Os desvergonhados de orige judea que exigem o intercâmbio de um por 1400 prissoneiros, continuam manifestando-se diante das dependências do Primeiro Ministro, mentres destacados políticos esquerdistas lhes rendem visita de cortesia. Os Shalit vêm de receber a familiares de Arad e Goldwasser, que receberam os cadavres dos seus seres queridos a câmbio do popular terrorista Samir Kuntar.


Depois de que Olmert apartasse ao homem forte de Barak, Amos Gilad, das negociações, Israel agora rechaça libertar a quatro megaterroristas –entre os 1400 comprometidos-, o que ameaça as conversas, toda vez que Hamas já lhes garantira a sua posta em liberdade.


Os Shalit pressionam a Olmert para que solte a mais terroristas. Por que não se vam a manifestar a Gaza City para exigir a Hamas que aceite alguns menos?



“Palestine Today” publica as escandalosas fotografias duns judeus no Monte do Templo a primeira hora de hoje.


Os mass média árabes informaram que os judeus “irromperam” e “arrasaram” na mesquita de Al Aqsa. Nas imagens podedes observar como a horda judea devasta a área, acosando aos muçulmãos que rendiam culto, e evidenciando o nulo respeito que têm pelo lugar sagrado.


O pé de foto diz: “Um grupo de extremistas judeus durante a incursão na mesquita de Al Aqsa, protegidos pela polícia israeli”.


Mentres, noutro lugar sagrado judeu, a Tumba dos Patriarcas de Hebron, os árabes destroçaram os livros sagrados e os Tehillim.


Não semelha que o respeito dos muçulmãos pelas religiões seja muito amplo.



[Fonte: Elders of Ziyon]


Se ainda não estades fartos deste Governo que proibe a construcção de novos hospitais privados e denega licenças a promotores de capital privado, velaqui tendes ao -supostamente partidário do livre mercado- Banco de Israel.

O Presidente do Banco de Israel vem de anunciar o seu programa ánti-crise:

* Investimentos massivos governamentais em infraestruturas, nomeadamente ferrocarris (uma das fracassadas propostas de Keynes durante a época da Grande Depressão. Por que despilfarrar os recursos estatais em algo que o investimento privado considera inviável?).

* Melhorar a educação (muito bem, mas os alunos mais aventajados incorporarão-se ao tecido económico dentro de uma década, o qual não soluciona a crise actual).

* Incrementar o período de cobro do desemprego (convertindo aos contribuíntes em parásitos).


Israel não pode solicitar grandes empréstimos, como fazem os EEUU aproveitando que o dólar é uma divisa de reserva. Stanley Fischer, portanto, destinará 12.000 milhões de $ para programas de investimento –algo ridiculamente insuficiente.

A solução para a taxa de desemprego em Israel é, de facto, muito simples:

1. Expulsar ao milhão e meio de imigrantes ilegais que ocupam postos de trabalho.

2. Proibir por completo a mão de obra palestiniana.

3. Restringir a cobertura por desemprego a dois meses, para que a gente poida achar um novo trabalho.

4. Suprimir o salário mínimo para permitir que os judeus compitam com os árabes nos seitores com salários mais baixos –onde os árabes são contratados ilegalmente.

5. Ilegalizar o sindicato Histadrut, e desmantelar a sua rede de máfia burocrática.

OS TALIBÃES PASSAM DE OBAMA


Seguindo os passos de Rússia, Iran e Síria, os talibães rechaçarazm a oferta de Obama para negociar com os seus representantes mais moderados. A sua resposta é coerente para qualquer que conheça a resistência muyaidin contra os soviéticos: o exército invasor debe abandoar o território. Ponto.


Os muyaidin seguiram matando soldados soviéticos inclusso mentres estes se retiravam do Afeganistão, e depois aforcaram ao colaboracionista Najbullah –tras castrá-lo, como sem dúvida sucederá com Karzai agás que saiba correr realmente rápido.


A CONSPIRAÇÃO RABIN




O Professor Natan Gefen vem estudando desde há muitos anos as circunstâncias que arrodearam o atentado (conspiração) que rematou com a vida de Yitzhak Shamir em 1995.

Os trabalhos de investigação do professor Gefen, conduzem sem nenhum género de dúvidas à evidência de que Yigal Amir não foi o causante nem o inductor último da morte do líder laborista.

Iniciamos com esta apresentação em PPS uma série de aportações e artigos dirigidos a esclarecer o então acontecido.

O OUTRO IRANIANO MODERADO



Tenho escolhido este título, porque já falara doutro “moderado” no meu post Hashemi Rafsanjani, um criminal moderado.


O homem que figura em todas as agendas internacionais como a alternativa moderada a Mahmoud Ahmadineyad é Mohammad Khatami.


Segundo a Wikipedia, Khatami encabeza uma plataforma supostamente baseada na liberalização e a reforma. Durante os seus dois mandatos como Presidente, Khatami teria avogado pela liberdade de expressão, a tolerância e a sociedade civil, assim como pelas relações diplomáticas construtivas com os demais Estados, incluíndo os da União Europeia e Ásia. A sua política económica apoiaria o livre mercado e o investimento estrangeiro.


Todo um anjo celestial. Aquí o temos posando.


Advertência: Khatami é o que na foto [ampliar] não está sorrindo.


Sinal inequívoco de que se trata dum moderado.



[Fonte: Simply Jews]




Entre o 5 e o 7 de Março realizou-se uma enquisa, dirigida pelo Palestinian Center for Policy and Survey Research, que reflexa que os árabes palestinianos apoiam abertamente a violência e o terrorismo sobre qualquer opção de diálogo com o Estado judeu.


Segundo este estudo, Hamas ganha terreno e popularidade de modo significativo, com o 47 % dos entrevistados afirmando que o dirigente de Hamas, Ismail Haniye, deveria ser o próximo Presidente (entenda-se, o novo ditador) por riba do actual dirigente da OLP/Fatah, Mahmoud Abbas, que recebe um 45 % dos apoios.


Três meses atrás Abbas colheitava uma ventagem de 10 pontos sobre o seu rival de Hamas.


Considerando o facto de que a única acção emprendida por Hamas no período transcorrido desde a última enquisa foi a guerra contra Israel, os resultados certificam que os palestinianos prefirem as medidas violentas melhor que as pacíficas. Isto é especialmente chamativo, todavez que Hamas admitiu a utilização de mulheres e crianças como escudos humanos contra as tropas israelis e como bombas suicidas.


Para além disso, os entrevistados contestaram abrumadoramente que as condições na Faixa de Gaza são piores como resultado da guerra.


Uma vez mais, os palestinianos apoiam o terrorismo de Hamas, semelhando não dar importância à devastação que para eles asoma no horizonte. A guerra contra Hamas não tem rematado, e o povo palestiniano semelha aceitar o conflito aberto e serem utilizados como escudos humanos pelos seus próprios dirigentes.


Como tudo indica, Fatah está caíndo em picado e é questão de tempo que Hamas tome o controlo de Judea e Samaria, como já fixo em Gaza.



COMRADE TOVYA




Informa UPI.com:

Uma anciana saudi de 75 anos vem de ser sentenciada a receber 40 latigazos por acolher a dois homens com os que não gardava relação de parentesco na sua casa. O diário saudi Al-Watan diz que a mulher, Khamisa Mohammed Sawadi, tem apelado contra a sentença. Sawadi afirma que um dos homens achados no seu domicílio era para ela “como um filho”, porque o conhecia desde que era uma criança, e o outro ía acompanhado-o para levar uma saca de pão à anciana senhora.



Evidentemente este relato oculta algo raro.


Por que haveriam de ser suspeitosos dois homens de manter relações ilícitas com uma anciana de 75 anos?


Ou


Por que haveriam dois homens de querer manter relações com uma anciana de 75 anos?


Ou


Por que um homem necessita ir acompanhado para levar uma bolsa de pão a uma anciana?


Ou


Sobrevivirá uma anciana de 75 anos a 40 latigazos?



YISRAEL MEDAD

PONHA-ME OUTRA AUSCHWITZ!


Uma enquisa de opinião vem de certificar que o 8 % dos alunos de ensino secundário britânico acreditam que Auschwitz é um país fronteirizo com Alemanha. O 2% pensam que é uma marca de cerveja, e o 1 % dizem que é uma modalidade de pão. Segundo o Centro Cultural Judeu de Londres, “se não tomamos medidas, o Holocausto desaparecerá dos livros de História”.


A enquisa foi elaborada por Miramax e o devandito Centro Cultural Judeu coincidindo com a saída em DVD do filme “O rapaz com o pijama a raias”.


Dacordo com o jornal “The Telegraph”, o estudo realizado entre mais de 1.000 alunos com idades comprendidas entre os 11 e os 16 anos, revela que a quarta parte de eles ignoram qual era a finalidade de Auschwitz. Deles, o 10 % não tinha a certeza do que fora Auschwitz, segundo informa o rotativo britânico.


O Centro Cultural Judeu de Londres afirma que, dado que há 4’5 milhões de rapazes nesse segmento de idade na Grande Bretanha, a mostra conclui que 90.000 adolescentes identificam Auschwitz com uma marca de cerveja e 45.000 o confundem com uma variedade de produtos à venda nas tahonas [não sabemos, neste caso, se o subconscente lhes joga uma má passada dada a utilização neste ofício de fornos industriais].


A enquisa acrescenta que o 10 % não tem nem noção do que foi a Solução Final –embora a metade de eles manifestaram que foi o nome pelo que eram conhecidas as conversas de paz encaminhadas a pôr fim à guerra.


“Não nos surprendem os resultados, embora sejam preocupantes”, comentou Stephanie Rose, representante do CCJ de Londres, que acrescenta que “se não temos cuidado, o Holocausto desaparecerá nos livros de História como a batalha de Trafalgar. É vital que as crianças tomem consciência dos efectos da ignorância”.



EFEMÉRIDES DE PURIM

Como todas as festividades históricas judeas, Purim é uma celebração banhada em sangue.


Em Pesaj, D’us revelou-se aos israelitas através duma matança a grande escala de egípcios (Éxodo 7:5 e 14:17). Os judeus eram daquela muito politicamente incorrectos. De facto, a única vez que a Torá utiliza a palabra “vizinho” para referir-se aos nossos inimigos foi quando arramplamos com todas as joias dos egípcios sem intenção de lhas devolver.



Em Hanuká, celebramos a vitória na brutal guerra civil onde os judeus ultraortodoxos macabeus derrotaram aos progressistas que anelavam incorporar elementos da cultura helenista e de tolerância face as demais religiões. A Guerra dos Macabeus não teve nada a ver com a independência: Judea simplesmente passou das mãos sírias ao protectorado romano.


Em Purim, não celebramos a libertação do diabólico Haman, que já caira nove meses antes (Ester 8:9) devido a duas ofensas: conspirar contra as gentes de Ester e intentar, aparentemente, violar a esta (7:8), sendo Mardoqueu nomeado na sua sustituição. É impensável, nessa orde de coisas, que a massacre planificada de judeus chegasse a ser levada a cabo. Nos costumes do Meio Leste, um edicto sem pressão caía enseguida no olvido, e tras a morte de Haman os judeus estavam a salvo, para além do facto de que o edicto criminal de Xerxes não tivesse sido rescindido formalmente.


O que esta celebração rememora é o assassinato judeu “daqueles que os odiavam” (9:1). Não foi uma represália tipo “olho por olho”, nem sequer a rabínica de “Mata tu primeiro àquele que venha a te matar a ti”, dado que a Midrash relata que as crianças dos ánti-semitas também foram sacrificadas. Foi, mais bem, a clássica guerra preventiva, se bem é certo que algo tardia. Haman é qualificado como Agagita –descendente do Rei de Amalek, Agag, a quem Saul inicialmente perdoara, e que o profeta Samuel seccionou pela metade. Padecimos a debacle de Haman porque vários séculos antes Saul, um bom rei judeu, praticou “a piedade dos parvos” –tras derrotar aos amaquelitas, teve piedade daqueles que nunca teriam amosado piedade por nós.


O exemplo de Haman corresponde-se com a lógica de extermínio da Torá. D’us ordeou aos hebreus não deixar nem rasto dos nativos na terra que nos entregara. Se preferissem marchar, poderiam tê-lo feito, mas ao optar pelo combate, deviam ser exterminados até a última criança. A lógica divina não deixa lugar às dúvidas: se se lhes permitia ficar, os nativos sempre lembrariam que os judeus arrebataram a sua terra, odiando-nos e combatendo-nos por sempre, convertendo-se em espinhos ao nosso redor. Sob o liderádego de Mardoqueu, os judeus chegaram à conclusão de que não podiam consentir que os que os odiavam seguissem vivos –e mataram-nos. Fazer a vista gorda com as crianças só teria perpetuado a violência, quando as crianças crescessem e tomassem vingança.


Os judeus prevaleceram sobre os seus inimigos o 13 do mes de Adar (9:1). No dia 14 os judeus descansaram (9:18) e mataram alguns inimigos. Quando o 14 de Adar celebramos Purim, comemoramos a matança dos inimigos mais que a nossa salvação.


Isto pode soar extranho para os que acreditam na parvada de que o judaísmo é amor. Sinto-o. Os judeus só têm obriga de amar aos seus vizinhos que observem a Lei; os inimigos e trangressores devem receber despreço e serem expulsos. Os judeus são gente normal, e como o resto dos povos estamos chamados a odiar e eliminar os nossos inimigos; matamos ao jeque de Hamas Ahmed Yasin junto com a sua família exactamente igual que há 2.500 anos aforcamos a Haman e os seus dez filhos. E no caso de que vos digam que Amalek não existe hoje em dia, Rashi é categórico ao dizer que Amalek equivale aos názis alemães, e o Rabino Chefe askenazi, Yona Metzger, sustenta categoricamente, hoje em dia, que os árabes são Amalek. Se o que procurades é consolo, procurade-o no facto de que os colonos europeus conquistaram América à maneira bíblica, exterminando aos nativos, edificando um país bonito e liberal nos territórios conquistados. Dentro de doiscentos anos, não me importaria ter que pedir desculpas pelo que figemos aos nativos da Terra de Israel quando a conquistámos.


Em Purim, os judeus devem embriagar-se até o ponto de não distinguir entre o bendito Mardoqueu e o maldito Haman. In vino veritas. A gente bébeda esqueze o politicamente correcto e regressa às verdades fundamentais: a bendição de Mardoqueu consiste em maldizer a Haman; a sua morte é a nossa recompensa.


Para evitar que os judeus acreditem que o sucedido em Purim é algo antiquado, os nomes das personagens são bem sugerentes: Mardoqueu por Marduk, e Ester por Astarte. Os salvadores eram dois judeus assimilados cujos nomes, inclusso, eram paganos. Uma era uma cortesana judea, o outro, um dirigente judeu ansioso de convertir-se em cortesano.


No momento crítico, ambos transformaram-se.



OBADIAH SHOHER



13 Adar 5769 / 9 Março 2009-03-09



COMEMOREMOS PURIM


Éxodo 17:8, diz:

Então veio Amalek, e pelejou contra Israel em Refidim.

Por isso disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, peleja contra Amalek; amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de D’us estará na minha mão.

E fez Josué como Moisés lhe dissera, pelejando contra Amalek; mas Moisés, Arão, e Hur subiram ao cume do outeiro.

E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amalek prevalecia.

Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pós.

E assim Josué desfez a Amalek e a seu povo, ao fio da espada.

Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que eu totalmente hei de riscar a memória de Amalek de debaixo dos céus.

E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O Senhor é a minha bandeira.

E disse: Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amalek de geração em geração.




Purim é a data em que se celebra a morte dos ánti-semitas às mãos dos judeus no império persa. Se pensábades que se tratava só duma festa para celebrar que os judeus foram disuadidos do “plano de paz” de Haman, estávades errados. O plano de paz de Haman já fora neutralizado nove meses antes da festividade que comemora Purim.

Daquela por que se celebra Purim nos dias 14 e 15 de Adar?

Não porque Hamas tivesse planeado matar a todos os judeus o 13, nem porque fosse a asistir a uma Conferência no mais-alá, senão porque foi quando os judeus mataram aos ánti-semitas.

Uns 76.000 no Império Persa, segundo a Torá. Sim: correcto. Purim é uma festividade na que primordialmente se celebra a morte dos ánti-semitas às mãos dos judeus. A celebração de Purim basea-se na data aproximada em que os judeus remataram o trabalho e festejaram o labor feito.

O rescate e vingança de Purim estám muito vencelhados, na tradição judea, com os amalequitas. Amalek é a nação que personifica o mal, e que foi a primeira em atacar aos judeus, antes incluso de que reunissem os seus rebanhos e abandoassem Egipto. Os judeus receberam a orde de exterminar a Amalek, e lembram-no assim cada ano, pouco antes de Purim, na sinagoga. Na Torá ninguém fala de diálogos de paz nem negociações, senão de extermínio.

Amalek foram os primeiros terroristas suicidas. Existe uma interpretação rabínica que sustenta que Amalek SABIA que D’us osaniquilaria por atacar aos judeus, mas o seu ódio era tão intenso que decidiu atacar de todos modos, ignorando a sua própria imolação.

Estavam chamados a serem os primeiros ánti-semitas (já que inclusso o Faraão não era um ánti-semita propriamente, senão mais bem reácio a que os escravos da sua propriedade quigessem incomprensivelmente emancipar-se). Amalek queria fazilitar as coisas aos que viriam tras ele, como um soldado que se lança sobre uma granada para que os seus companheiros podam avançar.

Não cabe dúvida, pois, de que os palestinianos suicidas de hoje são os descendentes de Amalek, e o terrorismo e o fascismo palestiniano devem ser aniquilados, como se passou com Amalek.

Mas, por que Amalek odiava tanto aos judeus? Quando Amalek atacou aos judeus, não foi porque os judeus estivessem “ocupando” a terra de ninguém. Estavam ainda vagando pelo selvagem Sinai, preocupados pela sua supervivência. Não tomaram a propriedade de ninguém (bom, agás a do Faraão). Ninguém tinha motivos de queixa contra os judeus. E velaí precisamente o quid da questão. Esse é precisamente o motivo pelo que os judeus estám chamados a lembrar a Amalek e o que fixo.

Amalek odiava aos judeus sem razão alguma. A clave do mandato de lembrar a Amalek é que lembremos o facto de não existir motivo algum para o ánti-semitismo, e que isso será sempre assim para além de qualquer apaciguamento e diálogo. É absurdo perguntar por que os ánti-semitas ódiam aos judeus. Não existem motivos racionais. Portanto, o ánti-semitismo só pode ser combatido, através do uso da força e das armas, não mediante o entendimento e o diálogo.

A única forma de tratar com Amalek –e os seus comandos suicidas- é a maneira em que o profeta Samuel se enfrontou com Agag, o ancestro de Haman, o rei dos terroristas suicidas, quando o velho Samuel seccionou a gorja e reprendeu ao Rei Saul por amosar piedade face os terroristas. Saul foi derrocado do seu reino por enredar-se em negociações tipo Oslo. Que grande precedente político! Se pelo menos os adoradores de Oslo dos anos 90 tivessem aprendido a lição de Samuel e tivessem procedido com os reis dos terroristas suicidas da mesma maneira que o profeta, em vez de tratar de conduzi-los a uma coexistência pacífica…

E falando do Rei Saul, o Livro de Samuel é muito explícito sobre a cobardia exibida inicialmente pelos judeus no uso das armas contra os ánti-semitas. Quando Saul emprendeu a via da guerra contra os Filistinos, houvo muitos lamentos dos corações mais sensíveis. Como os de Paz Agora. A guerra não é a resposta, clamavam. Estades alterando os planos, aulhavam os pacifistas entre as tribos de Israel. Podemos encontrar um modus vivendi com eles. Paguemos-lhes um tributo e sejamos servis com eles. Respeitemos a sua peculiar sensibilidade. Lograredes que todos o mundo se enfureça conosco se matamos aos terroristas filistinos e os seus dirigentes. Acusarão ao Rei Saul diante do Tribunal de La Haya!

Soa-vos familiar?

MAIS PURIM


ESPINHOS NOS OLHOS


Mentres Israel rechaça o sensato mandamento de expulsar os árabes, estes convertem-se em espinhos ao nosso redor, como avertia a Torá *.


Em Jerusalém Leste, os árabes revoltam-se contra as demolições ordeadas por mandato judicial das casas que construiram ilegalmente no parque arqueológico. Hillary Clinton apoia os seus “direitos”.


No Neguev, uma comissão da União Europeia está preparando um novo informe feroz acusando a Israel de despraçar aos beduínos da “sua” terra. Pouco importa que os nómadas beduínos não possuam terra alguma. Mentres, os beduínos atacam os autobuses israelis com pedras na Estrada 29, e o Ministro de Bem Estar israeli, Isaac Herzog, incrementa os seus subsídios.



* Números 33:55 diz: “Mas se não lançardes fora os moradores da terra de diante de vós, então os que deixardes ficar vos serão por espinhos nos vossos olhos, e por aguilhões nas vossas virilhas, e apertar-vos-ão na terra em que habitardes”.



DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Em Israel, o antigo Presidente Moshe Katsav foi encausado por violação.


Em Arábia Saudi, anunciaram que as mulheres poderão asistir a mais de uma jornada da Feira Internacional do Livro de Riyadh, embora não poderão asinar exemplares dos seus livros a homens.


No Val de Swat paquistani, as mulheres permaneceram nas suas casas por medo a serem assassinadas pelos talibães.


Em Jordânia, os homens seguem tendo protecção legal se matam por questões de honra às suas mulheres ou familiares do sexo fiminino.


Em Iran as mulheres podem ser azotadas se não vam cobertas com a hijab. E lapidadas até a morte por adultério.


Em Malaysia os cregos publicaram uma fatwa proibindo o yoga.


Em Gaza –para além de utilizar às mulheres como escudos humanos- Hamas recluta-as para acometer atentados suicidas contra os israelis.


Procedentes do país dos Tele Tubbies, uma caravana de mulheres chifladas da ONG progressista Code Pink (entre elas a activista socialista norteamericana Medea Benjamin, a mãe de Rachel Corrie e a novelista Alice Walker) foi autorizada a cruzar a fronteira de Gaza para brindar apoio –por suposto- aos palestinianos.


Curiosamente, nenhuma caravana de Code Pink se manifestou a favor das mulheres nos países islâmicos, onde padecem discriminação e são assassinadas por simplesmente serem mulheres.



MERYL YOURISH



ASSAD NÃO QUERE PAZ


Poucos dias depois de que dois judeus assimilados do séquito de Obama (Jeffrey Feltman and Daniel Shapiro) celebrassem as suas frutíferas negociações com o ditador sírio, Assad vem de vincular qualquer paz entre Síria e Israel com o processo de paz entre Israel e Palestina. Os políticos esquerdistas israelis tinham outra coisa em mente: asinar a paz com Síria –e rematar assim com o seu apoio a Hamas- e depois asinar a paz com os palestinianos “moderados”.

A paz entre Israel e Palestina é impossível mentres exista um estado de beligerância com Síria e esta continue apoiando o terrorismo palestiniano.

A folha de ruta de Assad é esta: Israel deve entregar os Altos do Golan sem nada a câmbio. Depois, Síria considerará se cesa ou não o seu apoio a Hamas, abrindo uma via para a paz entre Israel e Palestina, mas só quando tenham evidências da vontade pacifista de Israel.

Em ressumidas contas: Síria quere os Altos do Golan, mas não a paz.

¿QUÉ HACER CON MAHOMA?


Se dijo que la caricatura de Mahoma con el turbante explosivo no debía ser publicada porque muchos musulmanes la percebirían como un agravio. Naturalmente. Pero no debería olvidarse un agravio anterior, aunque ya veo que incomparable: las bombas, aunque sin turbante, que en nombre de la religión mahometana diseminan por el mundo un apreciable puñado de fieles. Si hay algo obvio en la vida y en la retórica es que toda caricatura es una sinécdoque. La parte por el todo. O quizá el todo por la parte. Reprocharle la sinécdoque a la caricatura es prohibirla. Que es en el fondo lo que se pretende. Reprochando su método retórico, su carácter provocador o su bajeza artística el mensaje está claro: hay asuntos sobre los que no se debe proyectar el sarcasmo. Sin embargo, el pintoresco apaciguamiento socialdemócrata no acababa ahí. Sino que recalaba luego en obviar una distinción evidente: una cosa es que el diario danés “Jyllands-Posten” publicara las caricaturas y otra muy distinta que otros diarios la reproduzcan para dar cuenta del suceso creado en torno a ellas. La autocensura del propio derecho de cita revela hasta qué punto la bienpensancia ha acabado convirtiendo en sagrados estos iconos. Su comportamiento era ya el de fieles intransigentes: si unos prohíben el rostro de Mahoma hay otros que prohíben no sólo el original, sino la copia, Dios mío, yo que puedo nombrarlo.


Cuando un juez de Pensilvania dio la razón a los darwinistas frente a los creacionistas, el editorialista del diario “El País” escribió lo siguiente: “La sentencia de Pensilvania demuestra que en EEUU existen los mecanismos para que la sociedad se defienda contra lo que ya no puede calificarse sino como superstición. Está en su naturaleza que los fundamentalismos intenten imponer sus verdades. Y en la esencia de los Estados demoicráticos, que estos defiendan el acceso a la ciencia, al conocimiento, a la cultura, y a la libertad de culto y debate”. En este asuntos de las caricaturas, sin embargo, escribió profilácticamente: “Toda persona debe ser respetuosa con las creencias de los demás”. Si la teoría del diseño inteligente es una superstición supongo que, igualmente, la imposibilidad de representar icónicamente a Mahoma será considerada como tal y como tal rechazada. ¿Entonces? ¿El respeto? La posibilidad de que la representación de Mahoma ofenda sólo puede darse en un contexto: entre mahometanos. Es pecado. Como es pecado, parece, comer carne de cerdo. ¿Respeto a las creencias? Por supuesto. Yo tengo aquí una: soy ateo. Yo me siento frecuentemente insultado por mi condición. ¡Quiá insultado!: aconquinado, despreciado, humillado. La impresionante superioridad moral del creyente. Lo primero que les viene a la boca es respeto. Es decir: tú no estás autorizado. Y naturalmente lo estoy. Puede que yo no sea digno de entrar en su casa. Pero cuando las creencias se manifiestan fuera de la casa el asunto cambia. Cuando las caricaturas de Mahoma, de Cristo y de (A)teo se pintan fuera de sus respectivos templos no hay ofensa posible. ¡Cómo podría yo ofender a nadie diciendo que dios es un tarado!


Entre las más sorprendentes respuestas con voluntad analógica está la del Holocausto. ¿Serían capaz de hacer chistes sobre el Holocausto?, respondieron, preguntándose, cierto género de cafres. Como suele suceder, la reacción fue adquiriendo plausibilidad mediática, que es la plausibilidad. Y en los cortes audiovisuales o en los párrafos de los periódicos se levantaba como un resorte el monigote preguntando: ¿Eh, y del Holocausto, qué? ¿Eh? La deriva ha llegado hasta el punto de comparar la burla sobre una patraña con la del asesinato de millones de personas. Esta analogía tiene, de todos modos, un fundamento: que es la imposibilidad, precisamente, de la justa analogía. La pregunta procedente es: ¿Serían capaces de hacer chistes sobre el judaísmo? Pero la respuesta los baldaría, claro. No sólo porque sean habituales en la prensa musulmana las caricaturas sobre el judaísmo y los judíos. Sino porque el judío, históricamente, ha sido sobre todo un personaje de viñeta. De ahí la inexorable necesidad del salto cualitativo.


Nuestro mundo, libre y laico, ha diseñado un espacio de acuerdo sobre la ofensa. La injuria, en términos jurídicos. Los totalitarismos religiosos (y no religiosos: en el 1984 orwelliano tampoco se podía mostrar el rostro del Gran Reconstructor) pretenden ampliar ofensivamente ese espacio. No sólo matan (es decir, irrumpen criminalmente en el espacio público) en nombre de dios. Aún peor: pretenden que comamos y riamos también en su nombre. Cuidado con la sátira, decía “El País”. Y no se sabe si precaviéndonos o advirtiéndonos.



ARCADI ESPADA*


* Este texto pertenece al último, y muy recomendable, libro del escritor Arcadi Espada titulado “Periodismo práctico” (Ed. Espasa, 2008).

VERGONHA


Apoiados e financiados pela ultraesquerda –que procura a derrota de Israel na guerra contra o terrorismo- a família de Gilad Shalit cenificou uma grande manifestação diante da residência do Primeiro Ministro.


Onde qualquer cidadão normal seria imediatamente desalojado, os Schalit receberam permisso para montar uma algarada juntos com centenares de judeus derrotistas partidários do infame intercâmbio de 1 refém por 1.400 terroristas.


Grandes figurões da ultraesquerda, como a Ministra de Educação Yuli Tamir, elogiaram aos manifestantes –inclusso a pesar de que lhe estám fazendo claramente o jogo a Hamas. Em vez de serem procesados por incitar ao inimigo, os Schalit são mitificados pelos mass media israelis.


A indecência e egoísmo dos Shalit supera inclusso à baixeza habitual na extrema esquerda: em vez de asumir com orgulho que o seu filho é uma baixa de guerra –uma mais entre muitas- chantajeam ao Governo para que não faga justiça às vítimas dos terroristas encarcerados e ponha em perigo a todos os israelis.


IRAN OBSERVA A TORÁ


Os tribunais iranianos vêm de aplicar a Lei do Talião a um homem que derramou ácido no rosto duma mulher chamada Ameneh Bahrami.


Contudo, a lei islâmica faz uma interpretação peculiar do castigo, toda vez que considera que uma mulher tem a metade do valor que um homem. Deste modo, em vez de ambos olhos só o deixaram cego de um. O rosto do agressor também não será mutilado porque a sharia não considera que a desfiguração seja um dano físico.


Quando alguém vos diga que a Lei do Talião não está literalmente recolhida na Torá dizede-lhe que lea o Levítico 24:19 [ “Quando também alguém desfigurar o seu próximo, como ele fez, assim lhe será feito"].




[Pela sua actualidade, reproducimos este texto do Rav. Binyamin Kahane (H’YD) datado em 1994]


Sempre têm existido judeus que se enganam a sim próprios pensando que se fossemos capazes de derrubar os muros que nos separam dos gentis poderíamos viver em paz, e que o ánti-semitismo desapareceria. O que estes judeus que se auto-despreçam, e que vivem atormentados por um falso sentimento de culpa, fazem, na realidade, é culpar aos autênticoss judeus -que se distanciam dos gentis e que não se querem assimilar- da existência do ánti-semitismo. Mas a verdade é justamente a contrária. A história tem demonstrado que sempre que os judeus se têm intentado aproximar aos gentis, uma onda de feroz e “inesperado” ánti-semitismo tem estalado, traíndo com ela progromos e holocaustos. Na Alemanha, os judeus deixaram de referir-se a sim próprios como judeus passando a denominar-e “alemães de crenças mosaicas”. Morreram mais judeus defendendo a Mãe Pátria alemã na 1ª Guerra Mundial que os falecidos em todas as guerras do Estado de Israel. Os judeus alemães foram a pessoificação do judeu assimilado anterior ao Holocausto.


A Torá e os nossos sábios ilustram-nos sobre esta extranha lei da natureza, da que temos um perfeito exemplo na Megilat Ester [Rolo de Ester] e o relato de Purim. O relato contido no Livro de Ester gira arredor de dois grandes sucessos; o pecado dos judeus que participaram na festa de Assuero, e a provocação intencionada a Haman por Mardoqueu, que teria agardado deliberadamente na porta pela que Haman tinha que passar, rechaçando acto seguido dobregar-se diante de ele.


Existe algum tipo de conexão entre ambas coisas? Que têm em comum a participação no banquete de Shushan e a provocação de Mardoqueu? A muitas pessoas custa-lhes comprender a deliberada incitação de Mardoqueu a Haman. Por que essa forma gratuíta de meter-se em problemas? Por que procedeu Mardoqueu de tão “irresponsável” maneira, sabedor do ódio face os judeus que albergava Haman? Para eles, resulta óbvio que foi Mardoqueu quem provocou que se emitisse o diabólico edicto que chamava ao extermínio dos judeus! Os sábios, porém, ensinam as coisas doutra maneira, explicando que o Rolo de Ester começa com o relato do banquete de Assuero para que vejamos que a autêntica causa do malvado decreto contra os judeus foi um castigo divino pela patética participação da comunidade judea na festa de Assuero.


Em primeiro lugar: por que tomaram parte do banquete? Acreditavam que se despreçavam um evento ao que íam prestar atenção todas a nações do Império, os judeus ficariam marginados e seriam centro das iras de todos os países. Pensavam que a participação judea na festa ajudaria a derrubar as barreiras, mitigaria as tensões e aminoraria o sentimento ánti-semita. Mardoqueu e os observantes da Torá sabiam, porém, que o assimilacionismo e o contacto com os gentis não só não fazeria decrecer o ánti-semitismo, senão que embora parecesse mentira fazeria-o aumentar. Eles sabiam que existe uma diáfana proibição na Torá contrária a participar nesse tipo de celebrações. Esse mandamento existe para evitar a assimilação e a confusão da identidade judea e da sua singularidade.


Hoje em dia podemos comprender o “extremismo” de Mardoqueu. Mardoqueu soubo ver que o caminho que estavam seguindo os judeus da sua geração remataria conduzindo ao Castigo Divino; assim que optou por desviar-se pela senda zelote. Provocou intencionadamente a Haman, sabendo que lograria enfurecê-lo e provocar uma reacção que resultaria inequívoca para todos os membros da comunidade judea de Pérsia. Mardoqueu era conscente de que a sua acção não seria perjudicial, a longo prazo, para os judeus. Sabia que o seu acto de fê estimularia que os judeus acordassem do seu grave erro de deixar-se assimilar (que foi, sem dúvida, o que sucedeu quando a nação de Israel, na sua totalidade, secundou a Mardoqueu nos três dias de abstinência e oração). Essa era a única maneira de cancelar o diabólico decreto.


O actual processo de paz não é, nem mais nem menos, que um moderno banquete de Assuero, agás que nesta ocasião não foi iniciado pelos judeus. O objectivo é construir um “Novo Meio Leste”, o que significa suprimir todos carácter judeu do Estado num intento de que Israel seja uma nação “como a demais”. Esta conspiração para rematar com qualquer elemento distintivo de judeidade não será evitada a base de comprar o afecto dos gentis, nem nos trairá paz. Os programas do AJC, a ADL e o Novo Meio Leste de Shimon Peres só exacerbarão o profundo ódio e as tensões que pretendem disipar. A alternativa judea é a de Mardoqueu o Judeu –separação, e não assimilação.


Hoje, tras o atentado de Jerusalém, lembramos uma vez mais o resultado que trairá a política de “paz” com os nossos vizinhos. A única saída é uma separação real entre os judeus e os árabes hostis que vivem entre nós. Peres fala de erguer um muro arredor da Linha Verde, ignorando a ameaça árabe da Linha Verde para adentro. O Likud e os outros partidos de direita ainda falam de coexistência entre judeus e árabes. A alternativa judea tem que ser a nossa alternativa, a alternativa de Mardoqueu o Judeu: isolamento já!


Conta a lenda que o velho professor Yeshiyahu Leibowitz não era muito partidário da festividade de Purim. A fim de evitar esta primitiva festividade, tinha por costume viajar a Jerusalém o 14 de Adar e regressar a Ramat Gan o dia 15. Numa entrevista feita o ano passado, o seu filho negava esta lenda, mas reconhecia que tinha certa base no facto de que o seu pai detestava um dos versículos da Megilat Ester, e sempre se ausentava durante a sua leitura. Analisemos brevemente o versículo.


Qualquer que nos conheça, sabe perfeitamente que quando um helenista (com ou sem kipá) vai contra algum preceito da Torá, nós enseguida entraremos a fundo nesse preceito. A Torá é absolutamente perfeita, e se não é absolutamente, não é Torá. Alguém que negue embora seja um só versículo da Torá está negando a Torá por completo. A Torá não é um supermercado onde um escolhe só aquilo que lhe interessa.


Ao professor teria-lhe gostado que o Rolo de Ester só figesse fincapé nos “aspectos positivos”. A ideia dos judeus matando aos seus inimigos ressultava-lhe repulsiva. Mas não vos tendes detido a pensar que a maioria das festividades judeas baseam-se em grande parte em enfrontamentos com os gentis, a nossa separação do que representam e a nossa vingança contra eles? Botade uma olhada: Hanuká (gregos), Purim (persas), Páscua (egípcios). Inclusso na festividade de Shavuot, os rabinos dizem que o ódio dos gentis se originou no Monte Sinai (e, de facto, as palabras hebreas que designam “ódio” e “Sinai” têm a mesma raíz). Dá que pensar, não?


Por último, velaqui o “versículo proibido” (a pesar do facto de que este versículo constitui uma violação das leis por chamar à revolução, incitação, razismo, usar livremente o discurso para lograr objectivos proibidos, etc., arriscaremo-nos a que o leam os do Shin Bet):


“E dixo o Rei à Raínha Ester: Na fortaleza de Shushan os judeus mataram e destruíram quinhentos homens, e os dez filhos de Haman nas mais províncias do rei que teriam feito? Qual é, pois, a tua petição? E dar-se-te-á. Ou qual é ainda o teu requerimento? E far-se-á. Então dixo Ester: Se bem parecer ao Rei, conceda-se aos judeus que se acham em Shushn que também façam amanhã conforme ao mandado de hoje; e pendurem numa forca os dez filhos de Haman”.


O resultado da petição de Ester foram 75.000 gentis mortos. Pergunto-vos: que vos parece?


BINYAMIN KAHANE


PURIM


Os heróis de Purim são dois judeus assimilados da tribo notoriamente perversa de Binyamin. A todos os efectos, eram seculares, já que viver no palácio do rei persa não brindava ocasião de levar uma vida demassiado apropriada para um judeu. Os seus nomes estám formados por uma suma de grafias ligeiramente hebraizadas a partir de nomes de deidades paganas: Marduk e Astarte.


O rolo de Ester não menciona o nome divino, como fazem os demais livros da Bíblia. Os heróis de Purim eram colaboracionistas que se uniram ao inimigo dos judeus. Eram tolerantes, progres –arquetípicos esquerdistas. Inclusso no momento crítico, Mardoqueu e Ester abandoam o seu secularismo e progressismo, arriscando o emprego e a vida mesma. Não só se amostraram leais à causa dos judeus, senão que ajudaram aos judeus a roubar e matar aos civis inimigos, amigos até então de Mardoqueu e Ester.


Judeus britânicos, assimilados e seculares, lutaram bravamente com Jabotinsky na Legião Judea. Judeus seculares lutaram em todas as guerras que Israel tem livrado. Inclusso os políticos corruptos têm linhas vermelhas que são reácios a traspassar. Tras a fachada de esquerdistas, muitos membros da Knesset opõem-se às concessões aos árabes.


Nenhum judeu está perdido para a causa judea. Só cumpre agardar que as circunstâncias sejam o suficientemente críticas.



OBADIAH SHOHER