MIGUEL ÁNGEL MURADO

Este tipo ensimismado com cara de zurupeto -que na foto da esquerda calcula o tamanho da sua integridade moral- é tertuliano assalariado habitual do poderoso grupo de negócios e telecomunicação PRISA,ou PRISOE, em feliz denominação popularizada a partir de que o PSOE governante na Espanha dos anos 80 e 90 comprara com dádivas políticas e multimilhonários “cazos” a mancheta editorial, a câmbio do silêncio de três lustros de corrupção e crimes de Estado.


Também põe habitualmente o seu grão de areia para converter o jornal “La Voz de Galicia” num dos meios mais repugnantemente ánti-semitas do panorama periodístico estatal.


Considerado por muitos um “ánti-semita moderado” (¿!) gestiona um blogue onde pendura habitualmente textos do teor do que a seguir copiamos e pegamos.


Viveu uns quantos anos, subvencionado pela UNRWA num hotelazo na cidade de Jerusalém, enviando “crônicas desde o frente”. Seica agora anda enredando pela Patagônia.


Ah, é de Lugo.


UN VISTAZO DETRÁS DE LA CORTINA


Mientras la ofensiva terrestre israelí ya ha causado cien muertos más, entre ellos 26 niños, si uno levanta la cortina ensangrentada puede ver lo que ocurre entre bambalinas. En Israel es esto: el ministro de Defensa, Barak, candidato en las próximas elecciones, se ve obligado a mantener el ritmo de destrucción, pero no pierde de vista a la de Exteriores, Tzipi Livni, que tiene que evitar ahora cualquier alto el fuego o mediación, porque también ella compite en las elecciones. El primer ministro Olmert lo tiene más fácil. Procesado por corrupción y falsedad, se limita a salir en televisión y decir: “Créanme, esta guerra no es por esto, sino por esto… Créanme, a mi”. No irá a a la cárcel. Siete de los últimos ocho líderes de Israel han sido acusados o procesados por corrupción (y en el caso del expresidente Katzav de violación y abusos sexuales) y ninguno ha ido a la cárcel.

En Cisjordania, otro corrupto, el líder de la OLP Mahmud Abbas, el hombre que hizo todo lo que Israel le pidió y aún así no ha logrado nada, ya sabe que está acabado. A punto de expirar su supuesto mandato como supuesto presidente de la Autoridad Palestina, ya sólo se mantiene en la poltrona usando la violencia de su policía contra su pueblo.

Miramos más allá y vemos que en el mundo árabe empieza a cundir el nerviosismo. Decenas de diputados jordanos exigen romper el acuerdo de paz con Israel y el rey Abdala ha tenido incluso que criticar a Israel cruzando los dedos para Estados Unidos no les corte el grifo del dinero. Incluso en Egipto el dictador Murabak, a quien quizá se ha aparecido el fantasma de Sadat, está dando marcha atrás en su pacto con Israel.

Y más acá, en la UE, la presidencia checa ha tenido que pedir perdón por haber calificado la invasión de Israel de “defensiva”, como siempre Sarkozy dice una cosa y otra al mismo tiempo, y Zapatero tiene problemas con los verbos y los adverbios, porque “reitera una vez más” algo que no había dicho antes y “condena enérgicamente” algo que sólo insinúa de la manera más timorata posible. Y eso que las elecciones europeas también están cerca y muchos votantes quizá estén tomando nota de lo que dicen los partidos. Y de lo que no dicen.

Cerramos la cortina ensangrentada, y entonces aparece Gaza.


Outro surtido de delicatessen deste vividor poderede-lo achar aqui:


"La importancia de un planeado márketing de la guerra" em "La Voz de Galicia" do 8 de Janeiro de 2009.


Entrevista: "Eu era un grande admirador de Israel" no semanário do BNG "A Nosa Terra" (Maio de 2008).


"Un incidente dentro de un sistema" em "La Voz de Galicia" do 30 de Dezembro de 2008.


Os judeus, como todo o mundo sabe, som maus e possuem o domínio dos meios de comunicaçom. Graças a este domínio conseguiram manipular a história em muitos aspectos, mas hoje interessam nomeadamente as suas mentiras acerca do que verdadeiramente aconteceu nos campos de concentraçom nazis, e que só há pouco ficou a descoberto quando esses meios de comunicaçom que eles dominam começarom a propalar o original e bonito pensamento (é tão fácil ser bom e profundo quando se fala na “causa palestiniana”!) de que os judeus estão a fazer com os palestinianos o mesmo que os nazis tinham feito com os judeus.
Sim senhores, já nom era sem tempo que se soubesse. Os judeus circulavam polo interior de Auschwitz, Trebinkla e outros campos de extermínio, em potentes 4x4 de importaçom, a disparar metralhadoras ao ar, a pregoar o extermínio dos alemães de qualquer condiçom, com as cabeças adornadas com fitas com versículos bíblicos que convocam todos os judeus à guerra santa para imporem a religiom do profeta (Isaías) aos gentis.
No interior destes campos (onde basicamente nom se fazia nada, nom se produzia nada, nom se exportava nada) os judeus recebiam inúmeros subsídios da Uniom Europeia (em muita maior medida que autênticos refugiados que autenticamente o necessitavam) que eles investiam em armamento e na manutençom da sua actividade criminal. Porque, nos seus tempos livres, os judeus dos campos de concentraçom se dedicavam a lançar mísseis de forma indiscriminada sobre as cidades alemãs próximas, em conivência com outros estados judeus vizinhos que pretendiam sem disfarces a destruiçom da Alemanha.
Contra o que comummente se afirma, os nazis nom exterminarom sistematicamente as crianças judias mal chegavam aos campos de extermínio, mas forom os próprios judeus que as utilizaram na sua guerra de propaganda, e na sua guerra sem mais também. Utilizavam-nas por exemplo no contrabando de armas através de túneis subterrâneos ou os mandavam a atirar pedras contra um exército que eles próprios denominavam de assassino e sem escrúpulos.
Quando nas batalhas contra os alemães morriam crianças judias, como morrem em todas as guerras (sobretudo quando nom se fai nada para as proteger), entom saíam com elas diante das câmaras de televisom que transmitiam diariamente para todo o mundo desde o interior dos campos de concentraçom, e no dia seguinte havia manifestações de boas pessoas na Itália de Mussolini, no Japom imperial, e outros países com regimes semelhantes ao nazi, em que se dizia “Deixem de atacar os judeus. Coitadinhos, deixem-lhes fazer o que quiserem, mesmo matar alemães. Estão a morrer muitas crianças!”
De facto, os nazis nom forom assim tão maus como se pensa. Contra o que a propaganda sionista pretende, nom mataram 6 milhões de judeus indefesos em 3 anos, mas apenas uns 60.000 em 60 anos de guerras defensivas, se é verdade o que dizem os meios de comunicaçom “bons e profundos” no sentido de que a situaçom dos palestinianos a respeito de Israel é igual à dos judeus a respeito da Alemanha nazi. Porque essa é a cifra de cidadãos árabes (nom só palestinianos, mas egípcios, sírios, iraquianos, jordanos e libaneses) que morreram em todas as guerras que os seus dirigentes alimentaram contra Israel.
Porque nom me digam que nom temos que estar até certo ponto agradecidos aos nazis que tivessem contido, com o seu próprio sacrifício, os intentos veementes dos judeus para estenderem os seus campos de concentraçom a todo o mundo!



JOÃO GUISAN

O GRANDE AGUILHÃO IRANIANO


Mentres os nossos soldados estám combatendo no campo de batalha, é dificil exprimir críticas de qualquer índole. Mas ressulta da máxima importância saber e analisar que o presente cenário bélico não deriva só do lançamento de mísseis sobre as cidades do sul. Por suposto, qualquer nação soberana debe impedir que os seus cidadãos sejam atacados dia tras dia, semana tras semana, ano tras ano sem oferecer uma resposta.

Sem embargo, isto é precisamente o que não figeram os sucessivos Governos, começando na guerra de Oslo, também conhecida como a 2ª Intifada. Pelo contrário, nos finais dos anos oitenta, durante a 1ª Intifada, quando os israelis eram apedreados, bombardeados e tiroteados, as reacções governamentais foram, quando menos, pouco entusiastas.

Com o inícoio da 2ª Intifada na véspera de Rosh Hashana do 2000, o Governo ignorou os ataques contra os seus cidadãos, especificamente contra aqueles que viviam em Judea, Samaria e Gaza. Em Hebron, os árabes dispararam aos judeus desde as vizinhas Abu Sneineh e as colinas de Harat a-Shech durante mais de dois anos.

A IDF tinha ordes estritas de não reconquistar as colinas, o que teria rematado com o permanente tiroteio.

Em Gush Katif, milheiros e milheiros de lançamentos de morteiro cairam nas comunidades judeas. A resposta a estes ataques nem sequer foi ténue; simplesmente não foi.

Portanto não ressultou surpresivo que os dirigentes do país nem moveram as pestanas quando os terroristas de Hamas, utilizando os próprios territórios que lhes foram entregados pelo Estado de Israel, começaram a bombardear Sderot.

Não nos surprendeu que começassem a cair mísseis sobre Ashkelon e Ashdod ; esses ataques já foram vaticinados antes da evacuação de Gush Katif.

Aqueles de nós que avisáramos desses ataques éramos ignorados ou chamados “profetas agoreiros”. No melhor dos casos, chamavam-nos “inimigos da Paz”.

A batalha actual não gira só arredor da auto-defesa. Muito mais importante, é o retorno do nosso orgulho nacional, do convencimento de que este é o nosso país, esta é a nossa terra e devemos fazer e fazeremos o que for preciso para proteger aos nossos cidadãos e preservar a nossa soberania.

Isto, para além da dor que ada uma das baixas supõe –sobretudo sabendo que não teria porque ter sido assim, que não tínhamos a obriga de abandoar Gush Katif e que não tínhamos porque consentir que Hamas se rearmasse com mísseis que têm paralisado todo o sul do país.

Mas isto é, quiçá, uma pequena parte de todo o dano que se nos tem feito.

Velaqui algumas perguntas analíticas:

1. Por que aceitou Hamas, inicialmente, um alto o fogo seis meses atrás?

2. Por que Hamas –só há umas semanas- rechaçou renovar o alto o fogo?

3. Por que Hamas, sabedora de que Israel chegaria um momento em que não teria mais remédio que responder, disparou centos de projectis?

4. Por que tem rechaçado Hamas um alto o fogo, a pesar da destrucção massiva e a perda de vidas em Gaza?

A resposta é provavelmente muito simples.

Os nossos vizinhos árabes não são estúpidos como nos gostaria pensar que são. Qual é a autêntica ameaça existencial para o Estado de Israel hoje em dia? A ameaça nuclear iraniana. Os iranianos, de igual maneira que construem um reactor nuclear, sabem lêr um calendário. Sabem que o 20 de Janeiro, George W. Bush deixará de ser Presidente dos EEUU e será reempraçado por Barack Obama. Sabem que Israel preferiria deixar “solucionado” o problema iraniano antes da transição presidencial, sabedores de que Bush seria muito mais partidário de dar luz verde a uma ofensiva do que o será o novo Preseidente Obama. Como evitar um ataque preventivo?

Iran é o principal abastecedor de fundos a Hamas. Os líderes iranianos dixeram a Hamas: “Vades-vos sacrificar por uma razão elevada –a destrucção do Estado judeu”. Hamas recebeu orde de assinar um alto o fogo e depois rompê-lo para manter a Israel ocupada no sul, mais que com o norte.

Israel não vai afrontar um conflito armado em duas frontes simultâneas. Os ataques massivos com mísseis sobre as cidades obrigariam a Israel a respostar, mas evitariam um ataque contra Iran. Provavelmente Iran tenha prometido a Hamas que será recompensada por todo o dano que está a sofrer.

Para além de tudo, as fotografias dos mortos são uma impagável propaganda que recebem através dasemissões da CNN e a BBC.

Noutras palavras, a presente guerra não é nem mais nem menos que uma grande operação-aguilhão de Iran, para evitar que Israel tenha a tentação de destruir as suas instalações nucleares antes do 20 de Janeiro, ao custe duns milheiros de edifícios e uns centos de vidas árabes em Gaza. Este é, provavelmente, o autêntico preço a pagar pela “desconexão” de Gush Katif.

DAVID WILDER

17 Tevet 5769 / 13 Janeiro 2009

DE QUE CONFLITO FALAMOS?


Para quien por razones profesionales tiene que seguir conflictos como el de Gaza resulta sorprendente escuchar o leer determinadas interpretaciones de lo que allí está sucediendo. Una vez más los prejuicios se imponen sobre la realidad, por lo que no está de más recordar algunas obviedades.

I. El conflicto lo ha iniciado Hamás, porque le interesa y porque cree que está en condiciones de derrotar a Israel.

II. En esta ocasión no hay un frente palestino y otro judío. Una organización islamista y terrorista ha atacado a un estado democrático con la colaboración de Hizboláh y de Irán, y éste se está defendiendo.

III. El ataque israelí parte de un trabajo de inteligencia resultado de la colaboración árabe, tanto de los restos de Fatah como de ciudadanos de a pie. Un hecho lógico si tenemos en cuenta que Hamás asesinó a buena parte de los cuadros de Fatah en Gaza y que ha acabado imponiendo la Sharia.

IV. La Autoridad Palestina necesita que Israel debilite a Hamás para recuperar el control de Gaza y poder reanudar el proceso de paz con un mínimo de credibilidad.

V. Estados árabes «moderados» sienten la necesidad de que Hamás sufra un serio castigo, tal como el presidente de Egipto ha explicado a una delegación europea, para controlar el auge de los Hermanos Musulmanes y la influencia de Irán en la región.

VI. Es Hamás quien expone a la población palestina al situar sus talleres, depósitos de armas y centros operativos en zonas públicas. Busca las bajas como medio de aislar a Israel de su entorno occidental y movilizar al mundo musulmán en su favor.

VII. Hamás ha rechazado el alto el fuego porque piensa que puede vencer y porque la propuesta incluye medidas que reforzarían a la Autoridad Palestina en detrimento suyo.

VIII. El Gobierno de Israel no puede permitir el desarrollo de programas misilísticos en manos de Hizbolah y de Hamás, que alcanzan ya a una parte importante de su territorio, al tiempo que Irán está cerca de poder insertar cabezas nucleares en sus propios misiles.



FLORENTINO PORTERO *
(Tirado do ABC,13 Janeiro 2009)


*Florentino Portero, é analista de GEES (Grupo de Estudios Estratégicos)

GOLDA

OS NENOS DE SDEROT


É pena que a esquerda actual seja tão pouco dialéctica. Marx foi sem dúvida uma das maiores mentes da história da humanidade. Resulta triste verificar que de todo o pensamento dele mal ficaram alguns tópicos torpes e pobres, quando o seu mais importante contributo, a dialéctica aplicada à história, parece ter desaparecido (se alguma vez tivesse estado!) da mente dos seus pretensos sucessores. Claro que, nestes dias em que Hamas convoca para o boicote a todos os produtos judeus, talvez a esquerda submissa o tenha interpretado como um convite para o abandono da dialéctica daquele judeu alemão.
A dialéctica devia ter-lhes ensinado a nom ser lineares nem simplicistas. A dialéctica é a ciência, ou antes a arte, da contradiçom. Para nom converter isto num discurso académico, permita-se-me o explicar apenas com um exemplo. Um pequeno exemplo de aplicaçom de pensamento dialéctico a uma questom bem de actualidade: os nenos palestinianos mortos.
Quanto mais vos entristecerdes polos nenos palestinianos mortos, mais nenos palestinianos mortos vai haver. Se vos entristece de verdade a morte dos nenos palestinianos, nom vos entristecer mais pola morte dos nenos palestinianos. Se nom queredes realmente que haja mais nenos palestinianos mortos, deixai de vos entristecer já pola morte dos nenos palestinianos.
Há pouco que visitei Sderot, a cidade israelita mais vezes atacada por Hamas. Todos os 50 metros havia um refúgio anti-mísseis, ao pé do qual os nenos de Sderot jogavam futebol. Comenta-se nestes dias, de forma mui demagógica e pouco dialéctica, a diferença ente o número de baixas civis do lado palestiniano e israelita, como se os mortos numa guerra pudessem dar ou tirar a razom nela. Mas, enquanto nos meses de trégua Hamas dedicou-se a perfurar o solo de Gaza para abrir túneis para o contrabando de armas e escavar silos para os seus mísseis, em todos estes anos nom tem construído nem um só refúgio anti-aéreo para a sua populaçom.
Uma dirigente socialista, e segunda mulher da história a ser Primeiro Ministro, Golda Meir, aplicou assim a dialéctica: “O dia em que o amor dos árabes aos seus próprios filhos for mais forte do que o ódio aos seus inimigos, terá acabado o conflito árabe-israelita”.



JOÃO GUISAN


El ex presidente del gobierno español José María Aznar aseveró, durante una conferencia, que la suerte de Israel en su lucha contra el terrorismo islámico es la suerte del mundo occidental.

"Israel es, sin duda, nuestra última esperanza", ha asegurado el ex mandatario.

"Si antes eran los Estados Unidos de América quienes se consideraban la mejor esperanza para la mejor defensa de occidente, Israel es, sin duda, nuestra última esperanza habida cuenta de las últimas circunstancias", sostuvo el ex mandatario, citado por el diario El País de Montevideo.

Aznar participa de un Simposio Internacional organizado por la universidad israelí Bar-Ilan, que se desarrolla en un hotel de Punta del Este (140 km al este de Montevideo), principal balneario uruguayo.

"Israel es la cabeza de playa de la civilización occidental en el mundo musulmán, y es probablemente nuestra primera y última trinchera contra el terrorismo islámico", dijo el ex gobernante conservador, que centró buena parte de su disertación al conflicto israelo-palestino en la Franja de Gaza.


¿Y si Israel cae?

"¿Qué ocurriría si Israel sucumbiese?", planteó Anzar. Sería "lo peor para el resto de occidente", afirmó, llamando a colaborar con el esfuerzo israelí en Gaza.

Aznar, que gobernó España entre 1996 y 2004, subrayó que "Israel no es una nación de Medio Oriente, sino una nación occidental que se encuentra en el Occidente Medio, que no es lo mismo".

Israel "es la única democracia de toda la región donde hay regímenes autocráticos frente a los que por cierto no se erigen jamás muchas voces que son críticas, demasiado a menudo e injustamente con Israel y su gobierno", agregó.

SANTIAGO ALBA RICO


Sinto um grande respeito por Santiago Alba Rico. A diferência da imensa maioria dos judeófobos que como a ele iremos agrupando neste panteão de infames, Alba Rico tem duas qualidades que, aos meus olhos, o convertem numa excepção: maneja endiabladamente bem os aparelhos necessários para exercer a dura tarefa de pensar e, para além disso, sabe escrever. E fai-no muito bem. Por isso –ao contrário que Saramago ou António Gala, que carecem de ambos atributos- é muito mais perigoso.


Temos um só problema com Santiago Alba Rico: dedica-se a defender imposturas, já seja a Revolução Bolivariana, a pretendida superioridade política e moral do gigantesco campo de concentração castrista, a luta dos gudáris de ETA, ou o gesto no que acha uma certa éxtase estética com que um rapaz árabe se despanzurra carregado até as orelhas de explossivos levando-se por diante a toda a clientela duma cafetaria em Haifa ou Jerusalém.


Alba Rico foi aluno de Gabriel Albiac –e nota-se-lhe para bem-, e depois foram companheiros impartindo aulas na Complutense, onde a muchachada de Alba Rico e Fernández Liria emborronaram o cámpus e os seus tabuleiros com todo tipo de piropos e ameaças de morte dirigidas ao autor de “La sinagoga vacía”. Hoje em dia professa-lhe um ódio visceral que verte nos seus escritos em quanto tem oportunidade –e na internet de esquerdas tem-na avondo-, mentres que o seu velho mestre, espinozista ao fim e ao cabo, simplesmente o ignora e emprega o tempo em coisas mais interessantes que o ressentimento.


O texto que pegamos a continuação, dá boa mostra do dito sobre Santiago Alba, ao tempo que corrobora que se trata de um judeófobo de tomo e lomo. Ao caldeiro dos infames com ele!





PALESTINA, EL DELITO DE EXISTIR


Prometida en 1917 a los judíos por Inglaterra, y no por Dios, hace 60 años las potencias coloniales occidentales entregaron Palestina con todos sus habitantes a una pequeña secta hebrea europea para que gestionara sus intereses en Oriente Próximo. Desde entonces, EE UU, la UE y los gobiernos árabes ancilares vienen concediendo medios y autorización al sionismo para administrar libremente el dolor de la población nativa y planificar a voluntad su linchamiento minucioso: expulsiones, masacres, limpieza étnica, destrucción de casas; asedio medieval por hambre, prisión, tortura, muros, bombardeos... Israel prolonga voluptuosamente un genocidio homeopático al que ha sucumbido ya la autoridad jurídica y moral de la ONU. Desde el principio Israel, que nunca pensó compartir el territorio palestino con sus legítimos propietarios, osciló entre la tentación de la “solución final” y la conservación de una reducida reserva nativa para uso al mismo tiempo ideológico y económico. En el ámbito internacional, el asesinato de palestinos legitima a Israel, que debe conservar algunos con vida para seguir matándolos y embelleciéndose; en el orden interno, el voto democrático de los israelíes recompensa la oferta en cadáveres palestinos de los candidatos; en términos económicos, Israel depende hoy más que nunca del negocio de la guerra y la seguridad. A veces cuesta reprimirse, pero el pragmatismo impone matar a los palestinos poco a poco; y a nosotros nos exige admirar y aplaudir a Israel por su disciplina y magnanimidad.

A los nazis nadie los comparaba con los nazis: bastaba con llamarlos asesinos. En todo caso, lo que parece que inhabilita la comparación es el hecho de que los israelíes matan palestinos y no europeos, mientras que el horror inigualable del nazismo consistió –como bien explicaba Simone Weil– en que el III Reich hizo con nosotros lo mismo que nosotros habíamos hecho siempre con los pueblos colonizados.

El linchamiento de Gaza parece perfectamente compatible con la afirmación de nuestros valores superiores. Cuando se linchaban a negros en los EE UU, y las fotografías de sus cadáveres se enviaban como felicitaciones de cumpleaños o de Navidad, lo que habían hecho –y que justificaba su ahorcamiento sin juicio– resplandecía amenazador en lo que eran. Así ocurre con los palestinos. La agresión palestina a Israel es ontológicamente anterior a la ocupación sionista, es lo primero de todo: es sencillamente su existencia. Sus gemidos son “fanáticos”, su llanto “antisemita”, su rabia –claro– “terrorista”. Sólo en este sentido puede decirse que los bombardeos de Gaza son “desproporcionados”, porque son en efecto una respuesta anticipada y una respuesta todavía insuficiente a la existencia desnuda de los palestinos; frente a esta amenaza total lo único “proporcional” sería el asesinato de un millón, de cuatro millones, de ocho millones de palestinos. Israel, una vez más, se contiene y nosotros se lo agradecemos.

Desapareció la URSS y todos aplaudimos. Desapareció Yugoslavia y nos alegramos. Han desaparecido decenas de países –Checoslovaquia y Rhodesia y la Sudáfrica racista entre otros– y no ha ocurrido nada. ¿Por qué habría de ser criminal ahora reclamar la desaparición de un Estado criminal? No nos engañemos: la única solución al problema israelí, que amenaza la paz mundial, es la disolución del Estado de Israel. Demos luego libertad a los refugiados palestinos para volver a Palestina y libertad a los judíos ex israelíes para volver a sus países de origen y que a continuación la población restante funde un nuevo Estado laico, democrático y socialista. Se dirá que esta solución no es realista. Pero ¿fue realista la partición? ¿Fue realista la resolución 242 de la ONU? ¿Fueron realistas los claudicantes acuerdos de Oslo? ¿La Hoja de Ruta? ¿Anápolis? ¿La solución de los dos Estados? ¿La democratización ejemplar de Palestina? Los palestinos tendrán que ser aún más realistas si quieren ser aceptados por la comunidad internacional, tendrán que dejar de defenderse, tendrán que dejar de gritar, tendrán que dejar de llorar, tendrán que dejar de respirar. Si los límites del realismo los dicta Israel, y los avalan EE UU, la UE y los gobiernos árabes ancilares, no hay para los palestinos ninguna esperanza. Pero si realismo es igual a genocidio, si realismo es igual a injusticia radical y crimen ininterrumpido, si realismo significa tirar a la basura definitivamente el derecho internacional, los DD HH y la civilización más elemental, si realismo quiere decir desaparición sin esperanza del pueblo palestino, entonces los palestinos tienen todo el no-derecho del mundo –a fin de existir un minuto más o sencillamente para vengarse– de utilizar también todos los medios e incluso de matarle a usted y de matarme a mí, que no hemos hecho nada para impedir que Israel ponga a la humanidad entera fuera de sí misma y que hemos perdido de esa forma al derecho a protestar, escandalizarnos y moralizar. La palabra Holocausto –sacrificio total– encaja bastante bien en lo que Israel, EE UU, la UE y los gobiernos árabes ancilares le están haciendo a todo el mundo.



Aparecido no Periódico Quincenal “Diagonal” (8-21 Janeiro 2009)




Outros textos do filho mais judeófobo da encantadora Lolo Rico:


"Invitación a la bomba" publicado o 10 de Outubro de 2005 em "Rebelión"

"De la Shoá a la Nakbah" publicado o 27 de Novembro de 2006 em "Rebelión"

"Imre Kertesz, Premio Nobel al sionismo"
publicado pelo Comité de Solidaridad con la Causa Árabe o 23 de Outubro de 2002


“Waltz with Bashir”, um filme baseado no cómic que descreve a uns desmoralizados soldados israelis, que sufrem pela lembrança de atrozidades imaginárias cometidas em Sabra e Shatila, ganhou um dos mais importantes prémios cinematográficos.

Não muito tempo atrás, “Beaufort”, outro filme esquerdista de semelhante conteúdo baseado na Guerra do Líbano, também recebeu numerosos galardões.

[Numa entrevista realizada por Deborah Solomon para o New York Times, o director do filme, Ari Folman, dizia entre outras coisas “Não entendo que a gente se mate entre sim por um anaco de terra”.

Folman entende que as guerras sofridas por Israel (1947, tras a partição da ONU; 1949-56 dirigida pelos fedayins; 1967 pelos egípcios e sírios; 1973 pelas invasões sírias e egípcias) não eram por questões territoriais senão pela supervivência. Mas a guerra do Líbano, que foi mais que uma guerra de supervivência ante o estabelecimento da OLP no sul do Líbano –justo como se passou com Hizbolá no período 2000-2005?]

Definitivamente, os críticos cinematográficos internacionais adoram a capazidde de autoflagelação dos judeus.


Segundo vem de informar Israel National News, o Comitê Eleitoral Central decidiu desqualificar aos partidos árabe-israelis Balad e Ra’am Ta’al para concorrer às próximas eleições –devido à sua oposição à existência de Israel. A moção para desqualificar a ambos partidos prosperou com uma esmagante maioria de 26 votos a favor por 3 em contra. Sem embargo, se as experiências do passado servem de algo, a Corte Suprema poderia dar a volta a esta decisão.

Balad é um partido árabe que esteve encabeçado durante muito tempo pelo antigo membro da Knesset Azmi Bishara, que abandonou o país em 2006 mentres era investigado por prestar ajuda a Hezbolá durante a Segunda Guerra do Líbano. Três petições de desqualificação foram apresentadas pela UNIÃO NACIONAL, Yisrael Beitenu e um membro do Partido Shinui. O fundo das petições era comum: Balad não reconhece a Israel como um Estado judeu, e apoia a luta armada contra a nação a cujo parlamento aspira a pertencer.

A Corte Suprema tem desestimado uma decisão semelhante no passado, e suspeita-se que volte fazer o mesmo. De facto, o parlamentário árabe Ahmed Tibi dixo durante a sessão do Comitê: “Todos sabedes que a fim de contas, a Corte Suprema dará a volta a esta decisão. Só estades tratando de cobrar ventagem sobre os partidos árabes”.

O Dr. Michael Ben-Ari, candidato à Knesset pela UNIÃO NACIONAL dixo, “estes são os nossos autênticos inimigos. Utilizam os telefones da Knesset para pôr em perigo o nosso país. Deveriam ser postos entre reixas. Tibi visitou o Líbano e não sabemos o que fixo ali. Como podemos permitir-nos cometer o mesmo erro duas vezes?”.

Pela sua banda, os membros árabes da Knesset estalaram em fúria ao conhecer a decisão, chamando “fascista” e “razista” ao Estado de Israel. Jamal Zehalka (sucessor de Bishara como portavoz parlamentário do Balad) dixo dirigindo-se ao portavoz da Comissão, David Tal, “sodes fascistas, odiades aos árabes”. Ao que este respostou: “Regressade a Síria!”.

O recurso ante a esquerdista Corte Suprema agarda-se que esteja listo em poucos dias.

ASSUNTOS DE FAMÍLIA




ATENÇÃO:

IMAGENS EXTREMADAMENTE EXPLÍCITAS.



[ABSTER-SE SIMPATIZANTES DO SINDICATO DE ACTORES, NUNCA MAIS, SEMINARIO GALEGO DA EDUCACIÓN PARA A PAZ, BNG E DEMAIS SUPPORTERS DA JUSTA CAUSA DO “POBO PALESTINO”]



Através da TV palestiniana de HAMAS, está-se levando a cabo uma campanha intimidatória contra os partidários de Fatah. A anarquia reinante na democrática sociedade palestiniana em Gaza, fica patente de maneira explícita. Próxima parada: Jerusalém Leste. Destino final: as vossas casas.


Apetece-vos viver com este tipo de matão-cracia perto de vós?


Deve Israel baixar as armas e seguir oferecendo-lhes terras, subsídios e munição a estes selvagens?


É moral seguir apoiando a causa do islamismo palestiniano e da Yihad global?






OBSERVADORES IMPARCIAIS


Quem ontem fizesse zapping pela Al Jazzeera, teria visto numerosas vezes ao longo do dia um médico norueguês em serviço num hospital de Gaza, a declarar a sua "imparcial" indignação pelo "massacre" que os israelitas estavam a levar a cabo.
As imagens que a televisão árabe mostra são sempre cruas e quase pornográficas, num apelo ao mais primário voyeurismo, mas não são imagens quaisquer. A Al Jazeera só apresenta imagens de crianças e mulheres. A reportagem típica consiste numa ambulância a chegar em grande velocidade, gente aflita e várias pessoas a correrem para o veículo, de onde sai, ensanguentada, uma criança.
Nunca se vê um homem a sair de tais ambulâncias e as imagens dos hospitais apenas mostram camas com crianças e mulheres. Onde estão a ser tratadas os milhares de feridos do Hamas, não consta em tais reportagens. É como se não existissem.

A intenção é claramente propagandística e visa utilizar o sofrimento das pessoas como instrumento de guerra psicológica, fornecendo matéria prima aos complexos de culpa e à raiva dos tolos que por esse mundo fora, se manifestam pela "causa palestiniana".
Trata-se de um jogo perverso porque a morte dos civis próprios passa a ser um objectivo desejável pela parte conflituante que justamente alega estar a lutar por eles, e há já numerosos casos documentados, nomeadamente no mundo islâmico, do deliberado morticínio de populações tendo em vista culpar o inimigo e alcançar objectivos estratégicos mediáticos.
O caso da granada que explodiu no mercado de Sarajevo e que precipitou a intervenção da NATO, foi paradigmático, uma vez que aquela granada, tendo caído onde caíu, só por extraordinária bizarria balística poderia ter sido disparada das linhas sérvias.




Em Gaza, o Hamas está, assumida e documentadamente a usar a morte de civis para alcançar objectivos estratégicos e estas imagens, em que um drone israelita filma terroristas a disparar morteiros do pátio de uma escola, provam-no à saciedade.
Disparar do pátio de uma escola e fugir logo a seguir, tem como única finalidade atrair o fogo de resposta sobre a escola, de modo a que morram crianças e possa a haver imagens da brutalidade sionista.

E o médico norueguês?
Era o Dr Mads Gilbert e ao passar as suas declarações a Al Jazeera pretende evidentemente transmitir a ideia de que se trata de uma personalidade neutral, uma pessoa boa, um missionário do bem que está ali desinteressadamente a ajudar os que sofrem, e que não toma partido.
Acontece que não é verdade. O Dr Gilbert é um comunista fanático, activista da "causa palestiniana" há várias décadas e que, a propósito do massacre do 9/11 em Nova York, em vez de correr a oferecer os seus préstimos de bom samaritano, apressou-se a declarar que "os oprimidos tinham o direito moral de lançar o ataque".

JOSÉ SARAMAGO


Hoje vai a última (que não derradeira) dejecção de um dos nossos infames favoritos. Cada vez que abre a boca -não sendo para louvar regimes e pessoeiros estalinistas como o seu amigo Álvaro Cunhal ou a Ilha do Rei Sol, esse paraíso do turismo revolucionário dos que procuram menores a bom preço-, é para largar contra o Estado judeu.

Aconselhável acceder ao seu afamado blogue, Cuaderno de Saramago http://cuaderno.josesaramago.org/ para fazer-se uma composição de lugar do degenerado estado da papilha neuronal do Nóbel português.





DE LAS PIEDRAS DE DAVID A LOS TANQUES DE GOLIAT

Tampoco las usa ahora. En estos últimos cincuenta años han crecido de tal manera las fuerzas y el tamaño a David que entre él y el sobrancero Goliat ya no es posible reconocer ninguna diferencia, hasta se puede decir, sin ofender la ofuscadora claridad de los hechos, que se ha convertido en un nuevo Goliat. David, hoy, es Goliat, pero un Goliat que ha dejado de cargar pesadas y en definitiva inútiles armas de bronce. El rubio David de antaño sobrevuela en helicóptero las tierras palestinas ocupadas y dispara misiles contra objetivos inermes, el delicado David de otrora tripula los más poderosos tanques del mundo y aplasta y revienta todo lo que encuentra por delante, el lírico David que cantaba loas a Betsabé, encarnado ahora en la figura gargantuesca de un criminal de guerra llamado Ariel Sharon, lanza el “poético” mensaje de que primero es necesario aplastar a los palestino para después negociar con lo que reste de ellos. En pocas palabras, en esto consiste, desde 1948, con ligeras variantes meramente tácticas, la estrategia política israelí. Intoxicados por la idea mesiánica de un Grand Israel que realice finalmente los sueños expansionistas del sionismo más radical; contaminados por la monstruosa y enraizada “certeza” de que en este catastrófico y absurdo mundo existe un pueblo elegido por Dios y que, por tanto, están automáticamente justificadas y autorizadas, en nombre también de los horrores del pasado y de los miedos de hoy, todas las acciones propias resultantes de un racismo obsesivo, psicológica y patológicamente exclusivista; educados y entrenados en la idea de que cualquier sufrimiento que hayan infligido, inflijan o puedan infligir a otros, y en particular a los palestinos, siempre estará por debajo de los que sufrieron en el Holocausto, los judíos escarban interminablemente su propia herida para que no deje de sangrar, para hacerla incurable, y enseñarla al mundo como si se tratase de una bandera. Israel hizo suyas las terribles palabras de Jehová en el Deuteronomio: “Mía es la venganza, y yo les daré su merecido”. Israel quiere que nos sintamos culpables, todos nosotros, directa o indirectamente, de los horrores del Holocausto, Israel quiere que renunciemos al más elemental juicio crítico y nos transformemos en dócil eco de su voluntad, Israel quiere que reconozcamos de jure lo que para ellos es ya un ejercicio de facto: la impunidad absoluta. Desde el punto de vista de los judíos, Israel no podrá nunca ser sometido a juicio, dado que fue torturado, gaseado y quemado en Auschwitz. Me pregunto si los judíos que murieron en los campos de concentración nazis, esos que fueron masacrados en los pogromes, esos que se pudrieron en los guetos, me pregunto si esa inmensa multitud de infelices no sentiría vergüenza de los actos infames que sus descendientes están cometiendo. Me pregunto si el hecho de haber sufrido tanto no sería la mejor causa para no hacer sufrir a otros.

Las piedras de David han cambiado de manos, ahora son los palestinos quienes las lanzan. Goliat está al otro lado, armado y equipado como nunca se ha visto a soldado alguno en la historia de las guerras, salvo, claro está, al amigo norteamericano. Ah, sí, las horrendas matanzas de civiles causadas por los terroristas suicidas… Horrendas, sí, sin duda, condenables, sí, sin duda, pero Israel todavía tiene mucho que aprender si no es capaz de entender las razones que pueden hacer que un ser humano se transforme en una bomba.

14 Tevet 5769 / 9 Janeiro 2009

GRANDE SURPRESA?

A continuação temos duas grandes não-surpresas a partir da enquisa encarregada ad hoc por Kadima no segundo dia do operativo sobre Gaza. Observade o informe de Gil Ronen, com a gráfica tirada de Arutz 7 (IsraelNN.com):







Não-surpresa #1:

A guerra é uma treta eleitoral.

Para muitos não é uma casualidade que tras vários anos de suportar os bombardeios de Hamas a guerra se desencadeasse a falha de poucas semanas do 16 de Shevat (data das eleições).

De múltiples maneiras, os mass media israelis têm estado transmitindo a image de que a Ministra de AAEE, Tzipi Livni, é a Primeira Ministro “de facto”, sem apenas fazer menção do Primeiro Ministro Olmert. E, de súpeto, é politicamente correcto animar às IDF contra os árabes. Deverá-se a que Kadima e os Laboristas são os que dirigem o ataque (e intentam ganhar as eleições)?


Dacordo com a enquisa, Netanyahu poderia ainda criar um bloco de direita para governar –arredor de 61 escanos-, embora muito débil. O mais provável será que se junte com Kadima para formar Governo. Semanas atrás, o candidato do Likud Dan Meridor tratava de intentar convencer a Netanyahu de fazer um movimento estratégico prometendo a devolução dos Altos do Golan. Alguns nos perguntamos que diablos faz Meridor na lista do Likud. Semelha que Meridor tem sido silenciado nos últimos dias…quando menos de momento. Falar a dia de hoje de devolver os Altos fazeria perder votos a favor das candidaturas à direita do Likud.



Não-surpresa #2:

O Partido Laborista (Avodah) tem ido ganhando votos paulatinamente. Antes de começar a guerra, estava previsto que obtivessem 8 escanos de ter-se celebrado as eleições no dia prévio ao começo do operativo.

Porém, a Ministra de AAEE, Tzipi Livni (Kadima), assim como o Ministro de Defesa Ehud Barak (Laborista), estarão surprendidos decomprovar que os Laboristas têm ido ganhando escanos –não a conta do Likud de Netanyahu- senão a expensas de Kadima. Kadima também semelha ter perdido algum escano, assim como a esquerdista Meretz. É duro dizê-lo, mas os Laboristas ganham escanos a costa de Meretz e da lista Unidade Judea da Torá (UTJ).


Livni e Barak devem estar também surprendidos de observar que o Likud sube de 31 a 33 escanos. Embora insignificante superficialmente, muitos agardavam que Likud perdese mandatos a favor do Laborismo nas enquisas, não que os ganhar.



Ressumindo, o voto estimado para os Laboristas tem saltado de 8 a 15 escanos. Kadima e Likud mantêm-se no seu mão a mão. A treta eleitoral semelha estar dando ressultados.

Permitide-me que não seja optimista.



YA'AQOB BEN YEHUDA


16 Tevet 5769 / 11 Janeiro 2009

REVOLCANDO-SE NA CHARCA



El cine español, al cosechar tan pocos éxitos de público, recurre a la mendicidad conocida como subvención cultural, la mendicidad más antipática porque los pedigüeños nos insultan, nos dan continuas lecciones morales y no nos dejan opción: hay que darles el dinero sí o sí. Los que se hacen caca cuando hay que condenar a la ETA y homenajean con flores a abogadas batasunas, los que guardan criminal silencio en San Sebastián pero escupen ira feroz por lejanas guerras que no les salpican, los que acusan a su Gobierno de golpes de Estado si su Gobierno no es del color que apetecen, los que ven lobbies por todas partes cuando el más influyente lobby nacional es el suyo han puesto sus caritas al servicio propagandístico de una manifestación cuyos postulados encajan como anillo al dedo con los de la organización terrorista Hamas, no con los del presidente palestino; con los del Irán que niega el Holocausto, no con los del pueblo palestino; con los de quienes quieren destruir Israel, no con los de quienes desean la paz de dos Estados.

Posan satisfechos, orgullosos de lo progres y solidarios que son, junto a gentuza que quema banderas israelíes y que apedrea la embajada de una nación democrática de siete millones y medio de habitantes rodeada de más de mil millones de enemigos. A la verja que detuvo las carnicerías de los autobuses y los restaurantes la siguen llamando "muro", cuando lo es en menos del 5%. Siguen pues mintiendo, revelando el deseo de la vuelta al estado anterior, el de desprotección absoluta de los israelíes frente al terrorismo suicida. La manifestación antijudía de Madrid ha incurrido en las dos ignominias paralelas de acusar a Israel de genocidio y de servir un tanto propagandístico impagable a Hamas. Su precedente inmediato estuvo en la manifestación del sábado en Barcelona, donde un embozado esgrimió una pistola a pocos metros del conseller de Interior y del pacifista Lluís Llach. El servicio de orden no llamó a la policía, no identificó al pistolero, no le apartó el pañuelo de la cara, no lo retuvo. Se limitó a rogarle que guardara el arma, y el tipo pudo seguir manifestándose junto a los socialistas y ecocomunistas catalanes. Es difícil creer que el conseller Saura acudiera al acto sin policías. Ninguno intervino cuando apareció la pistola. ¿La consideraron una pistola amiga?

En las pacíficas y ejemplares manifestaciones del PP o de las víctimas del terrorismo, la prensa pone la lupa en busca de una bandera preconstitucional que les permita desacreditar a centenares de miles de personas, cuyo contacto con algún nostálgico franquista los convierte, por lo visto, en fascistas peligrosos y desvirtúa sus exigencias. Pero el problema ya no es el del doble baremo. Es mucho peor. Es la mezcla de gobernantes de izquierda, partidos de izquierda y parásitos de lujo de izquierda, en una sola familia, con el antijudaísmo violento de los que queman banderas, apedrean embajadas y exhiben pistolas.



JUAN CARLOS GIRAUTA

[Texto publicado em "Libertad Digital", 12 de Janeiro de 2009]

AO MELHOR NÃO FAZEM NADA


A operação de Gaza vêm introduzir câmbios significativos para os judeus. Os árabe-israelis não tiveram medo de montar algaradas em resposta à guerra. A própria Livni aceita agora a necessidade de transferir a quinta coluna ao seu autêntico país.

Embora a comunidade internacional respondeu com as suas habituais maneiras ánti-semitas -e exerceu pressão para rematar a violência só quando Israel respostou à violência- as condeias foram excepcionalmente moderadas, na medida em que Israel não tem feito nem caso. Em vez do que vinha sendo habitual, os judeus sensíveis preocuparam-se desta vez em prestar atenção a países como Rússia, que bombardeou cidades chechenas e georgianas passando de críticas –embora não tiveram empacho em se indignar com Israel.

A atenuada resposta mundial não significa que aceitem o direito israeli de defesa. O mundo não está preocupado pelo auge da militância islamista: Hezbolá é bem recebida nas capitais europeias. O que se passa, mais bem, é que a dirigência política de Europa e os países árabes afins opõem-se a Hamas, porque se trata dum movimento genuinamente revolucionário. Contrariamente ao que acaece com muitos golpistas de meio pélo e com os guerrilheiros latinoamericanos, Hamas propõe câmbios autênticos: um governo honesto baseado em princípios não-occidentais. Contrariamente, também, aos partidos europeus, que alfombram o seu caminho face a conquista do poder com ajudas dos mass media e não diferem uns dos outros na prática, Hamas é genuinamente diferente e popular. Portanto, um pode estar em desacordo com o estilo talibám dos nossos inimigos palestinianos, mas por algum extranho motivo moral ressultam molestos aos corruptos políticos europeus e aos gangsters de Fatah.

Egipto acha-se isolado no mundo árabe pela sua absoluta concurrência com Israel em contra de Hamas. O Governo de Mubarak prega-se a Israel porque Hosni necessita o apoio dos EEUU para ceder os trastos ao seu filho Gamal, eliminar aos Irmãos Muçulmãos e evitar a celebração de eleições democráticas que levassem ao referido grupo islamista ao poder. A solução dos “Dois Estados” vai sendo progressivamente assumida como algo já obsoleto. Os dirigentes mundiais percibem que Hamas não vai poder ser erradicada. Se o Governo egípcio fracassou no intento de extirpar aos Irmãos Muçulmãos com todo tipo de medidas indecorosas, Israel tem ainda menos opções com os seus vástagos de Hamas. Dependente de Iran e dos genuínos valores do Islám, Hamas não vai fazer em breve as pazes com Israel nem vai consentir que as faça Fatah. Desde Bush Sr. e Clinton, a burocracia política dos EEUU renunciou a aplicar as ideias de Carter dos “lutadores pela liberdade palestinianos” e passou gradualmente a conteplá-los como repugnantes terroristas pouco propícios para as mesas de negociação. O tema “palestiniano” vai perdendo fol entre os esquerdistas, e os judeus progres vam percebendo que o dos “dois Estados para dois povos” iguala ao povo judeu com os insignificantes árabes do Levante.

Arábia Saudi, principal valedora do acordo entre israelis e palestinianos ante a Administração USA, tem preocupações avondo com o Iran nuclear e presta escassa atenção ao Levante. O Governo judeu observa que os árabe-israelis –um terço da juventude de Israel- não são já uma ameaça demográfica menos significativa que a dos árabes do West Bank, e que a desconexão de Judea e Samaria não ressolve nada. As negociações com Fatah sobre os blocos de assentamentos acham-se em ponto morto: evacuar 150.000 judeus é politicamente impossível, e as vilas judeas e árabes estám tão interpermeabilizadas que pensar em as separar com fronteiras ressulta impossível.

Israel tem uma pequena esperança de ser deixada por fim só, e de que continue o status quo.


OBADIAH SHOHER

OLP SIM, KACH NÃO


O Ministério de Interior, controlado pela esquerdista Kadima, denegou esta tarde a autorização ao activista judeu Itamar Ben-Gvir para poder realizar uma marcha pelas ruas de Jerusalém portando estandartes de Kach e Kahane Chai, organizações que sempre defenderam o tránsfer dos árabes fóra do Estado de Israel.

No mes de outubro passado o Ministério, dependente do esquerdista Meir Sheetrit, já cancelara uma marcha autorizada pela própria Corte Suprema através da cidade israeli de Um Al-Fahm, marcha promovida pelo próprio Ben-Gvir e Baruch Marzel, entre outros.

O grupo promotor já se tem dirigido novamente à Corte Suprema protestando pela negativa policial, mentres que os grupos esquerdistas pro-árabes desfilaram estes dias passados sem problema pelas ruas de Tel Aviv e Jerusalém portando bandeiras da organização terrorista OLP.

Os símbolos de Kach e a menção do Rabbi Meir Kahane (H’yd) seguem proscritos em Israel, mentres que o Governo condescende com as manifestações pro-árabes onde se incita contra o exército israeli e inclusso admite na Knesset a um grupo árabe, “Balad” [Terra mãe] que no seu próprio nome faz apologia contra a soberania israeli na Terra de Israel.

SIMON BAR KOCHBA

15 Tevet 2009 / 11 Janeiro 2009

MATÃO DE BAIRRO

Recuperamos hoje, para dar começo à semana, este tremendo tema de Bob Zimmerman (a.k.a. Bob Dylan), aparecido em 1983 no seu álbum "Infidels". O tema foi composto aos poucos meses do ataque preventivo de Israel contra as instalações nucleares iraquis de Osirak.

Trepidante hino para pôr como música de fundo de maneira permanente ante os acontecimentos destas últimas semanas na Terra de Israel.

Bravo por Bob, let's rock!


NEIGHBORHOOD BULLY





A seguir reproduzimos a letra e a tradução.

NEIGHBORHOOD BULLY


Well, the neighborhood bully, he's just one man
His enemies say he's on their land
They got him outnumbered about a million to one
He got no place to escape to, no place to run He's the neighborhood bully.

The neighborhood bully he just lives to survive
He's criticized and condemned for being alive

He's not supposed to fight back, he's supposed to have thick skin
He's supposed to lay down and die when his door is kicked in
He's the neighborhood bully.

The neighborhood bully been driven out of every land
He's wandered the earth an exiled man
Seen his family scattered, his people hounded and torn
He's always on trial for just being born

He's the neighborhood bully.

Well, he knocked out a lynch mob, he was criticized
Old women condemned him, said he could apologize
Then he destroyed a bomb factory, nobody was glad
The bombs were meant for him. He was supposed to feel bad
He's the neighborhood bully.

Well, the chances are against it, and the odds are slim
That he'll live by the rules that the world makes for him
'Cause there's a noose at his neck and a gun at his back
And a licence to kill him is given out to every maniac
He's the neighborhood bully.

Well, he got no allies to really speak of
What he gets he must pay for, he don't get it out of love
He buys obsolete weapons and he won't be denied

But no one sends flesh and blood to fight by his side
He's the neighborhood bully.

Well, he's surrounded by pacifists who all want peace
They pray for it nightly that the bloodshed must cease
Now, they wouldn't hurt a fly. To hurt one they would weep
They lay and they wait for this bully to fall asleep
He's the neighborhood bully.

Every empire that's enslaved him is gone
Egypt and Rome, even the great Babylon
He's made a garden of paradise in the desert sand
In bed with nobody, under no one's command
He's the neighborhood bully.

Now his holiest books have been trampled upon
No contract that he signed was worth that what it was written on
He took the crumbs of the world and he turned it into wealth
Took sickness and disease and he turned it into health

He's the neighborhood bully.

What's anybody indebted to him for ?
Nothing, they say. He just likes to cause war
Pride and prejudice and superstition indeed
They wait for this bully like a dog waits to feed

He's the neighborhood bully.

What has he done to wear so many scars ?
Does he change the course of rivers ? Does he pollute the moon and stars ?
Neighborhood bully, standing on the hill
Running out the clock, time standing still
Neighborhood bully.


MATÃO DE BAIRRO


Bom, o matão do bairro é só um homem,

os seus inimigos dizem que está na terra de eles.

Superam-no em número como um milhão a um,

não tem lugar para fogir, lugar para correr,

ele é o matão do bairro.

O matão do bairro só vive para sobreviver,

é criticado e condeado por estar vivo,

não deve devolver os golpes, supõe-se que

tem a pele grossa,

supõe-se que debe tumbar-se e morrer quando

rompam a sua porta.

Ele é o matão do bairro.

O matão do bairro foi expulso de todas as terras,

tem vagado pelo mundo, um homem exiliado.

Tem olhado a sua família dispersada, a sua gente caçada e desgarrada,

está sempre submetido a juízo só por ter nascido.

Ele é o matão do bairro.

Bom, golpeou a uma multidão linchadora, foi criticado,

velhas mulheres condearam-no, dixeram que tinha que se desculpar.

Depois destruiu uma fábrica de bombas, ninguém estava contento.

As bombas estavam destinadas a ele.

Supunha-se que se devia sentir mal.

Ele é o matão do bairro.

Bom, tudo está na sua contra e as posibiliaddes são

escassas

de que viva segundo as regras que o mundo faz

para ele,

porque tem um nudo ao pescoço e uma pistola

na sua espalda,

e uma licença para matá-lo dá-se-lhe a cada

maníaco.

Ele é o matão do bairro.

Na realidade, não tem aliados.

O que procura o deve pagar, não o consegue por amor.

Compra armas obsoletas e não será rechaçado,

mas ninguém manda carne e sangue para lutar junto ele.

Ele é o matão do bairro.

Bom, está arrodeado de pacifistas que só querem

paz,

reça, por isso à noite que o derramamento de sangue

remate.

Agora, não lastimariam nem a uma mosca.

Se lastimassem uma chorariam.

Tendem-se e agardam que este matão fique

durmido.

Ele é o matão do bairro.

Cada império que o escravizou desapareceu,

Egipto e Roma, inclusso a grande Babilônia.

Converteu a areia do deserto num jardim do paraíso,

na cama com ninguém, sob as ordes de ninguém.

Ele é o matão do bairro.

Agora os seus livros mais sagrados têm sido pisoteados,

nengum contrato que assinara val o papel no que fora escrito.

Tomou as migalhas do mundo e converteu-nas

em riqueça,

tomou enfermidade e andácio e converteu-nas

em saúde.

Ele é o matão do bairro.

Que lhe deve ninguém a ele?

Nada, dizem.

Só lhe gosta causar guerras.

Orgulho e prejuízo e superstição, na verdade,

agardam por este matão como o cão que agarda alimento.

Ele é o matão do bairro.

Que tem feito para amosar tantas cicatrizes?

Acaso câmbia o curso dos rios?

Acaso contamina a lua e as estrelas?

Matão do bairro, parado na colina,

Rematando o relógio, o tempo detendo-se.

Matão do bairro.