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Não lamento ter votado por Ichud Leumi nas passadas eleições. Hoje na Canle 1 de Notícias de TV, informaram sobre a nova oficina do meu deputado na Knesset, Michael Ben-Ari.


Como sempre, não era uma crônica para elogiá-lo –agás pelo facto de que não tem gastado demassiado dinheiro em mobiliário.


O Dr. Michael Ben-Ari já tem achado o modo de respostar às exigências da Casa Branca de que Israel detenha “a construcção em áreas ocupadas”.


Ben-Ari tem aberto a sua oficina em Jerusalém. Não em Rechavia, não em Kiryat Moshe, Kiryat Hayovel ou Giloh. Tem escolhido um vizindário que é evitado pela maioria dos judeus. Mas Jerusalém –na sua totalidade- vê-se que é algo muito importante para ele.


A divisão de facto de Jerusalém é tão perigosa como a divisão de iure. O perigo radica em que a aceitemos.


Os árabes transitam livremente e sem problemas por Jerusalém adiante, por qualquer bairro ou comércio. Mas os judeus não nos atrevemos.


Os jornalistas da cadeia televissiva bulravam-se da decisão de Ben-Ari de abrir a sua oficina em Shuafat [campo de refugiados palestinianos entre French Hill, Shafuat e E1]. Perguntaram-lhe se pensava que alguém se atreveria a ir até ali para visitá-lo. Ele contestou-lhes que confiava em que a gente remataria por achar o caminho, com a ajuda de D’us.


O Yom Yerushalaim está-se aproximando. Celebremo-lo apropriadamente. Também a vitória israeli na Guerra dos Seis Dias foi uma miragre.


Não o esqueçamos, por favor.



BATYA MEDAD

CARTA ABERTA À DIREITA REAL


Tras as recentes eleições e as intermináveis análises do sucedido, assim como as numerosas predicções do que se vai a passar, um facto ressulta completamente claro. A constante incapazidade de qualquer partido para colheitar o apoio da incontestável maioria real deste país –uma maioria que se identifica claramente, embora de diferentes maneiras e a distintos níveis, com os três princípios básicos do judaísmo: a Terra de Israel, o Povo Judeu, e a Torá. Por esta razão, e a fim de poder aglutinar a esta maioria potencial, gostaria-me fazer uma proposta a Manhigut Yehudit (MY) e a Ichud Leumi (IL).


Simplesmente: juntade-vos e sumade esforços.


A minha intenção não é que formedes outro partido religioso de direita marginal, senão um partido cujo objectivo diâfano seja agrupar à maioria natural acima sinalada para que exerça a dirigência deste país. Qualquer outra coisa não paga o esforço. Certo que isto é o que Moshe Feiglin e MY pretendem fazer desde o Likud; sem embargo, para além das suas boas intenções, estám distanciando a muita gente válida incapaz de votar pelo Likud numa eleições. Mentres muitos de nós votamos nas primárias do Likud a fim de situar em bons postos aos candidatos de MY, à hora de acudir a uma convocatória nacional câmbia-che o conto. A dirigência do Likud, tanto agora como a meio praço, faz que essa seja uma opção inviável. Portanto, embora votar nas primárias do Likud fortaleceu a MY, muitos de nós estamos convencidos de que votar pelo Likud nas eleições nacionais só serve para apontalar o desejo do actual liderádego de entregar mais e mais terras judeas aos inimigos árabes.


Ainda mais, inclusso se hipoteticamente um dia Moshe Feiglin alcanzasse a dirigência do Likud, é seguro que gente como Netanyahu, Silvan Shalom, etc., simplesmente abandoariam o partido para formar o Likud bis ou Kadima bis, deixando a Feiglin com um partido muito mermado. Um partido pequeno que estaria integrado por gente muito válida, sim, mas depois de muitos anos de trabalho e perseverância isso não constituiria um consolo. Quiçá a minha análise seja errônea, mas não é maior o risco que se corre?


Alguém pode argumentar que nada fazeria a Feiglin mais feliz que lograr que todos os Bibis, Shaloms e Livnats marchassem do partido e deixassem a Feiglin à fronte dum pequeno Likud susceptível de ser reconstruído desde os seus critérios. Mas para que ter que passar por esse longo processo, que derivaria na conformação dum pequeno partido, quando um partido pequeno pode constituir-se em qualquer momento? Em segundo lugar, embora sendo certo que Bibi também trabalhou para reconstruir um pequeno e destroçado partido tras a marcha de Sharon para formar Kadima, existe uma grandíssima diferença: mentres Bibi é uma figura muito enraízada no establishment dirigente, com quase todo o aparelho do poder à sua disposição, Feiglin não. Esta é uma diferença cruzial que não deveria ser infravalorada.


A questão não é ridiculizar a Moshe Feiglin ou MY. Pessoalmente, acredito que Feiglin é um homem mais honesto que a maioria das figuras públicas de Israel. Igualmente importante, é o facto de que ele sabe que o único caminho para fazer-se com a dirigência do país é agrupando à ampla maioria mencionada mais arriba, e não se dirigindo a um seitor muito limitado da população.


Esse é, precisamente, o problema de Ichud Leumi. As pessoas que se têm comprometido com Ichud Leumi têm demonstrado que eles, e muitos dos que os apoiam, são encasilhados como “alguém limitado por uma mentalidade sectorial”. Os lemas de campanha focados no “Campo Laranja” e os “valores da comunidade da kipá”, assim como os anúncios eleitorais nos autobuses amosando a uma criança que chora mentres é evacuada do seu fogar em Gush Katif, foram muito sectoriais. Um ponto de vista limitado de tal maneira é incapaz de conectar com a grande maioria sinalada acima.


Portanto, a fim de cambiar o mapa político deste país e sintonizar com a maioria natural, é clave que MY e IL aúnem esforços. Duma banda, Moshe Feiglin e MY devem comprender que correm um grande risco com a sua permanente vinculação com o Likud, mentres, doutra banda, IL necessita admitir que a sua limitada visão não os conduzirá muito longe. Só unindo forças, junto com alguns outros que se poderiam aderir (antigos desencantados do Likud, antigos membros do Partido Nacional Religioso, etc.), com o objectivo claramente definido de conectar com a maioria real, poderá estabelecer-se um autêntico liderádego judeu neste país. O momento de fazê-lo é agora, a fim de estar preparados para as seguintes eleições dentro de dois ou três anos.



YOEL MELTZER



22 Adar 5769 / 18 Março 2009






P:: A guerra no sul.
Ketzaleh: Já é hora de chamá-la pelo seu autêntico nome: a Guerra da Desconexão.

P: Hamas.
Ketzaleh: Um cancro que se alimenta da debilidade israeli.

P: A Ichud HaLeumi (União Nacional).
Ketzaleh: Inequívoco sionismo. A surpresa destas eleições.

P: Fogar Judeu.
Ketzaleh: Não só os patriotas amamos o judaísmo. Eles também necessitam um fogar.

P: Fragmentação [de partidos].
Ketzaleh: Ichud HaLeumi tem logrado juntar 4 forças distintas para lutar juntas e não
consentiremos que se separem.

P: Quota feminina nas listas eleitorais.
Ketzaleh: As mulheres são a garantia do Povo Judeu..

P: Percentagem mínima [para acceder à Knesset].
Ketzaleh: Deveria aumentar-se para evitar a proliferação de pequenos partidos..

P: Moshe Feiglin.
Ketzaleh: Um judeu que tem sido insultado. Os seus seguidores deveriam castigar a Bibi
e regressar à sua casa.

P: Binyamin Netanyahu.
Ketzaleh: Trataremos de ajudá-lo desde o Governo.

P: Baruch Marzel.
Ketzaleh: Proporcionará-nos um assento mais na Knesset..

P: Arutz Sheva [fundada por Ketzaleh].
Ketzaleh: Um barco que nunca se afundirá. A esquerda não poderá fechar a nossa boca.

P: Gush Katif (região judea destruída pelo Governo de Kadima).
Ketzaleh: Os seus ósos são o esqueleto da Casa de Israel. “Um alento de vida entrará em ti e revivirás”.

P: Ariel Sharon.
Ketzaleh: Um amigo que teve muitos méritos e que finalmente nos decepcionou. Se
regressa, receberemo-lo.

P: Rechaçar ordes.
Ketzaleh: Só quando a orde é ilegal e imoral.

P: Rabbi Avraham Shapira.
Ketzaleh: Um guerreiro.

P: A Mocidade das Colinas.
Ketzaleh: Uma brigada da empresa sionista.

P: O Grande Rabinato de Israel.
Ketzaleh: Tem chegado a hora dum Grande Rabino do campo nacional.

P: O partido Shas.
Ketzaleh: Se não tivessem apoiado os Acordos de Oslo hoje tudo seria diferente.

P: A Corte Suprema.
Ketzaleh: Os Neturei Karta da esquerda.

P: Chardal (o campo do sionismo ultraortodoxo).
Ketzaleh: Uma força emergente no campo religioso sionista.

P: As duas beiras do Jordão.
Ketzaleh: Este lado é nosso e o outro também. (como dizia uma conhecida canção
nacionalista anterior à constituição do Estado).

P: Cidadãos árabes de Israel.
Ketzaleh: Hoje em dia até o mais esquerdista sabe a quem são leais.

P: O Monte do Templo.
Ketzaleh: Já está em construcção, quando menos na conciência da gente.

P: D’us.
Ketzaleh: O Pai.

P: Jasidismo.
Ketzaleh: Alegria.

P: Internet.
Ketzaleh: Uma aldeia global imaginária.






CHABAD: VOTEM ICHUD LEUMI


Os rabinos de várias prominentes instituições judeas têm redactado uma psak halacha (ressolução judea de carácter legal) dirigida aos seus seguidores, para que acudam a votar pela ICHUD LEUMI.


OS RABINOS DE CHABAD PEDEM O VOTO PARA ICHUD LEUMI

Segundo informa Israel National News (Arutz Sheva) vários rabinos dirigentes do movimento hasídico Chabad Lubavitch têm feito pública uma proclama com instrucções para votar por ICHUD LEUMI (União Nacional).

A declaração vai assinada pelo Rabbi Gedaliah Axelrod, antigo Presidente da Corte Rabínica e rabbi da comunidade Chabad de Haifa; o Rabbi Shalom Dov Wolpe, dirigente da Task Force for the Land and Nation; e o Rabbi Yigal Pizem, fundador de várias yeshivot e instituições de Chabad no norte de Israel.

Velaqui o conteúdo da carta:

“Como é bem sabido, hoje em dia nenhum partido ergue a bandeira da integridade territorial de Eretz Israel, agás a ICHUD LEUMI. Liderando a lista está Yaacob HaCohen Katz (Ketzaleh), que tem demonstrado de longo a sua absoluta adicação e lealdade à Terra de Israel durante décadas. Os seguintes dois candidatos, o sr. Uri Ariel e o profissor Aryeh Eldad, têm provado no curso de muitos anos também o seu compromiso absoluto com Eretz Israel.

O quarto na candidatura é o dr. Michael Ben Ari, representante de ERETZ ISRAEL SHELANU. O dr. Ben Ari, escolhido pelo Rabbi Shalom Dov Wolpe e o Rabbi Baruch Marzel, expressará na Knesset a firme posição do Rebbe de Lubavitch no que respeita à Grande Terra de Israel e à integridade da Nação e a Torá. Tras apresentar-se ante nós e falar longo e tendido, concluímos que é a pessoa idônea para publicitar a sagrada opinião do Rebbe em todos os assuntos da agenda pública, e que seguirá as decisões dos rabinos em todas as matérias.

Opinamos, portanto, que todos os nossos irmãos, homens e mulheres, de Israel devem votar pela ICHUD LEUMI, cujo símbolo é a letra TET, e tratar de convencer a todos os que os escuitem para que façam o mesmo. A divinidade proibe votar por qualquer dos outros partidos, que no passado foram cúmplizes na entrega do território, na libertação de terroristas, e na agenda de concessões que pugeram em perigo a vida de milhões de judeus na Terra Sagrada.

Tende a seguridade que com o vosso voto estades santificando o Nome de D’us, manifestando que existe uma grande franja de população para a que a Terra de Israel é o mais preçado
”.

O movimento Chabad tomara postura pública por última vez nas eleições de 1996, quando publicitaram o famoso eslogam “Bibi é bom para os judeus”, nas eleições a Primeiro Ministro. Desde então, sem embargo, tinham-se mantido à marge do apoio a qualquer partido, embora a título individual alguns membros do Chabad figeram públicas as suas opções.

ENTRADE PELO ARO OU MARCHADE



“Neste Estado cumpre respeitar a Lei, mas não só os judeus têm que respeitar a Lei, os árabes também”, dixo hoje o dirigente de ICHUD LEUMI [União Nacional], Yaakov “Ketzaleh” Katz, aos árabes de Wadi Ara, um val densamente povodo por árabes no norte de Israel. “Campar à marge da lei será algo que remate exactamente dentro de cinco dias a partir de hoje, quando nós sejamos eligidos e entremos no Governo”, prometeu. “Quando nós dirijamos o país as coisas cambiarão. Tendes campado às vossas anchas acostumados a Barak e Livni, mas essa partida já tem rematado”.


“As revoltas de Outubro [do 2000] não se repetirão”, acrescentou Ketzaleh, mentres uma pequena multidão de árabes procedentes da vila de Umm El-Fahm começava a congregar-se arredor dos membros da Knesset e os seus simpatiçantes na entrada da cidade.


Um pequeno contingente policial, alguns deles da Unidade Especial Yassam, apartou a alguns dos árabes, mas outros botaram-se acima dos candidatos do ICHUD LEUMI insultando-os com vários epítetos. O membro da Knesset, Uri Ariel foi hostigado por quatro ou cinco árabes, mas não perdeu o aplomo e manteve o sorriso no rosto em todo momento. A petição da polícia, a caravana do ICHUD LEUMI continuou a marcha detendo-se no cruze de Megiddo, onde concederam entrevistas aos reporteiros dos mass média judeus e árabes.


Ketzaleh e Uri Ariel disseram que os árabes de Wadi Ara construiram 3.000 vivendas ilegalmente nos últimos anos ao longo da Auto-estrada 65. Apontaram que era chegado o momento de que Israel começasse a demolição das casas árabes construídas de modo ilegal.


“No Estado de Israel, não pode continuar dando-se uma situação na que se um judeu passa pela estrada de Wadi Ara os lugarenhos berrem “Itbach al-Yahud” [‘matade aos judeus’], dixo Ketzaleh. “Isto sucedeu em Europa durante o Holocausto mas não sucederá no Estado de Israel. Os árabes possuem 21 Estados nos que podem construir as suas casas e berrar “itbach” durante todo o dia”, sinalou. “Os árabes são cobardes e quando vem que os judeus reagem com orgulho, enseguida se tranquilizam”.


O número 4 da lista de ICHUD LEUMI, o Rabino e doutor Michael Ben Ari, dixo aos árabes que o escuitavam que Israel estará ansioso por estabelecer um “corredor humanitário” a Venezuela para os árabes que desejem marchar. “Semelha que os venezolanos e os árabes levam-se muito bem”, dixo em referência às recentes declarações e medidas do homem forte venezolano Hugo Chávez. Quando um árabe o interrompeu e replicou que os árabes queriam boas relações de vizindade com os judeus, Ben Ari lembrou-lhe aos árabes que cantavam “Ya Saddam, ya chabib, udrub udrub Tel Aviv" [“Saddam amado, bombardea Tel Aviv"] quando caiam os mísseis Scud durante a Guerra do Golfo de 1991.


Uri Ariel prometeu que Israel assentaria dúzias de milheiros de judeus em Katzir e Harish ao longo dos próximos anos, e Ketzaleh sublinhou a importância estratégica de Wadi Ara, que serve de ruta de transporte para os tanques das IDF e outras equipas pesadas entre o Israel central e o do norte.


ICHUD LEUMI anunciou que pretende imitar a Paz Agora e estabelecer um organismo que investigue, documente, reclame e publicite as construcções árabes ilegais. Ao contrário que Paz Agora, que só está interessada em perseguir as edificações dos judeus, o novo organismo encarregará-se das construcções árabes. A construcção ilegal no seitor árabe cria uma atmósfera de ausência da legalidade, dixo o portavoz da coaligação.



Numa entrevista em Yedioth Ahronot, Michael Ben Ari da plataforma Ichud Leumi, proclamou o seu apoio ao programa do Rabbi Meir Kahane de expulsar aos árabe-israelis e proibir o esquerdismo colaboracionista na Knesset. Uma semana antes das eleições, Ben Ari calcula ingenuamente que a Corte Suprema não terá tempo de desqüalificá-lo por incitação.


A eleição de Ben Ari suporia a primeira vez desde 1984 que um kahanista entra na Knesset. O que seria uma grande notícia.




Velaqui a entrevista:






MICHAEL BEN ARI: KAHANE TINHA RAZÃO




O Dr. Michael Ben Ari, No. 4 do partido mais nacionalista que concorre à Knesset, propõe a expulsão dos árabes a países como Venezuela e Turquia, sugire a ilegalização do colaboracionismo esquerdista na Knesset, e acredita na reconstrucção do Templo em Jerusalém.


A escasos oito dias para a celebração das eleições gerais, e com as enquisas pronosticando um promédio de quatro assentos para a União Nacional, o Dr. Michael Ben Ari –número 4 da lista e pessoa que se define como estudosa e seguidora de Kahane- é muito provável que acceda às bancadas do Parlamento israeli.


Numa conversa com YNET, Ben Ari apresentou a sua proposta para resolver o problema dos árabe-israelis, manifestou que não estaria entre os que na Knesset apostam por negociar com os palestinianos, e explicitou o seu apoio aos soldados que se rebelam contra determinadas ordes.


“Não sou o único que representa ao Rabbi Meir Kahane. Ele está presente no discurso de muita gente hoje em dia, tanto dentro como fóra da Knesset”, afirmou Ben Ari. “Por exemplo, o dirigente de Israel Beitenu, Avigdor Lieberman, disfarça-se de kahanista para lograr mais escanos, o likudnik Limor Livnat, também tem um discurso que soa muito kahanista, e todo o mundo está dacordo na necessidade de achar uma solução ao problema dos árabe-israelis, tema que no seu momento era um tabu”.


“O dito de ‘Kahane tinha razão’, já é um lugar comum utilizado por muita gente. De facto, podemos observar como quase tudo o que o Rabbi Kahane promoveu 24 anos atrás se tem convertido no eixo central desta campanha eleitoral”, acrescentou.


Ben Ari explicou que o seu plano consiste em “abrir uma faixa humanitária” que permita que os árabes se assentem em lugares como Turquia ou Venezuela, e lograr um apoio económico internacional para subsidiar a sua aclimatação nos seus novos países de residência.


Perguntamos-lhe: “Refere-se você a toda a população árabe de Israel?”.


“Suponho que não todos eles serão os nossos inimigos. Os drusos, por exemplo, são muito leais e não são hostis. Mas que dizer dos árabes de Umm al-Fahm, que se dedicam a bailar sobre os telhados quando os judeus são assassinados? O que eu proponho não é razismo nem crueldade, senão necessidade de supervivência. Trata-se de eles ou nós. Se somos agradáveis com eles e seguimos com os sonhos da “coexistência”, acabarão conosco”.


Dacordo com Ben Ari, o tránsfer dos árabes é uma pequena parte da proposta de Meir Kahane. Entre os seus outros objectivos está derrogar, durante o mandato da próxima Knesset, o mandato da Corte Suprema:

“Dorit Beinish tem que ser a última presidenta da Corte Suprema que represente a hegemonia esquerdista em Israel. O próximo presidente deverá ser eligido numas eleições que representem a opinião da maioria dos israelis”. A isto acrescentou que “a Corte Suprema deverá estar conformada por juristas sensíveis aos pontos de vista maioritários do povo de Israel, deverão agir a favor dos judeus e dos soldados das IDF, cujas vidas são mais valiosas que as de outros”.


Ben Ari sublinhou que o seu partido não será partícipe dum Governo que intente promover negociações diplomáticas com Síria ou os palestinianos. “Agardamos que Netanyahu construa um Gabinete que reforze os assentamentos e ponha fim ao asédio imposto às comunidades de Judea e Samaria nos últimos anos”, sentenciou.


Ao ser perguntado pelos seus pontos de vista sobre a actual situação Monte do Templo, Ben Ari dixo que a União Nacional promoveria a soberania judea e a halajá nesse lugar.


“A realidade no Monte do Templo é uma das maiores expressões da debilidade do Estado de Israel, e acredito que quem controle o Monte do Templo controlará Israel”, dixo.


“No que respeita à reconstrucção do Templo, os rabinos do partido decidirão quando e como deverá ser abordada. A minha opinião pessoal é que se trata duma mitzvá, construir uma casa para D’us e oferecer sacrifícios ali. E, portanto, debe ser levada a cabo, como qualquer outra mitzvá”.


No que se refire à questão dos soldados que desobedeceram as ordes de evacuar os assentamentos, Ben Ari afirmou de modo inequívoco, que nesse caso a desobediência é uma obriga. “Existe uma halahá específica do Rabino Shapira que diz que um soldado não debe evacuar assentamentos na Terra de Israel. Eu estou orgulhoso dos meus estudantes, que rechaçaram formar parte na expulsão, sendo encarcerados por isso. A predisposição a cooperar em qualquer coisa que têm as IDF constitui um grave erro”.


Perguntado pelo rechaço da esquerda, manifestou: “A comparação entre os que amamos a Israel e os objectores conscientes como Yesh Din [Nota: organização esquerdista de direitos humanos], que têm renunciado a formar parte do Povo de Israel e colaboram com o inimigo, é insultante”.



Publicada em YEDIOTH AHRONOT



8 Shevat 5769 / 2 Fevereiro 2009


Queridos eleitores:


Tendes sido requeridos por Binyamin Netanyahu a não votar por “pequnos partidos”.


Que típico deste mediocre político, que sempre pensa em termos quantitativos!


Mas tende em conta que não é a quantidade senão a qualidade dos membros que um partido coloque na Knesset o que resultará decisivo na importantíssima questão do Estado palestiniano ao que Netanyahu se tem comprometido, a pesar de que o trate de minimizar dizendo que se opõe à divisão de Jerusalém.


O que os eleitores devem considerar não é meramente o tamanho dum partido, senão as qualidades dos seus dirigentes –especialmente a sua valentia política e a fidelidade à Terra de Israel. O contrário de líderes como Netanyahu, que votou a favor da retirada de Gaza quando era ministro no gabinete de Sharon, e o General Moshe Ya’alon, que materializou essa decisão inclusso tras ter advertido previamente à Knesset em sentido contrário.


Podem ser de fiar esse tipo de pessoas para manter-se firmes e resistir a pressão dos EEUU e a internacional de que nos retiremos de Judea e Samaria, expulsando 100.000 judeus dos seus fogares, a costa de desmoralizar e desacreditar ao país, animando a muitos a emigrar e, por suposto, desanimando aos que pretendam fazer aliya? Os seus factos –não as palavras que pronunciam em campanha- deveriam ser as que vos guiassem.


Sentade na Knesset a uns quantos judeus com coragem para opôr-se à expulsão, que o Professor Benzion Netanyahu qualificara de “crime” quando o Governo Sharon traicionou aos judeus de Gush Katif. Ponde um punhado de valerosos judeus como Yonni Netanyahu, que se mantenham firmes e guiem à gente através do país para erguer-se contra a traição, e não haverão expulsões nem Estado palestiniano –que seria prelúdio da extinção do nosso fogar judeu.


Esse tipo de judeus existe. E estám na União Nacional (Ichud Leumí), que podedes apoiar votando no próximo 10 de Fevereiro.


Não vos deixedes desanimar pela propaganda de Netanyahu. Em 1977, um pequeno partido chamado Shinui comocionou ao país obtendo 15 assentos na Knesset. Ninguém fora capaz de predizer coisa semelhante. A situação geo-estratégica de Israel naquela época embora não era demassiado boa, não tinha nada a ver com a ameaça existencial que afrontamos agora. Desilusionados com o Partido Laborista, centos de milheiros de votos foram parar ao Shinui.


Hoje existem centos de milheiros de votos de pessoas que lembram como foram traicionadas pelo Likud quando o seu líder, Ariel Sharon, adoptou a política laborista da “desconexão unilateral” de Gaza. Essa política fora rechaçada pelo 75 % dos judeus que votaram nas eleições de Janeiro do 2003. Esses judeus, que acreditam na Terra de Israel, votarão nas eleições do 10 de Fevereiro. Poucos serão os que confiem de novo em Binyamin Netanyahu, mas acreditam que as alternativas ainda são piores –a dirigente de Kadima, Tzipi Livni, e o dirigente laborista Ehud Barak.


Se uns centos de milheiros de eleitores, opostos à criação do Estado palestiniano, votam pela União Nacional, a qualidade derrotará à quantidade. Teremos mais homens e mulheres valentes na Knesset, para opôr-se à traição deste país.


Sim, ponde um homem ou uma mulher honestos na Knesset, e ele ou ela fazerão muito mais que 10 politicastros. Esta é uma ensinança judea, a inequívoca doutrina que nos tem permitido aos judeus resistir no mundo.



PAUL EIDELBERG


5 Shevat 5769 / 30 Janeiro 2009


Os parlamentários Aryeh Eldad (União Nacional) e Ahmed Tibi (Ra’am Ta’al) mantiveram um debate esta tarde na Universidade de Bar Ilan. O encontro estava originalmente agendado para a semana anterior, mas houvo de postergar-se já que o Ra’am Ta’al esteve envolvido na apelação à Corte Suprema sobre a decisão do Comitê Eleitoral Central de desqualificá-lo para concorrer às próximas eleições à Knesset.

Eldad dixo que o conflito entre Israel, a Autoridade Palestiniana e outros grupos árabes não gira sobre o território. “O nosso erro é acreditar que o conflito Israel/Palestina é territorial, e que se debuxamos uma linha entre judeus e árabes tudo estará solucionado. É um erro! O conflito é uma guerra religiosa e trata sobre a negativa a que o povo de Israel tenha direito a um Estado que abarque todo o seu território”, dixo à concurrência.

“Os árabes não são traidores do Estado de Israel”, acrescentou Eldad, “São o inimigo do Estado de Israel”. Os árabes de Israel que intentam socavar a natureza do nosso Estado deveriam ser transferidos a Jordânia, “onde, de facto, já se encontra a maioria dos palestinianos”, sinalou.

A solução ao conflito Israel/Palestina consiste em “rematar com a ocupação”, dixo Eldad. “Refiro-me, claro está, à ocupação árabe da Terra de Israel que se dou 1.300 anos atrás”, aclarou. “Grandes partes da Terra de Israel ainda estám baixo ocupação: Gaza, Hebron, o Monte do Templo, e outras”.

Pela sua banda, Tibi atacou aos residentes de Judea e Samaria. “Eles são o autêntico velenho, tratando de consolidar a ocupação”, acusou.

“Não ficará nem um só colono em Judea e Samaria”, vaticinou Tibi. “Serão expulsados ou objecto dum acordo diplomático com o Estado de Israel”.

Os residentes judeus de Judea e Samaria que desejem ficar nos seus fogares deverão obter a cidadania em “Palestina” uma vez que se crie esse Estado, dixo Tibi.

Eldad ridiculizou a proposta dizendo: “Um judeu não duraria nem cinco minutos antes de ser assassinado baixo um regime palestiniano, ao igual que sucedeu com os que apoiavam a Fatah baixo o governo de Hamas”.

MEUS GLORIOSOS IRMÃOS


Israel esteve em guerra outra vez. Novamente asistimos ao consenso sobre a necessidade desta guerra. Também presenciámos o vergonhoso fenómeno dalguns israelis identificando-se com os seus inimigos, e inclusso erguendo as suas bandeiras, com o consentimento da Corte Suprema e da polícia.

Vimos patriotas israelis que, com orgulho, suportam a cárrega e pagam o preço de conviver com o inimigo. Temos visto diafanamente o alto preço pagado pelos que vivem em Judea, Samaria e Gaza, entre os caídos. É impressionante e proporciona uma lição de humildade ao mesmo tempo, a forma em que as famílias dos caídos em serviço aceitam a sua dura perda como um preço a pagar pela honra de proteger e manter a seguridade de Israel.

Como colono de Ramat Aviv, no norte de Tel Aviv, descubro-me respeitosamente ante os meus gloriosos irmãos; esses que portam a bandeira da Terra de Israel e arriscam as suas vidas na batalha. Fica patente que uma educação sionista e nacional, combinada com o orgulho da nossa herdança, alimenta de valores e dedicação a toda a comunidade, e em muito maior medida que uma educação só baseada na necessidade individual.

Todos os que presenciaram o programa de TV “Politika”, o passado 6 de Janeiro, não puideram senão ficar atónitos ante as perguntas formuladas pelo presentador, Oded Shachar, insinuando a “morte” do sionismo. Doutra banda, também ficariam impressionados pelas resposta do Professor Ruth Gabizon, cujas opiniões pessoais não eram de “direitas”, mas sim de uma pessoa decididamente partidária do sionismo.

Na realidade israeli, é correcto classificar ao público entre sionistas e aqueles que despreçam o sionismo (agora denominados “post-sionistas”). A visão do sionismo é a autêntica resposta às fantasias retóricas dos de Paz Agora.

Muita gente sinte-se confundida pela divisão entre sionismo nacional e sionismo religioso. Alguém que se identifique como “nacional-religioso” imediatamente será enquadrado no campo nacional sionista. Mas não todos os que são nacional sionistas somos sionistas religiosos. O campo nacional sionista é muito mais amplo e não se limita só aos nacional-religiosos. Uma das distorsões mais comuns nos mass media israelis é a identificação criada entre “direita” e “religião”, e entre “colonos” e “religião”, como se não houver gente de direita ou colonos que não fossem religiosos.

Doutra banda, existe outro erro de conceito entre muita gente bem intencionada da comunidade nacional religiosa respeito os membros não-religiosos do denominado “Campo Laranja” –a crença de que não existe nenhum. A isto contribui o facto, inquestionável, de que o número de pessoas não-religiosas participantes nas manifestações do campo nacional sionista é pequeño. Mas quando essas manifestações giram arredor de um aspecto marcadamente religioso, e a linguagem dessas movilizações é religiosa –às vezes, inclusso, supondo a separação diferenciada entre manifestantes de ambos sexos- faz-se difícil para um sionista secular participar na mesma.

É neste contexto que fundámos o Partido Hatikva, para proporcionar um referente aos votantes seculares do campo laranja, mas não só para eles. Este partido tem a responsabilidade e a obriga de garantir que nenhum potencial votante do nacionalismo sionista fique sem o seu espaço. Figemos um chamamento para agrupar-nos numa lista nacional judea, mas sublinhando firmemente o princípio de que a formação resultante não deveria ser identificada como uma organização religiosa. Assim, nas vindeiras eleições a Ichud Leumi (União Nacional) apresenta-se como uma genuína unidade de religiosos e seculares.

Na guerra que está tendo lugar (para além do chamado alto o fogo do 18 de Janeiro) resulta óbvio que muitos dos erros da Guerra do Líbano de 2006 têm sido tomados em consideração. Isto é certo, quando menos, desde um ponto de vista estritamente militar, mas desde o ponto de vista político e da propaganda, semelha ser uma repetição da guerra de 2006. A mesma Ministra de AAEE, Tzipi Livni –membro de pleno direito no desastroso Governo daquela outra guerra, e arquitecto da misserável Ressolução 1701 da ONU- segue sem comprender os seus erros passados e tirar uma conclusão correcta deles. Empenha-se em seguir a mesma via encaminhada ao mesmo fim; nomeadamente, uma nova vitória regalada ao inimigo. No meio desta guerra, adicou-se a repetir a estupidez sobre a visão que ela tem de edificar dois Estados a partir do nosso ínfimo Estado de Israel.

É imoral afontar uma guerra deste modo, arriscar a vida dos soldados das IDF para, a fim de contas, deixar nas mãos da Autoridade Terrorista Palestiniana a Faixa de Gaza. Uma Hamas debilitada é preferível a um grupo terrorista mais forte controlado por Mahmoud Abbas.

Aquele que arrisca a sua vida para defender à gente do sul de Israel, numa guerra provocada pela expulsão dos judeus de Gush Katif, está levando à prática um sentimento de responsabilidade nacional sionista. Não o faz movido por que, umas semanas depois, a esquerda, dirigida por Livni, conduça a Israel a outra expulsão de judeus em Samaria e Judea. Isto é algo evidente para todos os simpatiçantes do sionismo nacional, sejam religiosos ou seculares.

O campo nacional sionista tem que encauzar novamente a Israel na senda do sionismo. Sem temor de nenhum tipo.


DR. RON BREIMAN*

25 Tevet 5769 / 21 Janeiro 2009


* O Dr. Ron Breiman foi portavoz de Professors for a Strong Israel e representa ao Partido Hatikva na lista à Knesset de União Nacional.






BEN-ARI FELICITA AO MERETZ


O Dr. Michael Ben-Ari, candidato de ERETZ ISRAEL SHELANU nas listas de União Nacional à Knesset, tem enviado uma carta de felicitação ao partido de extrema esquerda Meretz que lidera Chaim Oron. O motivo?, a decisão da Corte Suprema o passado mércores de anular a proibição do Comitê Eleitoral Central para que os dois partidos árabes que promovem a sedição contra o Estado de Israel se poidam apresentar às eleições do 10 de Fevereiro.

Os partidos Balad e Raam-Taal, foram excluídos, a iniciativa do próprio Ben-Ari e da formação Israel Beiteinu, pelas suas posições manifestamente contrárias ao Estado de Israel. A última hora -como já se passara nas eleições de 2003- a Corte Suprema botou abaixo a decisão do órgano eleitoral competente, argumentando que "a democracia exige que os partidos podam exprimir os seus ideais" [critério que não foi seguido no seu dia quando decidiram ilegalizar o Kach e o movimento Kahane Chai, pelo simples "delito" de apoiar o razoável tránsfer da população árabe do Estado judeu de Israel aos países que lhes são próprios].

Ben-Ari, porém, advirte ao dirigente do Meretz, Chaim Oron -que tras a inicial proibição das duas listas árabes enseguida interpugera recurso ante o "primo de Zumosol"- que União Nacional seguirá combatendo a arbitrária maneira de proceder do sistema judicial. Na carta diz:


"O proceder da Corte Suprema demonstra, uma vez mais, o longo alcanço dos amigos do Meretz, que são quem realmente manejam os fios do poder no Estado de Israel. A decisão da Corte Suprema, alinhando-se claramente com os inimigos de Israel, é uma vitória decisiva para os ideais do Meretz, e contra a maioria judea do Estado de Israel".

"A Corte Suprema tem vaziado de conteúdo a cláusula 7ª da Lei Eleitoral, que estabelece que aqueles que ameazem a existência do Estado deverão ser desqualificados. A Corte tem feito um corte de mangas à decisão quase unânime da maioria judea (excepção feita do Meretz) no Comitê Eleitoral Central".

"Em vez de um Bishara [Azmi Bishara, antigo membro da Knesset e dirigente do Balal, que fogira a um país árabe no transcurso da investigação que se seguia contra ele pelos cargos de ter ajudado a Hezbolá] teremos dez Bisharas, que ajudarão ao inimigo a apontar os seus mísseis ao coração das nossas cidades e das nossas famílias, amparados no seu status e imunidade parlamentar".

"Dado que tem um braço tão longo e forte na Corte Suprema, para que necessita você concorrer às eleições da Knesset? Para que necessita gastar dinheiro, sudor e esforços, sabendo de antemão que a nação rechaça a você?. Envez disso, por que não se limita você a declarar: 'Nós somos os que verdadeiramente dirigimos este país -atravês da perseguição do Estado e da Corte Suprema. Deixemos que os rapzes da Knesset joguem, mas se atentam contra os nossos desejos, ensinaremos-lhes que é aqui o chefe'".

"Tem ficado de manifesto que o Ministro de Justiça Daniel Friedmann estava no certo na sua luta contra o activismo judicial, contra o nomeamento de novos juízes baseado nas suas posições manifestamente favoráveis à extrema esquerda, e na sua exigência de que as decisões da Corte Suprema fossem supervisadas. Certo, o Ministro Friedmann não será o próximo Ministro de Justiça, mas eu prometo a você que isso não significará o fim dos seus quebradeiros de cabeça: tenho-me feito a promesa de continuar o labor de Friedmann na próxima Knesset".

Quando Uri Bank foi chamado há umas horas para o millu’im (incorporação a filas dos reservistas) acudiu de imediato. Igual que tantos centos. Daquela, que é o que tem de particular, perguntaredes.

Pois o que se passa é que Uri Bank é candidato à próxima Knesset na lista de União Nacional, onde concorre no posto nº 5 em representação do Partido Moledet.

Nascido em Detroit, e criado em Chicago, Uri fixo aliya com a sua família aos 12 anos. Anos depois, quando os seus pais regressaram aos EEUU, Uri optou por ficar e servir nas IDF. De 40 anos de idade, vive em Neveh Daniel (Gush Etzion) com a sua dona e três filhos.

É o único candidato anglosaxão que concorre às eleições com possibilidades reais de sair eligido. Bank figura como primeiro representante de Moledet na candidatura unitária do campo nacional tras a retirada do seu dirigente Benny Elon. Bank fora de número 10 nas anteriores eleições, nas que a candidatura de União Nacional obtivera 9 escanos.

Dacordo com um pacto alcançado entre as quatro formações que integram União Nacional (Hatikva, Tkuma, ERETZ ISRAEL SHELANU e Moledet), se obtêm 4 escanos e entram no Governo, o Ministro deixaria a Knesset cedendo o seu sítio a Uri Bank. De igual modo, se não entrassem no Governo, ficando na oposição, e obtivessem menos de 5 representantes, Bank seria o manager geral na Knesset.

Poderia ter-se acolhido ao facto de achar-se em campanha. As eleições estám a um mes vista e o tempo é oiro; mas em vez de amanhar algo, cumpriu raudo com a sua obriga, acudindo a servir junto os milheiros de reservistas que têm sido chamados a filas. “É o meu dever”, dixo esqüetamente.

Agora, mentres as IDF tratam de rematar com o bombardeio permanente de mísseis procedentes de Gaza, Uri Bank, uma vez mais, demonstra que é fiel aos seus princípios.

ENTREVISTA COM KETZALEH




Reproducimos a continuação a entrevista que a publicação “B’Sheva News Magazine” realizou ao cabeça de lista de UNIÃO NACIONAL (HAIJUD HALEHUMÍ), Yaakov Katz, mais conhecido por “Ketzaleh”. UNIÃO NACIONAL é a candidatura unitária do campo nacional israeli contrário às concessões territoriais, integrada pela antiga HaIjud HaLehumí, a Fronte Nacional Judea/ERETZ ISRAEL SHELANU, e os partidos Moledet, Tekuma e HaTikva.






Antes, e ao longo da conversa, Ketzaleh fixo especial ênfase em que o seu trabalho sustenta-se na sua absoluta confiança na sabiduria dos estudosos da Torá. Descreve o caminho que tem percorrido desde a Yeshiva de Merkaz HaRav até a Yeshiva de Beit El, sob a guia do maior estudoso do Rabino Tzvi Yehuda Kook, Rabbi Zalman Melamed. Ketzaleh fala da sua profunda relação com o antigo Rabino em Chefe sefardita do Estado de Israel, Mordechai Eliyahu, o Rabino em Chefe de Hebron Dov Lior e o Rabbi Chaim Shteiner. A coaligação que encabeça tem aceitado que os Rabinos sejam os seus guias, uma política que Ketzaleh acredita ser a única válida para trunfar.



B’Sheva: Que foi o que te levou a aceitar ser cabeça de cartaz com UNIÃO NACIONAL?

Ketzaleh: A decisão foi ressultado da insistência de importantes figuras rabínicas, sobretudo de entre elas, o Rabino Mordechai Eliyahu, através do seu filho o Rabino Shmuel Eliyahu. Quando visitei ao Rabbi Eliyahu, ele citou as palavras do anxo a Gideon no Livro dos Juízes: “Vai adiante com a força que tens e salvarás ao Povo de Israel”. As suas palavras acompanham-se a cada instante. Para além disso, esteve o meu mentos, o Rabbi Zalman Melamed, a quem tenho estado muito vinculado durante anos. O Rabbi Dov Lior, o Rabbi Yaakov Yosef (filho do líder do Partido Shas, o Rabbi Ovadia Yosef) e outras figuras destacadas não-observantes como o Dr. Arye Eldad e outros, convenceram-me, percebendo que o tema da Terra de Israel tinha sido deixado de lado no falhido intento de unidade dos partidos que iam integrar Fogar Judeu.

Eu não sou o típico político. No meu trabalho ao longo dos anos, tinha ue estar ao tanto dos assuntos políticos, mas não tomava parte activa neles. Fum conselheiro muito próximo a Arik Sharon durante a sua etapa boa, desenvolvendo inclusso labores de conselheiro pessoal no seu Ministério de Vivenda (1990-1992). O racho de Arik Sharon chegou ser a minha segunda casa.

Tenho, porém, estado sempre vinculado à política e ao serviço público através de diversas vias. Fundei a rede de comunicação “Arutz Sheva” que, embora trata a política não é uma empresa política, e que aborda em profundidade temas da Torá, para além doutros políticos, militares e gerais. Mas nunca ocupei um cárrego formalmente político nem tivera aspirações a fazê-lo. Sem embargo, chegado este momento todos os partidos políticos que promovem a questão da Terra de Israel decidiram unir-se sempre e quando eu asumisse a direcção, e acabaram convencendo-me de ouvir os sinais de SOS que me enviavam.

A Terra de Israel tem sido uma moeda de câmbio nas mão de políticos que não levam a nossa Terra nos seus corações. Decidim-me a aceitar o reto a fik de poder representar às gentes que amam a Terra de Israel e contemplam como está sendo entregada troço a troço. Alegro-me de ter aceitado, sobretudo agora que podemos ver como estamos todos a trabalhar juntos por uma causa idealista. O nosso objectivo inicial é lograr uma posição de força com um mínimo de dez mandatos na Knesset. A fim de contas, nas passadas eleições a velha lista de União Nacional/Partido Nacional Religioso lograra nove escanos. Esperamos aranhar votos do Likud tras a sua decisão de deixar de ser um partido leal à Terra de Israel, despraçando a Moshe Feiglin ao posto 36, assim como de outros partidos cujos dirigentes têm medo de defender a integridade territorial de Israel, como o de Avigdor Lieberman [Israel Beitenu] e outros. Espero que baixo a minha dirigência –apoiado totalmente nos Sábios da Torá- trunfaremos na consecução de um renovado, unido e idealista bloco.

B'Sheva: Na sua primeira conferência de imprensa, falou de ser um partido para a Terra de Israel. Que nos diz da Torá e do Povo de Israel?

Ketzaleh: Durante anos, os mass media israelis têm silenciado o conceito “Terra de Israel”. Se alguém faz menção ao seu amor pela Terra de Israel, fazem-nos ver que não está “in”. Esse é o motivo pelo que fazemos intencionadamente ênfase e situamos esse conceito à fronte da nossa plataforma; mas sem dúvida que também temos muito interesse nos temas de educação e de Torá. Todos, incluíndo os candidatos seculares, na nossa lista eleitoral, sabemos que o Libro de Livros é a base da nossa razão de ser. Qualquer que tenha visto a Uri Ariel [candidato nº 2] em acção sabe que fazemos grandes esforços em promover os temas educativos, de benestar e éticos, ao igual que o fazem Agudah e o Shas.

Mas nós somos os únicos que combatimos pela Terra de Israel, mentres os outros tacitamente têm renunciado a fazê-lo. Shas fala de Jerusalém, porque já têm renunciado às regiões de Samaria e Judea. O partido Agudah era sócio de Governo durante a catástrofe da “Desconexão” que supujo a chegada dos missis sobre o sul do país. A gente sabe que nós somos de fiar neste tema, que nunca lhes diremos ao dia seguinte das eleições que “o que se ve desde aí não se ve desde aquí” [a excusa de Ariel Sharon para emprender acções diametralmente opostas às promesas de campanha].

B'Sheva: Como defenderás a causa da Terra de Israel na Knesset?

Ketzaleh: Quando era asistente de Sharon no Ministério de Vivenda, construímos assentamentos valorados em 3.000 milhões de dólares, incluíndo 60.000 unidades de vivenda em Jerusalém, Judea, Samaria e os Altos do Golan. Ajudamos a todas as instituições vinculadas à Torá, incluíndo o seitor haredi ultraortodoxo. Temos muita perícia neste campo, e seguiremos intentando desenvolvê-la na próxima Knesset.

B'Sheva: A gente percibe ao Partido Nacional Religioso (PNR) como o partido que vela por que haja fundos para a educação religiosa. Fará outro tanto a União Nacional sob o teu liderádego?

Ketzaleh: Os membros na anterior Knesset de União Nacional, Tzivi Hendel e Uri Ariel, estiveram entre os que mais exitosamente trabalharam para obter orçamentos adicados à educação religiosa. Não pretende dizer que Orlev e Slomiansky (do PNR) não trabalhassem duro, mas não mais do que o figeram Uri e Tzvi, nem mais que Chanan Porat e o Rabbi Yitzhak Levy durante os seus períodos na Knesset. Os dirigentes das instituições educativas lembram-se minha dos dias no Ministério de Vivenda e sabem da nossa capazidade nesses temas. Eu acredito que a Terra de Israel florecerá e que a educação florecerá com ela.


B'Sheva: Se Netanyahu é chamado a formar uma coaligação governamental, é provável que o faça com Kadima e os Laboristas. Teme que os deixe fóra a vocês?

Ketzaleh: Poderia suceder. Eu não acredito para nada em Netanyahu, mas à hora de formar uma coaligação um não tem porque formar parte dum grande partido, senão apenas um mais que poda formar um Governo com o bloco mais numeroso. Quantos mais votos consiga União Nacional, tanto mais dificil será para o Governo funcionar sem contar com nós. Esse é o motivo pelo que devemos ser um factor central nesse bloco, que não poda ser ignorado. Eu não tenho aceitado entrar em campanha para obter 5 ou 6 mandatos, já que penso que se nas passadas eleições logramos 9 assentos, nestas podemos obter mais de 10.

B'Sheva: Só tens por diante 40 dias de campanha. Não é demassiado pouco tempo para lograr um éxito eleitoral?

Ketzaleh: Às vezes um curto espaço de tempo é algo positivo. Alguma gente tem alcançado revoluções assombrosas num pequeno espaço de tempo coincidindo com um acordar das massas. Recibo centenares de chamadas telefónicas a todas horas de gente religiosa e não-religiosa que dizem: Ketzaleh, tens devolvido o sorriso ao nosso rosto. Tens-nos dado uma esperança, sentimos que já temos alguém a quem apoiar.
Os meus amigos da minha antiga unidade militar chamaram-me. O Brigadier General Patzi (Amatsia Chen), um kibbutznik não-observante de Huldah, chamou para dizer-me: habitualmente não acudo a votar, mas quando escuitei que Ketzaleh se apresentava dixem “Votarei por ele!. Todos os Comandos Shaked votarão Ketzaleh”. Não podes nem imaginar a alegria nos assentamentos, a de chamadas que temos recbido, tudo porque temos sido capazes de romper com o dobre discurso e levantado a bandeira da Terra de Israel, e porque não temos medo dos mass media e não nos doblegamos ao seu antolho.

Há um grande acordar, e milheiros sairão a ajudar-nos e a trabalhar conosco, mas primeiro devemos convencer-nos de que podemos ganhar e trair uma nova mensagem ao nosso povo. A organização, seriedade e sacrifício do nosso grupo, que trabalha sem apenas meios dia e noite é evidente aos olhos de qualquer; doutra maneira estaríamos entregando a Terra de Israel, coisa que Deus proibe.

B'Sheva: De que parte da população agardades receber apoio?

Ketzaleh: Pretendemos ser uma formação nodal, e agardamos que estas elições sejam a base para uma possivel carreira à candidatura de Primeiro Ministro a próxima vez, se somos o suficientemente fortes. Por que temos que conformar-nos sempre com o quinto posto? Por que não haveríamos de ter um Primeiro Ministro observante?

Não me cabe dúvida de que um grande segmento da população secular nos vê como uma formação na que se podem sentir em casa. Temos dois candidatos seculares na nossa lista, o Brigadier General Dr. Arye Eldad, de Kfar Adumim, e o Professor Ron Breiman, de Ramat Aviv, antigo dirigente de Professores para um Israel mais Forte.

B'Sheva: Alguma gente religiosa pode achar problemático votar por uma lista com candidatos não-observantes na sua lista.

Ketzaleh: Qualquer judeu que viva na Terra de Israel e deseje sacrificar-se por esta terra está contribuíndo ao Povo de Israel. Porém, tanto Ron como Arye proclamaram que “a Terra de Israel pertence ao Povo de Israel dacordo com a Torá de Israel”, e têm-se comprometido a aceitar a disciplina de partido respeito as decisões da Torá.

Os judeus somos filhos de um mesmo pai e quando nos enfrontamos a situações que supõem uma ameaça ao longo da vida, esquecemos outras diferências. Sem a Terra de Israel, os judeus voltariam à Diáspora. Eu faço um chamamento ao eleitorado não-observante a unir-se a nós e salvar a Terra de Israel.

B'Sheva: O facto de que constituades uma lista separada não supõe que se desperdiciem muitos votos da direita religosa?

Ketzaleh: Justamente ao revês. Depois de tudo, existem votantes do PNR e outros que sentem temor ante as posições de Ketzaleh respeito à Terra de Israel e à educação. Eles podem votar a Fogar Judeu. Eu, de facto, sempre animo àqueles que estám inseguros em se votar a Kadima e ao Partido Laborista a que votem a Fogar Judeu para que tenham o número de votos mínimo necessário para acceder à Knesset e que os seus votos não vaiam à basura.

B'Sheva: Tedes um acordo para pôr em comum os votos sobrantes com Fogar Judeu?

Ketzaleh: Tenho-me dirigido a Zevulun Orlev (de Fogar Judeu) para tratar disso, e ele imediatamente tem aceitado um pacto desse tipo.
B'Sheva: O Dr. Michael Ben-Ari figura na vossa candidatura com o nº 4, representando à formação de Baruch Marzel e o Rabbi Wolpe [ERETZ ISRAEL SHELANU]. Não é um seguidor do Rabbi Meir Kahane? Não tendes medo de que se vos etiquete como extremistas?

Ketzaleh: Se lês os mass media israelis, observarás que para eles a totalidade da população religiosa e sionista pertence à extrema direita. Se alguém no Likud diz algo com o que não concordam, é tachado também de extremista de direita. Para eles só os terroristas e os manifestantes de esquerdas são “activistas” e não extremistas.
Nós decidimos que a unidade era o objectivo central à hora de constituir a nossa formação, o qual significa que qualquer pessoa que se una a nós tem que ceder um pouco plo bem da Terra de Israel.
Eu contemplo esta união de forças como um logro muito significativo. O Dr. Ben-Ari vive na cidade de Samaria de Karnei Shomron, dá aulas na Universoidade de Bar Ilan, tem uma família numerosa e não tem porque fazer apologia de ninguém. Ele tem direito às suas íntimas crenças respeito o sistema democrático. O facto de que ele module as suas opiniões em aras da unidade é uma lição para todos nós. Temos logrado a unidade e essa é a questão principal.

B'Sheva: Que opina da demanda de aumentar o subsídio por filhos?

Ketzaleh: O Estado de Israel debe encontrar vias para incrementar a taxa de nascimento entre os judeus aquí e no mundo inteiro. As famílias que têm a benção d ter muitos filhos devem contar com o dinheiro suficiente para sacar adiante aos filhos adequadamente, mas devemos encontrar a fórmula para que só aqueles que são judeus ou pro-israelis recebam este estipêndio. Formar famílias numerosas deveria ser uma prioridade para o Estado judeu na medida em que nos proporciona força para vencer.

B'Sheva: Se estivesse agora no Governo, que recomendaria fazer respeito a Gaza?

Ketzaleh: A questão é quais são os nossos objectivos, porque os objectivos são os que determinam os métodos. O Governo anunciou que não está intentando acabar com os missis, senão tão só reduzir a sua freqüência, e intentar lograr um acordo com a parte contrária. Eu diria aos oficiais das IDF: antetudo, quero remover este cancro desde a sua raíz, porque do contrário, se extenderá. Como? Existem várias vias, uma das quais é anunciar que a partir de amanhã rematará o subministro de água e electricidade se cai um só missil mais. Do contrário, marcharão e a vida seguirá sendo insuportável. Não queremos ter que bombardeá.los. Podemos inclusso decidir devastar toda a área, mas primeiro devemos aclarar qual é o nosso objectivo, e o Estado de Israel nuna tem manifestado que o seu objectivo seja acabar com os missis.

B'Sheva: Exigirias a reconstrucção de Gush Katif?

Ketzaleh: Sem dúvida. Antes ou depois o Estado de Israel deverá regressar, porque os ataques serão cada vez mais frequentes. Eventualmente, a vida poderia ficar paralisada até em Tel Aviv. Estamos forçados a ter soldados em Gaza seja como for, e de igual modo que regressamos a Gush Etzion e a Hebron, regressaremos a cada sítio que umos obrigados a abandoar. Todo depende, porém, da nossa força no próximo Governo.

B'Sheva: Que tes que dizer aos que apoiam a Terra de Israel e acreditam que votando Likud fortalecem o campo da direita?

Ketzaleh: Cumpre mirar os primeiros postos da lista, não aos que estám muito abaixo, porque estes apenas terám possibilidades. Conhecemos bem aos dirigentes do Likud, temos experiência com eles, e sabemos como reagem ante a pressão e as dificuldades. Os candidatos da Terra de Israel na lista do Likud tipo Feiglin –e tal como Arden e Saar sairão eligidos os votem ou não- têm escasas possibilidades de sair, na medida em que têm sido colocados ao fundo da lista por Bibi Netanyahu.
Porém, a nossa lista inclui gentes tremendas como Avi Roth e Betzalel Smutrich, o Dr. Breiman e Lior Calfa, que só entrarão na Knesset se recebem o vosso voto. Um escano mais ou menos não importa no Likud, mas é cruzial para nós e pode cambiar completamente a constelação do Governo.

B'Sheva: Que Ministérios te gostariam se estivessedes no Governo?

Ketzaleh: Naturalmente, quereríamos Vivenda e Educação, e outros que afectem directamente à vida dos cidadãos. Se temos um grande crescimento, podemos intentar aptar algum Ministério importante.

B'Sheva: Netanyahu agarda negociar com Abu Mazen, provavelmente inclusso os Altos do Golan. Não faz isso que duvidedes à hora de querer uma coaligação com eles?

Ketzaleh: O pragmatismo de Bibi é igual para judeus como para árabes. Sabe o que quere a outra parte. Existem formas de asinar acordos de coaligação tratando dos grandes assuntos, e não dos secundários. Poderemos achar uma forma de manter os temas cruziais uma vez na mesa de negociação.

B'Sheva: Imagina que estás no Governo e a Corte Suprema manda desmantelar um assentamento. Que fazerias?

Ketzaleh: A Corte já tem feito isso, mas o Primeiro Ministro Olmert achou vias para não fazer efectivas essas ordes. Um Governo forte pode aturar à Corte doutras formas, por exemplo, pode legalizar os assentamentos, sorteando assim à Corte. A Corte pode dar direcções a seguir, mas quando Barak e Olmert não quigeram seguir os seus postulados acharam maneiras de evitar a acção.


Ao final da entrevista, Ketzaleh faz um último chamamento à gente: “Estamos diante dum projecto dificil. Sempre que dirigim à gente no passado e exclamei, “Ajudade-me!” –tanto na minha Unidade de Comandos, como no movimento colono de Gush Emunim, como em Arutz Sheva- fomos capazes de alcançar os nossos objectivos. Assim que, uma vez mais, pido-vos: Ajudade-me a salvar a Terra de Israel!”.

ENTREVISTA COM MICHAEL BEN-ARI

O Dr. Michael Ben-Ari é o nº 4 na lista para as eleições à próxima Knesset de União Nacional/ERETZ ISRAEL SHELANU. Ben-Ari é militante da Fronte Nacional Judea, uma das forças integrantes desta plataforma eleitoral que agrupa às forças leais à Terra de Israel.



“RABBI DOV WOLPE PASSARÁ À HISTÓRIA COMO A PESSOA QUE LOGROU UNIR A TODOS OS PARTIDOS LEAIS À INTEGRIDADE DO TERRITÓRIO DE ISRAEL”



O Dr. Michael Ben Ari foi entrevistado pela “Eretz Israel Shelanu Magazine”. O Dr. Ben Ari, residente de Karnei Shomron e prominente professor, é quiçá o maior experto no Monte do Templo [Har HaBayit].


Que opina do facto de ressultar eligido para representar a ERETZ ISRAEL SHELANU na candidatura de unidade de União Nacional?

Esta unidade auspiciada pelo Rabbi Dov Wolpe vai trocar a image da política israeli, na

medida em que ele e Baruch Marzel têm propiciado a unificação do campo nacional. Estamos falando da coincidência de todos os integrantes da coaligação em pontos como: não haverá compromissos que comprometam a integridade de Eretz Israel, nem conversas sobre cessões territoriais, nem, por suposto, negociações em tal sentido. Os únicos acordos passarão pelo facto de que Eretz Israel na sua totalidade pertence ao povo judeu, incluíndo as partes que nos têm sido arrebatadas. Este partido de Eretz Israel tem-se criado para erguer bem alto a bandeira de Eretz Israel, que tem sido deixada a meia asta pelo partido Fogar Judeu.


Por que accedistedes em ERETZ ISRAEL SHELANU à união?

Acreditamos que conjuntar as nossas forças era um imperativo a fim de levar a bom termo os assuntos capitais de Eretz Israel. Gostaria-me deixar algo bem claro aos nossos leitores: há duas pessoas admiráveis que são merecedoras de menção –e há poucas figuras públicas que tenham feito o que eles vêm de fazer. Uma é o Rabbi Dov Wolpe, pessoa absolutamente desinteressada quando de assuntos de Eretz Israel se trata, e a outra é Baruch Marzel; ambos têm levado a bom termo esta unidade do espectro nacional sem perder de vista os nossos objectivos.
Marzel e o Rabbi Wolpo têm-me encomendado esta missão, e só agardo ser merecedor da sua confiança. Wolpe e Marzel têm demonstrado uma grande nobleza na sua renûncia em aras da unidade –quando poderiam ter concorrido pela sua bada à Knesset, e provavelmente logrado representação- mas o objectivo superior de salvar a honra de Eretz Israel, tras ter sido vejada pela dirigência de Fogar Judeus (PNR), fixo que renunciaram em favor da unidade. Nenhum outro político teria agido assim.

Que agarda lograr como representante de ERETZ ISRAEL SHELANU na Knesset?

Lutarei contra todos aqueles que mancilham a identidade judea, que ponhem em dúvida os nossos direitos a esta Terra e a nossa relação com a Torá. Outra matéria importante será a luta com o tendencioso sistema judicial. Já é chegado o momento de que haja eleições democráticas para configurar a Corte Suprema, que tem perdido a sua integridade e imparcialidade, para além do seu enfrontmento total com os princípios da Torá. Esses serão os meus princípios rectores


Qual é a sua mensagem para os judeus jasídicos?

Eu vejo-me como um agente do Jabad. Prometo levar as palavras do Rebbe à Knesset –de forma que a Torá do Rebbe e as suas ideias sejam escuitadas em todas partes. As palavras do Rebbe são sagradas para nós. Eretz Israel é nossa e não entregaremos nem uma minúscula parcela de território. Está proibido ser cúmplize num Governo que negocie qualquer concessão territorial. Estou orgulhoso de que o Rabbi Dov Wolpe tenha confiado em mim, e fazerei-no o melhor que possa para que o Rebbe bendiga a minha actuação na Knesset.

Qual é a sua opinião do Partido Fogar Judeu (PNR)?

São um cônclave de gente que trataram de enganar aos seus votantes e potenciais representados. A verdade ficou ao descoberto, e trataram de arrinconar a todos os que não estavam ligados ao velho Mafdal, sendo inclusso desleais com dúzias de milheiros de votantes através da Internet cujos desejos foram desatendidos. Estavam chamados a ter certa influência, mas ao final Orlev levou a água ao seu rego e segue levando-a. O meu amigo Uri Ariel agiu com valentia renunciando a ir nas suas listas, e tem sido um cavaleiro ao ceder a Katzaleh a cabeza da nossa candidatura. Tem demonstrado ser uma pessoa de princípios sólidos e excelente rendimento.

9 Tevet 5769 / 5 Janeiro 2009


Os principais dirigentes da plataforma eleitoral ERETZ ISRAEL SHELANU celebraram esta manhã uma rolda de imprensa, onde exprimiram o seu optimismo em conseguir, quando menos, 10 assentos na próxima Knesset.

A conferência de imprensa, celebrada na própria Knesset, reuniu aos dirigentes das distintas formações que integram a lista eleitoral: o portavoz da coaligação eleitoral, Yaakov Ketzaleh Katz, de Beit El,, o membro da Knesset Uri Ariel, de Tekuma (União Nacional) em segundo lugar, o também membro da Knesset, o Dr. Aryeh Eldad, de HaTikva, o Dr. Michael Ben-Ari da Fronte Nacional Judea, e, em quinto lugar, Uri Bank, dirigente do Moledet.

Ketzaleh
Coordinando o acto esteve o profissor e jornalista televissivo Avi Rath, Em primeiro lugar apresentou a Ketzaleh, que explicou com o seu habitual entusiasmo os principais objectivos da nova plataforma: “Ergeuremos a bandeira de Eretz Yisrael, que tem sido mancilhada nos últimos anos. “Já podemos sentir no ar a emoção pelo facto de que tenha surgido esta unidade nacional. Confiamos em que, junto com a nossa mocidade –a mais maravilhosa do país- agruparemos centos, milheiros, dúzias de milheiros depois, de apoios para a nossa justa causa”.

Ketzaleh dixo que as próximas semanas de campanha serão para ele “como uma longa parêntese no período dum reservista –condição da que nunca cheguei a goçar porque fum gravemente ferido [estando próximo à morte, e passando vários meses hospitalizado] durante a Guerra do Yom Kippur- e durante a qual proclamaremos sem cesar: Sigue-nos pela Terra de Israel!”.

Ketzaleh agradeceu, assimesmo, a Baruch Marzel que cedesse o seu posto na candidatura a um companheiro mais jovem da Fronte Nacional Judea, o Dr. Ben-Ari, que passa a ocupar o seu lugar.

MK Ariel
MK Uri Ariel, cuja renúncia à candidatura de Fogar Judeu (PNR) foi a espoleta que desencadeou a convergência com as outras formações em EYS, falou acto seguido. Ariel afirmou que a actual guerra que se está desenvolvendo em Gaza “poderia ter-se evitado. Tem-se produzido tão só devido à expulsão que sofremos de Gush Katif…Tudo o que vaticinámos a partir daquele nefasto episódio tem-se cumprido ponto por ponto. Hoje, de igual modo, o Governo está fracassando no agir com as revoltas árabes que se estám produzindo em Um el-Fahm e por doquier. Afortunadamente, nós formaremos parte do próximo Governo para assegurar-nos de que este tipo de gravíssimos erros não se volvam repetir”.

Ariel fixo ênfase no facto de que o campo religioso-sionista concorra com duas listas –Fogar Judeu e ERETZ ISRAEL SHELANU-, referindo-se a isso como uma benção. Assegurou que em ambas formações há pessoas que não aprovariam uma convergência entre ambas forças, assim que acudindo por separado às urnas não se perderão centos de votos. “Agardamos conseguir um acordo respeito os votos sobrantes com Fogar Judeu, de modo que podamos sumar mais votos e perder relativamente poucos”.

As duas formações –EYS e Fogar Judeu- vêm de assinar um pacto dirigido a que se alguma delas recebe votos de sobra para um assento na Kneset e são necessários para que a outra consiga outro escano, cedê-los para que a formação menos favorecida nesse caso consiga um assento suplementário.

MK Eldad
MK Aryeh Eldad destacou que ele representa o seitor não-religioso de votantes que amam a Terra de Israel: “Por alguma razão, existe uma anomalia em Israel consistente em que se alguém menciona “Eretz Yisrael”, a gente pensa que es um profissor de geografia ou um religioso. Isto não aconteceria em nenhum outro país. Os italianos que amam a sua terra não necessitam ser religiosos, e o mesmo sucede nos EEUU. Eu pertenço a esses que acreditam no lema de “a Terra de Israel pra a Nação de Israel dacordo com a Torá de Israel”. Esta é a divisa que Gandhi [o último Rehavam Ze’evi] acunhou nas tarjetas de membro do seu movimento Moledet, qu eu aderim muitos anos atrás, e é certo inclusso para aqueles que não usam uma kipá…Esta plataforma será a voz da Terra de Israel, portanto de Judea, Samaria, o Golan e de Acco e todas as cidades onde se misturam árabes e judeus”.

Ben-Ari
O
Dr. Michael Ben-Ari representa à Fronte de Marzel e o Rabino Wolpe, considerada a facção mais extrema da nova agrupação. Ben-Ari dixo que a sua presença na lista, no nome de Baruch Marzel e Wolpe, tem demonstrado em poucas horas ser todo um bandeirim de enganche para muitos votantes ao longo e ancho do país que, de outra maneira, não teriam votado a ninguém. “Tenho recebido muitíssimas chamadas não só de felizitação pessoal”, dixo, “senão com absoluta entrega a ajudar como seja na campanha. Havia seitores inteiros de população que sentiam que não estavam representados na Knesset, mas este mosaico que vimos de configurar supõe uma solução para eles”.

Perguntado pelos seus pontos de vista sobre o Rabbi Meir Kahane, Ben-Ari dixo “Sou um leal estudoso do Rabbi Meir Kahane, fum co-fundador da sua Yeshiva da Ideia Judea, junto com o seu filho o Rabbi Binyamin Kahane, e nunca tenho negado que sou o seu discípulo”.


O moderator Avi Rath sinalou, neste momento, que Israel tem cambiado, e que já não têm demassiado sentido etiquetas como “direita”, “esquerda”, “centrista”, “kahanista”, etc. Também acrescentou que a ênfase da plataforma no conceito “Eretz Yisrael” não significa deixar de lado a consecução de importantes objectivos nacionais no campo social ou da educação.

Bank
Uri Bank, nº 5 da lista, teve umas palavras de lembrança para os seus predecesores no cárrego no Moledet, Ze’evi e o Rabino Benny Elon, e lembrou aos assistentes que a União Nacional produzira anos atrás um filme chamado “Coitelo no coração” que predizia, dixo, “com absoluta precisão tudo o que haveria de se passar depois da entrega de Gush Katif. O público de Israel está hoje em dia mais receptivo a escuitar este tipo de discurso, e agardamos que recebiremos um forte mandato para que estes pontos de vista sejam mais conhecidos”.

Nos postos que vam do 6 ao 10 na lista de ERETZ ISRAEL SHELANU figuram: Alon Davidi, dirigente do Centro para a Seguridade de Sderot e antigo director nessa localidade da Yeshiva Hesder; Avi Rath; o professor Ron Breiman, de Professor for a Strong Israel; Betzalel Smutrich do Movimento para Preservar o Território Nacional; e Lior Kalfa, do Comitê de Residentes de Gush Katif.



2 Tevet 5769 / 29 Dezembro 2008