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HOMENS ASSIM POUCOS QUEDAM

Durante uma entrevista televissiva com o jornalista John Harwood na CNBC, o passado martes, Obama decidiu porfim colher o touro pelos cornos [ver vídeo abaixo].

Incomodado por uma mosca inasequível ao desalento, o Presidente puxo-se firme por vez primeira desde que estreou mandato –para além da actitude arrogante que tem com o Estado judeu de Israel- e dixo-lhe ao coleóptero: “Largo de aquí!”.

Como não atendeu às suas ameaças, Hussein agardou a que o desafortunado animal se pousasse, e num audaz golpe de autoridade esmagou-no. Perguntando ao atónito Harwood, “Por onde íamos?”.

“Guay!”, dixo o progressista e adulador profissional.

Mas o Presidente preferiu regodear-se no trunfo: “Impressionante, eh?...Acabei com essa mamona”.

“Muito bem!” –escuitou-se de fundo a voz do emocionado Secretário de Imprensa da Casa Branca, Robert Gibbs.

Ao lobby progre que aupou em Novembro ao Hussein às mais altas esferas do poder político e militar nos EEUU, tem-lhe faltado tempo para pôr o berro no céu. Os ecologistas do PETA (caralho para o nome!) –Gente pelo Trato Ético com os Animais- têm enviado já uma carta de protesta para que a próxima vez o matamoscas tenha uma actitude mais compassiva com os demais inquilinos da Casa Branca.

Imaginade-vos a que se monta se não amosa o poder disuasório dos EEUU com um insecto, senão ante questões mais razoáveis. Como subministrar mediante as canles da CIA no Estado dos Ayatolás armas curtas e explossivos aos disidentes do regime iraniano.



O INTOLERÁVEL


Falando em El Cairo, Obama denominou a situação dos palestinianos como intolerável. A maior taxa de crescimento económico entre os países árabes, já vedes, é tão intolerável….! E os controlos nas estradas israelis que evitam atentados terroristas…São intoleráveis também!

Vaia, Obama esqueceu mencionar a situação de Sderot como intolerável.


PIRATAS BERBERISCOS

Inacreditável. Aínda não sei por onde começar a meter o dente ao discursode Obama. Mas comezemos por aqui:


“É sabido, também, que o Islam sempre foi parte da história dos EEUU. A primeira nação que reconheceu ao meu país foi Marrocos. Quando asinou o Tratado de Trípoli em 1796, o nosso segundo Presidente John Adams escreveu: ‘Os EEUU não tem inimizade alguma contra as leis, religião ou tranquilidade dos muçulmãos” (Obama).


Em que consistia o Tratado de Trípoli?


Foi um tratado asinado com os árabes de Trípoli (e Algéria e Marrocos) para lograr que deixassem de seqüestrar e atacar embarcações dos EEUU –actividade também conhecida como PIRATERIA.


Em 1801-1805 EEUU librou as Guerras Berberiscas contra estes Estados que asinaram o Tratado (agás Marrocos, que não o quebrantara) e continuaram atacando barcos norteamericanos.


Em 1801, o Pachá de Trípoli intentou estabelecer um preço para deixar de atacar os navios dos EEUU (se lembro bem, os EEUU pagavam por aquela altura um milhão de dólares ao ano em conceito de extorsão).

O Presidente Jefferson, em vez de acceder à chantagem (e os ataques continuados) enviou uma fragata e destruiu um barco de Trípoli. Foi o primeiro dos muitos barcos piratas que os EEUU mandaram a pique.


A guerra rematou em 1805, quando por vez primeira na história dos EEUU a bandeira foi alzada em sinal de vitória sobre solo estrangeiro (“ocupação”?). Se alguma vez escuitachedes o hino dos Marines soará-vos familiar o verso – “até as ribeiras de Trípoli”.


Assim que quando Obama diz que os muçulmãos têm uma longa história com os EEUU, pergunto-se se me referirá à pirataria, o pago de rescates, o seqüestro de reféns, o incumprimento de tratados, ou o terrorismo (tudo o que daquela era conhecido pelo nome de pirataria).



Fonte: Joe Settler


OBAMA AO DISPÔR DE HAMAS

Falando numa rádio nacional, a NPR, Obama deixou cair uma proposta inquedante respeito a Hamas: o seu reconhecimento de Israel “não tem por que presupôr que algumas exigências ou requisitos sejam compartidos”.

Esta infame maneira de entender os compromisos era familiar a Arafat: reconheçamos a Israel, logremos um Estado palestiniano, e depois já se verá…

Obama oferece a Hamas que reconheça a Israel, embora seja retoricamente, e que depois destruam aos sionistas mediante várias vias: o retorno dos refugiados, a autonomia para os árabe-israelis, a reclamação territorial, etc.

A poucos dias da sua chegada a Normandia para participar nas comemorações do Desembarco, Barack Obama dou a sua primeira entrevista a um meio de comunicação francês, onde evoca o Meio Leste e rende uma sentida homenagem a Nicolas Sarkozy.

A sua implicação com o Meio Leste. Para Barack Obama, que o joves pronunciará em El Cairo um importante discurso de reconciliação com o mundo muçulmão, “os Estados Unidos e o mundo occidental devem aprender a conhecer melhor o Islám. De facto, se contamos o número de norteamericanos muçulmãos, vemos que os EEUU são um dos países muçulmãos mais grandes do planeta”, manifestou na entrevista concedida a Canal +, a primeira celebrada com um meio de imprensa francês. Também acrescentou: “O que pretendo fazer é criar um diálogo mais fluído para que o mundo muçulmão poida entender melhor que os EEUU, mas também o mundo occidental em geral, afrontam certos problemasa difíceis, como o terrorismo ou a democracia”.

A sua relação com o Islám «Qualquer que seja a nossa confissão são os que construim e não os que destruim os que deixam um legado duradeiro”, estima o Presidente estadounidense. “Acredito que actualmente existe um conflito inegável entre os que sustentam que o Islám é irreconciliável com a vida moderna e os que pensamos, pelo contrário, que o Islám sempre tem sabido evoluir face o progresso”.





Fonte: Le Figaro

QUIZ

Achade em menos de cinco minutos a diferença.





Em efecto!
Na segunda fotografia a cor da garavata de Hussein é gris.

COMO É HABITUAL, OBAMA MINTE

Departindo tras o seu encontro com Abu Mazen, o Hussein anunciou que Israel deve deter a construcção de assentamentos porque é a obriga dos judeus, segundo a Folha de Ruta.

Mentira. A Folha de Ruta não diz uma só palavra sobre a construcção dentro dos assentamentos já existentes. E o cese da expansão de colônias figura claramente condicionado a que os palestinianos detenham o seu desposto nacional favorito, o terrorismo.

Com o seu colega muçulmão Abu Mazen, Obama não utilizou a expressão deve, senão que se limitou a sugerir-lhe vagamente que melhore as medidas de seguridade.

Tendo fracassado no seu vis-a-vis com Rússia, Iran, Irak, Síria, Líbano, Corea do Norte e Pakistão, Obama aposta pela confrontação com Israel.

O Hussein supera de longo as nossas mais pesimitas expectativas pré-eleitorais sobre ele.
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A próxima obamada será apresentar desculpas em Europa, esta vez a Alemanha, pela 2ª Guerra Mundial.


John Rosenthal comenta: “Por estrambótico que semelhe, a iminente viagem do Presidente Obama a Dresde dá a entender que os revisionistas alemães têm um amigo na Casa Branca”.


E “American Thinker” acrescenta: “A mensagem que Obama trata de eenviar visitando este lugar está clara: a pesar de que os alemães foram chicos traviesos durante a 2ª Guerra Mundial, também cumpre lembrar que foram vítimas das atrozidades aliadas”.

Obama deveria empregar melhor o seu tempo visitando as tumbas dos nossos bravos e gloriosos mortos, que sacrificaram as suas vidas para que Europa pudesse sobreviver e zambulhir-se no seu patético e amoral colectivismo. Europa deve-nos uma desculpa por dilapidar o nosso sangue e traicionar-nos caíndo numa bancarrota transnacional chamada União Europeia, edificada sobre o mais patético dos colectivismos.

Tempo para lições históricas? Que melhor maneira de empregar o dia para Obama que convidar aos estudantes de intercâmbio à Casa Branca e oferecer-lhes uma lição sobre a excepcionalidade, heroísmo e grandeza dos soldados estadounidenses?

O número total de estadounidenses enterrados nos cimitérios é de 104.366 –uma mera fracção de todos os que morreram para libertar Europa. Um Presidente dos EEUU que confunde arrogância com liderádego, e que sinte a necessidade de desculpar-se ante Europa pelo país que preside?

É impensável que Obama vaia oferecer um discurso em Dresde e não aluda ao bombardeo da cidade.

Europa fixo o seguinte negócio: rematar com a vida de 6 milhões de judeus a câmbio dos 55 milhões de muçulmãos aos que agora acolhe. Que lhes vaia bem.

E Obama apresentando desculpas…


PAMELA GELLER



A fixação mundial com o Estado palestiniano é sintomática duma enfermidade muito extendida. Alguns diagnosticariam-na como judeofóbia. Outros simplesmente como estupidez. Outros aínda diriam que ambas coisas. Centremo-nos na estupidez, que, a fim de contas, tem muito a ver com a história da humanidade.


Levaria muitos tomos documentar toda a estupidez que evoca o do Estado palestiniano. Contudo, enumeraremos alguns aspectos: primeiro sobre os árabes em questão, e, em segundo lugar, algumas considerações geoestratégicas.


1) Não existe a língua palestiniana nem a cultura palestiniana. Esses árabes formam parte da maioria árabe sunita que vive no Meio Leste.

2) Os árabes não querem esse novo Estado independente.

3) Carecem dos hábitos, temperamento e destrezas necessárias para conformar-se num Estado independente e responsável –como o demonstram alguns dos pontos que se enumeram a seguir.

4) Adoutrinam às suas crianças no ódio aos judeus e a Israel.

5) Entrenam aos seus filhos para que de maiores sejam yihadistas.

6) Utilizam aos rapazes como bombas-humanas.


7) Escolheram uma ampla gama de botarates para que dirijam os seus destinos.

8) Veneram uma religião cujos acólitos têm assassinado a mais de 270 milhões de seres humanos desde os tempos de Mahoma.


No que respeita às considerações geoestratégicas:

9) Não há espaço bastante entre o rio Jordám e o Mar Mediterrâneo para a existência de dois Estados viáveis. Mais de dois milhões de árabes restringidos às 2.323 milhas quadradas de Yehuda e Shomron (o “West Bank”), e outro milhão de árabes hacinado nas 141 milhas quadradas de Gaza, é uma fórmula inquestionável para o estancamento económico e o descontento –para além dum viveiro de inveja e ódio que seria inflamado por um ou outro grupo terrorista.

10) Tal Estado imaginário seria uma ameaça permanente para Jordânia.

11) Esse Estado imaginário estaria em mãos de Hamas ou Fatah.

12) Um Estado desse tipo, consistente na mescla duma dúzia de tribos rivais e clães do Meio Leste e o Norte de África, seriam uma convidação permanente para que Iran aproveitasse a menor agitação intestina.


Agora, por favor, desculpade a minha franqueza: Não estades já fartos de que vos estejam lembrando permanentemente aos “pobres palestinianos”, cujos encantadores meios de comunicação passam o dia fazendo chamamentos à morte de Israel e dos EEUU?


Ou, dito doutro modo, não estades cansos de que vos lembrem que a Junta de Chefes de Estado Maior dos EEUU tem advertido firmemente a Israel de que deve reter a qualquer preço os altos de Yehuda e Shomron, o val do Jordám, Gaza, os altos do Golan, etc., para evitar ataques catastróficos dos seus inimigos?


Não estades cansos de escuitar que o conflito em questão não é territorial senão ideológico? Ressulta tão óbvio que um poderia concluir razoavelmente que o Presidente Obama e os seus conselheiros para o Meio Leste são uma espécie de idiotas de Pavlov, ou de judeófobos de Pavlov, respondendo ao repicar duma campana chamada “Israel”.


PAUL EIDELBERG



Jesus dixo que é preferível que dez pessoas culpáveis resultassem impunes, que o sofrimento dum só inocente. A proporção fixada por Obama é algo menor.

Um de cada sete prisoneiros libertados de Guantanamo tem-se reincorporado à actividade terrorista, segundo informa o The New York Times.

No caso dos terroristas árabes em Israel, a proporção aínda é maior, do 45 ao 70 %.

OBAMA, O MACARRA DE ISRAEL

Hussein Obama, esse homem que rege os destinos dos EEUU e que anda à procura de “talibães moderados” para dialogar, que rende pleitesia aos ditadores islâmicos, e que se comporta como o mozo de recados de Ahmadineyad, vem de humilhar e ameaçar publicamente ao Primeiro Ministro do Estado Judeu exigindo-lhe que não o surprenda com um ataque contra Iran.


Com amigos assim, quem quere inimigos?

OUTRO TALANTE

Proponho-vos um jogo.


A seguir reproduço as declarações de Barack Obama durante a sua primeira visita a um país muçulmão, o passado luns, e as observações que ao respeito fazia Winston Churchill em 1899, no 2º volume de “The River War”.


São, pois, dois textos separados por 110 anos de distância e por duas concepções do mundo antagônicas.


Adivinhade quem é o autor do Texto A e quem o do Texto B.


Texto A


“Que espantosas são as maldições que o islamismo impõe aos seus seguidores! Para além da fúria fanática, tão perigosa num homem como a hidrofóbia num cão, está o seu tremendo fatalismo fanático. Os efectos são semelhantes em vários países: hábitos imprevisores, sistemas de agricultura improdutivos, métodos de comércio ineficazes, e inseguridade na propriedade, existem do quer que os seguidores do Profeta Mahoma governem ou sejam maioria. Um sensualismo degradado priva as suas vidas de harmonia e refinamento, para além de dignidade.


O facto de que segundo a lei islâmica qualquer mulher seja propriedade de um homem, como esposa ou como concubina, retrasará o final da escravidão nesses países até que a fê islâmica deixe de exercer o seu grande poder entre os homens. Os muçulmãos podem ter grandes qualidades individuais, mas a influência da sua religião paralisa o desenvolvimento das sociedades nas que vivem. Não existe uma força mais retrógrada no mundo inteiro”.



Texto B



“Quero trasmitir a minha profunda admiração pela fê islâmica, que tanto tem feito durante séculos para orientar o mundo face o melhor, incluído o meu próprio país. Deixade que manifeste isto tão alto como seja possível: os EEUU não estám, e nunca estarão, em guerra com o Islám. De facto, a nossa colaboração com o mundo muçulmão é cruzial”.





P.S.: E, por favor, que alguém lhe explique a Hussein Obama que um Presidente dos EEUU não faz reverências nem vai por aí bicando aneis –especialmente se se trata de dirigentes de países onde as mulheres têm menos valor que um rebanho de ovelhas.




Falando sobre as possibilidades de alcançar a paz, Obama afirmou ontem que esta só poderá materializar-se através duma solução de “dois Estados em Palestina”.

Denominar à Terra dos judeus “Palestina” significa dar por presuposto que os árabes são os seus donos e os judeus uns ocupantes.

Entre outras coisas, Obama esquece que os palestinianos já possuem dois Estados: Jordânia e Gaza, e que os árabe-israelis –como esses dos Batalhões para Libertar Galilea- não estám dispostos a conceder aos judeus um Estado, independentemente do tamanho que tenha.