O Governo de Israel vem de ditar medidas de conservação drásticas como resposta à sequia e à excessiva drenagem do Lago Kineret.

Mentres, os árabe-israelis continuam roubando água dos depósitos intermunicipais sem pagar pelo seu consumo.

O jornal “Maariv” destapou os extremos deste acto de traição por todos conhecido: a pesar da severa crise de suministro dos acuíferos, o Governo israeli incrementou o aporte de água aos inimigos árabes. O Ministério de AAEE de Tzipi Livni tem pressionado sem parar à Autoridade das Águas para que proveam a Jordânia por riba da sua quota de 55.000 metros cúbicos.

O acordo israeli-palestiniano comprometia um suministro de 29.000 metros cúbicos de água, mas o Governo proporciona-lhes 65.000. A quantidade não é excessiva se a comparamos com o consumo interno de Israel, mas demonstra quais são as preferências deste Governo.

NEWSWEEK: ISRAEL NÃO EXISTE


O semanário “Newsweek” tem uma visão muito particular do Meio Leste. Numa das suas últimas reportagens –“Aprendendo a viver com o Islam radical”- oferece uma análise algo revissionista da história:

“Os grupos que apoiam essa política [a do islamismo radical] são perigosos, são forças reaccionárias que perjudicam aos seus países e cobrem de deshonra a sua religião. Mas não todos os islamistas são partidários da yihad global, de apoiar o terrorismo ou emprender acções contra o mundo exterior –de facto, a maioria não o são. Considere-se, por exemplo, o caso mais extremo: os Talibães. Os Talibães têm feito todo tipo de coisas terríveis em Afeganistão. Mas o certo é que nenhum talibão afegano tem participado a nível significativo num ataque terrorista global durante os últimos 10 anos –incluíndo o 11/S. Alguns elementos dos talibães estám muito próximos a Al Qaeda. Mas os talibães são mais que isso, e muitas das suas facções têm escasa conexão com Osama ben Laden. A maioria dos talibães querem um governo local, não uma yihad global baseada na violência”.

O artigo continua, explicando que baixo a Administração Bush os EEUU trataram a todos os fundamentalistas islâmicos como se fossem terroristas. Não deveram ouvir falar das tribos que ajudaram aos EEUU a expulsar a Al Qaeda de Irak.

A parte mais demencial do artigo é uma negação gráfica da existência nacional de Israel. No mapa, “Newsweek” sinala as áreas islâmicas do Meio Leste, incluíndo a totalidade do Estado de Israel dentro dos Territórios Palestinianos. Por se alguém não caira na conta observando o mapa geral, “Newsweek” fazilita as coisas aos seus leitores, incluíndo uma ampliação da image.

Velaqui o mais irônico de tudo: não só consideram a totalidade do Estado de Israel dentro dos Territórios Palestinianos, senão que também não incluim as áreas tradicionalmente asignadas à Autoridade Palestiniana (Judea e Samaria).



SAMMY BENOIT



DESCONFIADE DOS CRISTÃOS


A comunidade internacional não pressionou a Rússia pelas suas imensas atrozidades contra Chechênia, ou a dos chineses contra os muçulmãos Uighures. À comunidade internacional não lhe preocupam os bascos, bretões, peles-vermelhas, e as reivindicações doutras minorias oprimidas. Os EEUU edificaram-se sobre território ocupado. Mas a absolutamente insignificante tribo dos árabes palestinianos colheita a atenção de todo o mundo. Os mesmos meios de comunicação negam-se a prestar atenção à penalidade doutros árabes: os chiítas na Arábia Saudi, os cristãos em Egipto, os palestinianos de Kuwait. etc. A única razão imaginável para a passião mundial pelos palestinianos tem um nome: ánti-semitismo.


A maioria das falácias ánti-semitas têm uma pisca de verdade distorsonada, e assim mesmo, a falácia palestiniana é autêntica até certo ponto: os palestinianos vivem muito melhor baixo o mandato israeli, embora fossem menos livres e –o que é mais importante- careçam de soberania. Mas o clamor de apoio aos árabes palestinianos não vai dirigido a apoiá-los, senão mais bem a condear aos judeus.


Os judeus viveram pacificamente com os muçulmãos durante séculos, mas nunca vivemos de modo confortável em nenhum país cristão; inclusso os EEUU foram profundamente ánti-semitas até mediados do século XX. O conflito israeli com os nacionalistas árabes procede, em grande parte, do comportamento dos cristãos. As nações cristãs abocaram a Israel a umas fronteiras impossíveis de defender. Os árabes não combateriam contra uma Israel relativamente grande que estiver dentro das fronteiras da Terra Prometida; mas o corredor de praias a que tem ficado reduzida Israel, é algo provocadoramente indefendível. Os cristãos EEUU, mais do que o muçulmão Egipto, obrigaram a Israel a entregar o Sinai. Os poderes cristãos financiam as guerras árabes com Israel a câmbio de petróleo, e sustentam essas guerras vendendo armamento sofisticado aos árabes. Para além do que dizem os rabinos progressistas, Maimónides declarou no capítulo 11 das “Leis dos Reis”, que “Jesus de Nazareth condeou a Israel a morrer baixo a espada e a que os seus restos fossem dispersos e degradados. Reempraçou a Torá e arrastou à maior parte do mundo a adorar a um homem para além do Senhor”.


O apoio cristão a Israel tem-se exagerado. Uma mentalidade ánti-semita com dois milheiros de anos de antigüidade não se pode cambiar em pouco tempo. Israel goça do apoio de vários movimento messiânicos, sim, mas que são anedóticos dentro do Cristanismo. Inclusso para essas igrejas, Israel só é um instrumento da apoteose messiânica. Se o Estado judeu desaparecesse numa guerra apocalíptica, os messiânicos interpretariam-no como uma ratificação das suas profecias.


Existem cristãos que apreçam sinceramente aos judeus, e ainda mais que ódiam aos muçulmãos e vem aos judeus como um aliado útil. Mas Israel nunca poderá confiar na corrente dominante cristã.


A curiosidade e a indiferença são a melhor actitude que nos cabe agardar dos cristãos.



OBADIAH SHOHER

Embora o Governo continua dando evasivas ao direito de retorno dos refugiados judeus, dúzias de milheiros de árabes entram no país acolhendo-se aos programa de reunificação familiar, o que supõe para os árabe-israelis conseguir esposas a preços de saldo no West Bank e Judea.


Mais de 20.000 árabes solicitaram a “visa familiar” durante o ano 2008. Deles, 3.500 já a disfrutam.


Curioso: os “oprimidos” árabe-israelis não se querem reunir com as suas novas esposas nos territórios administrados por Fatah.


SIM, DEVERIA HAVER OUTRA MANEIRA


Israel enviará formando duo a Achinoam Nini (Noa) e Mira Awad como as suas representantes para o próximo Festival da Eurovisão. Aparentemente são boas amigas –inclusso fóra do cenário. Ambas são artistas de grande talento. Isso ninguém o vai negar. E Awad, por certo, semelha qualquer coisa menos árabe.


Pergunta-se no seu blogue a nossa amiga Batya Medad se Noa estaria também disposta a fazer um oco no seu coração para um judeu residente em Judea ou Samaria. Simples curiosidade, suponho. Fazemos nossa a sua interrogante.


Durante a sua recente gira por Espanha, na que apresentou o seu album “Genes & Jeans”, Noa tem sido vítima injusta duma campanha de acoso e boicote dos numerosos simpatizantes que Hamas e o “muslim way of life” têm por estas terras. As vítimas do fanatismo muçulmão sempre são “injustas”, diredes. Mas no caso de Noa trata-se dum despregue de agit-prop duplamente injusto: como vítima das suas sabotagens, primeiro, mas em segundo lugar porque a cantante judeu-yemenita é, a fim de contas, defensora do equivocado discurso de que árabes e judeus podem viver em paz e harmonia hacinados na ridícula faixa de terreno que, por imperativo da comunidade internacional, levamos mais de 60 anos comprovando que não podem compartir.


Dizem na canção seleccionada que “deveria haver outra maneira”. E de certo que há, mas primeiro cumpre desenterrar a cabeça da areia para reconhecer as evidências.



Velaqui um vídeo do tema eligido: “There must be another way” [Debe haver outra maneira]:



There must be another way
There must be another way

עינייך אחות
כל מה שליבי מבקש אומרות
עברנו עד כה
דרך ארוכה
דרך כה קשה
יד ביד
והדמעות זולגות זורמות לשוא
כאב ללא שם
אנחנו מחכות
רק ליום שיבוא אחרי

There must be another way
There must be another way

عينيك بتقول (עינייך אומרות)
راح ييجي يوم وكل الخوف يزول (יבוא יום וכל הפחד ייעלם)
بعينيك اصرار (בעינייך נחישות)
انه عنا خيار (שיש אפשרות)
نكمل هالمسار (להמשיך את הדרך)
مهما طال (כמה שתיארך)
لانه ما في عنوان وحيد للاحزان (כי אין כתובת אחת לצער)
بنادي للمدى, للسما العنيده (אני קוראת למרחבים, לשמיים העיקשים)

There must be another way
There must be another way
There must be another, must be another way

דרך ארוכה נעבור,
דרך כה קשה,
יחד אל האור,

عينيك بتقول (עינייך אומרות),
كل الخوف يزول (כל הפחד ייעלם)



And when I cry I cry for both of us
My pain has no name
And when I cry I cry to the merciless sky and say
There must be another way

והדמעות זולגות זורמות לשוא
כאב ללא שם
אנחנו מחכות
רק ליום שיבוא אחרי

There must be another way

There must be another way


Os tribunais do Yemen estabelecem que a morte dum judeu yemenita às mãos dum yihadista berrando “Judeus, aceitar a mensagem do Islam!” –antes de meter-lhe cinco disparos- é uma mostra de “inestabilidade mental”. O assassino foi condeado a pagar a correspondente multa.

A sentença afirma que o acusado -Abdel Aziz Yehia Hamoud al-Abdi, um piloto retirado da força aérea yemenita- é uma pessoa “mentalmente inestável”. Foi condeado a pagar uma multa de 250.000 $.

Curiosa conclusão a de que todos os yihadistas que assassinam judeus sejam mentalmente inestáveis –inclusso ante a evidência de tudo o contrário.

Dacordo com as fontes da seguridade, o suspeitoso admitiu o assassinato de Nahari, e dixo aos seus interrogadores que “os judeus devem converter-se ao Islam”.

Proclamam as autoridades yemenitas que os yihadistas são uns dementes? Não semelha que seja isso o que fazem. Esta é uma nação, a fim de contas, que permite que os membros de Al Qaeda campem às suas anchas. Não nos deveria surprender, portanto, que permitam aos seus cidadãos ir assassinando judeus.

Agora entendemos por que os judeus yemenitas emigram em secreto a Israel.

Uma vez mais o mundo garda silêncio, mentres outra antiga comunidade judea é submetida a limpeza étnica pelos seus anfitriões muçulmãos.


MERYL YOURISH

6 Adar 5769 / 2 Março 2009

MANUAL DO PERFEITO PALESTINIANO

Reproduzimos a seguir este material didáctico –que imaginamos sufragado com os fundos de ajuda da UNRWA- editado no blogue amigo Patria Judía. Às vezes a realidade supera à ficção...



O JOGO DOS NOMES


Como tantos dentro do campo nacional, tenho seguido com interesse a actividade da facção do Likud MANHIGUT YEHUDIT. A tese central desta facção é que a maioria dos votantes de direita “sentem-se como em casa” no marco do Likud e que, durante as últimas décadas, este tem sido o partido mais grande dentro do campo nacional. Segundo isso, se o campo nacional aspira a ter um papel dirigente, o Likud seria a única força legitimada para afrontar esse cometido. Mas essa teoria cai pelo seu próprio peso, e nas seguintes linhas vou argumentar por que.


Antetudo, cumpre sinalar que historicamente o Likud não é um partido de “direita”. O Likud (que literalmente significa “unificação”) formou-se a mediados dos anos 70 como uma coaligação entre o Partido Herut de Menachem Begin e o Partido Liberal de Israel. O herói de guerra do Mapai, Ariel Sharon, que servira como ajudante de Yitzhak Rabin e que era sócio político de Yossi Sarid, foi o elemento “unificador” destes extranhos companheiros de cama. Através desta convergência Begin conseguiu o posto de Primeiro Ministro em 1977, desde o que finalmente deu início ao processo de retirada e entrega da Península do Sinai e a promesa de autonomia para os “palestinianos” de Judea, Samaria e Gaza. Cumpre ter presente que nenhum partido é mais responsável do desmembramento em pedaços de Eretz Israel que o Likud.


Para além disso, sentando o precedente da política de “paz por territórios”, o Likud tem-se distanciado progressivamente de qualquer atisbo de filosofia nacional, passando a ser cada vez mais acentuadamente o refúgio de políticos ideologicamente inestáveis e dos seus oportunistas amigos ansiosos de figurar e fazer carreira política. Tem sido uma casa aberta a personagens como Shaul Mofaz e Moshe Ya’alon, que negociam com o Likud ao tempo que prestam os seus serviços dentro das formações esquerdistas do Kadima e o Partido Laborista.


A táctica do Manhigut Yehudit de tomar o mando dentro do Likud basea-se na premisa de que os seus votantes são leais ao nome do partido, e não necessariamente ao líder do partido. Pretendem dar a entender com isto que se Moshe Feiglin chega a converter-se na cabeça vissível do partido, então os eleitores do Likud votarão “automaticamente” por ele, em quanto que são leais às siglas do Likud. Dsgraçadamente, esta táctica já foi ensaiada por dois prominentes membros do Likud, Benny Begin e Michael Kleiner. Constituíndo o Partido Herut –que era o nome originário da formação fundada por Menachem Begin- pensavam que ganhariam o apoio dos votantes do Likud pretendendo que eles representavam os valores autênticos e tradicionais do Likud. Mas o Herut nunca chegou a despegar. Se dois velhos likudniks não foram quem de sair exitosos no seu intento de aglutinar os votos do Likud, como o vai poder lograr um segundão como Moshe Feiglin?


Aparentemente, a crença de que os eletores votam “automaticamente” pelo Likud, sem importar a sua dirigência, está viciada de orige. Os votantes não são tão parvos. O Likud é uma organização bem engraxada, que funciona com uma dinâmica própria. Parte dessa dinâmica é a que Binyamin Netanyahu puxo em funcionamento para despraçar a Moshe Feiglin nas listas do Likud do posto 20 ao 36. Sim, muitos dos membros do Likud mostraram o seu desagrado com esse movimento e o partido resentiu-se nas enquisas, mas não impediu que apoiassem a Bibi de todas as maneiras, igual que o seguiram apoiando tras a sinatura dos Acordos de Wye Plantation e a entrega de Hebron em 1996.


O Likud é um grande partido actualmente, mas não foi sempre assim. Na cena política israeli, muitos partidos têm crescido e depois desaparecido. Hoje em dia, o Shas e o partido de Avigdor Lieberman, Israel Beiteinu, não estám muito por detrás do Likud. Igual que têm crescido nas votações pulsando os botões adequados, da mesma forma poderia fazê-lo uma lista nacional autenticamente unida, liderando eventualmente o país. O Rabbi Meir Kahane, por exemplo, foi eligido em 1984 simplesmente porque soubo conectar com a gente dizendo a verdade espida. Quatro anos depois, as enquisas sinalavam que encabeçaria o terceiro partido mais votado na Knesset. Quem sabe quam longe teria chegado de não ter sido ilegalizado? Esse percorrido fixo-o ele só, sem o apoio dos meios de cinco ou mais partidos nacionalistas. Com isto demonstra-se que possuír o “nome” duma franquícia política não é, às vezes, o caminho mais curto para alcançar uma posição de poder na Knesset.


O éxito da União Nacional na sua curta andadura de apenas umas semanas –tras constituír-se nos últimos minutos prévios à campanha- pode multiplicar-se por quatro ou cinco nas próximas eleições, se trabalham adequadamente. Para fazê-lo, os grupos alinhados genuinamente no campo nacional devem unir forças e cesar no seu indigno apoio a pessoas como Bibi e Lieberman, que têm demonstrado uma e outra vez ser leais só a sim próprios, mas não à Terra de Israel.


Podemos dirigir esta nação por nós próprios, sem necesidade de disfarçar-nos com as roupas dos outros.



DAVID HA’IVRI


7 Adar 5769 / 3 Março 2009



Segundo informam no blogue amigo Patria Judía, o deputado kahanista de Ichud Leumi, Michael Ben Ari, aponta-se como a besta negra dos deputados árabes na Knesset que vem de inaugurar as suas sessões no dia de hoje.


Quando Ben Ari se dispunha a iniciar o seu discurso inaugural na Câmara, os deputados árabes presentes no recinto começaram a abandoar as instalações como sinal de repulsa à sua presença.


Os árabes retornaram quando o deputado judeu rematou a sua intervenção, sendo increpados por parte dos membros do Likud que lhes disseram: “Para que volvedes?, quem vos quere aquí?, ficade fóra!!”.


Referindo-se ao insólito acto de despreço recebido por parte destes deputados –alguns dos quais têm estado incursos em delitos de traição ao Estado de Israel, e declarados colaboradores dos inimigos dos judeus-, o doutor Ben Ari comentou: “É bom que abandoem o recinto cada vez que eu fale, para que assim se vaiam acostumando chegado o dia em que devam abandoar definitivamente o nosso país”.



O Ministro Meir Sheetrit revelou que 16.000 mulheres palestinianas e 11.000 dos seus vástagos no West Bank recebem pagos da Seguridade Social israeli porque estám resgistradas como mães solteiras residentes em Jerusalém Leste.


O truco consiste em que os polígamos árabes casam com uma mulher de forma oficial e registam outras três como mães solteiras, para que os estúpidos judeus se encarreguem de mantê-las. O autenticamente divertido começa quando os terroristas das Brigadas dos Mártires de Al Aqsa registram às suas mulheres como mães solteiras em Jerusalém Leste e recebem dinheiro israeli por duas vias: o salário de Fatah (procedente dos impostos israelis) e os pagos da Seguridade Social israeli.


E mirade por onde, esta prática dá pé a um incremento fictício da população árabe em Jerusalém Leste. Os gilipolhas de Paz Agora utilizam estes dados demográficos falseados para exigir a desconexão de Jerusalém Leste.


Para muitas famílias árabes, os pagos da Seguridade Social israeli excedem freqüentemente o que cobram de salários e supõem um importante estímulo para reproduzir-se como coelhos.


ENTREVISTAMOS A OBADIAH SHOHER

Obadiah Shoher diz respeito do seu livro mais conhecido “Samson cego: uma perspectiva maquiavélica sobre o conflito do Meio Leste” [que podedes baixar em formato pdf neste mesmo blogue]:



“Muitos autores têm estudado honestamente o conflito do Meio Leste em geral, e o terrorismo de modo específico, mas tropezaram com preconceitos de tipo moral que lhes impediram articular as conseqüências racionais da sua análise. Eu aposto pela eficácia, e por separar o discurso político do discurso moral”.


Reconhece que “Obadiah Shoher” não é o seu nome real, mas prefire manter oculta a sua autêntica identidade porque, segundo sinala, “já o Rabbi Kahane foi expulso da Knesset simplesmente por promover o tránsfer dos árabes israelis”.


Obadiah Shoher viveu na antiga União Soviética e chegou a odiar suficientemente o socialismo como para emigrar. Porém, afirma que levou um chasco ao comprovar que o socialismo israeli era, nalguns aspectos, ainda pior. Shoher despreça a política do avestruz que pratica Israel, a de preferir enterrar a cabeça na areia para não afrontar as questões incômodas: a ameaça demográfica no Estado judeu, a acumulação de armamento nuclear por parte dos hostis regimes vizinhos, a radicalização da sociedade islâmica, e o beco económico sem saída que supõe manter a capazidade militar disuasória de Israel.


Afirma talhante que a sua única intenção é promover que a Knesset se dote das leis necessárias para dar passo à recolocação dos árabes em Jordânia, a anexão dos territórios judeus, e a represália desproporcionada contra os inimigos de Israel. “Nem eu nem os meus escritos promovemos o genocídio”.


Obadiah Shoher tem sido uma das principais colunas de apoio do nosso blogue desde que botamos a caminhar seis meses atrás. A continuação temos o gosto de transcrever a traducção duma entrevista que Obadiah Shoher concedeu esta manhá em exclussiva a Últimos dias de Bar Kochba.



Qual é o seu pronóstico respeito à composição do próximo Governo de Israel?


Aínda é impredizível. Lieberman trabalha duro para socavar a formação duma coaligação de direita, os derrotados de Avodah pressionam sobre Barak para que se mantenha à marge, e Mofaz pressiona a Tzipi para que se una.


Qual pensa você que deve ser a política de alianças internacionais de Israel?


Deve regir-se por acordos ad hoc a curto prazo. Qualquer tipo de componenda a longo praço joga sempre em contra nossa.


Deve apoiar Ichud Leumi um Governo do Likud?


E a quem mais poderia apoiar?


Como contempla o futuro de Kadima? Fragmentarão-se?


Isso são conjecturas que não nos devem interessar.


Que opina do plan de paz de Benny Elon “Jordânia é Palestina”?


É o mesmo plano de trabalho que tiveram Sharon, Kahane, etc. Jordânia é parte de Eretz Israel, mas de momento devemos ajudar a que a maioria palestiniana derroque a monarquia que padecem.


Qual opina que deveria ser o futuro dos cidadãos árabes de Israel?


Os não-judeus não devem gozar de direitos políticos em Israel. A Torá estabelece que sejam aniquilados. Em vez disso poderíamos expulsá-los, sem compensações. 800.000 judeus abandoaram os países árabes. Agora toca-lhe aos árabes completar o intercâmbio de populações.


Que opina sobre o chamado complot na morte de Rabin?


Peres participou, isso é seguro. Na medida em que foi impossível achar rastos de pólvora nas mãos de Yigal [Amir], que mais opções nos quedam? Escrevim há algum tempo que se tratou duma provocação do Shabak que resultou falhida.


Acredita na democracia?


A democracia não existe em parte nenhuma do mundo. Os estadounidenses, por exemplo, não podem votar a reinstauração da escravidão. O que existe é o republicanismo. O republicanismo democrático judeu é magnífico. Podemos votar sobre questões de índole económica, mas não sobre os preceitos religiosos estabelecidos.


Diga-nos o nome dalgum rabino actual com cujos postulados esteja dacordo.


O Rabbi Meir Kahane.


E, por último, recomende-nos cinco médios ou fontes aos que acudir para estar bem informados.


Nenhum.




ÚLTIMOS DIAS DE BAR KOCHBA


6 Adar 5769 / 2 Março 2009


Tal e como vimos advertindo em Últimos dias de Bar Kochba desde há um par de semanas, pode-se estar cozinhando um golpe de timão no seio das organizações de esquerda com representação na próxima Knesset.


Semelha que vários dos parlamentários recém eligidos não estám dispostos a acompanhar a Livni e Amir Peretz no irresponsável e suicida afundimento do barco, e menos diante da cruzial etapa para os interesses nacionais e internacionais a que se enfronta o Estado israeli.


De facto, o actual Ministro de Defesa, o laborista Ehud Barak, o também Ministro em activo Binyamin Ben-Eliezer, Yitzchak Herzog e Shalom Simchon têm-se manifestado partidários de respaldar o Governo que está desenhando Binyamin Netanyahu.


Doutra banda, Silvan Shalom (veterano dirigente do Likud) manifestou nas últimas horas à Agência Reuters que são vários os membros da Knesset de Kadima –entre eles Shaoul Mofaz e Dalia Itzik- que estariam dispostos a respaldar também o Governo do Likud, em contra do critério duma Tzipi Livni que brazea pateticamente contra as evidências da sua derrota.


O apoio procedente de Kadima e/ou os laboristas serviria, para além de reforzar o bloco de Governo, para moderar e colocar no seu justo sítio, quizá, algumas das descabeladas exigências que o astuto Lieberman se tem sacado da chisteira.




KILL THE JEWS!


Grande Bretanha semelha ter-se unido à exigência árabe: Matade aos judeus! [Yitbach Yahud!].


Depois de que uma ONG palestiniana apresentara uma protesta na Grande Bretanha alegando o suposto apoio de esta a Israel, o dirigente do Quarteto, Tony Blair, visitou por vez primeira Gaza. Dirigindo-se aos futuros terroristas na escola da UNRWA de Beit Hanun, Blair dixo deles: “Sodes o foco de todos os nossos esforços de paz e progresso a partir de agora”. As crianças de Sderot, que levam toda a sua vida baixo o bombardeo com mísseis desde Gaza, não são o “foco” de Blair.


Para além disso, a Grande Bretanha destinou 43 milhões de $ para reconstruir as chozas de Gaza. Detenhamo-nos nas matemáticas. O total de chozas destruídas ascendeu a 3.000. Iran tem destinado 6.000 $ por cada vivenda –o qual é um custe que semelha razoável. Depois, chegou o donativo de Arábia Saudi. Depois o da União Europeia. E depois o da Grande Bretanha. Agora chega uma derrama de 30.000 milhões procedente da Conferência de Donantes. Quantas vezes o custe estimado de danos –que se estimou em 20.000 dólares- vai ser entregado?


O Secretário de Desenvolvimento Internacional britânico, Douglas Alexander, tem apremiado a Israel para “que faga o que cumpre fazer” e abra as fronteiras de Gaza aos materiais de doble uso.


Durante o Holocausto, Grande Bretanha teve uma percepção distinta do “que cumpria fazer” –mantendo as fronteiras do Mandato Palestiniano fechadas para os judeus.



FINANCIEMOS OS QASSAM


Agarda-se que a Conferência Internacional de Donantes que começa hoje em Sharm esh Sheikh (Egipto) entregue 30.000 milhões de $ para a “reconstrucção” de Gaza. Previamente, Hamas estimara os danos num 1 ou 2 % dessa quantidade.

Como é habitual, os donantes árabes retractarão-se das suas promesas, mas os EEUU e a União Europeia pagarão as suas “dévedas” por um total de 15.000 milhões de $.

As IDF castigaram aos votantes de Hamas infringindo-lhes uma merecida e adequada destrucção. As ajudas para a reconstrucção compensam esse castigo e, simultaneamente, animam aos habitantes de Gaza a seguir apoiando a Hamas. A pomposa Conferência para a reconstrucção de Gaza, respaldada por todas as grandes potenças mundiais, contrasta poderosamente com o silêncio internacional sobre os bombardeos que continuam desde Gaza.

Durante a Conferência os palestinianos seguirão bombardeando os centros de população israeli. Os foguetes Qassam seguirão caíndo sobre as vivendas de Sderot. Qual seria a reacção mundial se os foguetes estivessem caíndo sobre as vivendas de California?

Os palestinianos vem-se desbordados pela ajuda económica internacional mentres atacam a diário aos civis judeus –uma ajuda que sim que é absolutamente DESPROPORCIONADA ao dano causado em Gaza.

A conclusão lógica é que a comunidade internacional os está financiando para sustentar a sua luta contra os judeus.

...E QUE DEIXEM A BEBIDA


Desculpade este post que vai em clave claramente local, mas é que para uma alegria que uma pode celebrar de quando em vez…


PP: 39 escanos

PSE: 24 escanos

BNG: 12 escanos


Pois bem, não quero deixar passar a ocasião de adicar-lha, e muito especialmente, a:


os ánti-semitas do BNG, os 10.000 misseráveis que há um mes lixaram a Praça da Quintana berrando “Morte aos judeus!” em solidariedade com o terrorismo de Hamas, os impresentáveis do lobby Nunca Mais que levam quatro anos chupando poltrona, os 28.500 lambões da AELG que foram grátis total a Cuba a maçar-se tomando mojitos -e que não moveram um dedo quando o BNG fulminou ao encarregado comarcal de cultura na comarca de Vigo por negar-se a ser um judeófobo-, a Manuel Bragado que às 20’00 horas demonstrava que como adivinho é mais nefasto ainda que como repressor lingüístico na sua editorial –vaticinando a vitória das forças do bipartito PSE/BNG e a debacle do PP em Lugo-, a todos os meios de prensa escrita galegos que levam quatro anos de vergonhenta campanha pisoteando todos os códigos deontológicos e que, ainda não há sete dias, coincidiam em que a coaligação nacional-socialista trunfaria hoje novamente, a Carlos Aymerich por ser do Opus, a Rubén Cela por ser do Bloque e avergonhar-se de que “a rapaza que me gustaba” o visse trabalhando como mozo de reparto, a Carlos Callón por bocazas, a Paco Rodríguez e os da UPG por pro-castristas, judeófobos e pro-iranianos. Etc., etc., etc.


Por certo, impagável o luto que reina a estas horas na Rádio Galega com a sua procesão incesante de planhideiras e caciques do Bloque e de Nunca Mais. Muito fartei a rir.


Ah, e felizidades para o melhor de todos os candidatos, Pedro Arias Veira.





SOPHIA L. FREIRE




Numa entrevista na RTVi, Tzipi Livni dixo que seguirá na oposição, a fim de ser fiel aos seus “sagrados princípios”.


Com anterioridade, Livni proclamou que o estabelecimento dum Estado palestiniano é o seu maior ponto de discrepância com Netanyahu. Pelo demais, os seus programas são semelhantes, incluíndo a reforma eleitoral e as uniões civis.


Também manifestou a sua firme oposição a estar num Governo onde figurem partidos religiosos. Lógico, dado que o Estado palestiniano para ela é “sagrado".


Finalmente, afirmou que “Rússia deve ser o nosso aliado”, sobretudo no que respeita ao programa nuclear iraniano.


Pobre Tzipi. Tras a sua derrota eleitoral resulta evidente que tem perdido a cabeza.



Hillary Clinton diz que Hamas deve reconhecer a Israel como condição prévia a que os EEUU apoiem um governo de unidade palestiniano.


Curioso: a nação judea, com mais de 4.000 anos de antigüidade, necessita que o seu Estado –que já foi sancionado pelo mesmíssimo D’us- seja reconhecido por uma banda terrorista árabe.


Suponhamos que Hamas abandoa a sua tradicional honestidade e, ao igual que Fatah, minte afirmando que de agora em adiante dá a bemvinda aos judeus. Cambiariam essas palavras a realidade dos factos?


Clinton equivoca-se gravemente promovendo a reconciliação Hamas-Fatah. Hamas rechaça absolutamente qualquer coisa que não sejam as fronteiras de 1949 para o Estado palestiniano, e anima a luta armada contra o sionismo. Fatah só pode reconciliar-se com Hamas e competir com eles numas eleições sempre e quando aceite esses termos. A unificação radicaliza a Fatah mais que moderar a Hamas. Inclusso um governo de Hamas em solitário seria menos radical que um de unidade, na medida em que Hamas não estaria obrigada a demonstrar as suas credenciais para diferenciar-se dos colaboracionistas com Israel de Fatah.


ACCESO DENEGADO


Inteiramo-nos pelo promotor do magnífico blogue amigo O RUÍDO DOS DÍAS, que a série de debuxos animados "Ahmed & Salim", uma desternilhante comédia satírica estilo “South Park”, na que as personagens –dois rapazes muçulmãos- estám muito mais interessadas na cultura occidental que em seguir os desígnios do seu pai de se imolarem como mártires através de ataques terroristas, vem de ser bloqueada nos Emiratos Árabes Unidos (EUA). A Autoridade Reguladora de Telecomunicações dos EAU (ART) informou que a decisão de banear o vídeo produjo-se tras receber várias queixas sobre o conteúdo do último episódio, que tem sido considerado insultante para o Islam.


"Informamos aos dois proveedores de servizos de Internet para os EAU, Eusalat e Du, da decisão e eles próprios blocaram o vídeo”, informou um portavoz da ART em declarações à cadeia Al Arabiya. Agora os usuários que tratem de vê-lo, explicou, receberão uma mensagem de “acceso denegado”.


Os EAU iniciaram uma campanha na Internet que exige a proibição completa do sítio de YouTube, porque consideram que com regularidade permite conteúdos que insultam ao Islam e aos árabes em geral.


Velaqui tendes o episódio em questão para que botedes uns risos à saúde destes anormais dos Emiratos Árabes Unidos. Que lhes vaiam dando!



SHABAT SHALOM


DANIEL 9:4


Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos;


Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos;


E não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, como também a todo o povo da terra.


A ti, oh Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti.


Oh Senhor, a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque pecamos contra ti.


Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia, e o perdão; pois nos rebelamos contra ele,


E não obedecemos à voz do Senhor nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas.


Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele.


E ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós, e contra os nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós um grande mal; porquanto debaixo de todo o céu nunca se fez como se tem feito em Jerusalém.


Como está escrito na lei de Moisés, todo este mal nos sobreveio; apesar disso, não suplicamos à face do Senhor nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniqüidades, e para nos aplicarmos à tua verdade.


Por isso o Senhor vigiou sobre o mal, e o trouxe sobre nós; porque justo é o Senhor, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz.


Agora, pois, oh Senhor, nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egipto com mão poderosa, e ganhaste para ti nome, como hoje se vê; temos pecado, temos procedido impiamente.


Oh Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte; porque por causa dos nossos pecados, e por causa das iniqüidades de nossos pais, tornou-se Jerusalém e o teu povo um opróbrio para todos os que estão em redor de nós.


Agora, pois, oh Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas, e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor.

EU NÃO ESQUEÇO

Como há escasamente um mes em Israel, o próximo domingo os galegos e galegas estám chamados a renovar o seu Parlamento autonômico. Mágoa que aquí não contemos com uma mínima variedade de opções diferenciadas à hora de acudir a votar, como sim que têm, a pesar de tudo, no país amigo.


Para além de opções anedóticas, cuja possibilidade de obter representação na câmara distancia-se em pouco de zero, chamem-se Izquierda Unida, Partido Humanista ou a Frente Popular Galega, oferecem-se-lhe ao eleitorado só três alternativas se optam por ir a gardar cola e botar o papelinho na urna, em vez de aproveitar estes soleados dias que nos está brindando o final do inverno em melhor menester.


Antecipo-vos que eu não irei votar por ninguém –o qual, diz que, se é o que decide fazer finalmente uma ampla franja do censo, seria o caminho mais curto para evitar quatro novos anos de bipartito PSOE/BNG. Não há mal que por bem não venha. Mas não quero deixar passar a ocasião de razoar a minha abstenção, e dado o sítio em que escrevo, quero fazê-la em clave de amiga que sou do povo israeli.


Assim, se um israeli acabasse de aterrizar na Galiza e se tiver empadroado, adquirindo hipoteticamente o direito a exercer o voto, diria-lhe o seguinte:


Se queres apoiar a um partido que não seja abertamente inimigo declarado do povo de Israel, só tens a opção de votar pelo Partido Popular. Mas tem em conta que esta força, que contou na sua dirigência com amigos inequívocos do Estado judeu como José María Aznar, está sumida num convulso processo de quebra e descomposição, no que uma maioria dos seus dirigentes pulam por mimetizar o discurso e o agir da socialdemocracia intervencionista, e que na Galiza mantêm uma rede de personagens vinculados a práticas caciquis que não tem chegado a ser renovada a fundo.


Se queres um Governo nacional-socialista oferecem-se-che duas opções:


1ª) Apoiar ao Partido Socialista Español, do que provavelmente saibas que é o partido de Zapatero e Moratinos (sim, esse, o velho amigo do Nóbel da Paz Arafat), o partido que promoveu o terrorismo de Estado dos GAL nos anos 80 –pelo qual foram encausados uma mínima parte dos seus dirigentes, indo dar com os seus ósos na cadeia alguns de eles, por crimes de lesa humanidade-, e que a nível internacional promove a Aliança de Civilizações com Irán, Turquía e o presídio castrista.


2ª) Votar a papeleta do partido ánti-semita BNG. Uma organização que no tempo récord de catro anos tem mimetizado os piores vícios do caciquismo que durante décadas governou Galiza, e que, para além de negar constantemente o Holocausto e perseguir com sanha até a alguns dos seus próprios militantes, pelo grave delito de serem amigos e leais com o povo judeu, tem-se alinhado inequivocamente com a República Islâmica de Iran e com Hamas como os seus modelos a imitar.


Também está a opção de apoiar, simbolicamente, a Rosa Díez –matando dous pássaros dum tiro, dando-lhe de passo uma patada no cu aos neonázis que utilizam métodos filoterroristas contra qualquer manifestação que se saia do seu guião.


Sorte, se optas por acudir o domingo às urnas, porque o vas ter difícil.


Contudo, vaia a minha simpatia para o melhor candidato –e inequívoco amigo do povo de Israel-, Pedro Arias Veira, que vai de nº 2 nas listas do PP pela Corunha.



SOPHIA L. FREIRE


3 Adar 5769 / 27 Fevereiro 2009