A CORTE SUPREMA RESPALDA AOS ÁRABES


Segundo lêmos no The Jerusalem Post, a Corte Suprema de Israel derrogou, ontem mércores, a decisão do Comitê Eleitoral Central de impedir a participação dos partidos árabes UAL e BALAL -cooperadores demonstrados e necessários de países estrangeiros como Síria e Líbano, e sócios de organizações terroristas como Hezbolá- ao igual que sucedera nas eleições de 2003.

A decisão foi recebida com desgosto pelos dirigentes das forças do campo nacional, que foram quem inicialmente apresentaram a moção para que se ilegalizasse a Balad e à Lista Árabe Unida por questionar a judeidade do Estado de Israel.

"Aaron Barak [Presidente da Corte Suprema] dixo que a democracia não necessita suicidar-se a fim de amosar a sua fortaleça. A Corte vem de tirar à bassura essa afirmação hoje, dando aos partidos árabes licença para assassinar a Israel como Estado judeu e democrático", dixo o líder de Israel Beiteinu, Avigdor Lieberman, tras conhecer a decisão judicial. "Não nos daremos por venzidos. Na próxima reunião da Knesset aprovaremos a Lei de Cidadania, que fixará uma fronteira na deslealdade dalguns cidadãos árabe-israelis", acrescentou.

Lieberman, cujo lema de campanha é "Sem lealdade, não há cidadania", lograra um trunfo quando o Comitê Eleitoral Central votara a favor da desqualificação desses partidos durante a semana passada.

No ano 2003, o membro da Knesset Michael Kleiner (Herut) dirigira uma petição semelhante encaminhada a desqualificar ao Balad, baseando-se no seu "apoio a organizações terroristas, a sua identificação com o inimigo e o seu agir contra Israel como um Estado democrático judeu". A apelação posterior ante a esquerdista Corte Suprema marcara um precedente à sua ressolução de ontem, derrogando o decidido pelo Comitê Eleitoral sem oferecer razão alguma.

Ante o temor de que o voto árabe reforzasse excessivamente ao Meretz e ensombrecesse o despegue do Laborismo (que tem quase dobrado a intenção de voto tras o operativo de Gaza), a Corte Suprema -como já prevéramos- apoia uma vez mais aos indissimulados inimigos de Israel.

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