Velaqui uma pequena mostra dos mais aventajados e repulsivos alunos da religião do ódio muçulmã, recitando algumas das insensatezes constituíntes do Islám diante dum tipo com aspecto de venerável asno pedófilo.
É difícil evitar a mueca de asco e horror.
Fonte: Patria Judía
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana
Este é o programa que faz uma mulher na palestiniana Al-Aqsa TV. Na emisão do 14 de Maio [ver vídeo abaixo], a Doutora Wafa Musa –seguidora, sem dúvida, de Manuel Torreiglesias e o seu magazine “Saber vivir”- retrata aos judeus como o Coran lhe dá a entender, e dá passo à sua convidada, mãe duns saudáveis quintilhizos que, com a vênia de Alá, serão dentro de poucos anos carne de martírio.
Transcrevemos o fragmento de tão educativa emisão:
Dra. Wafa Musa: A psicologia terrorista dos judeus deriva do seu apego ao dinheiro. O único deus ou religião dos judeus é o dinheiro –não o judaísmo ou o sonho do que denominam Grande Israel. Isso é uma mentira com a que se intentam auto-convencer. [...]
Eu sempre me pergunto: por que Hitler aniquilou aos sionistas ou judeus? Pelo seu carácter. Sem dúvida o mereciam. Esse é o motivo de que sofreram essa massacre ou aniquilação e, daí, que eles tenham herdado o carácter názi e o projectem sobre o povo palestiniano. [...]
Kifah Al-Ramali, da Universidade Islâmica de Gaza: O assassinato de mulheres palestinianas, e de mulheres em geral, pelos judeus não é um facto casual. Constitui a sua ideologia, que é incorporada no currículum dos seus filhos. É mencionada nos livros da Torá. Apresentarei-vos alguns ilustrativos exemplos, embora os seus livros rebossam deles. Por exemplo, o grande estudoso judeu, no que acreditam cegamente, Maimónides, escreveu no seu livro que os judeus têm direito a violar às mulheres não crentes. Por não crentes, referia-se às não judeas. [...]
Mãe de quintilhizos nascidos em Gaza: Ao primeiro chamei-no Isma'il Haniya [como o líder de Hamas], e o segundo Khaled Mash'al. O terceiro é Mahmoud Al-Zahar. E as rapazas são Fatima Al-Najjar e Maryam Farahat. Deus tem-me concedido esta graça, que eu considero uma miragre. Não importa quantos mártires perdamos, seguiremos parindo heróicos palestinianos, que crescerão para converter-se em combatentes, se Alá quere. Espero educá-los bem, se Alá quere, para que servam duma forma modélica à gente, e que sejam pessoas bem educadas. Espero que o sejam...Apresento-os como um regalo ao país e ao Islám. Eles temem que tenhamos filhos que cresçam e se convertam
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana
A sandez na que se baseia o mundo muçulmão não conhece limites. Na secção do frenopático islâmico desta semana, um dos seus Ulemas -fazendo gala dum nihilismo intelectual que para sim quigesse o mais denostado dos esquerdistas aos que gosta de aguilhoar o nosso admirado Obadiah Shoher- argumenta uma das mais enraizadas tradições do folklor galaico: o São Martinho, mas dando-lhe um giro um tanto “peculiar”.
Doze séculos de enclaustramento intelectual são uma lousa muito pesada, inclusso para uma sociedade como a que produze este tipo de engendros, tão amante ela da convivência em paz.
Todos os porcos descem dos judeus, que foram convertidos em porcos por Alá, segundo um destacado dirigente religioso egípcio. Dado que todos os porcos descem dos judeus, é obrigatório matá-los, afirma Sheikh Ahmed Ali Othman.
Supostamente se os porcos fossem meramente animais, não estariam condeados a morrer. É a sua ascendência judea o que os aboca à morte.
O jornal jordano “Al-Hakika al-Dawliya” acrescenta que esta não é só a sua opinião. Cita a Sheikh Ali Abu Al-Hassan, dirigente do Fatwa Committee de Al-Azhar [Universidade sunita islâmica], que matiza que todos os judeus que foram convertidos em porcos por Alá morreram sem se reproduzir, e que portanto não existe uma relação directa entre os porcos de hoje em dia e os judeus.
A seguinte é a transcripção, procedente da cadeia de notícias árabe Al-Moheet:
“Cairo-- Sheikh Ahmed Ali Othman, supervisor de Adoctrinamento Islâmico dos Lugares Sagrados Islâmicos, tem publicado uma Fatwa na que afirma que os porcos dos nossos dias têm a sua orige nos judeus que desgostavam a Alá, até o ponto de que Ele os converteu em monas, porcos e adouradores de Satám, sendo obriga para todo bom muçulmão matá-los e sacrificá-los.
Othman basea a sua orde neste verso corânico: ‘Dizede-lhe à Gente do Livro [judeus e cristãos]: Vinde e eu fazerei-vos saber quem vai receber a pior retribuição de todas de Alá: aqueles a quem Alá tem acusado e sobre os que arroja a sua ira, os que tem convertido em monas e porcos por servir às abominações. O seu lugar é o pior de todos, por ser a sua desviação a maior de todas…” (Corám, sura 5, verso 60).
Sheikh Othman explicou que este verso se refere à nação descendente do profeta Moisês, e que os livros de comentários confirmam o ali sinalado. Existem duas opiniões entre os Ulemas [estudosos do Islám] ao respeito. A primeira é que os judeus, aos que Alá converteu em porcos, permaneceram sob esse estado até que morreram, sem deixar descendência. A segunda opinião é que os judeus convertidos em porcos multiplicaram-se tendo descendência, e que a sua linagem continua até hoje. Sheikh Othman também cita a tradição atribuída a Mahoma como fonte de apoio.
O jornal jordano Al-Hakika al-Dawliya cita a Othman: “Eu, pessoalmente, sou da opinião de que os porcos que existem actualmente procedem dos judeus, e portanto o seu consumo está proibido segundo as palavras de Alá: “A pele, o sangue e a carne de proco está-vos proibida”. Aínda mais, o nosso mestre Jesus, a paz seja com ele, quando desça novamente à Terra um dos labores que está chamado a realizar é matar aos porcos, o qual demonstra que a sua procedência é judea.
Sheikh Othman dixo que quem coma porco é como se comesse carne duma pessoa impura, e afirmou que este Mandato Religioso está respaldado pelos Sábios Islâmicos de Al Azhar, mas que estes temem dizê-lo publicamente por temor a serem tildados de ánti-semitas”.
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana
Velaqui um crego de Hamas
Transcripção:
A base de toda educação começa nas mesquitas. Sabedes o que é uma mesquita? É a fábrica essencial para educar aos homens no temor e compracência de Alá; a fábrica essencial para educar aos combatentes da Yihad. A mesquita é a fonte de vida dos muçulmãos, e o símbolo da sua valentia e honra.
O feto dos palestinianos, no ventre da sua mãe, o feto dos muçulmãos de todo o mundo nos ventres das suas mães, faz um permanente chamamento aos muçulmãos para que se unam arredor do temor de Alá, mediante as pregárias, e mediante a resistência e a Yihad.
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana
Velaqui a outro José Antonio Marina das hordas de Hamas explicando quando está moralmente permitido mentir e quando não conforme o que dita o Islám.
A julgar pela foto, o segundo caso enumerado debe ser utilizado muito habitualmente pelos varões de Hamas.
O Dia do Engano* não tem base no Islám, que proíbe este tipo de inovações. Mentir, baixo qualquer pretexto, está proibido.
Porém, por suposto, existem três excepções nas que o Islám permite mentir. Nesses casos a mentira é necessária para a boa marcha da sociedade muçulmã., porque não se trata de mentir pelo prazer de mentir, senão que persigue unir e faz-se pelo trunfo do amor.
Por exemplo, a fim de reconciliar a duas pessoas podemos mentir a uma de elas. Quando um está enfadado pode ferir a outro utilizando expressões inapropriadas; se asistimos a uma conversa desse tipo e queremos que as coisas não passem a maiores, podemos dizer a uma de essa pessoas: “Está dizendo coisas bonitas de ti”…
[Entrevistador]: Aínda quando não seja certo…
Exacto. Este tipo de mentira está muito enraizada no Islám.
Em segundo lugar, os homens têm permiso para mentir às suas mulheres; não em todos os casos, entenda-se-me bem. Pode dizer-lhe que é bonita, embora seja fea. Pode dizer-lhe coisas assim em aras do amor e o afecto. Pode dizer-lhe: “A comida saiu-che bem", embora lhe provoque arcadas, a fim de manter a família unida e promover o amor e o afecto.
O terceiro caso no que o Islám permite mentir é para enganar ao inimigo, dizendo, por exemplo, que vas cometer um atentado suicida em Jerusalém –quando realmente tens pensado levá-lo a cabo
Estes são os três casos nos que está permitido mentir. Eu não conheço outros.
* O Dia do Engano celebra-se o 1 de Abril em vários países do mundo. É um dia que, aínda não sendo feriado, vem marcado pela realização de brincadeiras e outros enganos a amigos, familiares e vizinhos. Seria algo semelhante à celebração o 28 de Dezembro nos países cristãos da festividade hagiográfica dos Santos Inocentes –onde também se realizam ao longo do dia todo tipo de bromas, enganos e jogos de duplo sentido.
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana
Um crego muçulmão vem de chamar pelo extermínio dos judeus no sermão do venres num programa da Hamas TV. Apenas três anos atrás, Ziad Abu Al-Haj –que assim se chama este tarado- participara numa conferência internacional de “Imães e Rabinos pela Paz” celebrada em Sevilha em 2006, onde ele e outros advogaram por evitar qualquer “representação negativa” das demais religiões.
Há três semanas, porém, este líder religioso dixo aos seus seguidores na Al Aqsa TV que, dacordo com a interpretação do Islám que fazem os de Hamas, os judeus são inerentemente malvados e que, portanto, como ameaça que constituim para os muçulmãos e para toda a humanidade devem ser exterminados.
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana
OS CRIMES DAS IDF, O NOVO LIBELO DE SANGUE
0 comentarios Publicado por SIMON BAR KOCHBA en 9:52 a.m.
O ántisemitismo de moda, identificado com estar em contra dos interesses israelis, tem a sua mais recente casuística nas acusações de “crimes de guerra” contra as IDF. Pouco importa que a análise dos factos demonstre que não houvo crime algum.
A realidade é que os soldados israelis põem em perigo as suas vidas para proteger ao inimigo árabe. Nenhum outro país no mundo aplica uma política semelhante, que eu qualificaria de idiota ou, como mínimo, de “suicida”.
O que vou dizer pode soar extranho aos não crentes, mas a razão de que se tenha produzido uma taxa de mortes desproporcionada é que existem as miragres. D’us protege-nos. Já o víramos na Guerra do Golfo de George Bush I. Iraq lançara dúzias de dúzias de projectis e mísseis contra Israel destroçando muitos fogares, mas miragrosamente sem danar às pessoas. A única morte foi devida a um ataque cardíaco. Depois, face o final da Guerra, um daqueles mesmos projectis alcançara um barracão dos EEUU e perto de 20 soldados americanos morreram.
Antes da fundação do moderno Estado de Israel, a acusação favorita dos ánti-semitas era o Libelo de Sangue. Durante mais de 1.000 anos, foi a cantinela favorita dos que odiavam aos judeus. Nada há de racional no devandito libelo, por suposto. De entrada, sempre obviaram o facto de que o sangue está proibido para os judeus, o qual já tira polo chão toda a acusação posterior.
Nada tem de extranho, porém, que os árabes a tenham adoptado.
Mirade este vídeo de The Palestinian Media Watch. A obra começa com um pai que instrui ao seu filho: “Nós, os judeus, odiamos aos muçulmãos, queremos matar aos muçulmãos; os judeus queremos beber o sangue dos muçulmãos”. Depois explica que os judeus lavam as mãos antes de orar, não com água, senão com sangue dos muçulmãos: “Temos que lavar as mãos com o sangue dos muçulmãos”.
Como dizia o Rei Salomão: “Nada novo”.
BATYA MEDAD
Nota: images da obra de teatro de Antonio Gala, "Los bellos durmientes"
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana, Batya Medad
A continuação [video abaixo], uns extractos do programa religioso da TV egípcia Al-Rahma no passado mes de Janeiro, com a actuação estelar dos cregos Sheik Said Al-'Afani e Sheik Muhammad Abd Al-Salam. Como se da tertúlia matutina do programa de Mª Teresa Campos se tratasse, os dois tarados convidados para a ocasião repassam a responsabilidade judea nas “grandes desgraças universais” remontando-se até a era do Cromagnon, mentres se ventilam um par de tazões de augardente de dátil. Lede a transcripção da amável tertúlia destes colegas da parlamentária israeli do Balal, Haneen Zuabi.
Said Al-'Afani: [Os judeus] são o povo maldito, que provocaram a ira de Alá. São a cria das serpes e as víboras, os assassinos do nosso profeta Mahoma, cuja morte foi conseqüência do ser envelenhado por uma mulher judea.
[…]
Deveríamos saber que os judeus são os assassinos dos Profetas. Assassinaram ao profeta Yahya [João o Baptita] e ao profeta Zaracias. Assassinaram ao honrado profeta Yahya, e apresentaram a sua cabeça como presente a uma ramera israelita.
[…]
O nosso ódio face eles épuramente religioso, e não devido à pura e sagrada Terra, que foi bendezida por Alá, ou a causa de Gaza…
Muhammad Abd Al-Salam: Não só devido a Gaza...
Said Al-'Afani: ...não só devido a Al-Aqsa e tudo isso. Odiamo-los, primeiro e sobretudo, devido à sua inimizade com Alá, e porque assassinaram aos nossos profetas.
Muhammad Abd Al-Salam: Permite-me que aclare que é o nosso dever odiá-los, como parte da nossa fê.
Said Al-'Afani: Correcto.
Muhammad Abd Al-Salam: A gente está confundida sobre isto. Alguns acreditam que se trata duma questão territorial ou nacional, ou que tem a ver com a bendita Mesquita de Al-Aqsa, mas o assunto é mais amplo, é uma questão de fê. Estamos na obriga de odiá-los porque são um povo criminal, e são inimigos de tudo o bom e do Islam.
Said Al-'Afani: Os judeus estiveram detrás da 1ª Guerra Mundial e da 2ª Guerra Mundial. Quando o alto mando norteamericano dixo que Japão aderira os termos da rendição, Rotschild o americano –ou mais bem, Roosevelt o americano- foi incitado por esses tabeirões usureiros a lançar a bomba sobre Hiroshima e Nagasaki. Os judeus estiveram detrás da Revolução Inglesa. Os judeus estiveram detrás da Revolução Francesa. Os judeus estiveram detrás da Guerra Civil norteamericana em 1869-1866 [sic]. Os judeus estiveram detrás do golpe de Estado na França em 1815. Os judeu estiveram detrás da guerra entre França e Prússia. Os judeus estiveram detrás do auge do comunismo. Karl Marx era judeu. Os judeus instigaram a guerra através do sexo. A judea Matilde inspirou a Johnson a emprender a guerra de 1967, como nos informou Muhammad Hassanein Haykal. Os judeus estám detrás de toda a ruína e destrucção do mundo.
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana
A continuação temos o gosto de apresentar aos nossos leitores o novo catálogo iraniano de temporada Primavera/Verão no que se refere às distintas modalidades de execução à disposição dos opositores, mulheres e homosexuais na República favorita de Paco Rodríguez e os seus camaradas do BNG.
Transcrevemos a seguir alguns fragmentos [ver vídeo abaixo] duma entrevista com o Fiscal Geral iraniano Qorban ‘aAli Najaf-Abadi, emitida na Al-Manar TV o passado dia 11 de Fevereiro.
Mais madeira…!
“Curtar as mãos dos ladrões é uma prática muito infreqüente. Os casos de qisas [execuções como repressália por assassinato] são mais comuns. A Qisas é uma prerrogativa individual da família da vítima, e o Governo não intervém no tema. Uma das práticas mais contestadas por Occidente é esta da Qisas. Confundem qisas com pena de morte. A qisas não tem nada a ver com o Governo. É uma prerrogativa da família da vítima. Por exemplo, se uma pessoa é assassinada, e o pai do assassino o solicita, poderíamos pedir à família da vítima que absolvesse…Perdão, à família do… Entra na minha jurisdicção, mas não temos direito a pressioná-los. É coisa da família cujo membro foi assassinado -às vezes com extrema brutalidade. O mundo deveria saber que na República Islâmica de Iran, a qisas é uma prerrogativa da família da vítima. Não é matéria ou assunto do Governo, e portanto o Governo não pode revocar ou impedir a sua posta
Curtar as mãos é algo muito disuasivo. O Islam pretende evitar as distinções derivadas da desigualdade de meios económicos e, portanto, estabelece a mutilação das mãos. Isto evita que o ladrão vaia roubar outra volta. Uma pessoa que rouba repetidamente não merece piedade.
O castigo é melhor que a prisão, com todos os seus efectos negativos, especialmente no que se refere a prisões como Guantanamo e Abu Ghraib. Os [norteamericanos] que cometeram todos esses crimes em Guantanamo: por que ninguém bota uma olhada às suas atrozidades? A sua tortura é centos de vezes pior que mutilar umas mãos. Por que não são submetidos a juízo? Não disfrutamos curtando mãos, mas não negamos que o fazemos. Se é preciso curtamos as mãos dos ladrões, igual que executamos as penas de morte.
A prisão e os castigos divinos são duas coisas diferentes. Temos adoptado, desgraçadamente, o sistema penitenciário occidental. Às vezes a prisão não proporciona resultados positivos. Tudo o contrário. A imposição de penas de prisão é algo a evitar. Não é algo arraigado no Islam. Tomemos, por exemplo, o castigo mediante latigazos. Na medida em que este castigo arruina a reputação duma pessoa, tem um efecto positivo em termos de disuasão. Estas práticas tipicamente islâmicas servem de advertência e castigo, não como forma de tortura. São preferíveis a ter que sentenciar a uma pessoa a vários anos de prisão, especialmente se consideramos a corrupção e todas as coisas más que se aprendem ali. Em prisão, a pessoa aprende novos crimes. Isto podemo-lo ver em todo o mundo”.
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana
PENSAR...! ALGO ASSIM NUNCA NOS PASSARIA A NÓS
0 comentarios Publicado por SIMON BAR KOCHBA en 5:16 p.m.
Pretendíamos que esta fosse uma secção de periodicidade semanal, mas não damos abasto. Vamos, pois, com um novo capítulo do nosso particular album entomológico destes brilhantes émulos magrebis dos nossos criadores de opinião. Carecem do sex-appeal progre, bem é certo, dos nossos telepredicadores pátrios -digamos Iñaki Gabilondo ou os irmãos Sardá- mas pelo menos falam mais às claras.
Nesta ocasião, o intelectual que se oculta sob a servilheta a quadros fúcsia [ver vídeo abaixo] é o crego egípcio Alaa Said –familiar não muito lonjano, intuímos, do afamado promotor da Intifada Edward W. Said.
Marchando uma nova entrega do frenopático catódico.
“Quem são os terroristas? São os judeus, que têm expandido o terrorismo ao longo do mundo.Por Allah, que não estou exagerando. São os judeus, que têm expandido o terrorismo ao longo do mundo. Não o podo entender. Os EEUU viveram enganados durante muitos anos. Os EEUU foram corrompidos pelos judeus, deveriades ser conscentes disto. A mente dos estadounidenses tem sido mutilada pela mente dos judeus, A corrupção que se extende por todo o mundo está dirigida pelos judeus.
Os judeus estám detrás da expansão da corrupção e das calamidades em todo o mundo. Desculpo-me de antemão, mas as tendências de bestialismo e concupiscência evidentes nesta “idade do progresso”, “luzes” e “desenvolvimento”, levou-nos a promocionar actos abomináveis com animais. Quem fixo isto, o publicitou, o apoiou, e esteve detrás?: o judeu Freud. A homosexualidade –que Allah me perdoe- por que tem sido promovida?: Jean-Paul Sartre (o judeu). Quem tem espalhado o ateísmo pelo mundo?: Karl Marx, que também era judeu.
Os judeus corromperam a França. Corromperam as mentes francesas com filmes pornográficos. Iniciada a 2ª Guerra Mundial, França não resistiu mais de duas semanas; a juventude francesa não resistiu nem sequer mais de duas semanas.
Quando um judeu foi perguntado se estavam detrás da morte do antigo Presidente palestiniano Yasser Arafat, contestou: ajudamos a Deus. Ajudamos a Deus?, Allah me perdoe.
No seu livro, o Talmud, dizem que Deus criou uma balea gigante cuja boca tinha um ancho de 360 parasang [antiga unidade de medida persa equivalente a uns 3’5 kms.]. Desculpa-me, Allah, por dizer isto. Quero que vejades o tipo de fê que defendem. São pessoas corruptas, são os autênticos terroristas. Isso é o que pensam de Deus. Está escrito nos seus livros, não o estou a inventar. Dizem que Deus começou a pensar…algo assim nunca nos passaria a nós. Deus pensando!! Pensar significa que segue um processo para chegar a uma conclusão, quando Deus o sabe tudo. Pois começou pensar que se passaria se essa balea se apareava com uma balea fémia.e procriavam grandes baleas que poderiam criar grandes desordes na Terra. Assim que Deus baixou a jogar com a balea fémia, para disuadi-la. Deus fixo isso!! Que Allah me perdoe.
No Talmud dizem que Deus acariciou e peiteou os cabelos de Eva, e que depois Deus –Allah me perdoe- bailou com Eva”.
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana
Inauguramos com esta entrada a nova secção “A imbecilidade islâmica da semana”. O crego e elevado intelectual egípcio Ahmad Abd Al-Salam brinda-se amavelmente para inaugurar a secção, explicando neste documento, à sua selecta e alfabetizada audiência, [ver vídeo mais abaixo] as maldades das que são capazes os judeus:
“Os judeus ‘não falharão em corromper aos crentes’. Que significa isso? Os judeus não são negligentes, eles invistem os seus mais denodados esforços –dia e noite- em conspirar sobre como corromper a nação islâmica, a nação dirigida pelo profeta Mahoma.
Gostaria-me, televidentes muçulmãos, que imaginassedes aos judeus sentados arredor duma mesa conspirando sobre como corromper aos muçulmãos e sobre como destruir os seus assuntos mundiais e religiosos. Os judeus ‘não falharão em corromper-vos”, e esse é o motivo pelo que os odiamos. Os judeus conspiram dia e noite para destruir os assuntos mundiais e religiosos dos muçulmãos.
Conspiram para destruir a economia dos muçulmãos, conspiram para infectar os alimentos dos muçulmãos com cancro; os judeus infectam os alimentos com cancro e depois enviam-nos aos países muçulmãos.
Odiamos aos judeus porque não escatimam esforços em despojar às rapazas muçulmãs das suas roupas. Os judeus conspiram para conseguir rapazas muçulmãs, e inclusso para desposá-las, e induzi-las a que vistam roupas cingidas, curtas ou transparentes, vestidos com aberturas por diante ou por detrás, pela direita ou a esquerda.
Os judeus ‘não falharão em corromper-vos”, e esse é o motivo pelo que os odiamos. Os judeus conspiram para destruir aos muçulmãos. Os judeus conspiram para abocar à mocidade muçulmã ao poço da tentação sexual. As tentações sexuais, que prevalecem em todo o mundo, são fruto da conspiração judea”.
Etiquetas: A imbecilidade islâmica da semana
