
Aqui temos [ver vídeo abaixo] aos sócios de Ahmadineyad, Neturei Karta, queimando dias atrás a bandeira do Estado de Israel durante a celebração de Purim em Londres.
No minuto 4:50 da gravação um destes ánti-semitas faz menção ao seu apoio ao terrorismo, justificando-o, e no 5:30 identifica a Israel com Amalek –o arquetípico inimigo do povo judeu.
Estes paiasos afeiçoados não serão extraditados por incitação pelo Governo do socialista Gordon Brown, como figeram semanas atrás com o político liberal holandês Geert Wilders por advertir civilizadamente do perigo da Yihad em Europa.
Lástima que no meio do seu cutre akelarre não se lhes prendera o lume nos tirabuzões, a ver se assim se lhes descongelava um pouco o pequeño rasto que lhes quede de cerebro.
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Como todas as festividades históricas judeas, Purim é uma celebração banhada em sangue.
Em Hanuká, celebramos a vitória na brutal guerra civil onde os judeus ultraortodoxos macabeus derrotaram aos progressistas que anelavam incorporar elementos da cultura helenista e de tolerância face as demais religiões. A Guerra dos Macabeus não teve nada a ver com a independência: Judea simplesmente passou das mãos sírias ao protectorado romano.
Em Purim, não celebramos a libertação do diabólico Haman, que já caira nove meses antes (Ester 8:9) devido a duas ofensas: conspirar contra as gentes de Ester e intentar, aparentemente, violar a esta (7:8), sendo Mardoqueu nomeado na sua sustituição. É impensável, nessa orde de coisas, que a massacre planificada de judeus chegasse a ser levada a cabo. Nos costumes do Meio Leste, um edicto sem pressão caía enseguida no olvido, e tras a morte de Haman os judeus estavam a salvo, para além do facto de que o edicto criminal de Xerxes não tivesse sido rescindido formalmente.
O que esta celebração rememora é o assassinato judeu “daqueles que os odiavam” (9:1). Não foi uma represália tipo “olho por olho”, nem sequer a rabínica de “Mata tu primeiro àquele que venha a te matar a ti”, dado que a Midrash relata que as crianças dos ánti-semitas também foram sacrificadas. Foi, mais bem, a clássica guerra preventiva, se bem é certo que algo tardia. Haman é qualificado como Agagita –descendente do Rei de Amalek, Agag, a quem Saul inicialmente perdoara, e que o profeta Samuel seccionou pela metade. Padecimos a debacle de Haman porque vários séculos antes Saul, um bom rei judeu, praticou “a piedade dos parvos” –tras derrotar aos amaquelitas, teve piedade daqueles que nunca teriam amosado piedade por nós.
O exemplo de Haman corresponde-se com a lógica de extermínio da Torá. D’us ordeou aos hebreus não deixar nem rasto dos nativos na terra que nos entregara. Se preferissem marchar, poderiam tê-lo feito, mas ao optar pelo combate, deviam ser exterminados até a última criança. A lógica divina não deixa lugar às dúvidas: se se lhes permitia ficar, os nativos sempre lembrariam que os judeus arrebataram a sua terra, odiando-nos e combatendo-nos por sempre, convertendo-se em espinhos ao nosso redor. Sob o liderádego de Mardoqueu, os judeus chegaram à conclusão de que não podiam consentir que os que os odiavam seguissem vivos –e mataram-nos. Fazer a vista gorda com as crianças só teria perpetuado a violência, quando as crianças crescessem e tomassem vingança.
Os judeus prevaleceram sobre os seus inimigos o 13 do mes de Adar (9:1). No dia 14 os judeus descansaram (9:18) e mataram alguns inimigos. Quando o 14 de Adar celebramos Purim, comemoramos a matança dos inimigos mais que a nossa salvação.
Isto pode soar extranho para os que acreditam na parvada de que o judaísmo é amor. Sinto-o. Os judeus só têm obriga de amar aos seus vizinhos que observem a Lei; os inimigos e trangressores devem receber despreço e serem expulsos. Os judeus são gente normal, e como o resto dos povos estamos chamados a odiar e eliminar os nossos inimigos; matamos ao jeque de Hamas Ahmed Yasin junto com a sua família exactamente igual que há 2.500 anos aforcamos a Haman e os seus dez filhos. E no caso de que vos digam que Amalek não existe hoje em dia, Rashi é categórico ao dizer que Amalek equivale aos názis alemães, e o Rabino Chefe askenazi, Yona Metzger, sustenta categoricamente, hoje em dia, que os árabes são Amalek. Se o que procurades é consolo, procurade-o no facto de que os colonos europeus conquistaram América à maneira bíblica, exterminando aos nativos, edificando um país bonito e liberal nos territórios conquistados. Dentro de doiscentos anos, não me importaria ter que pedir desculpas pelo que figemos aos nativos da Terra de Israel quando a conquistámos.
Em Purim, os judeus devem embriagar-se até o ponto de não distinguir entre o bendito Mardoqueu e o maldito Haman. In vino veritas. A gente bébeda esqueze o politicamente correcto e regressa às verdades fundamentais: a bendição de Mardoqueu consiste em maldizer a Haman; a sua morte é a nossa recompensa.
Para evitar que os judeus acreditem que o sucedido em Purim é algo antiquado, os nomes das personagens são bem sugerentes: Mardoqueu por Marduk, e Ester por Astarte. Os salvadores eram dois judeus assimilados cujos nomes, inclusso, eram paganos. Uma era uma cortesana judea, o outro, um dirigente judeu ansioso de convertir-se em cortesano.
No momento crítico, ambos transformaram-se.
OBADIAH SHOHER
13 Adar 5769 / 9 Março 2009-03-09
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Éxodo 17:8, diz:
Então veio Amalek, e pelejou contra Israel em Refidim.
Por isso disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, peleja contra Amalek; amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de D’us estará na minha mão.
E fez Josué como Moisés lhe dissera, pelejando contra Amalek; mas Moisés, Arão, e Hur subiram ao cume do outeiro.
E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amalek prevalecia.
Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pós.
E assim Josué desfez a Amalek e a seu povo, ao fio da espada.
Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que eu totalmente hei de riscar a memória de Amalek de debaixo dos céus.
E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O Senhor é a minha bandeira.
E disse: Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amalek de geração em geração.
Purim é a data em que se celebra a morte dos ánti-semitas às mãos dos judeus no império persa. Se pensábades que se tratava só duma festa para celebrar que os judeus foram disuadidos do “plano de paz” de Haman, estávades errados. O plano de paz de Haman já fora neutralizado nove meses antes da festividade que comemora Purim.
Daquela por que se celebra Purim nos dias 14 e 15 de Adar?
Não porque Hamas tivesse planeado matar a todos os judeus o 13, nem porque fosse a asistir a uma Conferência no mais-alá, senão porque foi quando os judeus mataram aos ánti-semitas.
Uns 76.000 no Império Persa, segundo a Torá. Sim: correcto. Purim é uma festividade na que primordialmente se celebra a morte dos ánti-semitas às mãos dos judeus. A celebração de Purim basea-se na data aproximada em que os judeus remataram o trabalho e festejaram o labor feito.
O rescate e vingança de Purim estám muito vencelhados, na tradição judea, com os amalequitas. Amalek é a nação que personifica o mal, e que foi a primeira em atacar aos judeus, antes incluso de que reunissem os seus rebanhos e abandoassem Egipto. Os judeus receberam a orde de exterminar a Amalek, e lembram-no assim cada ano, pouco antes de Purim, na sinagoga. Na Torá ninguém fala de diálogos de paz nem negociações, senão de extermínio.
Amalek foram os primeiros terroristas suicidas. Existe uma interpretação rabínica que sustenta que Amalek SABIA que D’us osaniquilaria por atacar aos judeus, mas o seu ódio era tão intenso que decidiu atacar de todos modos, ignorando a sua própria imolação.
Estavam chamados a serem os primeiros ánti-semitas (já que inclusso o Faraão não era um ánti-semita propriamente, senão mais bem reácio a que os escravos da sua propriedade quigessem incomprensivelmente emancipar-se). Amalek queria fazilitar as coisas aos que viriam tras ele, como um soldado que se lança sobre uma granada para que os seus companheiros podam avançar.
Não cabe dúvida, pois, de que os palestinianos suicidas de hoje são os descendentes de Amalek, e o terrorismo e o fascismo palestiniano devem ser aniquilados, como se passou com Amalek.
Mas, por que Amalek odiava tanto aos judeus? Quando Amalek atacou aos judeus, não foi porque os judeus estivessem “ocupando” a terra de ninguém. Estavam ainda vagando pelo selvagem Sinai, preocupados pela sua supervivência. Não tomaram a propriedade de ninguém (bom, agás a do Faraão). Ninguém tinha motivos de queixa contra os judeus. E velaí precisamente o quid da questão. Esse é precisamente o motivo pelo que os judeus estám chamados a lembrar a Amalek e o que fixo.
Amalek odiava aos judeus sem razão alguma. A clave do mandato de lembrar a Amalek é que lembremos o facto de não existir motivo algum para o ánti-semitismo, e que isso será sempre assim para além de qualquer apaciguamento e diálogo. É absurdo perguntar por que os ánti-semitas ódiam aos judeus. Não existem motivos racionais. Portanto, o ánti-semitismo só pode ser combatido, através do uso da força e das armas, não mediante o entendimento e o diálogo.
A única forma de tratar com Amalek –e os seus comandos suicidas- é a maneira em que o profeta Samuel se enfrontou com Agag, o ancestro de Haman, o rei dos terroristas suicidas, quando o velho Samuel seccionou a gorja e reprendeu ao Rei Saul por amosar piedade face os terroristas. Saul foi derrocado do seu reino por enredar-se em negociações tipo Oslo. Que grande precedente político! Se pelo menos os adoradores de Oslo dos anos 90 tivessem aprendido a lição de Samuel e tivessem procedido com os reis dos terroristas suicidas da mesma maneira que o profeta, em vez de tratar de conduzi-los a uma coexistência pacífica…
E falando do Rei Saul, o Livro de Samuel é muito explícito sobre a cobardia exibida inicialmente pelos judeus no uso das armas contra os ánti-semitas. Quando Saul emprendeu a via da guerra contra os Filistinos, houvo muitos lamentos dos corações mais sensíveis. Como os de Paz Agora. A guerra não é a resposta, clamavam. Estades alterando os planos, aulhavam os pacifistas entre as tribos de Israel. Podemos encontrar um modus vivendi com eles. Paguemos-lhes um tributo e sejamos servis com eles. Respeitemos a sua peculiar sensibilidade. Lograredes que todos o mundo se enfureça conosco se matamos aos terroristas filistinos e os seus dirigentes. Acusarão ao Rei Saul diante do Tribunal de La Haya!
Soa-vos familiar?
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[Pela sua actualidade, reproducimos este texto do Rav. Binyamin Kahane (H’YD) datado em 1994]
Sempre têm existido judeus que se enganam a sim próprios pensando que se fossemos capazes de derrubar os muros que nos separam dos gentis poderíamos viver em paz, e que o ánti-semitismo desapareceria. O que estes judeus que se auto-despreçam, e que vivem atormentados por um falso sentimento de culpa, fazem, na realidade, é culpar aos autênticoss judeus -que se distanciam dos gentis e que não se querem assimilar- da existência do ánti-semitismo. Mas a verdade é justamente a contrária. A história tem demonstrado que sempre que os judeus se têm intentado aproximar aos gentis, uma onda de feroz e “inesperado” ánti-semitismo tem estalado, traíndo com ela progromos e holocaustos. Na Alemanha, os judeus deixaram de referir-se a sim próprios como judeus passando a denominar-e “alemães de crenças mosaicas”. Morreram mais judeus defendendo a Mãe Pátria alemã na 1ª Guerra Mundial que os falecidos em todas as guerras do Estado de Israel. Os judeus alemães foram a pessoificação do judeu assimilado anterior ao Holocausto.
A Torá e os nossos sábios ilustram-nos sobre esta extranha lei da natureza, da que temos um perfeito exemplo na Megilat Ester [Rolo de Ester] e o relato de Purim. O relato contido no Livro de Ester gira arredor de dois grandes sucessos; o pecado dos judeus que participaram na festa de Assuero, e a provocação intencionada a Haman por Mardoqueu, que teria agardado deliberadamente na porta pela que Haman tinha que passar, rechaçando acto seguido dobregar-se diante de ele.
Existe algum tipo de conexão entre ambas coisas? Que têm em comum a participação no banquete de Shushan e a provocação de Mardoqueu? A muitas pessoas custa-lhes comprender a deliberada incitação de Mardoqueu a Haman. Por que essa forma gratuíta de meter-se em problemas? Por que procedeu Mardoqueu de tão “irresponsável” maneira, sabedor do ódio face os judeus que albergava Haman? Para eles, resulta óbvio que foi Mardoqueu quem provocou que se emitisse o diabólico edicto que chamava ao extermínio dos judeus! Os sábios, porém, ensinam as coisas doutra maneira, explicando que o Rolo de Ester começa com o relato do banquete de Assuero para que vejamos que a autêntica causa do malvado decreto contra os judeus foi um castigo divino pela patética participação da comunidade judea na festa de Assuero.
Em primeiro lugar: por que tomaram parte do banquete? Acreditavam que se despreçavam um evento ao que íam prestar atenção todas a nações do Império, os judeus ficariam marginados e seriam centro das iras de todos os países. Pensavam que a participação judea na festa ajudaria a derrubar as barreiras, mitigaria as tensões e aminoraria o sentimento ánti-semita. Mardoqueu e os observantes da Torá sabiam, porém, que o assimilacionismo e o contacto com os gentis não só não fazeria decrecer o ánti-semitismo, senão que embora parecesse mentira fazeria-o aumentar. Eles sabiam que existe uma diáfana proibição na Torá contrária a participar nesse tipo de celebrações. Esse mandamento existe para evitar a assimilação e a confusão da identidade judea e da sua singularidade.
Hoje em dia podemos comprender o “extremismo” de Mardoqueu. Mardoqueu soubo ver que o caminho que estavam seguindo os judeus da sua geração remataria conduzindo ao Castigo Divino; assim que optou por desviar-se pela senda zelote. Provocou intencionadamente a Haman, sabendo que lograria enfurecê-lo e provocar uma reacção que resultaria inequívoca para todos os membros da comunidade judea de Pérsia. Mardoqueu era conscente de que a sua acção não seria perjudicial, a longo prazo, para os judeus. Sabia que o seu acto de fê estimularia que os judeus acordassem do seu grave erro de deixar-se assimilar (que foi, sem dúvida, o que sucedeu quando a nação de Israel, na sua totalidade, secundou a Mardoqueu nos três dias de abstinência e oração). Essa era a única maneira de cancelar o diabólico decreto.
O actual processo de paz não é, nem mais nem menos, que um moderno banquete de Assuero, agás que nesta ocasião não foi iniciado pelos judeus. O objectivo é construir um “Novo Meio Leste”, o que significa suprimir todos carácter judeu do Estado num intento de que Israel seja uma nação “como a demais”. Esta conspiração para rematar com qualquer elemento distintivo de judeidade não será evitada a base de comprar o afecto dos gentis, nem nos trairá paz. Os programas do AJC, a ADL e o Novo Meio Leste de Shimon Peres só exacerbarão o profundo ódio e as tensões que pretendem disipar. A alternativa judea é a de Mardoqueu o Judeu –separação, e não assimilação.
Hoje, tras o atentado de Jerusalém, lembramos uma vez mais o resultado que trairá a política de “paz” com os nossos vizinhos. A única saída é uma separação real entre os judeus e os árabes hostis que vivem entre nós. Peres fala de erguer um muro arredor da Linha Verde, ignorando a ameaça árabe da Linha Verde para adentro. O Likud e os outros partidos de direita ainda falam de coexistência entre judeus e árabes. A alternativa judea tem que ser a nossa alternativa, a alternativa de Mardoqueu o Judeu: isolamento já!
Conta a lenda que o velho professor Yeshiyahu Leibowitz não era muito partidário da festividade de Purim. A fim de evitar esta primitiva festividade, tinha por costume viajar a Jerusalém o 14 de Adar e regressar a Ramat Gan o dia 15. Numa entrevista feita o ano passado, o seu filho negava esta lenda, mas reconhecia que tinha certa base no facto de que o seu pai detestava um dos versículos da Megilat Ester, e sempre se ausentava durante a sua leitura. Analisemos brevemente o versículo.
Qualquer que nos conheça, sabe perfeitamente que quando um helenista (com ou sem kipá) vai contra algum preceito da Torá, nós enseguida entraremos a fundo nesse preceito. A Torá é absolutamente perfeita, e se não é absolutamente, não é Torá. Alguém que negue embora seja um só versículo da Torá está negando a Torá por completo. A Torá não é um supermercado onde um escolhe só aquilo que lhe interessa.
Ao professor teria-lhe gostado que o Rolo de Ester só figesse fincapé nos “aspectos positivos”. A ideia dos judeus matando aos seus inimigos ressultava-lhe repulsiva. Mas não vos tendes detido a pensar que a maioria das festividades judeas baseam-se em grande parte em enfrontamentos com os gentis, a nossa separação do que representam e a nossa vingança contra eles? Botade uma olhada: Hanuká (gregos), Purim (persas), Páscua (egípcios). Inclusso na festividade de Shavuot, os rabinos dizem que o ódio dos gentis se originou no Monte Sinai (e, de facto, as palabras hebreas que designam “ódio” e “Sinai” têm a mesma raíz). Dá que pensar, não?
Por último, velaqui o “versículo proibido” (a pesar do facto de que este versículo constitui uma violação das leis por chamar à revolução, incitação, razismo, usar livremente o discurso para lograr objectivos proibidos, etc., arriscaremo-nos a que o leam os do Shin Bet):
“E dixo o Rei à Raínha Ester: Na fortaleza de Shushan os judeus mataram e destruíram quinhentos homens, e os dez filhos de Haman nas mais províncias do rei que teriam feito? Qual é, pois, a tua petição? E dar-se-te-á. Ou qual é ainda o teu requerimento? E far-se-á. Então dixo Ester: Se bem parecer ao Rei, conceda-se aos judeus que se acham em Shushn que também façam amanhã conforme ao mandado de hoje; e pendurem numa forca os dez filhos de Haman”.
O resultado da petição de Ester foram 75.000 gentis mortos. Pergunto-vos: que vos parece?
BINYAMIN KAHANE
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Os heróis de Purim são dois judeus assimilados da tribo notoriamente perversa de Binyamin. A todos os efectos, eram seculares, já que viver no palácio do rei persa não brindava ocasião de levar uma vida demassiado apropriada para um judeu. Os seus nomes estám formados por uma suma de grafias ligeiramente hebraizadas a partir de nomes de deidades paganas: Marduk e Astarte.
O rolo de Ester não menciona o nome divino, como fazem os demais livros da Bíblia. Os heróis de Purim eram colaboracionistas que se uniram ao inimigo dos judeus. Eram tolerantes, progres –arquetípicos esquerdistas. Inclusso no momento crítico, Mardoqueu e Ester abandoam o seu secularismo e progressismo, arriscando o emprego e a vida mesma. Não só se amostraram leais à causa dos judeus, senão que ajudaram aos judeus a roubar e matar aos civis inimigos, amigos até então de Mardoqueu e Ester.
Judeus britânicos, assimilados e seculares, lutaram bravamente com Jabotinsky na Legião Judea. Judeus seculares lutaram em todas as guerras que Israel tem livrado. Inclusso os políticos corruptos têm linhas vermelhas que são reácios a traspassar. Tras a fachada de esquerdistas, muitos membros da Knesset opõem-se às concessões aos árabes.
Nenhum judeu está perdido para a causa judea. Só cumpre agardar que as circunstâncias sejam o suficientemente críticas.
OBADIAH SHOHER
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HÁ 14 ANOS ASSASSINARAM O DR. BARUCH GOLDSTEIN
0 comentarios Publicado por SIMON BAR KOCHBA en 12:00 a.m.
[A Cova de Machpela é o sítio onde estám enterrados Abraham, Isaac e Jacob. Este lugar foi adquirido por Abraham. A Cova é o segundo empraçamento sagrado dos judeus. Os insensatos governantes de Israel entregaram aos árabes a maior parte da Cova de Machpela, a pesar de que estes massacraram à comunidade judea na própria cidade de Hebron].
Yigal Amir, embora de facto não matou a Rabin, tem-se convertido num herói porque alçou uma pistola contra um destacadíssimo traidor, o criminal do Altalena. Gostaria-me pensar que o Dr. Baruch Goldstein se encaminhara aquele dia ao lugar sagrado dos judeus, profanado pelos árabes, exigindo vingança e evitando o anunciado pogrom. Desgraçadamente, não tenho a certeça. O Dr. Goldstein era um bom judeu e uma pessoa maravilhosa, mas quiçá não era um herói nacional. Foi uma vítima.
O relato oficial é simples: em Purim de 1994, o tolo partidário de Kahane colheu a sua escopeta, entrou na mesquita, e abriu fogo contra os congregados. Não importa que o sítio, em primeiro lugar, não fosse uma mesquita. Não importa que os árabes fossem tiroteados cum arma distinta da que empunhava o Dr. Goldstein. E, certamente, não importa que matasse a 154 árabes com 140 balas.
O absurdo da hipótese oficial fixo-se transparente de imediato: uma pessoa adorável, um abnegado doutor, dispara a uns muçulmãos a sangue frio. O Governo ventila um libelo segundo o qual o Dr. Goldstein, um doutor armado, toleou até o ponto de inclusso desobedecer as ordens dos seus superiores e declarar que só reconhecia a autoridade de RAMBAM* e Kahane, rechaçando também atender aos gentis. Esses embustes foram propagados a pesar de que os superiores de Goldstein os negaram de imediato, e de que fosse um doutor distinguido pela sua excelência médica e ter tratado a infinidade de não judeus.
A multidão árabe linchou ao Dr.Goldstein tras desarmá-lo. O Procurador Geral israeli negou-se a enjuizar aos criminais, a maioria dos quais eram bem conhecidos e alardeavam do assassinato. Em qualquer outro caso, quando um judeu abre fogo contra um terrorista árabe tras desarmá-lo, o judeu é sentenciado a uma prolongada estância em prisão, inclusso se tem actuado sob enajenação mental. Como todo o mundo dize, os árabes não são tratados em pé de igualdade no Estado de Israel. Têm trato preferente.
Imediatamente depois de assassinar ao Dr. Goldstein, a multidão árabe dispujo-se a perpetrar um pogrom a grande escala em Hebron, com nove judeus e uns quantos árabes assassinados nos enfrontamentos posteriores. O pogrom, dirigido por Hamas, foi premeditado, preparado com antelação aos incidentes, como alguns já vinham avisando. O dia anterior, a turba palestina amotinara-se na Cova, e instantes antes do incidente cantavam “Massacremos aos judeus”, tal e como o informe Shamgar admite. Actuando às ordes do Maior Stellman, as IDF surprendentemente pôm em liberdade ao palestinião que incitara o pogrom. Para além da grande tensão e o manifesto ânimo de emprender um pogrom, as IDF e a Polícia de Fronteiras não reclamaram reforços, deixando só um punhado de gardas na Cova. A massacre contra os judeus mascava-se, e o Governo israeli condescendia, como se a massacre fosse a rematar com a problemática presença judea em Hebron, como se passara em 1929.
O relato oficial acusa ao Dr. Baruch Goldstein de abrir fogo contra os árabes. Qualquer pessoa normal –e isto não inclui aos progres da Comissão Shamgar- perguntaria-se como pudo o doutor acertar 154 brancos entre os árabes, incluíndo 29 mortos, com só 140 balas. Afirma-se que entrou na Cova com 4 carregadores de 35 projectis cada um, para um rifle Galil. Disparando entre a densa multidão de palestiniãos, é impossível que alcançasse a 154 de eles. É impossível que tivesse tempo de vaziar um só carregador. É muito dificil matar de um só disparo em tão apuradas circunstâncias. Inclusso admitindo todas essas incongruências, é fisicamente impossível matar 154 árabes com 140 balas.
Os árabes assassinaram ao Dr. Baruch Goldstein quando tratava de ré-carregar o seu fusil –de facto um dos 4 carregadores aparecer ainda sem montar-, reduzindo o número de projectis a 105. É absolutamente inverosímil que cada bala ferira a vários árabes atravessando os seus corpos.
Disparando 4 carregadores em modo de fogo contínuo não teria producido tamanhe número de baixas, e teria-se atascado o fusil. Disparando 105 ou 140 balas em modo sémi-automático teria levado um tempo muito considerável, proporcionando aos gardas que estavam a uns metros de distância suficiente tempo de reagir, e aos árabes de fugir.
Inclusso o melhor francotirador não pode garantir 154 brancos actuando só com um rifle, com presas, e no meio duma densa multidão. E o Dr.Goldstein não era um bom tirador. Nem antes nem depois de ele, em centos de acções terroristas ao longo do mundo, ninguém tem logrado tamanhe récord. Nenhum tirador profissional se lhe aproxima. Só no Estado totalitário israeli, com controlo dos média, pessoas com o cerebro lavado podem acreditar tamanha estupidez. A modo de comparação, os árabes que causaram 19 baixas na yeshiva de Merkaz HaRav, Março de 2008, empregaram umas 600 balas.
Outro cenário é mais crível, apoiando-nos no peso das evidências: o doutor Goldstein apareceu quando os palestiniãos já começaram a revolta que prepararam durante meses. O doutor foi a primeira vítima judea da multidão árabe. Os soldados judeus de garda dispararam ao gentio árabe, logrando as impressionantes 154 baixas. Mas naqueles momentos de “processo de paz”, a camarilha dos Peres-Beilin-Rabin não podiam permitir-se um quadro com árabes massacrando judeus em Hebrão, assim que inventaram a historieta da “massacre” do Dr. Goldstein. Deste modo, os posteriores distúrbios árabes estavam “justificados” em vez de serem apresentados como um novo pogrom árabe. Como benefício extra, Peres-Beilin-Rabin proscrevem o Partido Kach, a única força que podia deter o suicida “processo de paz”. O Governo israeli utilizou o facto de que o Dr. Goldstein pertencesse ao Kach para ilegalizar o Partido (e menos mal que não ilegalizaram a profissão médica, dado que também era doutor).
Nas audiências da Comissão Shamgar, dois soldados israelis de serviço aquela manhá (Kobi e Niv) testificaram que o Dr. Goldstein entrara na Cova portando o seu rifle estándar M-16, não o Galil utilizado para os disparos. Em declarações separadas, afirmaram que viram entrar outra pessoa na Cova com o rifle Galid. A Comissão rechaçou as suas testemunhas.
A procura do misterioso homem do rifle Galil entrando na Cova, saltando-se os postos de garda, só pode conduzir a um lugar: o Shabak, os serviços secretos israelis. Da mesma maneira que inculparam a Yigal Amir e assessinaram a Rabin, enviaram ao seu homem a disparar contra a multidão árabe. O objectivo era tremendo: rematar com a presença judea em Hebrão (aspecto irrenunciável para os zelotes judeus) e com a única oposição política real, o Kach (Netanyahu, essa farça de oposição, transferiu Hebron à jurisdicção árabe).
Permanece sem aclarar como o Dr. Goldstein entrou na Cova, repleta de muçulmãos, sem que ninguém advertisse em ele nada extranho. Não é improvável que fosse assassinado na Cova e o seu corpo posteriormente levado ao Pasilho de Isaac. Muitos palestiniãos declararam que viram ao doutor Goldstein disparando, mas inclusso a Comissão Shamgar fixo constar graves contradicções nas testemunhas árabes. A Comissão conjeturou que o Dr. Goldstein accedeu pela ruta Yosefia; mas as suas pegadas estám ausentes nesse cenário.
Convintemente para a Comissão Shamgar as câmaras de videovigilância do lugar não funcionaram esse dia.
Os governantes israelis tinham um enorme interesse em eliminar ao Dr. Goldstein. Tras a morte do Rav. Meir Kahane, o Dr. Goldstein convertera-se no vínculo entre várias facções isoladas do kahanismo. Tras o seu assassinato, o Rav. Binyamin Kahane convertiu-se em líder do Kach, sendo também assassinado aparentemente por árabes; mas o facto de que o ejecutor “accidentalmente” acertasse com os 62 disparos só no assento dianteiro do seu carro- sem roçar aos seus filhos, sentados nos assentos trasseiros- tem um cheiro inconfundível a francotiradores israelis. Anos mais tarde, as IDF arrestaram ao presunto assassino, mas dado que já arrastava vários crimes no seu historial, não deveu ser muito dificil fazer-lhe aceitar a responsabilidade pelo assassinato do Rav. Benyamin.
Ainda depois, o líder e um activista da Liga de Defesa Judea nos EEUU, Irv Rubin e Earl Kruger, foram assassinados (“suicidaram-se”) em dois incidentes isolados dentro de prisões de alta seguridade. A JDL era o último vestígio do movimento de Kahane. Os aparelhos israelis desfigeram-se do Kach.
À marge de tudo isto, matar árabes na Cova dos Patriarcas não difere demassiado dos antigos acontecimentos que celebramos na festa de Purim.
OBADIAH SHOHER
* Nota de Simon Bar Kochba: RAMBAM é o acrônimo de Maimónides, Rabi Moisés Ben Maimon.
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