado da frenética –se não patológica- preocupação do Governo pela opinião pública mundial, os oficiais das IDF asumem riscos inecessários para evitar baixas “civis” entre os árabes, inclusso embora estes “civis” ajudem e protejam aos terroristas árabes. Procedendo assim estes “civis” convertem-se em cúmplizes de assassinato e são responsáveis das suas próprias desgraças. Em todo caso, mentres as IDF tratam de minimizar as baixas “civis”, o ódio da comunidade internacional face Israel continua invariável.


9) “Os oficiais” dizia Patton, “devem cuidar dos seus homens. Essa é a única obriga de todo oficial.O escalafão político israeli não deve dificultar que os oficiais das IDF cumpram com o seu sagrado dever..


10) A vida de um soldado não é menos valiosa que a vida de um civil. E que é um soldado israeli mais que um civil vestido de uniforme?



Paul Eidelberg


[Paul Eidelberg é antigo oficial das Forças Aéreas dos EEUU]

JIMMY CARTER


Para além dum grande patriota, Ronald Reagan tinha um grande sentido do humor. É um lugar recorrente nos seus biógrafos citar uma das suas engenhosas frases referidas à personagem que nos ocupa hoje:

“A recesão é quando o teu vizinho perde o trabalho. A depressão é quando o perdes tu. A recuperação é quando Jimmy Carter perde o seu”.


Assim foi que em 1980 Reagan mandou para casa ao, sem dúvida, pior e mais nefasto Presidente da história dos EEUU de Norteamérica. E nesta apreciação estou segura de que -por uma vez ao menos- o consenso será total.


É dificil que um Presidente dos EEUU reunisse no breve período de tão só quatro anos um balanço mais negativo.


Por cingir-nos só ao cenário que nos ocupa, ele sozinho se encarregou de deixar cair sem mover um dedo o regime de Reza Pahlevi, alfombrando o caminho a Jomeini e os ayatolas em Iran. A sua gestão da toma da Embaixada dos EEUU em Teheran em 1979, fica como exemplo de livro de a onde conduze negociar com terroristas -444 dias de sequestro e maltrato dos reféns, com um chapuceiro assalto final que se saldou com a morte de 8 marines. Total para nada.


Indeciso e pusilânime durante a invasão da URSS em Afeganistão, ou a toma do poder pelos comunistas nicaragüenses, é já vox populi a sua férrea amizade com “o grande líder nacional e internacional Ceaucescu” , o gorila Chávez, ou com o também Prémio Nobel Yasser Arafat. E a sua repulsão e ódio face o povo judeu.


Carter é assessor em nómina de um think tank de Abu Dhabi (EUA) que propala a negação da Shoá, e da monarquia medieval de Oman.


Também mediou com o fríki que exerce a sua ditadura em Corea do Norte, induzindo à Administração Clinton a subvencionar o programa nuclear de aquele democrático país.


Quando alguns pensávamos aliviados que já não podia cair mais baixo, no ano 2007 o rotativo “New York Sun” teve acceso a uns documentos que o comprometiam na defesa de um criminal de guerra názi que participara activamente na Shoá.


Enfim, que movido pelo ressentimento, este elemento -ánti-semita de manual- leva os últimos 30 anos enredando e tratando de zancadilhear a política exterior do seu país e do mundo occidental em geral. O mesmo podemos vê-lo legitimando os Governos mais populistas e bananeiros do Cono Sul, que tratando de exercer de mediador com a ETA, ou tomando-se garimbas com algum assassino em série de Hamas ou a OLP.



A seguir reproduzimos a sua última deposição no “The Washington Post” -que os filoestalinistas de “Rebelión” já têm perdido o cú para traduzir e publicar.




UNA GUERRA INNECESARIA


Por experiencia personal sé que la devastadora invasión de Gaza por parte de Israel podría haberse evitado fácilmente.

Tras visitar Sderot el pasado mes de abril y comprobar el grave daño psicológico causado por los cohetes que habían caído sobre esa zona, mi esposa, Rosalynn, y yo declaramos su lanzamiento por parte de Gaza como una acción injustificable y un acto de terrorismo. Aunque raramente causaban víctimas (tres muertes en siete años), la ciudad estaba traumatizada por las impredecibles explosiones. Cerca de 3.000 residentes se habían trasladado a otras comunidades y las calles, los parques y los centros comerciales estaban casi vacíos. El Mayor Eli Moyal convocó a un grupo de ciudadanos a su despacho para reunirse con nosotros y se quejó de que el gobierno israelí no estaba tratando de detener los cohetes, ni por la vía diplomática ni por la militar.

Sabiendo que pronto nos reuniríamos con los líderes de Hamás de Gaza y de Damasco, prometimos evaluar las perspectivas de un alto el fuego. A través del jefe de los servicios de inteligencia egipcios Omar Suleiman, que actuaba de intermediario en las negociaciones entre los israelíes y Hamás, supimos que existía una diferencia fundamental entre ambas partes. Hamás quería un alto el fuego total en Cisjordania y Gaza, mientras que los israelíes se negaban a debatir ningún otro punto que no fuera Gaza.

Supimos que el millón y medio de habitantes de Gaza se estaban muriendo de hambre, ya que el relator especial de las Naciones Unidas sobre el derecho a la alimentación había descubierto que la tasa de desnutrición aguda en Gaza ya igualaba la de los países más pobres del sur del Sahara y que la mitad de las familias palestinas sólo tomaban una comida diaria.

Los líderes palestinos de Gaza se mostraron evasivos en todos los puntos, apuntando que los cohetes eran la única forma de responder a su estado de encarcelamiento y de escenificar su drama humanitario. La cúpula de Hamás en Damasco, sin embargo, se comprometió a considerar el alto el fuego sólo en Gaza, siempre y cuando Israel no atacara Gaza y permitiera que los suministros humanitarios habituales se distribuyeran a los ciudadanos palestinos.

Tras dilatadas conversaciones con los líderes de Hamás en Gaza, éstos también se comprometieron a aceptar cualquier acuerdo de paz que pudiera negociarse entre los israelíes y el Presidente de la Autoridad Palestina, Mahmoud Abbas, que también lidera la OLP, siempre y cuando dicho acuerdo fuera aprobado por la mayoría de los palestinos en un referéndum o por un gobierno unitario electo.

Dado que nosotros sólo éramos observadores y no negociadores, confiamos esta información a los egipcios, y fueron ellos los que se encargaron de la propuesta de alto el fuego. Después de cerca de un mes, los egipcios y Hamás nos informaron de la interrupción de todas las acciones militares de ambos bandos y del lanzamiento de cohetes a partir del día 19 de junio y durante un período de seis meses, e indicaron que los suministros humanitarios recuperarían los niveles habituales que existían antes de la retirada de Israel en 2005 (aproximadamente unos 700 camiones diarios).

No pudimos confirmar este punto en Jerusalén, debido a la renuencia de Israel a admitir negociaciones con Hamás, pero el lanzamiento de cohetes se interrumpió y se produjo un aumento de los suministros de alimentos, agua, medicinas y combustible. Aunque ese aumento sólo constituyó un 20% de los niveles normales. Y esta frágil tregua fue parcialmente rota el 4 de noviembre, cuando Israel lanzó un ataque contra Gaza para destruir un túnel defensivo que había sido cavado por Hamás dentro del muro que encierra Gaza.

En otra visita a Siria a mediados de diciembre, hice un esfuerzo por ampliar el plazo de seis meses que estaba a punto de expirar. Estaba claro que el asunto más importante a tratar era la apertura de los pasos fronterizos de Gaza. Representantes del Centro Carter visitaron Jerusalén, se reunieron con oficiales israelíes y les preguntaron si esto era posible a cambio del cese total del lanzamiento de cohetes. El gobierno israelí propuso informalmente la distribución del 15% de los suministros normales a cambio de que Hamás interrumpiera el lanzamiento de cohetes durante 48 horas. Esta propuesta resultó inaceptable para Hamás y brotaron las hostilidades.

Tras 12 días de "combate", las Fuerzas de Defensa israelíes informaron de que más de 1.000 objetivos habían sido bombardeados. Durante ese tiempo, Israel rechazó todos los esfuerzos internacionales para obtener un alto el fuego, con total apoyo de Washington. Han sido destruidas diecisiete mezquitas, la Escuela Internacional Estadounidense, muchas casas privadas y la mayoría de la infraestructura básica de esta zona, pequeña pero densamente poblada, entre la que se incluyen los sistemas que proporcionan agua, electricidad y alcantarillado. Valientes médicos voluntarios procedentes de muchos países han informado del gran número de bajas civiles, y los más afortunados pueden operar a los heridos a la luz de los generadores accionados con diésel.

La esperanza que nos queda es que cuando las hostilidades dejen de ser productivas, Israel, Hamás y los Estados Unidos aceptarán otro alto el fuego, momento en el que el lanzamiento de cohetes volverá a interrumpirse y se permitirá llegar a los palestinos supervivientes un nivel adecuado de suministros humanitarios, con el acuerdo público supervisado por la comunidad internacional. El siguiente paso posible: una paz permanente y total.



Outros textos deste afamado produtor de cacahuetes:


Un crimen de derechos humanos en Gaza em "El Mercurio" o 24 de Maio de 2008

Diplomacia indigna em "El Mundo" o 1 de Maio de 2008

Palestina: paz, no apartheid para adquirir o seu livro em Amazon.com

O Meretz foi o único partido sionista que votou contra a desqualificação do Balad no Comitê Eleitoral Central da Knesset celebrado na passada segunda feira [ver Últimos dias de Bar Kochba].

Balad e a Lista Árabe Unida, que também ressultou desqualificada na votação (23 a 6) da passada segunda, têm pensado apelar a proibição diante da Corte Suprema de Justiça.

Mentres a Lista Árabe Unida é provável que seja readmitida, Balad poderia rematar ficando desqualificada e fóra do processo eleitoral devido aos denodados esforços do seu antigo portavoz, Azmi Bishara, de ajudar a Hezbolá durante a 2ª Guerra do Líbano.

Os analistas políticos árabes vaticinaram que se Balad não se pode apresentar, a maioria dos seus votantes boicotearão as eleições do próximo 10 de Fevereiro.

Mas uma significativa parte poderia inclinar-se por votar ao Hadash (Partido Comunista) e a Meretz, que já recebera ¾ partes dos seus votos procedentes do eleitorado árabe nas passadas eleições.

“Meretz é contemplado de maneira muito próxima pelo votante árabe médio, que não teria problemas em votar a um partido “sionista” sem manchar a sua conciência”, dixo Esawi Friej, nº 10 da lista de Meretz-Hatenua HaBadasha.

A pesar de que Friej dixo estar convencido de que a Corte Suprema botará abaixo as desqualificações,“vêm momentos difíceis para o seitor árabe devido à guerra”, apontou. “A tendência deste seitor é boicotear as eleições como sinal de protesta”.

Friej acrescentou que o Meretz também está em desventagem –tanto no seitor da população árabe como no judeu- por ter permanecido na oposição durante os últimos dez anos. Afirmou que a gente quere votar partidos que lhe podam oferecer algo a câmbio.

Um portavoz do Meretz foi para além e manifestou que o Shas recebe actualmente mais votos que o Meretz entre o eleitorado árabe, porque o partido jaredí sefardita tem fama de estar em todos os Governos –contrariamente à image que oferece o Meretz.

Os mesmos analistas insinuaram que o único partido que não ganhará votos entre os árabes será o Laborista, ao estar dirigido pelo Ministro de Defesa Ehud Barak, que é identificado como o grande responsável da guerra.

Ironicamente, porém, o auge no apoio que está recebendo o Laborismo nas últimas enquisas pode terminar propiciando o acceso do candidato árabe laborista –actual Ministro de Cultura, Ciência e Desportos-, Raleb Majadele [ver Últimos dias de Bar Kochba] à próxima Knesset.

As enquisas davam menos de 10 escanos ao laborismo antes de começar o operativo de Gaza, e actualmente promediam 16.

Majadele, que boicoteou a reunião ministerial de há duas semanas para protestar pela guerra, vai de nº 15 na Lista Laborista.


GIL HOFFMAN

[Crônica publicada no “The Jerusalem Post”]


17 Tevet 5769 / 13 Janeiro 2009

WANTED!

Tras debater a idoneidade de postear esta entrada, e sem ânimo de abordar considerações doutra índole, reproduzimos a título informativo uns cartazes que andam a ser espalhados por território israeli (a traducção vai abaixo)







PROCURAM-SE: VIRGENS

DEVIDO À DEMANDA EXTRAORDINÁRIA, HAVIDA CONTA DO INCREMENTO NO NÚMERO DE MÁRTIRES, OS FUNCIONÁRIOS EXECUTIVOS DO PARAÍSO RECLAMAM A AJUDA PÚBLICA PARA ENCONTRAR VIRGENS QUE ENTREGAR AOS BRAVOS LUTADORES DE HAMAS

PREFERENTEMENTE QUE FALEM ÁRABE E FÁRSI

PREGA-SE ÀS INTERESSADAS QUE SE ORGANIZEM EM GRUPOS DE 70 E CHAMEM

WWW.HAMAS.DONT.COM






[Thanks to Yisrael Medad]

ESTE É UM UM EXEMPLO DAS MANIFESTAÇÕES PROGRESSISTAS QUE INFESTAM ESTES DIAS AS RUAS DA ADORMECIDA EUROPA.

EMBORA NUM PRIMEIRO MOMENTO LEVE A CONFUSÃO, NESTE CASO NÃO SE TRATA DUMA DAS MARCHAS CONVOCADAS PELO BNG E "GALIZA POR PALESTINA", SENÃO DUM ACTO DE APOIO EM DINAMARCA À “XUSTA CAUSA DO POBO PALESTINO” –DOS CENTOS QUE PODEMOS CONTEMPLAR ESTES DIAS NAS NOSSAS CIDADES.

OS SIMPATIÇANTES DE HAMAS E OS ESQUERDISTAS QUE LHES BRINDAM APOIO PERCORREM, NESTA OPORTUNIDADE, AS RUAS DE COPENAGHE.






VELAQUI UMA MOSTRA DAS CONSIGNAS COREADAS NO VÍDEO COM A SUA MINUTAGEM RESPECTIVA:



00:10:00
Alla-hu Akbar, Alla-hu Akbar

00:32:00
Hitler! Heil Hitler! Hitler! Hitler! Hitler!

00:40:00
Temos que matar a todos os judeus! Até que limpemos a sua pegada.

01:28:00
[Interrompendo] Dade-nos uns quantos judeus!

01:40:00
Dizede-lhes de parte dos árabes de Copenaghe, dos árabes de [??], dos árabes de Hitler, como será o seu castigo, pelo sangue dos palestinianos.

02:00:00
[Berros variados, que incluim:] Fucking Jews, man!

02:08:00
Morte a Israel!

02:42:00
Morte aos judeus!

02:44:00
Allah-hu Akbar

03:08:00
Israel baixo os meus pes, Palestina no meu sangue![Israel under my foot, Palestine in my blood!]

03:18:00
Mahoma profeta de Alá! [Muhammad Rasul Allah!]

05:20:00
Abaixo, abaixo Israel! Abaixo, abaixo Israel!

05:22:00
Abaixo, abaixo USA! Abaixo, abaixo USA!

05:24:00
Viva, viva Palestina! Viva, viva Palestina!

05:50:00
Dade-nos judeus! Dade-nos judeus! [Escuita-se uma explosão]

06:10:00
Israel baixo meus pes, Palestina no meu sangue! Israel baixo meus pes, Palestina no meu sangue!




OS CIVILIZADOS EUROPEUS NÃO PERMITEM O LIVRE TRÂNSITO PELAS SUAS RUAS DE TIGRES, LOBOS, PORCOS OU COCODRILOS. DAQUELA POR QUE SE CONSINTE QUE ANDAM SOLTOS ESTE TIPO DE ANIMAIS SELVAGENS?

Quando Uri Bank foi chamado há umas horas para o millu’im (incorporação a filas dos reservistas) acudiu de imediato. Igual que tantos centos. Daquela, que é o que tem de particular, perguntaredes.

Pois o que se passa é que Uri Bank é candidato à próxima Knesset na lista de União Nacional, onde concorre no posto nº 5 em representação do Partido Moledet.

Nascido em Detroit, e criado em Chicago, Uri fixo aliya com a sua família aos 12 anos. Anos depois, quando os seus pais regressaram aos EEUU, Uri optou por ficar e servir nas IDF. De 40 anos de idade, vive em Neveh Daniel (Gush Etzion) com a sua dona e três filhos.

É o único candidato anglosaxão que concorre às eleições com possibilidades reais de sair eligido. Bank figura como primeiro representante de Moledet na candidatura unitária do campo nacional tras a retirada do seu dirigente Benny Elon. Bank fora de número 10 nas anteriores eleições, nas que a candidatura de União Nacional obtivera 9 escanos.

Dacordo com um pacto alcançado entre as quatro formações que integram União Nacional (Hatikva, Tkuma, ERETZ ISRAEL SHELANU e Moledet), se obtêm 4 escanos e entram no Governo, o Ministro deixaria a Knesset cedendo o seu sítio a Uri Bank. De igual modo, se não entrassem no Governo, ficando na oposição, e obtivessem menos de 5 representantes, Bank seria o manager geral na Knesset.

Poderia ter-se acolhido ao facto de achar-se em campanha. As eleições estám a um mes vista e o tempo é oiro; mas em vez de amanhar algo, cumpriu raudo com a sua obriga, acudindo a servir junto os milheiros de reservistas que têm sido chamados a filas. “É o meu dever”, dixo esqüetamente.

Agora, mentres as IDF tratam de rematar com o bombardeio permanente de mísseis procedentes de Gaza, Uri Bank, uma vez mais, demonstra que é fiel aos seus princípios.

MIGUEL ÁNGEL MURADO

Este tipo ensimismado com cara de zurupeto -que na foto da esquerda calcula o tamanho da sua integridade moral- é tertuliano assalariado habitual do poderoso grupo de negócios e telecomunicação PRISA,ou PRISOE, em feliz denominação popularizada a partir de que o PSOE governante na Espanha dos anos 80 e 90 comprara com dádivas políticas e multimilhonários “cazos” a mancheta editorial, a câmbio do silêncio de três lustros de corrupção e crimes de Estado.


Também põe habitualmente o seu grão de areia para converter o jornal “La Voz de Galicia” num dos meios mais repugnantemente ánti-semitas do panorama periodístico estatal.


Considerado por muitos um “ánti-semita moderado” (¿!) gestiona um blogue onde pendura habitualmente textos do teor do que a seguir copiamos e pegamos.


Viveu uns quantos anos, subvencionado pela UNRWA num hotelazo na cidade de Jerusalém, enviando “crônicas desde o frente”. Seica agora anda enredando pela Patagônia.


Ah, é de Lugo.


UN VISTAZO DETRÁS DE LA CORTINA


Mientras la ofensiva terrestre israelí ya ha causado cien muertos más, entre ellos 26 niños, si uno levanta la cortina ensangrentada puede ver lo que ocurre entre bambalinas. En Israel es esto: el ministro de Defensa, Barak, candidato en las próximas elecciones, se ve obligado a mantener el ritmo de destrucción, pero no pierde de vista a la de Exteriores, Tzipi Livni, que tiene que evitar ahora cualquier alto el fuego o mediación, porque también ella compite en las elecciones. El primer ministro Olmert lo tiene más fácil. Procesado por corrupción y falsedad, se limita a salir en televisión y decir: “Créanme, esta guerra no es por esto, sino por esto… Créanme, a mi”. No irá a a la cárcel. Siete de los últimos ocho líderes de Israel han sido acusados o procesados por corrupción (y en el caso del expresidente Katzav de violación y abusos sexuales) y ninguno ha ido a la cárcel.

En Cisjordania, otro corrupto, el líder de la OLP Mahmud Abbas, el hombre que hizo todo lo que Israel le pidió y aún así no ha logrado nada, ya sabe que está acabado. A punto de expirar su supuesto mandato como supuesto presidente de la Autoridad Palestina, ya sólo se mantiene en la poltrona usando la violencia de su policía contra su pueblo.

Miramos más allá y vemos que en el mundo árabe empieza a cundir el nerviosismo. Decenas de diputados jordanos exigen romper el acuerdo de paz con Israel y el rey Abdala ha tenido incluso que criticar a Israel cruzando los dedos para Estados Unidos no les corte el grifo del dinero. Incluso en Egipto el dictador Murabak, a quien quizá se ha aparecido el fantasma de Sadat, está dando marcha atrás en su pacto con Israel.

Y más acá, en la UE, la presidencia checa ha tenido que pedir perdón por haber calificado la invasión de Israel de “defensiva”, como siempre Sarkozy dice una cosa y otra al mismo tiempo, y Zapatero tiene problemas con los verbos y los adverbios, porque “reitera una vez más” algo que no había dicho antes y “condena enérgicamente” algo que sólo insinúa de la manera más timorata posible. Y eso que las elecciones europeas también están cerca y muchos votantes quizá estén tomando nota de lo que dicen los partidos. Y de lo que no dicen.

Cerramos la cortina ensangrentada, y entonces aparece Gaza.


Outro surtido de delicatessen deste vividor poderede-lo achar aqui:


"La importancia de un planeado márketing de la guerra" em "La Voz de Galicia" do 8 de Janeiro de 2009.


Entrevista: "Eu era un grande admirador de Israel" no semanário do BNG "A Nosa Terra" (Maio de 2008).


"Un incidente dentro de un sistema" em "La Voz de Galicia" do 30 de Dezembro de 2008.