Israel é acusada de administrar “territórios ocupados” e de ser uma potença “colonial”.
Poderia aceitar o de “territórios desputados” –e, certamente, não mediante o colonialismo.
Mas “territórios oprimidos”?!
Esses onde estám?
Em Espanha. Velaí.
ETA, o grupo separatista basco, vem de ameaçar com atacar aos turistas britânicos e proprietários de segundas residências no País Basco francês, por “destruír a cultura e tradições” da região.
Numa entrevista com “Gara”, um jornal simpatizante da causa separatista, dois etarras emascarados disseram que isso formava parte dum processo de colonização que estava erradicando o modo de vida tradicional basco [sic] e o seu idioma.
Um alto mando da ETA, que utiliza o alcume de “Gaeuko”, dixo: “Se as coisas não câmbiam, estes territórios oprimidos converterão-se em zonas de lecer para os ingleses, parisinos e a gente de Burdeos”.
Vaia. Esse é, pois, o significado do termo “assentamentos ilegais”.
P.S.: Existe um West Bank em Espanha?
YISRAEL MEDAD
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Quando Alyssa Stanton se converta oficialmente em Rabina o mes que vem, estará entrando na História. Alysa Stanton, de 45 anos de idade, converterá-se na primeira mulher afro-americana em ser ordeada Rabina.
Será, sim, a primeira mulher afro-americana ordeada como Rabina e a primeira Rabina afro-americana em dirigir uma congregação de maioria branca, segundo o Hebrew Union College-Jewish Institute of Religion.
Stanton será ordeada o 6 de Junho em Cincinnati (Ohio), onde recebeu o grau de mestra do HUC-JIR, que é a escola rabínica do Movimento Reformista. Depois, em Agosto, começará o seu novo trabalho na Congregação Bayt Shalom de Greenville (Carolina do Norte) –durante muito tempo uma sinagoga conservadora e, agora, afiliada simultaneamente aos movimentos reformista e conservador.
Alyssa Stanton dixo: “Estou feliz de ser a presença visual da diversidade [sic] que representa o Judaísmo”.
YISRAEL MEDAD
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ASSIM QUE EXISTE SOLUÇÃO MILITAR AO PROBLEMA DO TERRORISMO…
0 comentarios Publicado por SIMON BAR KOCHBA en 11:55 a.m.Os Tigres Tamil admitiram a sua derrota no dia de ontem, tras de um quarto de século de feroz combate a prol dum fogar nacional separado, depois de que as forças governamentais lograram submeter os últimos redutos de resistência rebelde na zona do norte do país.
“Esta batalha tem chegdo ao seu amargo final”, dixo [o líder rebelde Velupillai] Pathmanathan num comunicado enviado por e-mail a Associated Press. “É o nosso povo o que está sendo dezmado agora pelas bombas, morteiros, enfermidade e fome. Não podemos consentir que continue o derramamento de sangue. Esta é a nossa última oportunidade –rematar com a última débil escusa para que o inimigo siga matando ao nosso povo. Temos decidido fazer calar as armas”.
O corpulento e bigotudo Prabhakaran dirigiu os Tigres Tamil durante mais de três décadas, transformando este movimento de ser uma banda de rateiros numa temível guerrilha.
Menos mal que tinham acceso a e-mail.
YISRAEL MEDAD
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Uma conferência de prensa o passado martes apresentou uma iniciativa de protesta contra o que se qualificou como “limpeza étnica” dos palestinianos de Jerusalém Leste e “violação das leis internacionais”.
“O Governo israeli está levando a cabo uma limpeza étnica do povo palestiniano no Leste de Jerusalém”, dixo Mairead Maguire, uma irlandesa laureada com o Prémio Nobel da Paz, diante de meio centenar de jornalistas e residentes de Silwan aos que assegurou que ela estava ali para apoiar a sua luta.
“Se isto suceder em qualquer outro país do mundo, a comunidade internacional ergueria-se
A Sra. Maguire deveria saber que “judeizar” Jerusalém é como transportar carbão em Newcastle ou levar Crema Irlandesa a Dublin ou pistolas a Belfast.
Ninguém está fazendo limpeza étnica. Há sítio mais que suficiente para construir casas em Jerusalém, em áreas destinadas a tal menester e com a adequada licença.
A única luta deveria ser a de expandir esses áreas de edificação a lugares onde os elementos de interesse religioso, histórico, cultural e arqueológico não se vejam ameaçados.
YISRAEL MEDAD
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EXISTE UM ESTILO DE PROPAGANDA NÁZI EM ISRAEL?
0 comentarios Publicado por SIMON BAR KOCHBA en 12:00 a.m.
Welcome/Wilkommen à propaganda názi de Israel.
Parece-vos um titular algo forte?
Pois julgade por vós próprios.
Velaqui a foto satírica que ilustrava há umas horas a secção de política no diário israeli “Ma’ariv” (pág. 23).
Trata-se do Ministro de Assuntos Exterior Avigdor Lieberman, por se vos resultar dificil reconhecê-lo.
O seu retrato está adornado com um pintalábios fúcsia com as palavras, em idioma alemão, meine liebe! [meu amor/meu querido], com caracteres góticos.
É criação de um tal “Lahav”.
A esquerda em Israel considera a Lieberman um fascista.
E o seu nome é “Lieberman”. Que engenhoso.
Mas recalcar tão burdamente, através dos caracteres góticos alemães –de claras reminiscências názis- ou mediante alusões às memórias homoeróticas de Max Hansen*, era a sua única opção criativa para fazer humor?
A fim de contas, Lieberman é moldavo. Não foi capaz Lahav de achar um modelo mais adequado? Ah, não! Era necessário sacar a colação a associação com o nazismo germano, eh?
Claro que Lahav não terá que abandoar Israel, como Hansen teve de abandoar Alemanha.
YISRAEL MEDAD
* Em 1932, Max Hansen satirizou a Adolf Hitler caricaturizando-o como homosexual, com a sua canção "War'n Sie schon mal in mich verliebt?" (Nunca estiveche namorado de mim?).
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THE NEW YORK TIMES E A ÉTICA JORNALÍSTICA
0 comentarios Publicado por SIMON BAR KOCHBA en 12:27 p.m.
O meu bom amigo Josh Hasten avisou-me deste relato que aparecia, poucas horas atrás, na web do The New York Times neste endereço:
O ataque dum machado mata a um adolescente no West Bank
Um atacante portando um machado matou a um adolescente israeli e feriu a um rapaz num assentamento do West Bank, disseram fontes oficiais.
Reformulando o seu comentário, o titular basicamente faz sua uma presuposição que desafia às leis físicas: que um machado, pelos seus próprios meios, teria saído flotando pelo ar, movido pela sua própria vontade –dado que era um “ataque”- e teria matado a uma pessoa. Se um mira a notícia por riba, ficando só com o titular, o facto de que o machado fosse portado por uma pessoa poderia ter ficado no olvido.
Aínda mais, o titular cisca-se numa das máximas do jornalismo, o “quem”. Passa por alto que se tratava dum atacante árabe.
Fum e comprovei a URL referida, mas encontrei isto em vez do dito (agora tenho o permalink ali):
Ministro israeli interrogado pela polícia
Avigdor Lieberman, o novo Ministro de Assuntos Exteriores de Israel, foi interrogado pela brigada de fraude nacional durante mais de sete horas o Joves, dacordo com um portavoz policial, e como parte duma investigação que se vem desenvolvendo pela suspeita de suborno, lavado de dinheiro e corrupção.
O mesmo Joves, um palestiniano portando um machado matou a um rapaz israeli, de 13 anos, e feriu a outro, de 7, num assentamento judeu do West Bank, antes de emprender a fuga, segundo manifestaram testemunhas e as autoridades israelis.
Duma banda, o atacante é identificado e o machado volve ser um instrumento inanimado –não uma pessoa. Mas o titular e o parágrafo principal centra-se em Avigdor Lieberman. A investigação seguida contra este, em questão de horas, torna-se mais importante que um assassinato, o terror e a dor.
YISRAEL MEDAD
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Informa UPI.com:
Uma anciana saudi de 75 anos vem de ser sentenciada a receber 40 latigazos por acolher a dois homens com os que não gardava relação de parentesco na sua casa. O diário saudi Al-Watan diz que a mulher, Khamisa Mohammed Sawadi, tem apelado contra a sentença. Sawadi afirma que um dos homens achados no seu domicílio era para ela “como um filho”, porque o conhecia desde que era uma criança, e o outro ía acompanhado-o para levar uma saca de pão à anciana senhora.
Evidentemente este relato oculta algo raro.
Por que haveriam de ser suspeitosos dois homens de manter relações ilícitas com uma anciana de 75 anos?
Ou
Por que haveriam dois homens de querer manter relações com uma anciana de 75 anos?
Ou
Por que um homem necessita ir acompanhado para levar uma bolsa de pão a uma anciana?
Ou
Sobrevivirá uma anciana de 75 anos a 40 latigazos?
YISRAEL MEDAD
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O membro da Knesset Avigdor Lieberman (por quem não votei) tem sido objecto duma campanha político/mediática encaminhada a etiquetá-lo como “fascista”.
Por que?
Porque o seu eslogan de campanha era “Sem lealdade, não há cidadania”.
Esteja um ou não dacordo com esse tipo de retórica, ou com Lieberman como dirigente político, o que resulta assombroso é que ninguém apontasse que Lieberman não fazia senão parafrasear a Lei de Nacionalidade.
A Lei?
Sim.
A que aprovou a Knesset o 1 de Abril de 1952, e que foi emendada o 3 de Março de 1958, 8 de Julho de 1958 e 17 de Maio de 1971, o qual vem significar que não se trata duma esquecida peza de obtusa legislação.
LEI DE NACIONALIDADE, 5712-1952
PARTE PRIMEIRA: ADQUISIÇÃO DA NACIONALIDADE
Preliminar
Não haverá nacionalidade israeli agás a recolhida nesta Lei (…)
PARTE SEGUNDA: PERDA DA NACIONALIDADE
Revocação da naturalização:
11.
(a) Quando uma pessoa, tendo adquirido a nacionalidade israeli por naturalização:
(1) o figesse em base a falsedades; ou
(2) tenha permanecido no estrangeiro durante sete anos consecutivos sem conexão efectiva com Israel, e não tenha podido demonstrar que a sua vinculação efectiva com Israel foi quebrada em contra da sua vontade; ou
(3) tenha cometido um ACTO DE DESLEALDADE FACE O ESTADO DE ISRAEL. A jurisdicção dum Tribunal de Districto ou do Ministério do Interior poderá revocar a naturalização dessa pessoa.
O conceito de “retirada da cidadania” existe. Poderemos matizar a quem se aplica e a quem não, ou o que constitui um acto de deslealdade.
Portanto, na medida em que temos um mecanismo, Lieberman não fixo mais que botar mão da lei.
Poderia-se dizer, em conseqüência, que quando as crianças prometem lealdade à bandeira cada manhã antes de começar as aulas estám fazendo algo “fascista”?
YISRAEL MEDAD
17 Shevat 5769 / 11 Fevereiro 2009
* Lei de Nacionalidade: Aprovada pela Knesset o 6 de Nisan de 5712 (I de Abri de, 1952), e publicada em Sefer Ha-Chukkim No. 95 do 13 de Nisan de 5712 (8 de Abril de 1952), P. 146
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Primeira: o Likud é, na realidade, a facção mais grande na Knesset.
Está o Likud de Netanyahu, o Likud de Avigdor Lieberman (director do Likud nos anos 90), e o Likud de Tzipi Livni (quase a metade dos seus representantes electos procedem do Likud de Sharon).
Segunda: a esquerda israeli tem caído em barrena drasticamente. O campo esquerdista componhem-no Avodah, com 13 representantes e Meretz com 3. Certo, Kadima é contemplada pela direita como uma força de esquerdas, mas não perdamos de vista o dito no ponto anterior. Se acrescentamos os 4 comunistas, e inclusso os partidos árabes, o total da esquerda é de 20 representantes.
Terceira: como sinala Nadia Matar, não semelha que Ichud Leumi e Fogar Judeu (PNR) figeram melha no eleitorado de Likud. Na Knesset anterior sumavam 9 membros e nesta têm 7. Portanto, dois deputados têm ido parar ao Likud ou a Lieberman.
Quarta: Shas tem começado a perder apoios respeito os anos ’80 e ’90, que têm ido parar ao Likud na procura duma posição mais tradicional.
Isso é tudo por agora, amigos.
YISRAEL MEDAD
17 Shevat 5769 / 11 Fevereiro 2009
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ANÁLISE FILOLÓGICA E SEMÂNTICA DO “FOLHETO TERRORISTA”
0 comentarios Publicado por SIMON BAR KOCHBA en 4:00 p.m.
Demos-lhe uma olhada ao folheto abandoado no cenário [do ataque contra Zeev Sternhell] e intentemos uma pequena análise semântica e filológica.
As minhas observações são:
1. Não há ב"ה ou בס"ד encabeçamentos habituais da escrita nos religiosos. Essas abreviaturas significam “com a ajuda de Deus”.
2. A sinatura “Exército dos Libertadores Estatalistas” é ridícula. O próprio conceito de
ממלכתי, i.e., apoiar o aparelho do Estado é anatema para a direita nacionalista radical.
3. Por que proclamar uma recompensa de 1.1 million NIS? 1.1??? Qué é isso? Um erro tipográfico?
4. O Estado de Israel é descrito como o “sonho” (חלום) dos últimos 2.000 anos. Religiosos ou nacionalistas teriam utilizado a palavra “vissão” (חזון).
5. Na lista de armas com que Israel tem armado à Autoridade Palestiniana inclue-seמכונות ירי (e por que não יריה?) que na realidade é uma denominação arcaica para falar de “pistolas” que indicaria que o redactor é uma pessoa maior de 65 anos. Qualquer jovem que tenha servido no exército utilizaria a expressão תת-מקלעיםou directamente קלצ'ניקובים - Kalachnikovs.
6. A utilização do termo hebreu em vez de “palestinianos” é פלשתינאים que não é habitual. O lógico seria que tivessem usado “árabes” פלסטינים ou ערבים.
7. A utilização da expressão “pecado” do Estado de Israel por incitar ao aborto indicaria que se trata de grupos harídicos mais que nacionalistas..
8. Outro tanto no que se refere à inclussão de referências aos “defiles do orgulho gay”.
9. A utilização de מלכות יהודה – Reino de Judea, em vez da exigência kahanista de מדינת יהודה – Estado de Judea, indica também que a composição do folheto é harídica ou dos serviços secretos.
10. Sternhell não é mencionado no folheto e a adenda da recompensa de1.1 NIS pelo assassinato de líderes de Paz Agora é um engadido com diferente máquina de escrever.
Algo cheira podre em Dinamarca.
YISRAEL MEDAD
(29 Elul 5768 / 29 Setembro 2008)
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Sacado do blogue de Yisrael Medad "My Right Word":
THE OFFICIAL APOLOGY
From Denmark to the Muslim World,simply called "We´re Sorry!
We´re sorry we gave you shelter when war drove you from your home country....
We´re sorry we took you in when others rejected you.....
We´re sorry we gave you the opportunity to get a good education.....
We´re sorry we gave you food and a home when you had non.....
We´re sorry we let you re-unite with your family when your homeland was no longer safe...
We´re sorry we never forced you to work while WE paid all your bills.....
We´re sorry we gave you almost FREE rent,phone,Internet,car and school for your 10 kids...
We´re sorry we build you Mosques so you could worship your religion in our Christian land...
We´re sorry we never forced you to learn our language after staying 30 years!....
And so....from all Danes to the entire Muslim world,we just wanna say;
FUCK YOU!!
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I know, all my critics from the "fall-off-the-right-end-of-the-political-spectrum" will think that Medad has really flipped out now. Supporting the "right of return"?
How could I do that? Have I turned my back on a basic ideological and legal position of all Israel's governments, both right and left? Have I lost my head?
Well, I declare: I am a humanitarian and, as such, I support the Arab demand for the “right of return” of Pal. refugees to their homes.
Yes, for sure. I’m all for the right of return of these Arabs and these Arabs, too to go back to Gaza, all 188 of them.
We should facilitate their return to Gaza immediately (and charge them for medical fees and their hospital treatment also).
Of course, we could fool around a bit and claim that they arrived on the newest Nefesh B'Nefesh aliyah program but methinks that would be pulling your collective leg too hard.
=============================================
UPDATE
Gee, maybe someone in power really does read this blog:
The Israel Defense Forces has begun returning the dozens of Fatah members who escaped from Gaza on Saturday back to the Strip, despite an earlier agreement between Israel and the Palestinian Authority that the men would be transferred to the West Bank. Security sources told Ynet on Sunday that 32 of the residents were returned to Gaza by the early morning hours. The rest will be sent back later in the day or on Monday.
That was quick.
SECOND UPDATE
And here come the radical left, progressive, humanistics:
The Association for Civil Rights in Israel on Sunday petitioned the High Court of Justice to order the defense ministry to halt the deportation of Fatah members who fled the Gaza Strip over the weekend. Deputy Supreme Court President Eliezer Rivlin has ordered Defense Minister Ehud Barak to respond to the petition by Monday afternoon. "The matter of the petition, by its nature, cannot be deferred," wrote ACRI attorney Oded Feller in the petition. "Continuing [the process of] returning the asylum-seekers to Gaza is liable to endanger their lives, well-being and freedom."
If it's so dangerous in Gaza for these Fatah terrorists, why can't a nationalist group petition the Court to invade the area, eliminate terror that kills us and doesn't contribute to the health of the Fatah either and for once and all, get rid of Hamas? Wouldn't that be nice for an Israeli court to do? Really help out Jews, Arabs and all of mankind?
YISRAEL MEDAD
(2 Av 5768, 3/8/2008)
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