JÁ FIXO O DIA

O “homem do penteado fashion” ataca de novo.



E é que as revoltas terroristas dos venres em Biilin não seriam o mesmo sem ele.

Mas...que é o que faz desta vez?



Como a crise económica também se faz notar no Meio Leste –sobreudo quando um se passa o dia, como a maioria dos árabes em Israel, folgando a costa dos impostos dos cidadãos judeus- o homem do penteado fashion, que não dá pontada sem fio (embora seja de arámio) aproveita uma das algaradas patrocinadas pelos traidores de Paz Agora para apanhar ferralha.



Se finalmente resulta ser de ferro, (tendo em conta que se paga a um $ o kg.), o homem do penteado fashion já fixo o dia. Com três kilos que arranque já lhe dá para ir o joves à perruqueria.



Até a semana que vem, colega!


SHABAT SHALOM

Quando os dirigentes israelis se transformam em traidores invertebrados, o único que podemos fazer é dar a benvinda à reticência árabe ante a pressão dos EEUU.

Como já vaticináramos, Abbas rechaçou rotundamente a proposta de Obama de acomodar aos “refugiados” palestinianos noutros países.

Aínda melhor, Abbas rechaçou ceder o Monte do Templo à ONU.

Obrigados, sr. Abbas.

A próxima obamada será apresentar desculpas em Europa, esta vez a Alemanha, pela 2ª Guerra Mundial.


John Rosenthal comenta: “Por estrambótico que semelhe, a iminente viagem do Presidente Obama a Dresde dá a entender que os revisionistas alemães têm um amigo na Casa Branca”.


E “American Thinker” acrescenta: “A mensagem que Obama trata de eenviar visitando este lugar está clara: a pesar de que os alemães foram chicos traviesos durante a 2ª Guerra Mundial, também cumpre lembrar que foram vítimas das atrozidades aliadas”.

Obama deveria empregar melhor o seu tempo visitando as tumbas dos nossos bravos e gloriosos mortos, que sacrificaram as suas vidas para que Europa pudesse sobreviver e zambulhir-se no seu patético e amoral colectivismo. Europa deve-nos uma desculpa por dilapidar o nosso sangue e traicionar-nos caíndo numa bancarrota transnacional chamada União Europeia, edificada sobre o mais patético dos colectivismos.

Tempo para lições históricas? Que melhor maneira de empregar o dia para Obama que convidar aos estudantes de intercâmbio à Casa Branca e oferecer-lhes uma lição sobre a excepcionalidade, heroísmo e grandeza dos soldados estadounidenses?

O número total de estadounidenses enterrados nos cimitérios é de 104.366 –uma mera fracção de todos os que morreram para libertar Europa. Um Presidente dos EEUU que confunde arrogância com liderádego, e que sinte a necessidade de desculpar-se ante Europa pelo país que preside?

É impensável que Obama vaia oferecer um discurso em Dresde e não aluda ao bombardeo da cidade.

Europa fixo o seguinte negócio: rematar com a vida de 6 milhões de judeus a câmbio dos 55 milhões de muçulmãos aos que agora acolhe. Que lhes vaia bem.

E Obama apresentando desculpas…


PAMELA GELLER



No telefilme de 1974, Killdozer [ver vídeo abaixo], onde um bulldozer controlado por uma inteligência demoníaca intentava acabar com uma isolada quadrilha da construcção, tudo tratava-se duma fantasia.

Agora é realidade. O Corpo de Engenheiros das IDF têm desenvolvido o Black Thunder, versão não tripulada do dozer de combate D9.

A modalidade não tripulada do Black Thunder está dotada com câmaras e controlo remoto, e pode operar sem tripulação ou bem com condutor. As IDF remodelaram o Black Thunder com uma blindagem acorazada, um motor de 450 CV de potença, e dotando-o duma pala frontal e uma ferramenta taladradora na parte traseira. O D9 regular, dotado de orugas, já era de por sim gigantesco. Este prototipo pesa perto de 50 toneladas –e com a equipação das IDF, aproxima-se às 60.

“O D9 não tripulado foi utilizado satisfactoriamente durante a Operação Liderádego Sólido, limpando as estradas de minas e artefactos explosivos”, dixo um alto oficial das IDF. “A versão não tripulada é importante porque no cenário de que uma zona esteja sementada de minas pode salvar muitas vidas”.

O Maior General Avi Mizrachi (do Comando das Forças Terrestes) está considerando habilitar um batalhão extra de tropas equipadas com este inovador dozer.


A NOSSA ESPERANÇA VIVE

Os líderes mundiais marcham a passo de ganso com o soniquete de “a solução de dois Estados”, rondando como abutres preparados para repartir-se e dividir Israel.


Bibi acaba de regressar de Washington onde se reuniu com o promotor mundial deste complot, o Presidente Obama. Lá, dixo-se-lhe em termos nada ambíguos que às parelhas de Yehuda e Shomron não se lhes pode permitir que tenham mais filhos ou que construam o seu fogar, e que os EEUU estám dispostos a negociar com Iran, em vez de parar os pés militarmente aos ayatolás nucleares. Cumpre dizr ao seu favor, que Bibi não sucumbiu à intensa pressão. Quando menos algo ficou claro: os EEUU estám-se preparando para sacrificar Israel como chivo expiatório da “paz” e a reconciliação com o mundo árabe.


A solução dos dois Estados é a Solução Final para o problema sionista. O 80% da populaçõ israeli está concentrada na faixa costeira. Se as fronteiras de Israel se visem reduzidas às “linhas Auschwitz” (como Abban Eban as denominou em feliz expressão), cada grande cidade israeli estará baixo a ameaça do alcanço mediante mísseis. A situaçõ vivida em Sderot depois da Desconexão de 2005 repetirá-se ao longo de toda Israel, na medida em que o novo Estado “palestiniano” se converterá numa plataforma de lançamento para o terrorismo islâmico. O Dr. Yuval Steinitz, antigo portavoz na Knesset do Comitê de Defesa e de AAEE, dixo que a ideia da “solução de dois Estados” devia ser aniquilada. “Um Estado palestiniano em Yehuda e Shomron seria a acta dedefunção de Israel”, afirmou, “da mesma maneira que um Estado palestiniano dessas características convertiria-se de imediato num posto de avanzadilha para Iran” (The Jerusalem Post, 14 de Setembro de 2008).


Para além da óbvia ameaça estratégica e militar que suporia um Estado terrorista incrustado no coração de Israel, existe aínda um perigo ideológico maior inerente à solução de dois Estados. Em essência, uma solução de dois Estados significaria a morte do Sionismo e o abandono do sonho judeu.


A Nação de Israel surgiu na Terra de Israel. A Bíblia proporciona amais clara prova de que a Terra de Israel pertence ao povo judeu e não a nenhuma outra nação. Durante centos de anos, os judeus viveram nesta terra, estabeleceram uma monarquia baixo o Rei David e Salomão, e construíram o Primeiro Templo na capital Jerusalém. Quando o primeiro reino judeu foi destruído pelos babilônios no século VI antes da nossa era, arrasaram Jerusalém, prenderam lume ao Templo e conduziram aos seus defensores judeus ao exílio, em Babilônia. A Bíblia recolhe como os judeus lamentavam amargamente a perda da sua independência e do seu fogar, resoltos a regressar. “Junto dos rios de babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião. Sobre os salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas harpas. Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sion. Como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha? Se eu me esquecer de ti, oh Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza. Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria” (Salmo 137).


Setenta anos depois, quando o emperador persa Ciro permitiu aos judeus regressar ao seu fogar, dúzias de miles partiram sob a guia de Ezra o Escriba e Nehemias. Eles reconstruíram as dessoladas cidades de Yehuda e reconstruíram o Templo em Jerusalém. Durante séculos, os judeus viveram de modo sémi-autônomo sob o poder persa e grego, até que os Macabeus se revoltaram contra a perseguição religiosa grega. Durante outros 100 anos, os judeus desfrutaram de soberania durante a dinastia hasmonea. Esta fase da independência rematou quando a conquista romana, seguida de várias revoltas, sendo queimado o Segundo Templo e levada a população judea à escravidão e o exílio.


Durante os três milênios transcorridos desde que Josué conquistou por vez primeira a Terra Sagrada até hoje, nunca houvo outro povo que estabelecesse um Estado em Israel. Nunca houvo ali uma nação soberana que se chamasse “Palestina”. Os árabes que viveram na Terra de Israel nunca se consideraram a sim próprios como parte dum povo “palestiniano” diferenciado. A única entidade que gozou de independência em Israel foi e segue a ser o Povo Judeu.


De volta ao 31 de Março de 1977, o jornal holandês “Trouw” publicou uma entrevista com o membro do Comitê Executivo da OLP, Zair Muhsein. Velaqui o que dixo:


“O povo palestiniano não existe. A criação dum Estado palestiniano é só um meio para continuar a nossa luta contra o Estado de Israel para lograr a unidade árabe. Na realidade hoje não existe diferença entre jordanos, palestinianos, sírios e libaneses. Só por razões tácticas e políticas falamos da existência do povo palestiniano, dado que os interesses nacionais árabes exigem que promovamos a existência dum “povo palestiniano” diferenciado para opôr-nos ao Sionismo.


Por razões tácticas, Jordânia, que é um Estado soberano com fronteiras bem definidas, não pode explicitar exigências territoriais sobre Haifa e Jaffa, mentres que como palestiniano, eu podo sem dúvida pedir Haifa, Jaffa, Beer-Sheva e Jerusalém. Porém, no momento em que consigamos materializar os nossos direitos à totalidade de Palestina, não esitaremos nem um minuto para fusionar Palestina e Jordânia”.


“Palestina é um termo inventado pelos sionistas…O nosso país durante séculos foi parte de Síria”, sinalou o dirigente árabe Auni Bey Abdul-Hadi à Comissão Britânica Peel em 1937. Certamente, o sr. Abdul-Hadi tinha a honestidade de admitir o fraude que supõe o “povo palestiniano”. Antes da fundação do Estado de Israel, judeus e palestinianos eram termos sinônimos. Os judeus fundaram o Correio Palestiniano, a Orquestra Sinfônica Palestiniana, a Companhia Eléctrica Palestiniana. Para referir-se aos árabes dizia-se “árabes”, não “palestinianos”. Só em 1964 se inventou este falaz termo, quando Gamal Abdl-Nasser inventou o laso nacionalismo palestiniano.


A diferenciação entre a Israel anterior a 1967 e para além da “Linha Verde” é completamente arbitrária e só reflexa a linha de armistício trazada ao final da Guerra de Independência (uma guerra iniciada por seis países árabes com a intenção de “arrojar aos judeus ao mar”. Não existe absolutamente nenhuma diferença entre o direito dos judeus a viver em Tel-Aviv, Herzliah ou Haifa e Hebron, Shechem ou Beit El. De facto, Hebron foi a primeira capital do povo judeu sob o mandato do Rei David, mentres que Tel-Aviv só foi fundada há cem anos. Yehuda e Shomron constituim o coração do fogar bíblico, por onde transitaram os nossos Patriarcas, e onde os nossos Reis combateram e lograram conquistas, onde os nossos Profetas faziam advertências e proclama. Uma Yehuda e um Shomron judenrein seriam a maior farsa da história e socavariam na sua totalidade a base do sonho do regresso a Sion.


O embaixador palestiniano no Líbano, Abbas Zaki, articulou claramente como uma solução de dois Estados significaria o fim de Israel. Fixo-o dirigindo-se aos mass media árabes:


“Com a solução dos dois Estados, na minha opinião, Israel colapsaria, porque se são expulsados de Jerusalém, que será de toda a cháchara sobre a Terra Prometida e o Povo Eligido? Que será de todos os sacrifícios que figeram, quando se lhes diga que têm que marchar? Pretendem que Jerusalém tem um estátus espiritual especial. Os judeus consideram Judea e Samaria como parte do seu sonho histórico. Se os judeus abandoam esses lugares, a ideia sionista começará a colapsar. E esse será o momento em que nós demos um passo à fronte”.


Durante dois mil anos, os judeus sonharam com ir a casa, com regressar à terra dos seus antepassados e ter o seu próprio país. Três vezes ao dia, os judeus observantes voltam-se face o Leste e suplicam a D’us: “Que os nossos olhos contemplem o Teu regresso a Zion com missericórdia”. Os judeus declaram ao finalizar cada seder de Pesaj e a celebração do Yom Kippur: “O próximo ano em Jerusalém!”. As ligações que o povo judeu tem com Israel são mais profundas que as de qualquer outro povo com a sua terra, precedendo com muito à invenção dos “palestinianos” nos anos sessenta, ou inclusso o nascimento de Mahoma e a extensão face a Israel.


Antes de que França fosse francesa e antes de que Espanha fosse espanhola, Israel era judea. Quando Londres aínda era só um bosque, e Roma uma suma de vilas ao longo do Tíber, Jerusalém já era a capital e centro espiritual do Povo Judeu. Os judeus durante os seus vários exílios, em Marrocos, Polônia, Irak, Rússia, Yemen, Grécia, não se afastaram da Terra Prometida a pesar de achar-se entre outras gentes.


Amanhã cumprem-se 42 anos desde que Yehuda, Shomron e Gaza foram libertadas e Jerusalém reunificada sob controlo judeu. Oitocentos soldados judeus deram as suas vidas em defesa de Israel contra os invasores árabes na Guerra dos Seis Dias, libertando bravamente o nosso fogar bíblico. Durante 19 longos anos, os jordanos ocuparam ilegalmente Jerusalém, expulsando aos judeus da Cidade Velha, profanando sinagogas e cimitérios judeus, e fechando o Kotel para os crentes judeus. Centos de valentes judeus pagaram com o seu sangue por Jerusalém e em Junho de 1967, por vez primeira desde que os romanos destruíram Jerusalém, esta voltou estar em mãos dos judeus. A eufória desatada quando se proclamou pela rádio: “O Monte do Templo está nas nossas mãos!” foi indescriptível. Inclusso o mais secular dos soldados rompeu a chorar fronte o Muro Occidental, quando se decataram da trascendência da sua batalha.


Hoje, a batalha por Jerusalém e pela Terra de Israel continua. Devemos lembrar a valentia de Josué, de David, dos Macabeus, de Bar Kochba e daqueles qu combateram contra os romanos, e os heróis modernos dos nossos dias nas IDF. Devemos ter a coragem de proclamar que tota a Terra de Israel pertence ao Povo Judeu e qu não reconhecemos a legitimidade das exigências de nenhuma entidade estrangeira à nossa terra. O Estado de Israel só existe hoje porque se levanta sobre os hombros de gerações de bons judeus que, em todos os lugares onde estiveram dispersos, nunca esqueceram o sonho, a velha esperança de dois mil anos “de ser um Povo livre na nossa própria Terra, a terra de Sion e Jerusalém”.


Uma esperança que superou aos romanos, às Cruzadas e Inquisições, progromos e perseguição, Auschwitz e Treblinka, superará, sem dúvida, os mais nefandos complots dos nossos inimigos.



BAR KOCHBA (FOR ZION’S SAKE)


A fixação mundial com o Estado palestiniano é sintomática duma enfermidade muito extendida. Alguns diagnosticariam-na como judeofóbia. Outros simplesmente como estupidez. Outros aínda diriam que ambas coisas. Centremo-nos na estupidez, que, a fim de contas, tem muito a ver com a história da humanidade.


Levaria muitos tomos documentar toda a estupidez que evoca o do Estado palestiniano. Contudo, enumeraremos alguns aspectos: primeiro sobre os árabes em questão, e, em segundo lugar, algumas considerações geoestratégicas.


1) Não existe a língua palestiniana nem a cultura palestiniana. Esses árabes formam parte da maioria árabe sunita que vive no Meio Leste.

2) Os árabes não querem esse novo Estado independente.

3) Carecem dos hábitos, temperamento e destrezas necessárias para conformar-se num Estado independente e responsável –como o demonstram alguns dos pontos que se enumeram a seguir.

4) Adoutrinam às suas crianças no ódio aos judeus e a Israel.

5) Entrenam aos seus filhos para que de maiores sejam yihadistas.

6) Utilizam aos rapazes como bombas-humanas.


7) Escolheram uma ampla gama de botarates para que dirijam os seus destinos.

8) Veneram uma religião cujos acólitos têm assassinado a mais de 270 milhões de seres humanos desde os tempos de Mahoma.


No que respeita às considerações geoestratégicas:

9) Não há espaço bastante entre o rio Jordám e o Mar Mediterrâneo para a existência de dois Estados viáveis. Mais de dois milhões de árabes restringidos às 2.323 milhas quadradas de Yehuda e Shomron (o “West Bank”), e outro milhão de árabes hacinado nas 141 milhas quadradas de Gaza, é uma fórmula inquestionável para o estancamento económico e o descontento –para além dum viveiro de inveja e ódio que seria inflamado por um ou outro grupo terrorista.

10) Tal Estado imaginário seria uma ameaça permanente para Jordânia.

11) Esse Estado imaginário estaria em mãos de Hamas ou Fatah.

12) Um Estado desse tipo, consistente na mescla duma dúzia de tribos rivais e clães do Meio Leste e o Norte de África, seriam uma convidação permanente para que Iran aproveitasse a menor agitação intestina.


Agora, por favor, desculpade a minha franqueza: Não estades já fartos de que vos estejam lembrando permanentemente aos “pobres palestinianos”, cujos encantadores meios de comunicação passam o dia fazendo chamamentos à morte de Israel e dos EEUU?


Ou, dito doutro modo, não estades cansos de que vos lembrem que a Junta de Chefes de Estado Maior dos EEUU tem advertido firmemente a Israel de que deve reter a qualquer preço os altos de Yehuda e Shomron, o val do Jordám, Gaza, os altos do Golan, etc., para evitar ataques catastróficos dos seus inimigos?


Não estades cansos de escuitar que o conflito em questão não é territorial senão ideológico? Ressulta tão óbvio que um poderia concluir razoavelmente que o Presidente Obama e os seus conselheiros para o Meio Leste são uma espécie de idiotas de Pavlov, ou de judeófobos de Pavlov, respondendo ao repicar duma campana chamada “Israel”.


PAUL EIDELBERG


ADEUS X-BAND

A prova iraniana com o missil balístico Sadjil-2 aparentemente tem sido um éxito. O rango de 1.300 milhas do missil é suficiente como para alcançar Irael. Embora Iran possu muitas poucas unidades do devandito missil, e não podem bombardear Israel de modo massivo, este passo deixa obsoleto o israeli Arrow-2 ABM.


Israel poderia, assim e tudo, interceptar os projectis Sadjil-2 com o radar norteamericano X-Band, que Obama tem ameaçado com retirar.


Ou isso é o que lhes gostaria a esses pacifistas de novo cunho. O certo é que Iran se cuidará muito de lançar mísseis balísticos contra Israel por temor a uma repressália massiva. Os mísseis israelis são melhores e mais numerosos que os iranianos –e os Mulás sabem-no.


A autêntica seguridade não deriva da defesa, senão da certeza da repressália.



Para celebrar o Yom Yerushalayim que se celebra amanhã, 28 de Iyar, desfrutemos deste tema do genial artista jasídico Matisyahu.



Jesus dixo que é preferível que dez pessoas culpáveis resultassem impunes, que o sofrimento dum só inocente. A proporção fixada por Obama é algo menor.

Um de cada sete prisoneiros libertados de Guantanamo tem-se reincorporado à actividade terrorista, segundo informa o The New York Times.

No caso dos terroristas árabes em Israel, a proporção aínda é maior, do 45 ao 70 %.

A SANGUE E FOGO

Contra eles esta-te presto até a última das tuas forças, incluíndo a ânisa de btalha, para levar o terror ao coração dos inimigos, os inimigos de D’us e os teus inimigos” (Corám, 8:60).

A todos nos tem passado de entrar tranquilamente numa cafetaria e encontrar-nos com um pobre homem na rua esmolando pelo seu sustento, assaltados momentaneamente pelo dessassossego, continuamos o caminho e entramos no local.

A vida não é justa. Alguns nascem ricos, e alguns pobres; alguns são inteligentes, e outros limitados; poucos são os apostos, a maioria são feos. Com as nações passa-se o mesmo, não existem segundo o patrão dum mundo justo ideal. Muitas grandes nações têm rematado no sumidero da história; a antiga Pérsia, Grecia e Roma têm desaparecido para sempre, sendo reempraçadas por diferentes culturas. De Canaan a Melos, de Austrália aos EEUU, despiadadas hordas de advenedizos mais avançados têm despraçado aos nativos originários. Todos os Estados têm-se fundado sobre o sangue aborigem; a história não conhece outra maneira. Que outra coisa senão o medo a serem exterminados poderia fazer que os nativos acatassem o poder dos recém chegados? Que poderia levar aos netos dos aborigens a esquecer a antiga liberdade de viver na sua terra sem estrangeiros? A liberdade é um impulso muito poderoso. É algo inclusso innato; não é objecto de aprendizagem. Inclusso as tribos primitivas anelavam a liberdade –a liberdade respeito aos colonizadores.

Os EEUU tiveram que exterminar aos índios “peles vermelhos”, a fim de evoluir numa nação grande e segura; os superviventes foram confinados em reservas, intoxicados com alcool, subornados com promesas de benestar, e isolados mediante legislações tribais. Se os EEUU tivessem tolerado as suas múltiples tribos de índios, estas teriam constituído a maioria. A utilidade marginal dos ingressos ra maior para os pobres índios que para os colonizadores, e os índios estavam acostumados a aturar famílias muito mais numerosas que os brancos. Isso mesmo é o que se passa actualmente em Israel.

Os abandeirados da coexistência pacífica esquecem amiúde um pequeno detalhe: perguntar a sua opinião aos árabes. Estariam dacordo em compartir a sua terra com os colonizadores judeus? Aceitariam o benestar económico a câmbio das suas aspirações nacionais? Seguiriam subscrevendo a monogâmia fitícia segundo a qual Israel concede o rango a três das suas quatro mulheres de “mães solteiras” e subsidiando-as em conseqüência?

Os bolcheviques não representavam nem o 0’01 % da população russa quando iniciaram a sua revolução. Poucos eram os alemães que se uniram aos názis em 1929. Hamas representa a duras penas o 1 % da população de Gaza. Os números não importam: a determinação sim. E os nacionalistas palestinianos estám muito determinados a limpar o seu país de israelis.

Os judeus estavam perfeitamente integrados na sociedade espanhola em 1492, na sociedade russa em 1905, e na sociedade alemã em 1933. Na década dos anos vinte, os religiosos judeus mantinham uma relação tão boa com os seus vizinhos árabes e nem asomo de estabelecer um Estado judeu- que até rechaçavam a protecção da Haganá em Tiberias, Tzfat, Hebron e Jerusalém. Aquela relação, porém, cambiou em questão de segundos. Os europeus e os árabes massacraram aos judeus, que não tinham aspirações políticas; considerade, pois, quanto mais dispostos estarão os árabes agora a rebelar-se contra os colonizadores judeus. Os ataques rutinários contra judeus acometidos pelos “árabe-israelis”, o desdém face a legislação israeli evidenciada nas massivas construcções ilegais e a evasão fiscal, e o apoio dos árabe-israelis à OLP amosam a ponta do iceberg do ódio oculto baixo a superfície do que digam as reportagens dos mass media. A população árabe-israeli está experimentando um aumento demográfico na sua faixa juvenil; dentro de dez anos, massas de jóvenes desempregados, improdutivos, olharam face os seus vizinhos judeus com codícia.

Rechaçados nos seus refúgios europeus, insultados pelo predomínio dhimmi, e carentes de qualquer ética do trabalho, os árabes não podem ser integrados na sociedade israeli. Aínda pior, o Governo provoca-os permanentemente subsidiando a sua conformidade e tolerando a sua conduta absolutamente degradada. A receita está clara: Israel debe ser forte e os seus árabes manter-se quedos. Mas, para que necessitamos uns vizinhos assim? A calma forçada é a actitude que se agarda dos inimigos ou criminais, não dos bons vizinhos. Os árabe-israelis são uma quinta coluna que deve ser mantida a raia através do medo. Sendo assim, por que não os expulsar directamente e viver em paz? A assumpção de ter que aplicar a força constantemente é algo insuportável. Já na actualidade, muitas áreas de assentamentos árabes em Israel estám fóra da jurisdicção legal e policial israeli. Lod, uma vila a poucas milhas do único aeroporto significativo de Israel, é um ilustrativo exemplo. Os distritos árabes de Lod estám vedados aos funcionários dos tribunais israelis, e a polícia só se atreve a entrar ali em veículos blindados. Muitas vilas e povos árabes da Glilea são semelhantemente autónomos da justiça israeli: da evasão fiscal, passando pelo tráfico de drogas até o contrabando de armas, estás para além do sistema judicial israeli. Os árabes sentem-se legitimados a montar algaradas inclusso em Jerusalém; mentres a polícia israeli aplica-se com brutalidade contra os manifestantes judeus, amiúde arrasando os seus bairros (como acontece em Mea Shearim), os árabes recebem um trato exquisito. Os tribunais israelis fazem recair sentenças muito mais duras sobre os judeus que sobre os árabes. Os ancianos árabe-israelis, lembrando os dias de 1948 e 1967, sentem um medo razoável ante a mão dura dos judeus, mas a nova geração carece dessa experiência e identifica a debilidade do gigante de palha israeli. Os árabes aceitam a partição judea do seu território só como uma solução temporal. Qualquer afirmação em contrário deixemo-la para o papel molhado dos “tratados de paz”.

A coexistência pacífica com os árabes seria algo precioso. Mágoa que nenhum Estado se tenha constituído jamais pacificamente por massas de recém chegados que convivem com os aborigens. A violência é indispensável para construir um Estado. A violência deve ser empregada na proporção mínima possível. Imaginade que os názis alemães tivessem alcançado o seu objectivo de homogeneidade razial expulsando aos judeus a Palestina; a matança sistemática teria resultado politicamente inecessária. Daí que o Holocausto seja um crime genocida mais que um efecto não desejado duma cruel estratégia política. Israel pode lograr o seu objectivo de ser um Estado Judeu (não mixto) transferindo aos árabes palestinianos trinta milhas a Jord^nia –uma crueldade assumível segundo os estándards do que é um Estado. Os procedimentos mais ténues não funcionarão. Historicamente, a expulsão dos aborigens só tem sido exitosa tras campanhas de extermínio a grande escala, que têm reduzido a níveis insignificantes o desejo e capazidade de resistir.

A Torá segue sendo algo aplicável porque a natureza humana segue sendo a mesma. Alexandre o Magno teria ficado abraiado inicialmente pelos tanques Merkava, mas imediatamente teria reconhecido a semelhança com a sua cavalaria. As armas câmbiam, mas o rosto da guerra é o mesmo desde os primeiros enfrontamentos entre nómadas e sedentários na noite dos tempos. As instrucções que recebeu Josué para enfrontar-se aos canaanitas ecoam na política desenvolvida por Ben Gurion –e topam, por certo, com exactamente a mesma actitude dos muçulmãos de jurar vingança obrigatória. Para os árabes, os judeus que renegam da vingança contra os palestinianos pelos seus actos terroristas são uns cobardes impresentáveis, que não merecem paz nem amizade. Os judeus assimilados despreçam a sua história, mas os árabes respeitam a sua enormemente.

Nenhum Estado moderno se tem conformado por vias distintas a todos os que os precederam, e nenhuma guerra tem discorrido por outros derroteiros. Os idealistas dizem que “outro caminho é possível”; incomprensivelmente os centenares de gerações que nos têm precedido não acharam esse caminho. Os judeus não são ratas de laboratório com as que experimentar. Deixade que sejam outros os que intentem estabelecer o seu Estado pacificamente. Nós preferimos o tradicional, provado, e único caminho face o Estado próprio: o sangue dos nossos inimigos.


OBADIAH SHOHER

25 Iyar 5769 / 21 Maio 2009

JUDENFREI

Hillary anhora os velhos tempos da foto.


Numa entrevista emitida ontem na cadeia de TV favorita da Administração Obama, Al-Jazeera, a Sra. Clinton anunciou: “Desejamos asistir ao fim da construcção dos asentamentos judeus, da expansão, do crescimento natural,…De qualquer actividade vinculada ao assentamento judeu”.


Por suposto, “frear o crescimento natural” significa proibir o nascimento de crianças nestas comunidades judeas e que vivam nos seus fogares. Em ressumidas contas, não ter filhos, não manter relações sexuais, a menos que se utilizem medidas de barreira preventivas, para evitar que os teus filhos cresçam na mesma comunidade na que vives.


Hillary Clinton, adoptando o discurso árabe pretende promover um território Judenfrei (limpo de judeus), contrariamente ao que se passa em Israel, que é o fogar de muitos cidadãos árabes.


Israel é também fogar de milhões de refugiados judeus e dos seus descendentes, que fogiram dos países árabes –países que, de facto, já são Judenfrei.


PROGRESSA ADEQUADAMENTE

Imarcesível homenagem ao Jeque Ahmed Yassin, aquele dirigente terrorista de Hamas ao que um míssil guiado desde um helicóptero das IDF enviou directamente, com a sua cadeira de rodas e tudo, ao paraíso das huries –no que constituiu, provavelmente o último acto de decência promovido pelo daquela Primeiro Ministro Arik Sharon.

Palestinian Media Watch apresenta outro vídeo de como são instruídas e exploradas as crianças muçulmãs no programa de actividades extraescolares. Acompanhado outra volta duma mostra do abominável que pode chegar a resultar a música árabe, velaqui o último super-vendas do Alex Ubago palestiniano.


Não lamento ter votado por Ichud Leumi nas passadas eleições. Hoje na Canle 1 de Notícias de TV, informaram sobre a nova oficina do meu deputado na Knesset, Michael Ben-Ari.


Como sempre, não era uma crônica para elogiá-lo –agás pelo facto de que não tem gastado demassiado dinheiro em mobiliário.


O Dr. Michael Ben-Ari já tem achado o modo de respostar às exigências da Casa Branca de que Israel detenha “a construcção em áreas ocupadas”.


Ben-Ari tem aberto a sua oficina em Jerusalém. Não em Rechavia, não em Kiryat Moshe, Kiryat Hayovel ou Giloh. Tem escolhido um vizindário que é evitado pela maioria dos judeus. Mas Jerusalém –na sua totalidade- vê-se que é algo muito importante para ele.


A divisão de facto de Jerusalém é tão perigosa como a divisão de iure. O perigo radica em que a aceitemos.


Os árabes transitam livremente e sem problemas por Jerusalém adiante, por qualquer bairro ou comércio. Mas os judeus não nos atrevemos.


Os jornalistas da cadeia televissiva bulravam-se da decisão de Ben-Ari de abrir a sua oficina em Shuafat [campo de refugiados palestinianos entre French Hill, Shafuat e E1]. Perguntaram-lhe se pensava que alguém se atreveria a ir até ali para visitá-lo. Ele contestou-lhes que confiava em que a gente remataria por achar o caminho, com a ajuda de D’us.


O Yom Yerushalaim está-se aproximando. Celebremo-lo apropriadamente. Também a vitória israeli na Guerra dos Seis Dias foi uma miragre.


Não o esqueçamos, por favor.



BATYA MEDAD

Segundo informa hoje o rotativo holandês Spits Nieuws já é definitivo: os tribunais processarão a Geert Wilders.

O dirigente do Partido pela Liberdade [PVV – Partij Voor Vrijheid], Geert Wilders, será enjuizado. O seu advogado, o Sr. Bram Moskowicz apresentou uma apelação para evitar o processo, mas a Corte Suprema rechaçou a petição. O Fiscal Geral procederá agora contra Wilders sob os cárregos de incitação ao ódio e insultos contra uma parte da população.


Várias reclamações têm sido apresentadas contra Wilders durante os dois últimos anos, entre outros motivos por comparar o Corám com a obra de Adolfo Hitler Mein Kampf, o qual entra dentro dos limites da evidência absoluta.


Bem.


Pois resulta que, segundo uma enquisa da empressa demoscópica Maurice de Hond publicada este domingo, se as eleições holandesas tivessem lugar a dia de hoje o PVV estaria em cabeça. O PVV obteria 27 escanos na Câmara Baixa (actualmente suma só 9). Os cristão-democratas da CDA, do Primeiro Ministro Jan Peter Balkenende, lograriam 26, mentres que o Partido do Trabalho, de Wouter Bos, alcançaria os 21.


O mero facto de ter sido encausado supõe que obtenha 18 escanos mais nas próximas eleições. A farsa judicial à que lhe toca agora enfrontar-se ante os tribunais de progresso, sem dúvida lhe reportará outros 10 ou 12 mais.



Fonte: Gates of Vienna


MALDITOS BASTARDOS

O meu nome é Tenente Aldo Raine, quero formar um comando especial e necessito oito soldados, Oito soldados judeu-americanos. Seremos arrojados sobre França, vestidos de civis. E uma vez que estejamos em território inimigo, fazeremos uma coisa, e só uma: adicar-nos a assassinar názis.

Os membros do Partido Nacional Socialista alemão têm conquistado Europa através do assassinato, a tortura, a intimidação e o terror. E isso é exactamente o que nós vamos fazer com eles. Os názis não têm humanidade e devem ser destruídos. Devemos ser crueis com os alemães, e através da nossa crueldade, que aprendam quem somos.

Conhecerão a evidência da nossa crueldade nos corpos destripados, desmembrados e desfigurados dos seus irmãos, que iremos deixando detrás nossa. E os alemães falarão de nós. E os alemães sentirão medo de nós. E quando os alemães fechem os seus olhos pela noite, e o seu subconscente os torture por toda a maldade que têm sementado, será pensando em nós.

Quando entredes no meu comando estaredes em déveda. Uma déveda comigo pessoalmente. Cada homem ao meu mando, contrai a déveda de entregar-me um centenar de cabeleiras názis. E, advirto-vo-lo, quero as minhas cabeleiras! Isso é tudo o que me devedes: um centenar de cabeleiras názis, arrancadas das cabezas de um centenar de názis, ou se não, morrede no intento.





Estas palavras pertencem ao Tenente Aldo Raine, um dos protagonistas do novo filme de Quentin Tarantino, “Inglorious basterds”, que será estreado oficialmente o próximo 21 de Agosto, e que vem de arrasar na presente edição do Festival de Cannes.

A longamente agardada obra do autor de “Reservoir Dogs”, está ambientada no primeiro ano da ocupação alemã da França. Shosanna Dreyfys presencia a execução da sua família às mãos do coronel názi Hans Landa, conhecido como o “Cazador de Judeus”.

Noutro lugar de Europa, o tenente Aldo Raine (encarnado por Brad Pitt) organiza um comando de soldados judeus com o objectivo de cobrar contundentes represálias contra uma série de objectivos concretos.

Conhecidos pelo alcume de “Os Bastardos”, os homens de Raine unem-se a uma agente secreta que trabalha para os aliados, com a finalidade de acometer uma missão encaminhada a derrocar aos líderes do Terceiro Reich.

Mágoa que só se trate dum filme de ficção.

Go on, inglorious basterds!


GHETTOS

O ghetto não tem a ver com a debilidade ou o isolamento. Os judeus não procuram fazer valer a força bruta nem o melting pot multicultural. O ghetto tem a ver com o medo. O medo de permanecer e o medo de marchar. Observade a vida cotidiana em Israel.


Os assentamentos oferecem uma qualidade de vida muito superior às superpopuladas e proibitivas grandes cidades israelis. A maioria dos judeus, sem embargo, têm medo de viver ali. As excusas são irracionais. Incertidume? O Governo israeli reembolsaria, sem dúvida, o preço investido nas vivendas em caso de ter que evacuar os assentamentos. Inseguridade? Os ataques suicidas são mais habituais em Israel que nos assentamentos. Condições das vias de comunicação? Os incidentes de apedreamentos são mais infreqüentes que os accidentes automovilísticos na modernizada Israel. A maioria dos israelis jamais têm pisado um assentamento, senão que só os conhecem na sua imaginação através das histórias de terror propagadas pelos mass media e a rumorologia.


Esquecede os assentamentos, já é avondo espantoso viver em Israel. Os judeus do norte vivem agardando que Hezbolá reinicie os ataques. Os judeus do sul agardam que Hamas ponha a prova os mísseis Qasam no “seguro” enclave de Ashkelon. Os judeus em qualquer parte de Israel vivem sob a ameaça dos projectis sírios. Um homem, Assad, poderia ordear ao exército sírio atacar toda Israel uma destas manhás que acorde depois duma noite de insómnio. E nessa ocasião já não se trataria duns tanques sírios penetrando num território israeli de mais de 40 milhas. Síria pode lanzar centos de mísseis SCUD simultaneamente, fazendo inúteis as defesas terra-ar israelis. Os mísseis ánti-aéreos e ánti-carro russos limitariam drasticamente a capazidade de resposta israeli. Dentro duns quantos meses, Síria contará com a protecção nuclear de Iran.


A vida nos ghettos modificou irremisivelmente a mentalidade dos judeus. Os israelis são suicidas dum modo muito semelhante. Os factos são bem conhecidos: Líbano, Palestina e Síria acumulam mísseis; Iran desenvolve armamento nuclear; Netanyahu já abandoara Hebron. Síria não reconhece a Israel, e Netanyahu não tem renunciado ao Memorándum de Wye River.


Os judeus do Ghetto negaram-se a admitir os factos durante o Holocausto. Os judeus israelis ignoram os factos agora.



OBADIAH SHOHER


Todos os grandes grupos palestinianos –incluíndo Hamas, a PLFP, e, por dificil que resulte de acreditar, a própria Fatah de Mahmoud Abbas- rechaçaram formar parte do novo gabinete dirigido peklo Primeiro Ministro palestiniano Salam Fayad.


A Administração Obama, campeona mundial da Democracia, promoveu este ilegal Governo criado por um portavoz (ao que eles chamam Presidente) cujo mandato no posto já caducou há mais de cinco meses.


Deixados na estacada pela Administração estadounidense e pelo próprio Governo israeli, só nos resta agardar que Hamas tome o mando da Autoridade Palestiniana e Hezbolá se faga com o controlo do Líbano, para pôr ponto final de uma vez ao criminal “Processo de Paz”.


SIPAIOS


Os artistas assimilados israelis, Dudu Fisher e David D’Or, ofereceram uma serenata ao Papa na residência do seu anfitrião, o traidor renegado Shimon Peres. Os dois imitadores de Farinelli il castrati, junto com “um grupo de rapazes de todas as religiões”, cantaram uma espeluznante nana desejando “Paz” ao antigo militante das juventudes hitlerianas, no que o amigo Yisrael Medad definiu como num “falseto de Igreja Gregoriana”.


Pondo cara de bucólicos, estes dois falsos judeus deram assim a benvinda em nome do Presidente de Israel ao covizoso chefe do Estado Católico.


Provocam urticária –para além de vergonha alheia.



O encontro de Netanyahu com Obama deveria ser incluído nos manuais de psiquiatria.


Obama fixo gala do síndrome do esquerdista: quando uma teoria tropeza com os factos, ao diablo com os factos! –e de passo com o mensageiro. Ante o rechazo de Rússia, Síria e Iran, tras os monumentais erros em Irak, Afeganistão, Pakistão e Líbano, Obama não semelha disposto a reevaluar a sua política. Mais bem, pelo contrário, semelha disposto a seguir desprezando a inoportuna realidade. Ante uma orde mundial que se desmoroa, ele acredita estar a salvo tras o escudo dos seus preconceitos.


Incapaz de derrotar aos seus inimigos, Obama procura a vitória noutra fronte –a que o situa em contra dos seus amigos. Abandoou o leste europeu e Ásia Central às mãos de Rússia, apostou pela “democracia” e Hezbolá em vez de respaldar o Governo de Fouad Siniora no Lïbano, substituiu a Egipto como eixo de apoio na política americana no Meio Leste pelos ayatolas iranianos, e asume que cumpre sacrificar a Israel. Obama seria incapaz de promover melhor os interesses do islamismo nem se estivesse na sua nómina.


Pressionado por Netanyahu, Obama endureceu a sua posição pro-iraniana: em vez de adiar, pelo menos, a primeira ronda de negociações para o mes de Outubro, agora pretende aprazá-la para Dezembro. Os psiquiatras identificariam este patrão de conduta imediatamente: o esquizofrênico bota as culpas dos seus problemas ao próprio doutor e culpabiliza-o. Dissociado entre a teoria e a realidade, Obama conduze-se seguindo o prototípico modelo da esquizofrênia.


A solução é bem conhecida: o interlocutor não deve empatizar com o esquizofrênico. Netanyahu deve opôr-se firmemente a Obama em vez de seguir-lhe a corrente. Ser inimigo de Obama é muito mais seguro e proveitoso que ser o seu amigo –como podem testemunhar os ayatolas.


Por que, daquela, Israel tem que submeter-se aos desejos de Obama? Os EEUU pode que controlem o mundo, mas com 45 judeus no Congresso quem pensades que controla os EEUU realmente? Que pode fazer Obama depois de oir um “Que te fo…!” procedente do Primeiro Ministro israeli?


O Primeiro Ministro deveria convocar uma rolda de prensa nos EEUU e dirigir-se ao povo americano directamente. A maioria de eles são gente sensata –muitos a pesar de Obama- e muitos dos seus forofos de última hora já começam a estar desencantados com ele. Dacordo, bombardear Iran não é assunto dos EEUU do mesmo modo que os ayatolas não podem ameaçar ao Grande Demo. Mas, pelo menos, o povo norteamericano comprenderia que o seu Presidente não é quem de atar as nossas mãos para impedir que nos defendamos.


O Primeiro Ministro deve dar um giro às tornas e isolar a Obama apresentando-o como o que realmente é: um idiota. Numa conferência de prensa de 29 minutos, as falácias de Obama fazeriam-se evidentes para qualquer Jor o Fontaneiro. Para além disso, a credibilidade de Netanyahu em matérias de seguridade é avondo mais contrastada que a de Obama. Não cumpre andar-se com meias tintas: os judeus devem fazer fincapé no absurdo de acreditar um só minuto mais no combate de Obama contra a expansão islâmica. A luta do judeu-cristanismo contra o expansionismo islâmico é uma noção perfeitamente comprensível, inclusso para os mais acérrimos ateus.


Obama não pode ameazar com que as coisas vaiam ir pior para Israel. Com os seus 900 milhões de dólares de respaldo ao Governo de Fatah –que se nega a reconhecer a Israel como Estado judeu-, o intento de apaciguamento dos ayatolas, a inacção ante a toma de controlo talibám dos reactores nucleares de Pakistão, e a total aquiescência com o programa nuclear de Corea do Norte: que mais poderia fazer Obama, na realidade, para empiorar a situação de Israel? Também não poderia suspender o apoio militar dos EEUU a Israel, como se rumorea no Congresso. Obama não seria politicamente capaz de rematar com a ajuda a Israel mentres mantenha a que proporciona a Egipto e Palestina.


Obama pode revocar os permissos de exportação mediante uma orde executiva e deter o abastecimento de Israel. Algo que fazerá, de todos modos, se entramos em guerra com os árabes. Hussein Obama não é Nixon, que deixou a um lado o seu intento de contenção dos judeus quando entendeu que estávamos lutando pela nossa supervivência. Em vez de fechar os olhos ante o que é óbvio, os altos mandos das IDF devem reorientar o seu modus operandi, e adicar-se a armazenar componhentes críticas, a fim de que não dependamos de Obama em tempos de guerra.


Como todas as crises, esta apresenta uma boa oportunidade. Rússia observa atentamente como as relações de Israel com os EEUU estám caíndo em barrena. Afastar a Israel dos EEUU é algo pelo que os russos estariam dispostos a morrer –e, sem dúvida, a matar. O armamento russo é infinitamente mais barato que o norteamericano; a sua qualidade, suficiente como para derrotar aos árabes. E o apoio russo não se baseia em pre-conceitos de índole moral.


Netanyahu deveria atacar Iran se as relações entre Israel e Obama se deterioram até um ponto de não retorno.



OBADIAH SHOHER



26 Iyar 5769 / 20 Maio 2009